Números 4:1
" E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo: "
Entenda os temas principais e aplique Números 4 na sua vida hoje
49 versículos | Almeida Corrigida Fiel
Os objetos mais sagrados do tabernáculo são cuidadosamente cobertos e manuseados, e os coatitas não podiam tocá-los nem vê-los descobertos, sob pena de morte. A santidade de Deus exige respeito, distância adequada e mediação sacerdotal.
Cada família levítica recebe tarefas definidas: os coatitas com as coisas santíssimas, os gersonitas com cortinas e coberturas, os meraritas com estruturas e bases. Ninguém serve de modo aleatório; há vocações e responsabilidades distintas, todas importantes no plano de Deus.
O texto repete que tudo é feito “conforme ao mandado do Senhor, pela mão de Moisés”. Até os detalhes dos panos, cores e formas de transporte são regulados, mostrando que Deus se importa com a forma como é servido e adorado.
As instruções não são apenas cerimoniais; elas visam preservar a vida dos levitas. Deus orienta para que os coatitas não sejam “extirpados” e para que não morram ao se aproximar das coisas santíssimas, mostrando cuidado pastoral dentro da exigência de santidade.
Homens de 30 a 50 anos são contados para o serviço, e cada um é registrado segundo seu ministério e cargo. Há clareza geracional, limites de idade, supervisão sacerdotal e inventário dos objetos, indicando um serviço responsável e organizado.
Números 4 situa-se durante a peregrinação de Israel no deserto, após a construção do tabernáculo no Sinai. O tabernáculo era o centro da adoração e da presença de Deus no meio do povo. A tribo de Levi foi separada para o serviço religioso, substituindo os primogênitos de Israel (Números 3). Dentro dos levitas, as três grandes famílias — Coate, Gérson e Merari — recebem funções diferenciadas.
Os coatitas, descendentes de Coate, tinham a função mais sensível: transportar os objetos santíssimos, como a arca do testemunho, o altar de ouro, o candelabro e os utensílios do santuário. No entanto, não podiam tocar nesses objetos nem vê-los descobertos; Arão e seus filhos deveriam primeiro cobri-los. Eleazar e Itamar, filhos de Arão, supervisionavam os diferentes grupos levíticos, atuando como responsáveis diretos.
O intervalo de idade entre 30 e 50 anos reflete o período de maior vigor físico e maturidade, adequado para o trabalho pesado e delicado de carregar e cuidar do tabernáculo em deslocamento. Este capítulo organiza o modo de transporte do tabernáculo sempre que o acampamento se movia, garantindo que a santidade fosse preservada e que o povo pudesse viajar com a presença de Deus no centro do arraial.
Números 4 apresenta uma estrutura ordenada e repetitiva, reforçando a ideia de organização e precisão:
Introdução geral ao recenseamento dos coatitas (vv. 1-3)
Deus ordena a Moisés e Arão que contem os filhos de Coate, especificando a faixa etária para o serviço.
Tarefas detalhadas dos coatitas com as coisas santíssimas (vv. 4-15)
Descrição minuciosa de como Arão e seus filhos devem cobrir a arca, a mesa, o candelabro, o altar de ouro e o altar do holocausto, bem como os utensílios, antes de os coatitas carregarem os objetos.
Responsabilidade de Eleazar e proteção dos coatitas (vv. 16-20)
Definição do encargo de Eleazar e instruções específicas para que os coatitas não sejam destruídos, incluindo a proibição de ver o santuário sendo coberto.
Recenseamento e ministério dos gersonitas (vv. 21-28)
Contagem dos filhos de Gérson e descrição de sua responsabilidade com cortinas, coberturas, portas e cordas do tabernáculo e do pátio, sob a supervisão de Itamar.
Recenseamento e ministério dos meraritas (vv. 29-33)
Contagem dos filhos de Merari e descrição de suas tarefas com as estruturas físicas: tábuas, colunas, bases, estacas e cordas, também sob a supervisão de Itamar.
Execução do recenseamento: números finais por família (vv. 34-45)
Registro dos totais de coatitas, gersonitas e meraritas aptos para o serviço.
Resumo global dos levitas contados para o serviço (vv. 46-49)
Síntese do total de levitas de 30 a 50 anos e reforço de que cada um foi contado conforme o seu ministério e cargo, segundo o mandado do Senhor.
Este capítulo destaca, em primeiro lugar, a santidade de Deus. As coisas santíssimas não são comuns, e o modo como são tratadas revela a distância entre o Deus santo e o povo pecador. A proibição de tocar ou ver os objetos descobertos, sob pena de morte, mostra que a proximidade com o sagrado não é casual, mas mediada e regulamentada.
Em segundo lugar, aparece a teologia do sacerdócio e da mediação. Arão e seus filhos cobrem os objetos e posicionam cada levita em seu cargo. Os levitas servem, mas os sacerdotes têm uma função distinta, aproximando o povo de Deus de modo ordenado. Isso antecipa a necessidade de um Mediador perfeito e definitivo, que cumpra de maneira plena aquilo que o sistema levítico apenas esboçava.
Outro ponto teológico é o valor do serviço diferenciado no corpo do povo de Deus. Nem todos fazem tudo; cada família levítica tem uma tarefa específica, do mais visível ao mais estrutural. Todos, porém, servem ao mesmo propósito: preservar a adoração verdadeira e manter o tabernáculo, lugar da presença divina, em ordem.
A obediência detalhada também é central. O texto repete que tudo é feito conforme o mandado do Senhor. A fé bíblica não se reduz a sentimentos vagos, mas se expressa em obediência concreta, inclusive em detalhes que podem parecer pequenos. A vida diante de Deus é organizada, responsável e prestando contas.
Por fim, o capítulo revela um aspecto pastoral do próprio Senhor. As instruções visam “para que vivam e não morram”. Deus não está apenas impondo regras, mas protegendo os levitas de uma aproximação imprópria ao sagrado. Santidade e cuidado andam juntos, mostrando que o Deus santo também é cuidador e preservador da vida.
Lido a partir de uma perspectiva terapêutica, Números 4 aborda temas de fronteiras saudáveis, estrutura, vocação e proteção. O capítulo mostra um povo que não vive no caos, mas dentro de funções claras, idades estabelecidas para o serviço e supervisão responsável. Isso espelha necessidades humanas de ordem, papéis definidos e limites bem traçados no convívio comunitário.
O respeito às coisas santíssimas e as advertências de morte podem, à primeira vista, parecer duros; porém, vistos de modo terapêutico, refletem a importância de reconhecer limites: há espaços que não podem ser invadidos de qualquer forma, há responsabilidades que precisam ser intermediadas, e há riscos reais quando as fronteiras são ignoradas.
Também se percebe o valor da dignidade no trabalho: todos os levitas contados têm um nome, uma idade, uma função e um lugar. Ninguém é visto como descartável. Isso fala à necessidade humana de sentido, pertença e propósito, especialmente para quem se sente invisível ou sem utilidade.
O capítulo serve ainda como contraponto à sensação de sobrecarga: cada grupo tem um encargo específico, e não o peso de tudo. Essa divisão protege da exaustão e reforça a importância do trabalho em equipe e da delegação saudável.
Embora o texto seja profundamente teológico, algumas leituras equivocadas podem gerar confusão emocional:
Percepção distorcida de Deus como apenas punitivo: A repetição da pena de morte para quem tocar ou ver as coisas santíssimas pode alimentar, em pessoas sensíveis, a ideia de um Deus arbitrário ou apenas ameaçador, especialmente em quem já tem histórico de figuras de autoridade abusivas.
Sentimentos de inutilidade ou comparação: A distinção rígida de funções (uns lidando com as coisas santíssimas, outros com cortinas ou estruturas) pode ser mal interpretada como hierarquia de valor, gerando baixa autoestima espiritual em quem se identifica com tarefas mais “simples” ou menos visíveis.
Rigidez e perfeccionismo religioso: A ênfase em detalhes e em “como o Senhor ordenara” pode ser lida, por pessoas com tendência ao perfeccionismo ou escrúpulos religiosos, como exigência de perfeição impossível, provocando culpa excessiva ou ansiedade.
Medo de errar ao se aproximar de Deus: As advertências podem ser internalizadas como medo paralisante de buscar a Deus, especialmente em quem já sofre com ansiedade religiosa ou sensação de contaminação espiritual.
Esses pontos pedem leitura equilibrada, lembrando que o texto pertence a um contexto de aliança específica, e que a revelação da graça e da mediação perfeita de Cristo completa e ilumina esse quadro.
Números 4 inspira aplicações práticas em diversas áreas da vida:
Valor do serviço discreto: As funções de carregar cortinas, tábuas e bases lembram que trabalhos menos visíveis sustentam a vida comunitária. Isso estimula respeito a todos os tipos de serviço, em casa, na igreja e no trabalho.
Organização e clareza de papéis: A definição de cargos, idades e supervisão incentiva a criar estruturas claras nas equipes, famílias e ministérios, evitando confusão, sobrecarga e conflitos de responsabilidade.
Respeito a limites saudáveis: A proibição de tocar ou ver as coisas santíssimas ressalta a importância de reconhecer limites: emocionais, físicos e espirituais. Há áreas da vida alheia, decisões e cargas que não cabem a todos, e isso protege relacionamentos e saúde mental.
Obediência nos detalhes: O cuidado com panos, cores e ordem de transporte mostra que fidelidade a Deus se manifesta em pequenas coisas: cumprir acordos, cuidar bem de bens compartilhados, chegar no horário, tratar com seriedade aquilo que nos é confiado.
Trabalho em equipe e delegação: Nenhum grupo levítico faz tudo. Na prática, isso encoraja a não centralizar todas as responsabilidades em uma só pessoa e a confiar tarefas a outros, reconhecendo dons e limites pessoais.
Respeito à fase da vida e aos limites do corpo: A faixa etária de 30 a 50 anos para o serviço pesado lembra que diferentes etapas da vida comportam capacidades diferentes. Isso inspira a considerar saúde, idade e condição física ao distribuir tarefas, evitando exploração ou autoexigência irreal.
A faixa de 30 a 50 anos representa, no contexto antigo, o período de maior vigor físico aliado à maturidade. O serviço levítico envolvia carregar objetos pesados e lidar com responsabilidades espirituais delicadas. Assim, exige-se força, resistência e estabilidade emocional. Outras passagens mostram que os levitas podiam começar a ser preparados mais cedo e continuar com funções mais leves depois, mas aqui o foco está no núcleo de trabalho pesado e central.
Os coatitas cuidavam das coisas santíssimas: arca, mesa da proposição, candelabro, altar de ouro, altar do holocausto e respectivos utensílios, sempre já cobertos pelos sacerdotes. Os gersonitas carregavam cortinas, coberturas, véus e cortinas das portas, tanto do tabernáculo quanto do pátio. Os meraritas eram responsáveis pelas estruturas: tábuas, colunas, bases, estacas e cordas. Cada grupo sustentava um aspecto diferente do tabernáculo, todos necessários para a adoração e a presença de Deus no meio do povo.
Isso expressa a santidade extrema da presença de Deus associada a esses objetos. Tocar ou ver descoberto o santuário, sem a devida mediação sacerdotal, significava aproximar-se de Deus de modo impróprio, o que resultaria em morte. Arão e seus filhos cobriam tudo antes, de modo que os coatitas, ainda que tivessem grande honra em carregar os objetos, mantivessem uma distância de respeito, protegendo a própria vida.
Eleazar, filho de Arão, supervisionava em especial os coatitas e cuidava do azeite da luminária, incenso aromático, oferta contínua de alimentos, azeite da unção e do encargo geral do tabernáculo e seus utensílios (v. 16). Itamar, outro filho de Arão, supervisionava os gersonitas e meraritas, responsáveis pelas cortinas, coberturas e estruturas (vv. 28, 33). Eles garantiam que cada família levítica cumprisse o serviço conforme as ordens do Senhor, mantendo ordem e reverência.
O texto menciona panos azuis, carmesins e de púrpura, além das cobertas de peles de texugos. As cores e materiais sublinham a dignidade e a separação desses objetos para Deus. O azul frequentemente remete ao céu e ao caráter celestial do culto; o carmesim e a púrpura evocam realeza e valor. Embora nem todos os significados simbólicos estejam explicitados no texto, o cuidado estético e a distinção visual reforçam que esses objetos não pertencem ao uso comum, mas ao serviço do Deus santo.
Números 4 revela um Deus que não apenas exige santidade, mas também organiza tudo de forma a proteger e cuidar do seu povo. As instruções detalhadas para os levitas não são apenas regras frias; elas existem “para que vivam e não morram”. Dentro desse cenário de muita responsabilidade, há um cuidado profundo para que ninguém seja esmagado por uma função que não é sua nem exposto a riscos desnecessários. Há consolo em perceber que, para Deus, ninguém é invisível. Cada levita é contado, cada família tem um lugar, cada tarefa, por menor que pareça, é vista e nomeada. Carregar cortinas, bases ou tábuas não é menos digno do que carregar a arca coberta; tudo faz parte de um grande quadro de cuidado e presença divina no meio do povo. Esse texto fala ao coração cansado que se sente apenas “fazendo trabalhos de bastidor”. Na narrativa de Deus, esses trabalhos sustentam o espaço onde Ele se encontra com o povo. Nada do que é feito por amor e fidelidade passa despercebido. E, quando a santidade de Deus parece assustadora, o capítulo lembra que Ele mesmo providencia coberturas, mediadores e orientações para que a proximidade com Ele seja possível sem destruição. Há rigor, mas há também proteção e ternura escondida em cada detalhe.
Em termos exegéticos, Números 4 aprofunda a distinção de funções dentro da tribo de Levi, introduzida anteriormente em Números 3. Aqui, o foco recai sobre o aspecto logístico do culto: como o tabernáculo, já consagrado, será transportado durante a jornada pelo deserto. A estrutura do texto e a insistência nos detalhes refletem uma teologia da ordem cultual: a adoração a Deus não é improvisada, mas cuidadosamente regulada. Do ponto de vista literário, destacam-se as repetições de fórmulas como “segundo o mandado do Senhor” e a listagem de objetos e tarefas. Isso consolida no leitor a percepção de que o serviço levítico é uma resposta estrita à revelação divina, não uma criação humana. A designação de Eleazar e Itamar como supervisores mostra a hierarquia interna: sacerdotes acima de levitas, indicando que há graus distintos de proximidade com o sagrado. Os perigos associados ao contato impróprio com as coisas santíssimas ecoam outros textos, como Levítico 10 (Nadabe e Abiú) e, mais tarde, o episódio de Uzá (2 Samuel 6). A teologia da santidade aqui é pedagógica: a proximidade com Deus é real, mas não trivial. Em termos canônicos, esses elementos preparam o terreno para compreender a necessidade de um sacerdócio perfeito e de um santuário definitivo, em que o acesso a Deus seja seguro e permanente, sem o risco constante de morte. Ao mesmo tempo, a divisão funcional entre coatitas, gersonitas e meraritas oferece uma imagem inicial de um corpo com muitos membros, tema que mais tarde será desenvolvido na metáfora paulina sobre a igreja.
Números 4 é um retrato poderoso de como a vida em comunidade pode funcionar quando há clareza, organização e respeito aos limites. Cada grupo levítico sabe o que deve fazer, para quem responde e até em que fase da vida está apto a assumir determinadas cargas. Isso traz lições muito práticas para famílias, equipes de trabalho e comunidades de fé. No cotidiano, muitos conflitos surgem porque essas questões não estão claras: quem decide o quê, quem cuida de qual área, quando é hora de alguém assumir mais ou menos responsabilidade. Aqui, o modelo é outro: tarefas são definidas, inventariadas, supervisionadas. Isso reduz ruídos, sobreposição de funções e sentimento de injustiça. Também é notável a divisão entre quem prepara e quem carrega. Arão e seus filhos cobrem os objetos; os coatitas só chegam depois disso. Em termos práticos, isso lembra que alguns processos exigem etapas e pessoas específicas, e que pular fases ou misturar papéis pode gerar dano. Saber até onde vai a responsabilidade pessoal e onde começa a do outro é chave para preservar saúde emocional e relacional. Por fim, o texto valoriza trabalhos pesados e, à primeira vista, pouco “espirituais”: carregar tábuas, bases, estacas. Na vida diária, a manutenção da casa, da igreja, do ambiente de trabalho — limpeza, logística, organização — é parte essencial para que qualquer missão aconteça. Ver essas tarefas como parte do serviço a Deus traz dignidade e motivação para o dia a dia.
Números 4, na dimensão da alma, fala sobre aproximação a Deus, vocação e propósito eterno. A santidade das coisas santíssimas, cuidadosamente cobertas, mostra que a presença divina é preciosa demais para ser tratada com banalidade. A alma humana tem sede desse Deus santo, mas ao mesmo tempo intui o perigo de se aproximar dEle de qualquer maneira. O capítulo apresenta um Deus que, sendo absolutamente santo, cria caminhos concretos para habitar no meio do povo sem destruí-lo: sacerdotes que cobrem, levitas que carregam, ordem que protege. Isso aponta para a grande realidade espiritual de que nunca se chega a Deus por mérito próprio; sempre há mediação, vocação e serviço que preparam o encontro. Em perspectiva mais ampla da revelação, esse sistema anuncial a necessidade de um Mediador supremo que una, para sempre, santidade e misericórdia. A contagem de cada levita, nomeado segundo seu ministério e cargo, toca o tema do chamado pessoal. A alma encontra descanso ao perceber que, no plano divino, não existe vida sem função ou existência sem sentido. Cada um é pensado para um tipo de serviço, e esse serviço contribui para o grande propósito: manter vivo, no centro do povo, o testemunho da presença de Deus. Assim, a jornada pelo deserto em Números 4 não é apenas geográfica; é espiritual. O povo caminha, o tabernáculo se move, mas a prioridade é sempre guardar o lugar da presença. A alma que discerne isso aprende a organizar toda a sua vida ao redor dessa realidade central: o Deus santo habita no meio do seu povo, e viver é descobrir, em reverência e alegria, qual é o próprio lugar nesse grande serviço.
" E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo: "
" Fazei a soma dos filhos de Coate, dentre os filhos de Levi, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais; "
" Da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta anos, será todo aquele que entrar neste serviço, para fazer o trabalho na tenda da congregação. "
" Este será o ministério dos filhos de Coate na tenda da congregação, nas coisas santíssimas. "
" Quando partir o arraial, Arão e seus filhos virão e tirarão o véu da tenda, e com ele cobrirão a arca do testemunho; "
" E pôr-lhe-ão por cima uma coberta de peles de texugos, e sobre ela estenderão um pano, todo azul, e lhe colocarão os varais. "
" Também sobre a mesa da proposição estenderão um pano azul; e sobre ela porão os pratos, as colheres, e as taças e os jarros para libação; também o pão contínuo estará sobre ela. "
" Depois estenderão em cima deles um pano de carmesim, e com a coberta de peles de texugos o cobrirão, e lhe colocarão os seus varais. "
" Então tomarão um pano azul, e cobrirão o candelabro da luminária, e as suas lâmpadas, e os seus espevitadores, e os seus apagadores, e todos os seus vasos de azeite, com que o servem. "
" E envolverão, a ele e a todos os seus utensílios, na coberta de peles de texugos; e o colocarão sobre os varais. "
" E sobre o altar de ouro estenderão um pano azul, e com a coberta de peles de texugos, o cobrirão, e lhe colocarão os seus varais. "
" Também tomarão todos os utensílios do ministério, com que servem no santuário; e os colocarão num pano azul, e os cobrirão com uma coberta de peles de texugos, e os colocarão sobre os varais. "
" E tirarão as cinzas do altar, e por cima dele estenderão um pano de púrpura. "
" E sobre ele colocarão todos os seus instrumentos com que o servem: os seus braseiros, os garfos e as pás, e as bacias; todos os pertences do altar; e por cima dele estenderão uma coberta de peles de texugos, e lhe colocarão os seus varais. "
" Havendo, pois, Arão e seus filhos, ao partir do arraial, acabado de cobrir o santuário, e todos os instrumentos do santuário, então os filhos de Coate virão para levá-lo; mas no santuário não tocarão para que não morram; este é o cargo dos filhos de Coate na tenda da congregação. "
Números 4:15 mostra que as coisas de Deus deviam ser tratadas com máximo respeito: só depois de tudo estar coberto os coatitas podiam carregar os …
Ler análise completa" Porém o cargo de Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, será o azeite da luminária e o incenso aromático, e a contínua oferta dos alimentos, e o azeite da unção, o cargo de todo o tabernáculo, e de tudo que nele há, o santuário e os seus utensílios. "
" E falou o Senhor a Moisés e a Arão, dizendo: "
" Não deixareis extirpar a tribo das famílias dos coatitas do meio dos levitas. "
" Mas isto lhes fareis, para que vivam e não morram, quando se aproximarem das coisas santíssimas: Arão e seus filhos virão, e a cada um colocarão no seu ministério e no seu cargo, "
" Porém não entrarão a ver, quando cobrirem o santuário, para que não morram. "
" Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: "
" Fazei também a soma dos filhos de Gérson, segundo a casa de seus pais, segundo as suas famílias: "
" Da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, contarás a todo aquele que entrar a se ocupar no seu serviço, para executar o ministério na tenda da congregação. "
" Este será o ministério das famílias dos gersonitas no serviço e no cargo. "
" Levarão, pois, as cortinas do tabernáculo, e a tenda da congregação, e a sua coberta, e a coberta de peles de texugos, que está por cima dele, e a cortina da porta da tenda da congregação, "
" E as cortinas do pátio, e a cortina da porta do pátio, que está junto ao tabernáculo, e junto ao altar em redor, e as suas cordas, e todos os instrumentos do seu ministério, com tudo o que diz respeito a eles, para que sirvam. "
" Todo o ministério dos filhos dos gersonitas, em todo o seu cargo, e em todo o seu trabalho, será segundo o mandado de Arão e de seus filhos; e lhes designareis as responsabilidades do seu cargo. "
" Este é o ministério das famílias dos filhos dos gersonitas na tenda da congregação; e a sua guarda será debaixo da mão de Itamar, filho de Arão, o sacerdote. "
" Quanto aos filhos de Merari, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais os contarás; "
" Da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, contarás a todo aquele que entrar neste serviço, para administrar o ministério da tenda da congregação. "
" Esta, pois, será a responsabilidade do seu cargo, segundo todo o seu ministério, na tenda da congregação: As tábuas do tabernáculo, e os seus varais, e as suas colunas, e as suas bases; "
" Como também as colunas do pátio em redor, e as suas bases, e as suas estacas, e as suas cordas, com todos os seus instrumentos, e com todo o seu ministério; e contareis os objetos que ficarão a seu cargo, nome por nome. "
" Este é o ministério das famílias dos filhos de Merari, segundo todo o seu ministério, na tenda da congregação, debaixo da mão de Itamar, filho de Arão, o sacerdote. "
" Moisés, pois, e Arão e os príncipes da congregação contaram os filhos dos coatitas, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais; "
" Da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para o ministério da tenda da congregação. "
" Os que deles foram contados, pois, segundo as suas famílias, foram dois mil e setecentos e cinqüenta. "
" Estes são os que foram contados das famílias dos coatitas, de todo aquele que ministrava na tenda da congregação, os quais Moisés e Arão contaram, conforme ao mandado do Senhor pela mão de Moisés. "
" Semelhantemente os que foram contados dos filhos de Gérson, segundo as suas famílias, e segundo a casa de seus pais; "
" Da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para o ministério na tenda da congregação. "
" Os que deles foram contados, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, foram dois mil e seiscentos e trinta. "
" Estes são os contados das famílias dos filhos de Gérson, de todo aquele que ministrava na tenda da congregação; os quais Moisés e Arão contaram, conforme ao mandado do Senhor. "
" E os que foram contados das famílias dos filhos de Merari, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais; "
" Da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para o ministério na tenda da congregação. "
" Os que deles foram contados, segundo as suas famílias, eram três mil e duzentos. "
" Estes são os contados das famílias dos filhos de Merari; os quais Moisés e Arão contaram, conforme ao mandado do Senhor, pela mão de Moisés. "
" Todos os que deles foram contados, que contaram Moisés e Arão, e os príncipes de Israel, dos levitas, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais; "
" Da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, todo aquele que entrava a executar o ministério da administração, e o ministério das cargas na tenda da congregação. "
" Os que deles foram contados foram oito mil quinhentos e oitenta. "
" Conforme ao mandado do Senhor, pela mão de Moisés, foram contados cada qual segundo o seu ministério, e segundo o seu cargo; assim foram contados por ele, como o Senhor ordenara a Moisés. "
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