Números 15:1
" Depois falou o SENHOR a Moisés, dizendo: "
Entenda os temas principais e aplique Números 15 na sua vida hoje
41 versículos | Almeida Corrigida Fiel
Mesmo depois do juízo sobre a geração incrédula, Deus fala de quando o povo já estiver na terra, organizando as ofertas de animais, cereais, azeite e vinho. A adoração é projetada para o futuro, como sinal de que o plano de Deus prossegue.
Israelita de nascimento e estrangeiro residente devem seguir a mesma lei, tanto nas ofertas quanto no tratamento do pecado. A comunidade da aliança é definida pela submissão à palavra do Senhor, não apenas pela origem étnica.
O capítulo distingue falhas cometidas sem pleno entendimento, para as quais há provisão de sacrifício e perdão, e atos praticados com arrogância e desprezo à palavra, que resultam em exclusão do povo.
O episódio do homem que colhe lenha no sábado demonstra que violar abertamente um mandamento claro não é uma simples infração social, mas um ato contra o próprio Senhor, com consequências graves.
Números 15 se encaixa na transição entre a rebelião em Cades (Números 13–14) e a longa jornada pelo deserto. A geração que rejeitou entrar na terra prometida será julgada, mas o Senhor afirma que seus planos continuam, dando instruções específicas para quando o povo já estiver na terra de Canaã.
Os detalhes sobre ofertas de alimentos (farinha) e libações (azeite e vinho) mostram uma realidade agrícola que ainda era futura para o povo nômade no deserto. Esses elementos acompanhavam os holocaustos e sacrifícios de comunhão, expressando gratidão, dependência e consagração. O Senhor vincula a chegada do povo à terra com o reconhecimento de que tudo vem de suas mãos, inclusive o “pão da terra” e as primícias da massa.
O texto também reflete a presença de estrangeiros que viviam no meio de Israel, seja como escravos, servos, refugiados ou convertidos. A lei de igualdade (uma mesma lei para todos) mostra que a comunidade do pacto tinha um aspecto inclusivo, dentro de determinadas condições. O caso do homem que quebra o sábado ilustra a aplicação prática da lei em uma situação em que a penalidade exata ainda não estava clara para o povo, exigindo revelação específica do Senhor.
As franjas com cordão azul correspondem a um costume de marcar a identidade e o compromisso religioso por meio das vestes. O azul, cor associada ao céu e ao tabernáculo (como nas cortinas e vestes sacerdotais), remete à presença de Deus e ao chamado à santidade, sinalizando continuamente a relação do povo com o Senhor que os tirou do Egito.
Números 15 apresenta uma estrutura relativamente clara, organizada em blocos legais e narrativos:
Instruções sobre ofertas na terra prometida (15:1-13)
Inclusão do estrangeiro e primícias da massa (15:14-21)
Leis sobre pecados por ignorância (15:22-29)
Pecado presunçoso e sua penalidade (15:30-31)
Episódio narrativo: o homem que viola o sábado (15:32-36)
Sinal visível da aliança: franjas nas vestes (15:37-41)
Este capítulo entrelaça a fidelidade de Deus com a responsabilidade humana. Ao falar de ofertas para quando o povo estiver na terra, o Senhor reafirma a continuidade de seu propósito, mesmo após o julgamento da geração incrédula. A adoração e os sacrifícios não são um fim em si, mas expressão de confiança na promessa e reconhecimento de que tudo vem de Deus.
A insistência em uma mesma lei para israelitas e estrangeiros traz um princípio teológico importante: diante de Deus, a distinção decisiva não é apenas nacional, mas de aliança e obediência. O Senhor se revela como Deus justo, imparcial, que não aceita dois pesos e duas medidas na sua comunidade.
A distinção entre pecado por ignorância e pecado presunçoso ilumina a compreensão bíblica do pecado. O texto não relativiza as falhas involuntárias; elas ainda exigem expiação. Contudo, há provisão clara de perdão quando o povo se volta a Deus com a oferta apropriada. Em contraste, o pecado praticado com arrogância, desprezando conscientemente a palavra do Senhor, é apresentado como afronta direta a Deus, trazendo ruptura com a comunidade e juízo severo.
O episódio do homem que reúne lenha no sábado transforma a lei do sábado de um princípio abstrato em uma realidade concreta, destacando a santidade do tempo separado para Deus. A pena pesada evidencia que quebrar deliberadamente um mandamento claríssimo não é apenas erro moral, mas rejeição do senhorio divino.
As franjas com cordão azul expressam uma teologia da memória: Deus sabe da inclinação do coração humano de se desviar e oferece lembretes visíveis para direcionar o olhar e o coração de volta aos seus mandamentos. A vida santa nasce de uma memória ativa da graça histórica: “Eu vos tirei da terra do Egito, para ser vosso Deus”. Obediência e identidade estão enraizadas nesse ato redentor.
Números 15 traz elementos que dialogam com a saúde emocional e espiritual. O anúncio de instruções para a futura vida na terra, logo após um momento de grande frustração nacional, comunica que o fracasso de uma geração não cancela o propósito de Deus. Há continuidade, estrutura e rumo, o que traz segurança e sentido em meio à disciplina.
A diferenciação entre pecado por ignorância e pecado deliberado acolhe a realidade da limitação humana. O texto não nega a seriedade do erro, mas afirma a possibilidade real de perdão e restauração quando a falha não nasce de rebeldia consciente. Isso alivia culpas esmagadoras e combate a ideia de que qualquer deslize torna a pessoa irremediavelmente perdida.
Ao mesmo tempo, a severidade com o pecado presunçoso reconhece, de forma realista, que escolhas intencionais têm peso. Essa clareza de fronteiras pode ser vista como proteção relacional: a comunidade é ensinada a tratar com seriedade atitudes que corroem a fé e a coesão.
As franjas nas vestes, como lembretes constantes, tocam um ponto importante para a saúde espiritual: seres humanos precisam de sinais, ritmos e símbolos que os ajudem a lembrar quem são e a quem pertencem. Essa pedagogia da memória combate a dispersão interna e ajuda a reorientar o coração e os pensamentos, especialmente em contextos de tentação ou confusão.
O capítulo contém elementos que podem ser gatilhos para algumas pessoas:
Punição severa e morte por apedrejamento (vv. 35-36)
A descrição da execução pública de um homem por violar o sábado pode ser perturbadora, especialmente para quem tem histórico de abuso religioso ou medo intenso de punição divina. A leitura sem contexto pode gerar imagens de um Deus apenas punitivo.
Linguagem de “extirpação” do povo (vv. 30-31)
A ideia de ser cortado da comunidade pode ativar medos profundos de rejeição, exclusão e abandono, particularmente em pessoas com experiências de rejeição familiar ou eclesiástica.
Ênfase na culpa e no pecado
Para quem lida com culpa patológica, escrúpulos religiosos ou transtornos obsessivo-compulsivos ligados à fé, a distinção entre pecado por ignorância e deliberado pode ser mal interpretada e amplificar angústias sobre intenções e pureza absoluta.
Nesses pontos, uma leitura acompanhada por orientação pastoral ou terapêutica pode ajudar a integrar o texto dentro do todo bíblico, que inclui a graça, a paciência e a revelação progressiva do caráter de Deus.
Números 15 sugere várias aplicações práticas:
Planejar a fidelidade além das circunstâncias atuais
A organização das ofertas para a futura vida na terra convida a pensar a fé não apenas em função do presente, mas com horizonte de esperança. Planejar rotinas, compromissos e práticas que expressem confiança na fidelidade de Deus, mesmo em tempos difíceis, é uma forma de viver esse princípio.
Buscar coerência e justiça no tratamento das pessoas
A “mesma lei” para natural e estrangeiro inspira posturas de imparcialidade, equidade e justiça. Na prática, isso pode significar evitar favoritismos, preconceitos e tratamentos diferenciados, tanto em família quanto em trabalho e igreja.
Levar a sério o impacto das intenções
A distinção entre erros por ignorância e atos presunçosos chama à reflexão sobre motivações. Não se trata de cultivar paranoia interna, mas de desenvolver honestidade diante de Deus e das pessoas, reconhecendo quando algo foi feito por descuido e quando houve rebeldia consciente, assumindo responsabilidade em cada caso.
Criar lembretes concretos da fé
As franjas com cordão azul inspiram o uso de sinais visíveis e hábitos intencionais: versículos em lugares estratégicos, símbolos discretos, alarmes para momentos de oração, práticas regulares de leitura bíblica. Pequenas estruturas externas podem ajudar a lembrar a identidade espiritual no meio da rotina.
Cultivar memória da graça
Lembrar continuamente da libertação do Egito, no contexto de Números, aponta hoje para a importância de não perder de vista as intervenções de Deus na história e na vida pessoal. Manter registros de gratidão, testemunhos e celebrações da fidelidade divina ajuda a sustentar a obediência em tempos de tentação ou desânimo.
Porque, apesar do juízo sobre a geração incrédula, o Senhor reafirma que seu propósito não mudou. Ao detalhar as ofertas que o povo faria “quando entrardes na terra” (vv. 2, 18), Deus mostra que ainda há futuro para Israel. As leis sobre adoração na terra funcionam como declaração de esperança: a disciplina é real, mas não é o fim da história.
Essas ofertas acompanhavam os animais sacrificados como expressão de gratidão, consagração e reconhecimento da provisão de Deus. A farinha, o azeite e o vinho representavam os frutos da terra e do trabalho, devolvidos ao Senhor como cheiro suave. Além disso, os diferentes quantitativos para cordeiro, carneiro e novilho ressaltam a ordem e a reverência na adoração.
O texto enfatiza que “uma mesma lei e um mesmo direito haverá para vós e para o estrangeiro que peregrina convosco” (v. 16). Isso mostra que, na comunidade da aliança, a referência não é apenas a origem étnica, mas a submissão ao Deus de Israel. O estrangeiro que se une ao povo e participa do culto ao Senhor é chamado a viver sob os mesmos padrões de justiça e santidade, e recebe a mesma provisão de perdão.
Pecar por ignorância é agir sem plena consciência da gravidade ou mesmo da existência do mandamento, como retratado nos vv. 22-29. Esses pecados ainda exigem expiação, mas há provisão clara de sacrifício e promessa de perdão. Já o pecado temerário (vv. 30-31) é cometer algo com soberba, desprezando conscientemente a palavra de Deus. Nesse caso, é chamado de injúria ao Senhor, e a pessoa é “extirpada” do povo, indicando uma ruptura mais profunda com a aliança.
O episódio dos vv. 32-36 não trata de uma distração casual, mas de uma infração pública a um mandamento central e conhecido: a santificação do sábado. O povo não sabia ainda qual pena aplicar e consulta o Senhor. A resposta divina, mandando apedrejar o homem, ressalta que violar de forma deliberada um mandamento tão claro é um ato de rebeldia contra o próprio Deus. A severidade enfatiza a santidade do sábado e o caráter sério da aliança naquele contexto teocrático.
As franjas, com o cordão azul, eram um lembrete visível e constante dos mandamentos de Deus (vv. 38-39). Toda vez que o povo as visse, deveria lembrar-se de não seguir os impulsos do coração e dos olhos, mas de viver em obediência e santidade. O azul, cor associada às coisas celestiais e ao tabernáculo, reforçava a ideia de que o povo pertencia ao Deus santo que o tirou do Egito.
Números 15 mostra um Deus que, mesmo após a dor da rebelião do povo, continua falando, orientando e planejando um futuro. Em meio a uma história marcada por fracassos e consequências duras, o Senhor anuncia: ainda haverá terra, pão, colheita, adoração. Há disciplina, mas não abandono. O cuidado de Deus se vê nos detalhes. Ele não trata o povo apenas como um grupo culpado, mas como uma comunidade que precisa de estrutura e lembranças constantes de quem Ele é. As ofertas, as primícias, as franjas nas vestes com o cordão azul são como pequenos fios de afeto divino, costurados no cotidiano, para que o povo não esqueça da presença e dos mandamentos do Senhor. A distinção entre pecados por ignorância e pecados cometidos temerariamente também revela sensibilidade. Deus vê quando alguém erra sem plena consciência. Ele não simplifica a dor nem passa por cima do que é sério, mas abre espaço para perdão e restauração quando a falha não nasce de um coração endurecido contra Ele. Ao mesmo tempo, o episódio do homem que violou o sábado lembra o peso de agir contra a luz recebida. Para alguns, esse relato pode acender medos profundos. Dentro da grande história bíblica, porém, aparece um Deus que leva a sério tanto a santidade quanto a pessoa humana, e que, ao longo do tempo, revelaria ainda mais do seu amor, paciência e desejo de reconciliação. Números 15 se torna, assim, um retrato de um Deus que corrige, mas não desiste de formar um povo que viva perto do Seu coração.
Do ponto de vista exegético, Números 15 exerce uma função de ponte entre o juízo de Números 14 e a longa seção narrativa-legal que se segue. Tecnicamente, o capítulo reorganiza a vida cultual projetando-a para o contexto da terra, indicando que a rejeição da primeira geração não anula a aliança abraâmica nem as promessas de posse da terra. Os vv. 1-21 delineiam um sistema de ofertas complementares aos sacrifícios animais: a oferta de manjares e as libações de azeite e vinho, com proporções cuidadosamente definidas para cordeiros, carneiros e novilhos. Essas prescrições provavelmente refletem uma fase mais estabelecida da vida israelita, quando a agricultura estaria em pleno funcionamento. A estrutura escalonada dos quantitativos indica ordem litúrgica e teologia da proporcionalidade na adoração. Os vv. 14-16, 26 e 29 introduzem explicitamente o princípio de uma mesma lei para israelita e estrangeiro, o que tem grande relevância teológica e sociológica: o povo de Deus incorpora não israelitas sob a mesma norma cultual e ética. Isso prepara, em certo sentido, discussões posteriores sobre inclusão de gentios na comunidade da fé. A seção dos vv. 22-31 trabalha uma categoria importante na teologia veterotestamentária: o pecado não intencional (shegagá) versus o pecado de mão levantada, ou presunçoso. A provisão de sacrifício e o anúncio de perdão para o primeiro caso realçam a dimensão de falibilidade humana, enquanto a declaração de “extirpação” no segundo sublinha a gravidade da rebelião consciente contra a palavra revelada. O relato do violador do sábado (vv. 32-36) funciona como caso ilustrativo de pecado deliberado. A forma como o povo “não sabe o que fazer” e busca instrução mostra que, embora o mandamento do sábado fosse claro, sua penalidade específica em tal situação exigia esclarecimento divino. A solução – apedrejamento comunitário – está em linha com outras leis de pena capital para transgressões que minam a aliança. Finalmente, as franjas com cordão azul (vv. 37-41) conectam o vestuário cotidiano com o culto. A cor azul, presente nas vestes sacerdotais e no tabernáculo, sugere que todo o povo é chamado a uma espécie de “sacerdócio” em termos de lembrar e guardar os mandamentos. O texto se fecha com uma autodeclaração de Deus: Ele é o Senhor que tirou Israel do Egito, fundamento histórico da obediência e da identidade da aliança.
Números 15 coloca a vida prática em foco, mostrando como fé e rotina se entrelaçam. O capítulo mostra um povo que ainda está no deserto, mas já recebe instruções para o tempo em que terá terra, colheitas e pão. Isso aponta para a importância de organizar a vida de hoje com o olhar no futuro: decisões, rotinas e prioridades podem ser construídas pensando no tipo de pessoa e comunidade que se quer ser adiante. As leis sobre uma mesma norma para israelitas e estrangeiros revelam um princípio forte de justiça e coerência. No cotidiano, isso tem paralelo na forma como se lida com quem é “de dentro” e “de fora” – família, equipe de trabalho, comunidade de fé. A mensagem é clara: favorecimentos arbitrários e discriminações não combinam com o caráter do Deus que se mostra imparcial. A distinção entre erros por ignorância e ações deliberadas ensina a lidar com responsabilidade e com equilíbrio. Há espaço para reconhecer que nem tudo é rebeldia aberta; muitas vezes, faltou conhecimento, maturidade ou discernimento. Ao mesmo tempo, o texto não relativiza decisões teimosas e conscientes de ir contra o que se sabe ser certo. Essa lucidez ajuda a avaliar situações reais: quando é hora de oferecer ensino, paciência e oportunidade de correção, e quando é hora de estabelecer limites mais firmes diante de posturas que corroem relacionamentos e compromissos. As franjas com cordão azul sugerem algo muito prático: pessoas precisam de lembretes. A vida, com suas demandas, facilmente sufoca convicções importantes. Criar marcos visíveis – hábitos, símbolos, horários definidos – ajuda a manter o foco no que realmente importa. Esse tipo de estrutura externa não substitui a fé, mas sustenta a memória e a coerência, especialmente nos momentos de pressão ou de tentação a seguir apenas os impulsos do coração e dos olhos. Assim, Números 15 descreve uma fé que não fica confinada a momentos solenes, mas que organiza hábitos, decisões e relações, construindo uma vida marcada por justiça, responsabilidade e memória ativa daquilo que Deus já fez.
Números 15 convida a olhar a vida e a fé sob a luz da eternidade. O capítulo começa com um povo ainda peregrino, mas Deus já fala como se a chegada à terra fosse certa. Há uma tensão entre disciplina presente e promessa futura. Espiritualmente, isso ecoa a condição do ser humano que já recebeu promessas de Deus, mas ainda caminha em meio a limitações, aguardando o cumprimento final. As ofertas, com seus detalhes, recordam que adoração é resposta ao Deus que conduz a história. Não se trata apenas de ritos, mas de vida oferecida: trabalho, colheita, pão, tudo devolvido como reconhecimento de que a existência é um presente. Essa perspectiva ajuda a olhar a própria vida vocacional e material como parte de um culto mais amplo, que aponta para o Criador e Redentor. A distinção entre pecados por ignorância e pecados deliberados toca na seriedade do relacionamento com Deus. O texto não reduz a espiritualidade a erros e acertos, mas mostra que intenção e postura do coração diante de Deus têm peso eterno. Há consolo em saber que Deus oferece perdão quando a pessoa erra sem plena consciência, mas também um chamado solene a não cultivar um coração que despreza a voz divina. O caso do homem que viola o sábado é difícil, mas coloca em relevo a dimensão de aliança: quebrar, conscientemente, um sinal tão central não é mera infração, é rejeição do senhorio de Deus. Essa narrativa, vista à luz da revelação progressiva, prepara o terreno para a compreensão de que o descanso verdadeiro é encontrado na comunhão com o próprio Deus, e que a vida eterna é, essencialmente, permanecer nesse descanso. As franjas com cordão azul trazem a espiritualidade para o nível dos gestos diários. São lembretes de que o povo pertence ao Deus que libertou do Egito. Em termos espirituais, apontam para a necessidade de viver lembrando constantemente da própria história de salvação: quem foi resgatado não vive mais guiado apenas pelo coração e pelos olhos, mas pela memória de ter sido alcançado e chamado à santidade. Nesse movimento, a vida diária se torna preparação para a eternidade, e cada escolha, por menor que pareça, ganha peso diante do Deus que diz: “Eu sou o Senhor vosso Deus”.
" Depois falou o SENHOR a Moisés, dizendo: "
" Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra das vossas habitações, que eu vos hei de dar, "
Números 15:2 mostra que Deus já fala ao povo como certo que eles entrarão na terra prometida. Mesmo depois de falhas, o plano divino continua. …
Ler análise completa" E ao Senhor fizerdes oferta queimada, holocausto, ou sacrifício, para cumprir um voto, ou em oferta voluntária, ou nas vossas solenidades, para fazerdes ao Senhor um cheiro suave de ovelhas ou gado, "
" Então aquele que apresentar a sua oferta ao Senhor, por oferta de alimentos trará uma décima de flor de farinha misturada com a quarta parte de um him de azeite. "
" E de vinho para libação prepararás a quarta parte de um him, para holocausto, ou para sacrifício para cada cordeiro; "
" E para cada carneiro prepararás uma oferta de alimentos de duas décimas de flor de farinha, misturada com a terça parte de um him de azeite. "
" E de vinho para a libação oferecerás a terça parte de um him ao Senhor, em cheiro suave. "
" E, quando preparares novilho para holocausto ou sacrifício, para cumprir um voto, ou um sacrifício pacífico ao Senhor, "
" Com o novilho apresentarás uma oferta de alimentos de três décimas de flor de farinha misturada com a metade de um him de azeite. "
" E de vinho para a libação oferecerás a metade de um him, oferta queimada em cheiro suave ao Senhor. "
" Assim se fará com cada boi, ou com cada carneiro, ou com cada um dos cordeiros ou cabritos. "
" Segundo o número que oferecerdes, assim o fareis com cada um, segundo o número deles. "
" Todo o natural assim fará estas coisas, oferecendo oferta queimada em cheiro suave ao Senhor. "
" Quando também peregrinar convosco algum estrangeiro, ou que estiver no meio de vós nas vossas gerações, e ele apresentar uma oferta queimada de cheiro suave ao Senhor, como vós fizerdes, assim fará ele. "
" Um mesmo estatuto haja para vós, ó congregação, e para o estrangeiro que entre vós peregrina, por estatuto perpétuo nas vossas gerações; como vós, assim será o peregrino perante o Senhor. "
" Uma mesma lei e um mesmo direito haverá para vós e para o estrangeiro que peregrina convosco. "
" Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: "
" Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra em que vos hei de introduzir, "
Números 15:18 mostra Deus preparando o povo antes mesmo de chegarem à terra prometida, garantindo que haveria futuro e estabilidade. Esse versículo ensina a planejar …
Ler análise completa" Acontecerá que, quando comerdes do pão da terra, então oferecereis ao Senhor oferta alçada. "
" Das primícias da vossa massa oferecereis um bolo em oferta alçada; como a oferta da eira, assim o oferecereis. "
" Das primícias das vossas massas dareis ao Senhor oferta alçada nas vossas gerações. "
" E, quando vierdes a errar, e não cumprirdes todos estes mandamentos, que o Senhor falou a Moisés, "
" Tudo quanto o Senhor vos tem mandado por intermédio de Moisés, desde o dia que o Senhor ordenou, e dali em diante, nas vossas gerações, "
" Será que, quando se fizer alguma coisa por ignorância, e for encoberto aos olhos da congregação, toda a congregação oferecerá um novilho para holocausto em cheiro suave ao Senhor, com a sua oferta de alimentos e libação conforme ao estatuto, e um bode para expiação do pecado. "
" E o sacerdote fará expiação por toda a congregação dos filhos de Israel, e lhes será perdoado, porquanto foi por ignorância; e trouxeram a sua oferta, oferta queimada ao Senhor, e a sua expiação do pecado perante o Senhor, por causa da sua ignorância. "
" Será, pois, perdoado a toda a congregação dos filhos de Israel, e mais ao estrangeiro que peregrina no meio deles, porquanto por ignorância sobreveio a todo o povo. "
" E, se alguma alma pecar por ignorância, para expiação do pecado oferecerá uma cabra de um ano. "
" E o sacerdote fará expiação pela pessoa que pecou, quando pecar por ignorância, perante o Senhor, fazendo expiação por ela, e lhe será perdoado. "
" Para o natural dos filhos de Israel, e para o estrangeiro que no meio deles peregrina, uma mesma lei vos será, para aquele que pecar por ignorância. "
" Mas a pessoa que fizer alguma coisa temerariamente, quer seja dos naturais quer dos estrangeiros, injuria ao Senhor; tal pessoa será extirpada do meio do seu povo. "
" Pois desprezou a palavra do Senhor, e anulou o seu mandamento; totalmente será extirpada aquela pessoa, a sua iniqüidade será sobre ela. "
Números 15:31 mostra que desprezar conscientemente a palavra de Deus traz consequências sérias. Não trata de um erro por ignorância, mas de rebeldia assumida. Aplica-se, …
Ler análise completa" Estando, pois, os filhos de Israel no deserto, acharam um homem apanhando lenha no dia de sábado. "
" E os que o acharam apanhando lenha o trouxeram a Moisés e a Arão, e a toda a congregação. "
" E o puseram em guarda; porquanto ainda não estava declarado o que se lhe devia fazer. "
" Disse, pois, o Senhor a Moisés: Certamente morrerá aquele homem; toda a congregação o apedrejará fora do arraial. "
" Então toda a congregação o tirou para fora do arraial, e o apedrejaram, e morreu, como o Senhor ordenara a Moisés. "
" E falou o Senhor a Moisés, dizendo: "
" Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Que nas bordas das suas vestes façam franjas pelas suas gerações; e nas franjas das bordas ponham um cordão de azul. "
" E as franjas vos serão para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor, e os cumprais; e não seguireis o vosso coração, nem após os vossos olhos, pelos quais andais vos prostituindo. "
" Para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os cumprais, e santos sejais a vosso Deus. "
" Eu sou o Senhor vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para ser vosso Deus. Eu sou o Senhor vosso Deus. "
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