Gênesis 36:1
E estas são as gerações de Esaú (que é Edom).
Gênesis 36:1 marca o início da lista da família de Esaú, mostrando que suas escolhas e descendentes formaram o povo de Edom. O versículo lembra …
Ler análise completaEntenda os temas principais e aplique Gênesis 36 na sua vida hoje
43 versículos | Almeida Corrigida Fiel
O capítulo mostra como Esaú, irmão de Jacó, se torna pai de um povo inteiro. Seus filhos, netos e príncipes organizam-se em clãs e territórios definidos, transformando uma família em nação.
A grande quantidade de bens e rebanhos impede que os irmãos permaneçam juntos na terra, levando Esaú a se estabelecer na região montanhosa de Seir. A separação geográfica marca também a formação de caminhos distintos na história bíblica.
O texto descreve príncipes (chefes de clãs) e reis que governaram em Edom antes da monarquia em Israel, revelando uma organização política já avançada entre os descendentes de Esaú.
Os filhos de Seir, os horeus, são listados ao lado dos descendentes de Esaú, mostrando convivência, alianças e possivelmente casamentos entre os grupos, compondo o quadro étnico e político de Edom.
Alguns personagens são lembrados por feitos particulares, como Aná, que encontrou fontes termais no deserto, preservando detalhes históricos e geográficos importantes para a identidade do povo.
Versículos-chave: 24
Gênesis 36 está situado no período patriarcal, na transição da história de Esaú para o foco definitivo em Jacó e seus filhos. Esaú é identificado como Edom, nome que também se ligava à cor vermelha e à região montanhosa ao sul de Canaã. A narrativa mostra como seus descendentes se estabeleceram na montanha de Seir, uma área habitada originalmente pelos horeus.
A referência a príncipes e reis (versos 15-18, 31-39) indica um estágio mais avançado de organização social. Os reis de Edom são mencionados como tendo reinado antes de qualquer rei em Israel (v. 31), o que aponta para uma tradição preservada pelo povo de Israel para se lembrar do desenvolvimento político das nações vizinhas. Edom se tornaria um vizinho constante, às vezes adversário, de Israel ao longo de toda a história bíblica.
As alianças matrimoniais de Esaú com mulheres cananeias e com uma descendente de Ismael (v. 2-3) também refletem ligações entre diferentes grupos do antigo Oriente Próximo, reforçando a ideia de um cenário complexo de parentescos, alianças territoriais e rivalidades.
O capítulo apresenta uma estrutura genealógica organizada em blocos:
O estilo é típico das genealogias bíblicas: repetições formulares, ênfase em nomes, cidades e títulos de liderança, com poucas notas narrativas.
Gênesis 36 oferece uma teologia da história que inclui não apenas Israel, mas também as nações aparentadas. Esaú, embora não seja o portador da linhagem da promessa, não é esquecido. Ele é visto como pai de um povo numeroso e estruturado, o que mostra que Deus também permite prosperidade e organização a povos fora da linha de Jacó.
A repetição de que Esaú é Edom e de que ele é pai de Edom enfatiza a identidade de um povo que se tornaria significativo ao longo da história bíblica. A nota de que em Edom já havia reis antes de Israel (v. 31) indica que Deus conduz a história de forma distinta para cada povo, com tempos e caminhos diferentes.
Ao preservar a genealogia de Esaú e dos horeus, o texto reforça que Deus acompanha a formação das nações, conhece seus líderes, cidades e fronteiras. Isso se harmoniza com a visão bíblica de que toda a humanidade está sob o cuidado soberano de Deus, ainda que a aliança especial siga por meio de Jacó e de Israel.
Do ponto de vista de cuidado emocional, Gênesis 36, ainda que seja um capítulo genealógico, reflete temas de separação familiar, recomeço em outro lugar e identidade. Esaú se afasta de Jacó por causa da prosperidade de ambos, estabelecendo-se em uma nova terra com sua família, bens e rebanhos. Essa dinâmica toca questões de mudança, de distância entre irmãos e de reconstrução de vida em outro contexto.
A longa lista de nomes e descendentes comunica que nenhuma história é irrelevante. Cada pessoa, clã e cidade é lembrada, o que pode servir como imagem de pertencimento e valor individual dentro de uma história maior. Mesmo fora da linhagem da promessa, há registro, memória e importância.
O capítulo também lida implicitamente com diferenças de caminhos: Jacó e Esaú seguem trajetórias distintas. Essa realidade, quando aplicada à vida humana, toca na aceitação de que pessoas da mesma família podem viver histórias muito diferentes, e ainda assim fazer parte de um cenário sob o olhar de Deus.
O texto pode acionar, em algumas pessoas, sensações ligadas a conflitos familiares, comparações entre irmãos ou sentimentos de exclusão, uma vez que Esaú não é o portador da promessa, mas é lembrado por sua força política e territorial.
Outra possível área sensível é a experiência de separação e mudança de lugar. A ida de Esaú para outra terra pode remeter a migrações forçadas, distanciamentos familiares ou rupturas de convivência que ainda doem na memória.
Em contextos de saúde mental, é útil que esse tipo de texto seja abordado com cuidado quando há histórico de rivalidade entre irmãos, sensação de ter sido “o deixado de lado” na família, ou quando transições geográficas e mudanças de vida despertam ansiedade ou luto por aquilo que ficou para trás.
Gênesis 36 sugere aplicações práticas ligadas a identidade, família e visão de longo prazo:
Reconhecimento de caminhos diferentes dentro da mesma família: a história de Esaú e Jacó mostra que membros da mesma casa podem seguir rumos distintos. Em vez de comparação constante, é possível valorizar o que cada trajetória representa.
Lidar com separações necessárias: a separação de Esaú e Jacó ocorre por causa da prosperidade e da limitação da terra. Há momentos em que a convivência no mesmo espaço se torna impraticável, e a saída saudável é reorganizar fronteiras e responsabilidades, buscando evitar conflitos maiores.
Consciência de que decisões formam gerações: as escolhas matrimoniais de Esaú e seu estabelecimento em Seir resultam em clãs, príncipes e reis. Decisões pessoais de hoje influenciam famílias e contextos futuros, incentivando responsabilidade ao construir relacionamentos e ao escolher lugares para viver.
Valor da memória e da história: a Bíblia registra nomes, cidades e feitos específicos, lembrando que histórias familiares importam. Registrar, conhecer e honrar a própria história familiar pode fortalecer identidade e senso de pertencimento.
Entender que prosperidade não é o único sinal da bênção da aliança: Edom se torna uma nação forte e organizada, mas a história da redenção segue por outro caminho, o de Israel. Isso incentiva uma visão equilibrada sobre sucesso material, sem confundí-lo automaticamente com o centro do plano de Deus.
O capítulo mostra como Esaú se torna pai de Edom, uma nação importante na história de Israel. Registrar os descendentes de Esaú preserva a memória de um povo aparentado a Israel, esclarece a origem dos edomitas e dos horeus em Seir, e mostra que Deus acompanha a formação das nações, não apenas a de Israel.
A repetição reforça a ligação entre a pessoa de Esaú e a nação que dele se origina. “Edom” torna-se tanto um nome étnico quanto territorial. Assim, quando a Bíblia fala de Edom mais adiante, o leitor é lembrado de sua origem comum com Israel por meio de Esaú, irmão de Jacó.
Os horeus eram os moradores originais da terra de Seir, antes de Esaú e seus descendentes se estabelecerem ali. O texto lista os filhos de Seir, o horeu, e seus príncipes, indicando que Edom se formou em relação com esse povo, possivelmente por convivência, alianças e casamentos, até que a terra ficasse identificada principalmente com os edomitas.
A frase em Gênesis 36:31 mostra que Edom alcançou um nível de organização política e centralização de poder antes de Israel. Para o leitor de Israel, isso ajudava a entender o cenário regional e lembrava que o tempo de Deus para a monarquia em Israel seria específico, não determinado pelo ritmo das outras nações.
A lista extensa de nomes mostra que pessoas, famílias e povos inteiros são conhecidos e lembrados por Deus. Mesmo aqueles que não fazem parte direta da linhagem da promessa são incluidos na narrativa bíblica. Isso aponta para o cuidado de Deus com a história humana de modo abrangente e para a importância de cada vida dentro do plano maior de Deus.
Gênesis 36 parece, à primeira vista, apenas uma longa sequência de nomes. Porém, por trás de cada nome havia uma vida real, uma família, alegrias e dores, começos e fins. O fato de a Escritura preservar esses nomes transmite uma mensagem silenciosa de valor e pertencimento: ninguém é despercebido. A história de Esaú, que caminha em direção a uma nova terra, cercado de família, bens e mudanças, traz o peso emocional de recomeços. Há distância entre irmãos, há separação de caminhos, há uma nova identidade sendo formada em Seir. Em situações assim, o coração pode sentir perda, comparação, dúvida sobre o próprio lugar no mundo. O texto revela, de forma discreta, que mesmo quando alguém não está no centro da história da promessa, continua fazendo parte da grande história diante de Deus. Esaú não é esquecido, sua descendência não é apagada, seus príncipes e reis são lembrados. Essa lembrança sugere que a vida de cada um carrega significado, ainda que não apareça em destaque. Gênesis 36 também permite acolher sentimentos relacionados a famílias que seguem rumos diferentes. A separação de Esaú e Jacó por motivos práticos da convivência pode espelhar distâncias que se abrem entre irmãos ao longo da vida. Em meio a isso, o texto deixa uma impressão de que as trajetórias são diferentes, mas não invisíveis, e que a dor de separação pode coexistir com a construção de algo novo. Em termos de cuidado emocional, esse capítulo oferece a imagem de um Deus que não perde de vista as histórias que seguem por caminhos paralelos, que registra nomes, cidades e relações, mesmo quando o foco narrativo muda para outro ramo da família.
Do ponto de vista exegético, Gênesis 36 é um documento genealógico de grande relevância para compreender a formação de Edom e sua relação com Israel. A fórmula “E estas são as gerações de Esaú” (v. 1, 9) segue o padrão estrutural de Gênesis, que organiza a obra em seções de gerações. Aqui, encerra-se a linha de Esaú para que a narrativa principal possa se concentrar na descendência de Jacó. O texto distingue vários níveis: esposas e filhos de Esaú (v. 2-5), sua mudança para Seir (v. 6-8), descendência direta e príncipes (v. 9-19), povos preexistentes na terra (os horeus, v. 20-30), lista de reis (v. 31-39) e, por fim, recapitulação de príncipes ligados a localidades específicas (v. 40-43). Essa organização mostra consciência histórica e geográfica, associando líderes a cidades e regiões. A presença dos horeus, filhos de Seir, indica que Edom não surge em território vazio, mas se forma em meio a outras etnias. A menção de Aná e das fontes termais no deserto (v. 24) é característica das tradições antigas que preservam eventos marcantes ligados a personagens específicos, servindo como marcadores de memória e possivelmente de rotas ou recursos naturais importantes. Teologicamente, a observação de que houve reis em Edom antes de Israel ter reis (v. 31) dialoga com a consciência posterior do leitor israelita, provavelmente já dentro de um contexto monárquico. Essa nota ajuda a situar Israel em relação às nações vizinhas, mostrando que a monarquia em Israel não veio por atraso ou inferioridade, mas por um tempo específico no plano divino. A repetição de que Esaú é Edom e de que ele é pai de Edom (v. 8, 19, 43) reforça a etnogênese de um povo que será relevante em livros posteriores (Números, Deuteronômio, Profetas). Assim, Gênesis 36 não é um apêndice irrelevante, mas um elo fundamental no entendimento do mapa político e étnico do Antigo Testamento, e da forma como a Bíblia integra, em sua teologia da história, tanto Israel quanto as nações aparentadas.
Lido com atenção prática, Gênesis 36 toca em temas de família, decisões e organização da vida. Esaú aparece não apenas como indivíduo, mas como alguém que se torna referência de um povo inteiro. Suas escolhas familiares, os casamentos com mulheres de Canaã e com uma descendente de Ismael, ajudam a desenhar o futuro de Edom, com toda uma rede de clãs, príncipes e reis. Um aspecto relevante é a separação entre Jacó e Esaú por causa da prosperidade e da limitação da terra (v. 6-7). Em termos concretos, essa narrativa mostra que há situações em que permanecer no mesmo espaço físico ou econômico gera tensão e sobrecarga. A saída, nesse caso, é uma reorganização: Esaú reúne tudo o que tem e vai para outra terra. Isso ilustra que, às vezes, a melhor forma de preservar algum nível de paz é ajustar fronteiras, redefinindo convivência, trabalho e espaço. O capítulo também mostra que famílias se desdobram em estruturas de liderança – príncipes, chefes, reis – organizados em torno de territórios. Há uma ligação nítida entre identidade familiar e responsabilidade social. Líderes surgem a partir de famílias que se tornaram numerosas, o que sugere a importância de administrar bem não apenas os afetos, mas também os bens, o trabalho e as relações com outros grupos. Outro ponto prático é a consciência de longo prazo. A genealogia de Esaú lembra que decisões atuais geram consequências por gerações. Alianças, casamentos, mudanças de terra e formas de liderança moldam o cenário em que filhos e netos viverão. Ter essa perspectiva amplia a responsabilidade sobre como se conduz a vida hoje. Por fim, a forma como o texto registra nomes e cidades pode inspirar o cuidado em conhecer e organizar a própria história: quem veio antes, quais foram os passos que trouxeram a família até aqui, quais territórios (reais ou simbólicos) foram ocupados. Esse tipo de visão ajuda na tomada de decisões mais conscientes sobre trabalho, moradia, parcerias e manejo de conflitos familiares, reconhecendo que cada escolha se encaixa em algo maior do que apenas o momento presente.
Gênesis 36, ao listar a descendência de Esaú e a formação de Edom, convida a olhar para a história humana sob uma ótica espiritual ampla. A linhagem da promessa segue com Jacó, mas a linhagem de Esaú não é apagada. Pelo contrário, é cuidadosamente registrada. Isso aponta para uma verdade espiritual importante: o plano de Deus com Israel é central para a redenção, mas sua soberania e cuidado abrangem todos os povos. O fato de Edom ter reis antes de Israel (v. 31) questiona a tendência humana de medir valor espiritual por padrões visíveis de poder e organização. Edom parece, em certo sentido, avançado politicamente. Ainda assim, a linha da aliança, por onde virá o Messias, segue pelo caminho mais discreto da família de Jacó. Isso ajuda a refinar a percepção de vocação e propósito: nem sempre o que parece mais forte ou estruturado aos olhos humanos é o centro da obra redentora de Deus. A repetição de que Esaú é Edom e pai de Edom sublinha a dimensão de identidade espiritual dos povos. Cada nação tem sua história diante de Deus, e essa história será lembrada e julgada à luz da justiça divina. O registro detalhado de nomes e cidades aponta para um Deus que conhece, com precisão, quem são os povos, onde habitam e como se organizam. Nada disso é anônimo no plano eterno. Espiritualmente, o capítulo também fala sobre trajetórias que se separam. Esaú e Jacó, irmãos de sangue, seguem destinos distintos. As escolhas, os caminhos, as bênçãos e as responsabilidades tomam rumos diferentes. Essa realidade ilumina a seriedade da resposta humana diante de Deus. Mesmo assim, a presença da genealogia de Esaú na Escritura lembra que Deus não se esquece daqueles que não estão no “centro” da narrativa da promessa. Há um chamado à humildade, ao reconhecimento de que a história de salvação inclui muitos fios, e que Deus é Senhor tanto da linha da aliança quanto das nações em seu redor. Em termos de formação espiritual, Gênesis 36 incentiva uma visão da vida que enxerga além do imediato: linhagens, reinos, territórios e estruturas políticas são transitórios, mas estão todos sob a direção de um Deus que conduz a história para o cumprimento último de seu propósito redentor. Cada nome nessa lista existe diante de Deus; cada existência humana tem peso eterno, ainda que apareça apenas como um nome em uma genealogia antiga.
E estas são as gerações de Esaú (que é Edom).
Gênesis 36:1 marca o início da lista da família de Esaú, mostrando que suas escolhas e descendentes formaram o povo de Edom. O versículo lembra …
Ler análise completaEsaú tomou suas mulheres das filhas de Canaã; a Ada, filha de Elom, heteu, e a Aolibama, filha de Aná, filho de Zibeão, heveu.
Gênesis 36:2 mostra que Esaú escolheu esposas entre os cananeus, contrariando o padrão de sua família e trazendo conflitos espirituais e familiares. O versículo ensina …
Ler análise completaE a Basemate, filha de Ismael, irmã de Nebaiote.
Gênesis 36:3 mostra que Esaú se casa com Basemate, descendente de Ismael. Esse detalhe destaca alianças familiares feitas sem buscar a orientação de Deus, o …
Ler análise completaE Ada teve de Esaú a Elifaz; e Basemate teve a Reuel;
E Aolibama deu à luz a Jeús, Jalão e Coré; estes são os filhos de Esaú, que lhe nasceram na terra de Canaã.
E Esaú tomou suas mulheres, e seus filhos, e suas filhas, e todas as almas de sua casa, e seu gado, e todos os seus animais, e todos os seus bens, que havia adquirido na terra de Canaã; e foi para outra terra apartando-se de Jacó, seu irmão;
Porque os bens deles eram muitos para habitarem juntos; e a terra de suas peregrinações não os podia sustentar por causa do seu gado.
Portanto Esaú habitou na montanha de Seir; Esaú é Edom.
Estas, pois, são as gerações de Esaú, pai dos edomeus, na montanha de Seir.
Gênesis 36:9 mostra Esaú como pai dos edomitas, estabelecido na região montanhosa de Seir. O versículo destaca que Deus acompanha a história até mesmo de …
Ler análise completaEstes são os nomes dos filhos de Esaú: Elifaz, filho de Ada, mulher de Esaú; Reuel, filho de Basemate, mulher de Esaú.
Gênesis 36:10 apresenta os filhos de Esaú para mostrar que Deus também cumpriu promessas na vida dele, mesmo não sendo o filho da aliança principal. …
Ler análise completaE os filhos de Elifaz foram: Temã, Omar, Zefô, Gaetã e Quenaz.
Gênesis 36:11 lista os filhos de Elifaz para mostrar que Deus cumpre promessas através das gerações, até mesmo na família de Esaú. O versículo destaca …
Ler análise completaE Timna era concubina de Elifaz, filho de Esaú, e teve de Elifaz a Amaleque. Estes são os filhos de Ada, mulher de Esaú.
Gênesis 36:12 explica a origem de Amaleque, mostrando que ele vem da família de Esaú por meio de Elifaz e Timna. Esse detalhe genealógico lembra …
Ler análise completaE estes foram os filhos de Reuel: Naate, Zerá, Samá e Mizá; estes foram os filhos de Basemate, mulher de Esaú.
Gênesis 36:13 registra os filhos de Reuel, netos de Esaú, mostrando como Deus acompanha gerações inteiras. Mesmo num simples registro de nomes, aparece a importância …
Ler análise completaE estes foram os filhos de Aolibama, mulher de Esaú, filha de Aná, filho de Zibeão; ela teve de Esaú: Jeús, Jalão e Coré.
Gênesis 36:14 registra os filhos de Aolibama, esposa de Esaú, mostrando que Deus acompanha famílias reais, com suas histórias e origens. Ao lembrar nomes e …
Ler análise completaEstes são os príncipes dos filhos de Esaú: os filhos de Elifaz, o primogênito de Esaú, o príncipe Temã, o príncipe Omar, o príncipe Zefô, o príncipe Quenaz.
Gênesis 36:15 mostra que os filhos de Esaú se tornaram líderes e formaram povos importantes. O versículo destaca como uma família comum pode gerar influência …
Ler análise completaO príncipe Coré, o príncipe Gaetã, o príncipe Amaleque; estes são os príncipes de Elifaz na terra de Edom; estes são os filhos de Ada.
Gênesis 36:16 mostra a lista de chefes da família de Esaú, destacando como Deus permitiu que ele formasse um povo forte, mesmo não sendo o …
Ler análise completaE estes são os filhos de Reuel, filhos de Esaú: o príncipe Naate, o príncipe Zerá, o príncipe Samá, o príncipe Mizá; estes são os príncipes de Reuel, na terra de Edom; estes são os filhos de Basemate, mulher de Esaú.
Gênesis 36:17 mostra que os filhos de Esaú se tornaram príncipes em Edom, indicando organização, influência e continuidade familiar. O versículo ensina que decisões e …
Ler análise completaE estes são os filhos de Aolibama, mulher de Esaú: o príncipe Jeús, o príncipe Jalão, o príncipe Coré; estes são os príncipes de Aolibama, filha de Aná, mulher de Esaú.
Gênesis 36:18 mostra que até os filhos de Aolibama, esposa de Esaú, tornaram-se príncipes, indicando organização familiar e influência. O versículo ensina que cada pessoa …
Ler análise completaEstes são os filhos de Esaú, e estes são seus príncipes: Ele é Edom.
Gênesis 36:19 resume a família de Esaú e mostra que seus filhos se tornaram príncipes, formando o povo de Edom. O versículo lembra que Deus …
Ler análise completaEstes são os filhos de Seir, horeu, moradores daquela terra: Lotã, Sobal, Zibeão e Aná,
Gênesis 36:20 lista os filhos de Seir, mostrando que Deus conhece cada povo e sua história, mesmo longe de Israel. Esse versículo lembra que nenhuma …
Ler análise completaDisom, Eser e Disã; estes são os príncipes dos horeus, filhos de Seir, na terra de Edom.
Gênesis 36:21 registra nomes de líderes dos horeus, mostrando que Deus conhece cada povo e sua história. O versículo reforça que nada é anônimo para …
Ler análise completaE os filhos de Lotã foram Hori e Homã; e a irmã de Lotã era Timna.
Gênesis 36:22 registra os nomes dos filhos de Lotã e de sua irmã Timna para mostrar que Deus acompanha até os detalhes da história humana. …
Ler análise completaEstes são os filhos de Sobal: Alvã, Manaate, Ebal, Sefô e Onã.
E estes são os filhos de Zibeão: Aiá e Aná; este é o Aná que achou as fontes termais no deserto, quando apascentava os jumentos de Zibeão, seu pai.
E estes são os filhos de Aná: Disom e Aolibama, a filha de Aná.
Gênesis 36:25 registra os filhos de Aná para mostrar a importância da família e da descendência na história de Israel. Mesmo sendo um versículo de …
Ler análise completaE estes são os filhos de Disã: Hendã, Esbã, Itrã e Querã.
Gênesis 36:26 simplesmente lista os filhos de Disã, mostrando que, para Deus, até nomes pouco conhecidos e famílias comuns têm valor. Esse detalhe incentiva pessoas …
Ler análise completaEstes são os filhos de Eser: Bilã, Zaavã e Acã.
Gênesis 36:27 apenas lista os filhos de Eser, mostrando como Deus valoriza famílias e histórias que parecem pequenas. Nada de grandioso é narrado sobre Bilã, …
Ler análise completaEstes são os filhos de Disã: Uz e Arã.
Gênesis 36:28 apenas registra os filhos de Disã, Uz e Arã, mostrando que Deus valoriza famílias específicas e suas histórias. Mesmo nomes pouco conhecidos têm …
Ler análise completaEstes são os príncipes dos horeus: o príncipe Lotã, o príncipe Sobal, o príncipe Zibeão, o príncipe Aná.
Gênesis 36:29 lista os líderes dos horeus para mostrar que Deus conhece e organiza até os povos pouco lembrados. O versículo reforça que nenhuma história …
Ler análise completaO príncipe Disom, o príncipe Eser, o príncipe Disã: estes são os príncipes dos horeus segundo os seus principados na terra de Seir.
Gênesis 36:30 mostra que Deus conhece e registra até os líderes de um povo pouco lembrado, os horeus, em Seir. Isso ensina que nenhuma história …
Ler análise completaE estes são os reis que reinaram na terra de Edom, antes que reinasse rei algum sobre os filhos de Israel.
Gênesis 36:31 mostra que Edom teve reis organizados antes de Israel ter um rei. Isso lembra que Deus age em ritmos diferentes com cada povo …
Ler análise completaReinou, pois, em Edom Bela, filho de Beor, e o nome da sua cidade foi Dinabá.
E morreu Bela; e Jobabe, filho de Zerá, de Bozra, reinou em seu lugar.
E morreu Jobabe; e Husão, da terra dos temanitas, reinou em seu lugar.
E morreu Husão, e em seu lugar reinou Hadade, filho de Bedade, o que feriu a Midiã, no campo de Moabe; e o nome da sua cidade foi Avite.
E morreu Hadade; e Samlá de Masreca reinou em seu lugar.
E morreu Samlá; e Saul de Reobote, junto ao rio, reinou em seu lugar.
E morreu Saul; e Baal-Hanã, filho de Acbor, reinou em seu lugar.
Gênesis 36:38 mostra a simples troca de um rei por outro, indicando que até governantes poderosos são passageiros. O versículo lembra que posições, empregos e …
Ler análise completaE morreu Baal-Hanã, filho de Acbor; e Hadar reinou em seu lugar, e o nome de sua cidade foi Pau; e o nome de sua mulher foi Meetabel, filha de Matrede, filha de Me-Zaabe.
E estes são os nomes dos príncipes de Esaú, segundo as suas gerações, segundo os seus lugares, com os seus nomes: o príncipe Timna, o príncipe Alva, o príncipe Jetete,
O príncipe Aolibama, o príncipe Ela, o príncipe Pinom,
O príncipe Quenaz, o príncipe Temã, o príncipe Mibzar,
Gênesis 36:42 lista príncipes de Edom, mostrando que os descendentes de Esaú formaram um povo organizado e importante. Esse verso lembra que Deus acompanha a …
Ler análise completaO príncipe Magdiel, o príncipe Irã: estes são os príncipes de Edom, segundo as suas habitações, na terra da sua possessão. Este é Esaú, pai de Edom.
Gênesis 36:43 mostra que Deus permitiu que Esaú se tornasse pai de uma nação organizada, com líderes e território definidos. O verso ensina que Deus …
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