Josué 21:1
" Então os cabeças dos pais dos levitas se achegaram a Eleazar, o sacerdote, e a Josué, filho de Num, e aos cabeças dos pais das tribos dos filhos de Israel; "
Entenda os temas principais e aplique Josué 21 na sua vida hoje
45 versículos | Almeida Corrigida Fiel
Os levitas, que não receberam uma herança territorial como as demais tribos, são supridos com cidades espalhadas por todo Israel. Isso garante sustento para quem servia no culto e, ao mesmo tempo, presença espiritual em todo o povo.
Entre as cidades levíticas há cidades de refúgio, onde o homicida involuntário poderia encontrar abrigo até receber julgamento justo. A presença dessas cidades revela a preocupação de Deus com justiça, misericórdia e preservação da vida.
O fechamento do capítulo declara que o Senhor deu a Israel a terra prometida, descanso em redor e vitória sobre os inimigos. Nenhuma palavra de Deus falhou, ressaltando Sua fidelidade absoluta à aliança.
As cidades levíticas são distribuídas por todas as tribos, mostrando que a responsabilidade pelo culto e pela instrução espiritual não está isolada em uma região, mas permeia todo o território de Israel.
O uso de sortes, a contagem cuidadosa das cidades e a obediência ao que foi ordenado por Moisés revelam um povo que organiza sua vida de acordo com a palavra de Deus, buscando justiça e equilíbrio na distribuição.
Josué 21 se situa no final do processo de conquista e repartição da terra de Canaã. Após a derrota dos principais reinos cananeus e a definição das fronteiras das tribos, chega o momento de cumprir o que já havia sido determinado na lei: separar cidades para os levitas (Números 35; Deuteronômio 18). Os levitas foram escolhidos por Deus para o serviço no tabernáculo, ensino da lei e mediação do culto, em substituição aos primogênitos de Israel.
Eles não recebem um território contínuo como herança, mas sim cidades distribuídas em todas as tribos, com seus "arrabaldes" (pastagens em torno das cidades) para seus rebanhos. Isso cria uma rede de presença sacerdotal e didática em todo o país. Entre essas cidades se destacam as cidades de refúgio, já mencionadas em Josué 20, que aparecem novamente aqui associadas às famílias levíticas (por exemplo, Hebrom, Siquém, Golã, Quedes, Ramote).
As três grandes famílias levíticas – coatitas, gersonitas e meraritas – recebem diferentes conjuntos de cidades conforme o sorteio, respeitando instruções anteriores dadas por meio de Moisés. O capítulo conclui com um resumo histórico-teológico: as promessas feitas aos patriarcas (Abraão, Isaque e Jacó) sobre a terra, o descanso e a vitória são consideradas plenamente cumpridas nesse estágio da história de Israel.
O capítulo apresenta uma estrutura ordenada e cadastral, com forte caráter administrativo, mas culminando em um fechamento teológico:
Aproximação dos líderes levitas (21:1-2)
Resumo da concessão das cidades aos levitas (21:3-8)
Cidades dos filhos de Arão (coathitas sacerdotais) (21:9-19)
Cidades dos demais coatitas (21:20-26)
Cidades dos gersonitas (21:27-33)
Cidades dos meraritas (21:34-40)
Resumo numérico e descrição dos arrabaldes (21:41-42)
Conclusão teológica da seção de conquista e repartição (21:43-45)
Josué 21 aprofunda vários temas centrais da teologia bíblica.
1) Fidelidade de Deus à aliança. Os versículos 43-45 funcionam como um selo sobre todo o livro até aqui: o Senhor é apresentado como Aquele que cumpre o que promete, desde os dias dos patriarcas. A posse da terra, o descanso em redor e a derrota dos inimigos são vistos como resultado direto da ação de Deus. Esse trecho reforça que a aliança não é apenas uma ideia, mas realidade histórica concreta.
2) Deus como provedor do ministério espiritual. A distribuição de cidades aos levitas mostra que o próprio Deus garante sustento e lugar para aqueles que O servem. Eles não recebem "herança" como as demais tribos, porque o Senhor é a herança deles (tema forte em Números e Deuteronômio). Aqui, a provisão se concretiza em moradia, terras para pasto e uma inserção estratégica entre todas as tribos.
3) Santidade, justiça e misericórdia. A presença de cidades de refúgio entre as cidades levíticas une a função sacerdotal com a administração da justiça. O homicida involuntário encontra abrigo em locais ligados ao ensino da lei e ao serviço sagrado. Isso destaca a visão bíblica de uma justiça que protege a vida, evita vingança descontrolada e busca a verdade diante de Deus.
4) Unidade do povo em torno do culto. Os levitas espalhados por toda a terra simbolizam que o culto ao Senhor, a instrução na lei e o cuidado espiritual não se restringem a um único centro geográfico. Toda tribo, toda região, é chamada a viver em relação com Deus, com presença levítica atuando como lembrança constante da aliança.
5) Ordem e obediência à Palavra. A distribuição cuidadosa, "conforme o Senhor ordenara" por meio de Moisés, mostra que o projeto de Deus se realiza na história por meio de obediência concreta. A ordem divina, recebida em gerações anteriores, é respeitada agora, evidenciando continuidade entre Moisés, Josué e as tribos.
Do ponto de vista mais amplo, Josué 21 antecipa a ideia de um povo de Deus espalhado, servindo em meio às nações, e aponta, em última instância, para o descanso mais profundo prometido por Deus, que o Novo Testamento associará ao descanso definitivo encontrado em Cristo.
Este capítulo, embora com linguagem de cadastro e listas, traz elementos que dialogam com cuidado emocional e psicológico.
A declaração final de que nenhuma palavra de Deus falhou (21:45) oferece uma base de segurança e previsibilidade em meio à incerteza. No plano emocional, a confiança em um Deus que cumpre o que diz pode reduzir sentimentos de abandono e desamparo, ajudando a reestruturar pensamentos marcados por desesperança.
A provisão de cidades para os levitas, que viviam sem uma herança territorial comum, sugere acolhimento e pertencimento. O sentimento de ter lugar, função e sustento confiados por Deus contrasta com experiências humanas de rejeição, invisibilidade e desvalorização. Há uma lógica de cuidado: até aqueles que poderiam parecer "sem chão" recebem espaço e estabilidade.
As cidades de refúgio revelam sensibilidade divina com situações de culpa, acidentes e conflitos. Em termos terapêuticos, há uma imagem de lugar seguro para quem está fragilizado, em risco ou sob pressão de vingança e julgamento precipitado. Essa estrutura comunica que a vida tem valor, que a culpa involuntária não é tratada da mesma forma que a maldade intencional e que existe um caminho ordenado para lidar com tragédias.
A organização ordenada da terra e das cidades também contribui para uma sensação de estrutura e previsibilidade, elementos importantes para a saúde emocional. Em contextos de caos, ter clareza de papéis, limites e responsabilidades ajuda na regulação da ansiedade e na construção de confiança entre pessoas e comunidades.
Algumas leituras apressadas deste capítulo podem gerar tensões emocionais ou espirituais.
1) Comparações dolorosas. A percepção de que Deus organizou tudo de forma tão minuciosa para Israel pode, em algumas pessoas, despertar sentimentos de abandono: "Por que minha vida parece desorganizada se Deus é tão fiel?" Tais reações podem intensificar tristeza, ansiedade ou sensação de inadequação espiritual.
2) Idealização de vitória total. A afirmação de que nenhum inimigo pôde resistir e de que tudo se cumpriu pode, se aplicada de forma literal e imediata ao presente, gerar frustração em quem enfrenta derrotas, perdas ou enfermidades. A pressão por viver "vitórias contínuas" pode contribuir para culpa e autoacusação, especialmente em contextos religiosos mais rígidos.
3) Interpretação legalista. A ênfase em obediência e cumprimento de ordens pode ser lida de forma rígida, alimentando perfeccionismo espiritual e medo constante de falhar, o que agrava quadros de ansiedade, escrúpulos religiosos ou sentimento de nunca ser suficiente.
4) Relação com culpa e justiça. A figura do homicida que busca refúgio pode ativar lembranças dolorosas em pessoas que carregam culpa intensa, seja justificada ou não. Se não houver compreensão da distinção entre culpa objetiva, responsabilidade e graça, a leitura pode aprofundar vergonha e autoacusação.
Em contextos de sofrimento emocional ou transtornos mentais, é importante que esse capítulo seja lido com acompanhamento sensível, integrando a mensagem de fidelidade e cuidado de Deus com acolhimento, validação da dor e, quando necessário, apoio profissional especializado.
1) Viver confiando na fidelidade de Deus. A visão de que nenhuma palavra do Senhor falhou convida a uma postura de vida em que decisões, planos e expectativas são construídos lembrando que Deus é estável, ainda que as circunstâncias oscilem. Isso se traduz em perseverança, mesmo quando os resultados não são imediatos.
2) Valorizar e apoiar quem serve espiritualmente. Assim como o povo cedeu parte de sua herança para sustentar os levitas, este capítulo inspira a reconhecer e apoiar pessoas e ministérios que se dedicam ao cuidado espiritual e ensino da Palavra, de forma ética, equilibrada e responsável.
3) Promover espaços de refúgio e justiça. As cidades de refúgio funcionam como modelo para criar ambientes seguros em comunidades, famílias e igrejas, onde conflitos são tratados com seriedade, mas também com cuidado, proteção do vulnerável e busca de verdade antes de julgamentos precipitados.
4) Espalhar a influência espiritual em todos os ambientes. Levitas presentes em todas as tribos apontam para uma fé vivida em todos os espaços: família, trabalho, estudo, vizinhança. Na prática, isso significa integrar valores de justiça, misericórdia e verdade em cada esfera da vida, em vez de restringi-los a momentos formais de culto.
5) Buscar ordem e responsabilidade nas estruturas humanas. A organização cuidadosa das cidades incentiva a planejar com sabedoria: distribuição justa de tarefas, clareza de funções, administração correta de recursos. Isso vale para famílias, igrejas, organizações e sociedade, promovendo equidade e boa gestão.
6) Reconhecer que descanso também é dom de Deus. O repouso em redor não é apenas fruto de esforço humano, mas presente divino. Na prática, implica aprender limites, aceitar que nem tudo depende do próprio controle e ver tempos de descanso como parte da graça de Deus, não como culpa ou preguiça.
Os levitas eram a tribo separada por Deus para o serviço sagrado: cuidado do tabernáculo (e depois do templo), ensino da lei e apoio no culto. Diferente das outras tribos, eles não receberam um território contínuo como herança, porque sua herança principal era o próprio Senhor. Por isso, Deus ordenou que recebessem cidades distribuídas por todas as tribos, com pastos ao redor, garantindo moradia e sustento. Assim, o ministério espiritual ficava espalhado por todo Israel.
As cidades de refúgio eram lugares designados para onde alguém que tivesse matado outra pessoa sem intenção podia fugir para se proteger da vingança imediata dos parentes da vítima. Nelas, o caso seria julgado com mais equilíbrio, distinguindo entre homicídio culposo (sem intenção) e homicídio doloso (intencional). O fato de várias dessas cidades serem levíticas mostra que a justiça deveria caminhar junto com a instrução na lei e o temor de Deus.
A repetição de nomes, números e tribos tem caráter administrativo e teológico. Administrativo, porque registra de forma pública e detalhada quais cidades pertencem a qual grupo levítico, evitando disputas futuras. Teológico, porque demonstra que Deus cumpre Suas instruções de maneira concreta, não apenas em teoria. Cada nome de cidade é um sinal visível da fidelidade de Deus às Suas ordens e promessas.
A afirmação de que nenhuma palavra do Senhor falhou significa que tudo o que Deus havia prometido a Israel, especialmente sobre a terra, o descanso e a vitória sobre os inimigos, se cumpriu naquela etapa da história. Não houve promessa esquecida ou frustrada. Isso não quer dizer que o povo não enfrentaria novos desafios no futuro, mas que, quanto ao que Deus prometera até ali, Ele foi totalmente fiel.
A presença de levitas e cidades sacerdotais em todas as tribos simboliza que a vida com Deus não deve ficar restrita a um único lugar ou momento. Hoje, essa ideia se reflete em uma espiritualidade que permeia toda a vida: fé vivida no trabalho, na família, na sociedade, e não apenas em encontros religiosos. Também inspira o cuidado com quem se dedica ao serviço espiritual e incentiva comunidades a serem espaços de refúgio, justiça e ensino da Palavra.
Josué 21 termina com uma frase que carrega consolo profundo: nenhuma palavra das boas coisas que o Senhor falou falhou; tudo se cumpriu. Em um livro cheio de batalhas, perdas e mudanças, esse final traz uma sensação de alívio e descanso. O povo que caminhou por desertos, enfrentou medo e incertezas, finalmente encontra lugar para morar e descanso em redor. Em meio a listas de cidades e nomes, há uma história de cuidado: Deus não esquece dos levitas, aqueles que servem, mas não têm terra própria; Ele lhes oferece cidades e espaço para viverem com dignidade. Há provisão específica para quem poderia se sentir sem lugar. Essa atenção detalhada comunica que nenhuma vida é invisível diante de Deus. As cidades de refúgio revelam um Deus que conhece fragilidades humanas, acidentes, culpas e conflitos. Em vez de abandono, Ele cria espaços de segurança para quem corre risco, para quem carrega peso demais nos ombros. Essa imagem de refúgio fala de um coração divino que não se alegra com vingança cega, mas que deseja proteção, tempo e justiça para os feridos. Ao ler esse capítulo, emerge a percepção de um Deus que não apenas conduz à terra prometida, mas também organiza a vida de Seu povo com cuidado. Há lugar, há descanso, há refúgio, há sustento. Em meio às dores e desorganizações humanas, a fidelidade de Deus continua sendo um chão firme onde o coração cansado pode repousar.
Josué 21 funciona como a conclusão lógica e teológica de um longo processo iniciado ainda no Pentateuco. As instruções dadas em Números 35 e Deuteronômio 18 sobre os levitas e as cidades de refúgio encontram aqui sua concretização histórica. O texto enfatiza constantemente que tudo foi feito "como o Senhor ordenara pelo ministério de Moisés", revelando continuidade entre as eras de Moisés e Josué. A estrutura do capítulo é meticulosamente organizada: introdução com a reivindicação levítica (21:1-2), resumo da concessão (21:3-8), listas segmentadas por famílias levíticas (filhos de Arão, demais coatitas, gersonitas, meraritas) e, por fim, um sumário numérico (21:41-42) seguido da síntese teológica (21:43-45). Esse padrão reforça a confiabilidade do registro e tem forte caráter de documento oficial de repartição. As cidades de refúgio aparecem aqui integradas à rede levítica: Hebrom, Siquém, Golã, Quedes, Ramote em Gileade, entre outras. A associação entre refúgio e serviço levítico sugere uma visão em que justiça, ensino da lei e culto não são áreas separadas, mas dimensões conectadas da vida do povo. A geografia teológica de Israel se torna, dessa forma, um mapa do cuidado de Deus. Os versículos 43-45 são um clímax teológico não apenas do capítulo, mas de toda a seção de conquista e distribuição (Josué 13–21). Três afirmações se destacam: Deus deu a terra, Deus deu descanso e nenhuma promessa falhou. Isso consolida a mensagem de que a história de Israel até ali é leitura da fidelidade divina, não principalmente da bravura humana. Para a teologia bíblica, esse trecho se torna base para reflexões posteriores sobre descanso, herança e promessa no restante das Escrituras.
Josué 21 mostra um povo organizando sua vida cotidiana a partir daquilo que Deus estabeleceu. Não se trata apenas de um texto espiritual, mas também de como terras, cidades e funções são distribuídas de forma justa e intencional. A decisão de separar cidades para os levitas, mesmo que isso envolva cada tribo abrir mão de uma parte da própria herança, ensina sobre responsabilidade coletiva pelo cuidado espiritual. A presença de levitas em todas as tribos sugere uma fé que não fica enclausurada em um único centro ou dia da semana. A influência espiritual se espalha pelos lugares comuns da vida: regiões agrícolas, cidades fortificadas, áreas de fronteira. Isso dialoga com a necessidade de integrar valores de justiça, generosidade e reverência a Deus nas esferas do trabalho, da família e da vida pública. As cidades de refúgio, por sua vez, oferecem um modelo para lidar com conflitos e tragédias. Em vez de respostas impulsivas, há um sistema que protege a pessoa em risco enquanto se busca esclarecimento e justiça. No convívio humano, esse princípio inspira a criar canais seguros para ouvir, mediar e julgar situações difíceis, evitando decisões apressadas que podem destruir vidas e relações. Também chama atenção o aspecto de corresponsabilidade: todas as tribos contribuem, nenhuma concentra exclusivamente os recursos espirituais. Essa dispersão intencional das cidades levíticas enfatiza que o bem-estar comunitário, inclusive na dimensão espiritual, é fruto de cooperação, renúncia de privilégios isolados e participação conjunta naquilo que serve ao bem comum.
O fechamento de Josué 21 ergue um marco espiritual: "Palavra alguma falhou de todas as boas coisas que o Senhor falou à casa de Israel; tudo se cumpriu." Essa declaração convida a olhar a existência a partir da perspectiva de promessas que se cumprem ao longo da história, não apenas em momentos isolados. A fidelidade de Deus atravessa gerações e, ao se concretizar, revela que a realidade última não é o caos, mas o cuidado soberano. O descanso concedido por Deus, com inimigos subjugados e povo estabelecido na terra, antecipa um descanso maior. Ele não é apenas ausência de guerras, mas uma condição de viver onde Deus prometeu, debaixo do que Ele mesmo providenciou. Mais adiante, essa ideia será aprofundada como um descanso espiritual e eterno, que transcende fronteiras geográficas e aponta para comunhão plena com Deus. As cidades levíticas espalhadas pela terra ilustram uma verdade espiritual mais ampla: o relacionamento com Deus não se limita a um lugar ou tempo específico. O chamado para ser povo de Deus é vocação que abrange toda a vida e toda a terra. A presença de cidades de refúgio dentro dessa rede levítica sugere ainda que, na caminhada espiritual, há espaço para refúgio, arrependimento, cura e recomeço, mesmo em histórias marcadas por dor e falhas. Assim, Josué 21 oferece uma visão de mundo em que Deus cumpre Sua palavra, provê para o serviço sagrado, cria abrigo para os vulneráveis e conduz Seu povo a um tipo de descanso que antecipa realidades eternas. A história concreta de cidades e tribos torna-se um sinal visível de verdades espirituais que apontam para um propósito maior: viver sob a fidelidade de Deus, hoje e para sempre.
" Então os cabeças dos pais dos levitas se achegaram a Eleazar, o sacerdote, e a Josué, filho de Num, e aos cabeças dos pais das tribos dos filhos de Israel; "
" E falaram-lhes em Siló, na terra de Canaã, dizendo: O Senhor ordenou, pelo ministério de Moisés, que se nos dessem cidades para habitar, e os seus arrabaldes para os nossos animais. "
" Por isso os filhos de Israel deram aos levitas da sua herança, conforme a ordem do Senhor, as seguintes cidades e os seus arrabaldes. "
" E saiu a sorte para as famílias dos coatitas; e aos filhos de Arão, o sacerdote, que eram dos levitas, tiveram por sorte da tribo de Judá, e da tribo de Simeão, e da tribo de Benjamim, treze cidades; "
" E aos outros filhos de Coate couberam por sorte, das famílias da tribo de Efraim, e da tribo de Dã, e da meia tribo de Manassés, dez cidades; "
" E aos filhos de Gérson couberam por sorte, das famílias da tribo de Issacar, e da tribo de Aser, e da tribo de Naftali, e da meia tribo de Manassés, em Basã, treze cidades; "
" Aos filhos de Merari, segundo as suas famílias, da tribo de Rúben, e da tribo de Gade, e da tribo de Zebulom, doze cidades; "
" E deram os filhos de Israel aos levitas estas cidades e os seus arrabaldes por sorte, como o Senhor ordenara pelo ministério de Moisés. "
" Deram mais, da tribo dos filhos de Judá e da tribo dos filhos de Simeão, estas cidades, que por nome foram mencionadas, "
" Para que fossem dos filhos de Arão, das famílias dos coatitas dos filhos de Levi; porquanto a primeira sorte foi sua. "
Josué 21:10 mostra que Deus separou, com justiça e ordem, cidades especiais para os sacerdotes da família de Arão. Isso ensina que cada pessoa tem …
Ler análise completa" Assim lhes deram a cidade de Arba, do pai de Anaque (esta é Hebrom), no monte de Judá, e os seus arrabaldes ao redor. "
" Porém o campo da cidade, e as suas aldeias, deram a Calebe, filho de Jefoné, por sua possessão. "
" Assim aos filhos de Arão, o sacerdote, deram Hebrom, cidade do refúgio do homicida, e os seus arrabaldes, Libna e os seus arrabaldes; "
" Jatir e os seus arrabaldes, e Estemoa e os seus arrabaldes; "
" E Holom e os seus arrabaldes, e Debir e os seus arrabaldes; "
" E Aim e os seus arrabaldes, e Jutá e os seus arrabaldes, e Bete-Semes e os seus arrabaldes; nove cidades destas duas tribos. "
" E da tribo de Benjamim, Gibeão e os seus arrabaldes, Geba e os seus arrabaldes; "
" Anatote e os seus arrabaldes, e Almom e os seus arrabaldes; quatro cidades. "
" Todas as cidades dos sacerdotes, filhos de Arão, foram treze cidades e os seus arrabaldes. "
Josué 21:19 mostra que Deus cumpriu exatamente o que havia prometido aos levitas: cidades e terras para sustento. Isso reforça que Deus cuida de quem …
Ler análise completa" E as famílias dos filhos de Coate, levitas, que ficaram dos filhos de Coate, tiveram as cidades da sua sorte, da tribo de Efraim. "
" E deram-lhes Siquém, cidade de refúgio do homicida, e os seus arrabaldes, no monte de Efraim, e Gezer e os seus arrabaldes; "
" E Quibzaim e os seus arrabaldes, e Bete-Horom e os seus arrabaldes; quatro cidades. "
" E da tribo de Dã, Elteque e os seus arrabaldes, Gibetom e os seus arrabaldes; "
" Aijalom e os seus arrabaldes, Gate-Rimom e os seus arrabaldes; quatro cidades. "
Josué 21:24 mostra que cidades específicas foram separadas com suas áreas ao redor para os levitas. Isso significa cuidado e provisão de Deus para quem …
Ler análise completa" E da meia tribo de Manassés, Taanaque e os seus arrabaldes, e Gate-Rimom e os seus arrabaldes; duas cidades. "
" As cidades para as famílias dos demais filhos de Coate, foram dez e os seus arrabaldes. "
Josué 21:26 mostra que Deus cumpre detalhadamente o que promete, dando cidades específicas aos levitas para servirem ao povo. Mesmo em funções discretas, há lugar …
Ler análise completa" E aos filhos de Gérson, das famílias dos levitas, deram da meia tribo de Manassés, Golã, cidade de refúgio do homicida, em Basã, e os seus arrabaldes, e Beesterá e os seus arrabaldes; duas cidades. "
" E da tribo de Issacar, Quisiom e os seus arrabaldes, Daberate e os seus arrabaldes, "
" Jarmute e os seus arrabaldes, En-Ganim e os seus arrabaldes; quatro cidades. "
" E da tribo de Aser, Misal e os seus arrabaldes, Abdom e os seus arrabaldes, "
" Helcate e os seus arrabaldes, e Reobe e os seus arrabaldes; "
" E da tribo de Naftali, Quedes, cidade de refúgio do homicida, na Galiléia, e os seus arrabaldes, e Hamote-Dor e os seus arrabaldes, e Cartã e os seus arrabaldes; três cidades. "
" Todas as cidades dos gersonitas, segundo as suas famílias, foram treze cidades e os seus arrabaldes. "
" E às famílias dos filhos de Merari, aos demais levitas, foram dadas, da tribo de Zebulom, Jocneão e os seus arrabaldes, Cartã e os seus arrabaldes, "
" Dimna e os seus arrabaldes, Naalal e os seus arrabaldes; quatro cidades. "
" E da tribo de Rúben, Bezer e os seus arrabaldes, e Jaza e os seus arrabaldes, "
" Quedemote e os seus arrabaldes, e Mefaate e os seus arrabaldes; quatro cidades. "
" E da tribo de Gade, Ramote, cidade de refúgio do homicida, em Gileade, e os seus arrabaldes, e Maanaim e os seus arrabaldes, "
" Hesbom e os seus arrabaldes, Jazer e os seus arrabaldes; ao todo, quatro cidades. "
" Todas estas cidades foram dos filhos de Merari, segundo as suas famílias, que ainda restavam das famílias dos dos levitas; e foi a sua sorte doze cidades. "
" Todas as cidades dos levitas, no meio da herança dos filhos de Israel, foram quarenta e oito cidades e os seus arrabaldes. "
Josué 21:41 mostra que Deus garantiu 48 cidades aos levitas espalhadas por Israel, confirmando cuidado com quem servia no templo e equilíbrio na vida do …
Ler análise completa" Estavam estas cidades, cada uma com os seus arrabaldes em redor delas; assim estavam todas estas cidades. "
" Desta maneira deu o Senhor a Israel toda a terra que jurara dar a seus pais; e a possuíram e habitaram nela. "
" E o Senhor lhes deu repouso de todos os lados, conforme a tudo quanto jurara a seus pais; e nenhum de todos os seus inimigos pôde resisti-los; todos os seus inimigos o Senhor entregou-lhes nas mãos. "
" Palavra alguma falhou de todas as boas coisas que o Senhor falou à casa de Israel; tudo se cumpriu. "
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