Juízes 13:1
" E na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes o tetrarca, e Saulo. "
Entenda os temas principais e aplique Juízes 13 na sua vida hoje
52 versículos | Almeida Corrigida Fiel
O capítulo inteiro é estruturado como um cântico de gratidão a Deus pela vitória inesperada e milagrosa. A salvação de Israel é atribuída à intervenção divina, não apenas à força humana.
Débora louva os que se ofereceram voluntariamente para lutar e expor a própria vida, mostrando que a participação corajosa do povo foi instrumento da salvação que Deus concedeu.
Algumas tribos e cidades são lembradas negativamente por não virem em socorro do Senhor, ilustrando que a neutralidade em tempos de opressão é vista como infidelidade.
A batalha é descrita com imagens cósmicas: estrelas, rios e a própria natureza lutando contra os inimigos, ressaltando que Deus governa sobre a criação e atua na história.
Jael é exaltada por agir com decisão contra o opressor, enquanto Meroz é amaldiçoada por omissão. O cântico conclui com uma oração: que todos os inimigos de Deus pereçam, mas os que o amam brilhem como o sol.
Juízes 5 situa-se no período dos juízes, entre a conquista de Canaã e a instituição da monarquia em Israel, um tempo marcado por ciclos de pecado, opressão, clamor e livramento. O contexto imediato é a derrota de Sísera, comandante do exército de Jabim, rei de Canaã, narrada em Juízes 4.
Israel vivia sob forte opressão cananeia, com estradas perigosas e vida rural desestruturada (v.6-7). A menção a Sangar e Jael conecta o cântico a outros instrumentos de Deus usados para libertar o povo. A batalha acontece na região de Taanaque e Megido, próxima ao ribeiro de Quisom, local que se torna símbolo da intervenção divina (v.19-21).
O texto reflete uma sociedade tribal, em que as doze tribos tinham responsabilidades compartilhadas, mas nem sempre respondiam de modo unificado. Algumas tribos se engajam na batalha (Efraim, Benjamim, Maquir/Manassés, Zebulom, Issacar, Naftali), enquanto outras se mantêm passivas (Rúben, Gileade, Dã, Aser). O cântico funciona também como memória coletiva e catequese nacional: relembra a ação de Deus na história, valoriza a fidelidade e registra a vergonha da omissão.
O protagonismo de Débora, uma juíza e profetisa, e de Jael, mulher estrangeira (queneia), mostra que Deus usa figuras improváveis, incluindo mulheres em papel central num contexto patriarcal. A vitória traz quarenta anos de paz (v.32), expressão que aponta para um período completo de descanso, embora não necessariamente literal em anos exatos.
Juízes 5 é um poema de vitória (cântico de guerra) com linguagem altamente figurada e paralelismos hebraicos. Pode ser organizado em seções:
Introdução e chamado ao louvor (v.1-3)
Recordação da manifestação poderosa de Deus (v.4-5)
Situação de opressão antes da libertação (v.6-8)
Louvor aos líderes e ao povo voluntário (v.9-11)
Chamado à ação e início da vitória (v.12-13)
Listagem das tribos: engajamento e omissão (v.14-18)
Descrição cósmica da batalha (v.19-22)
Maldição de Meroz (v.23)
Louvor a Jael e morte de Sísera (v.24-27)
Perspectiva da mãe de Sísera (v.28-30)
Conclusão e oração final (v.31-32)
O uso de repetições, paralelismos, contrastes (Jael x Meroz, tribos corajosas x tribos omissas) e imagens naturais cria um cântico memorável, feito para ser recitado e transmitido de geração em geração.
Juízes 5 enfatiza a soberania de Deus na história e sua atuação em favor de um povo fraco e oprimido. A vitória não é atribuída à superioridade militar de Israel, mas ao Senhor que entra na batalha e mobiliza até os elementos da criação (estrelas, rios) contra os inimigos.
O texto mostra que Deus honra a fé obediente e a disposição voluntária de participar de sua obra. Líderes e povo que se colocam à disposição são chamados de benditos, enquanto a indiferença e a omissão são duramente avaliadas. Assim, o cântico revela uma ética da responsabilidade comunitária diante da opressão: não se trata apenas de autopreservação, mas de responder ao chamado de Deus.
O protagonismo de Débora e Jael enfatiza que Deus não está limitado às convenções sociais ou expectativas humanas sobre quem pode liderar ou ser instrumento de libertação. O Senhor se agrada em usar pessoas improváveis, inclusive mulheres, para realizar seus propósitos na história.
Teologicamente, o poema também apresenta tensão entre juízo e misericórdia. Há maldição e queda para os que se opõem ou se calam, e bênção e brilho para os que amam o Senhor. A oração final aponta para uma visão escatológica: o futuro pertence aos que amam a Deus, retratados como o sol que sai na sua força, imagem de glória, perseverança e clareza.
Por fim, o período de quarenta anos de descanso mostra que a ação salvadora de Deus produz tempos concretos de paz, ainda que temporários no contexto de Juízes. Esses momentos antecipam a paz plena e definitiva que Deus promete ao seu povo em sua redenção final.
Este capítulo pode ser lido como uma celebração da libertação após um longo período de medo, insegurança e opressão. Há reconhecimento da dor vivida, mas também memória ativa dos feitos de Deus. Como recurso terapêutico, o texto valoriza a gratidão, a lembrança da intervenção divina e o resgate da dignidade de um povo que havia sido humilhado.
A narrativa ajuda a trabalhar temas como coragem em meio a contextos adversos, importância de assumir responsabilidade diante do mal e risco emocional da omissão. Também oferece imagens de esperança para quem se sente pequeno e sem recursos, mostrando que Deus atua através de pessoas comuns, incluindo mulheres que, em contexto de vulnerabilidade, tornam-se instrumentos de mudança.
Há, porém, conteúdos de violência e imagens fortes de guerra e morte, que podem reativar memórias dolorosas em pessoas sensíveis, especialmente quem passou por traumas, abuso ou perdas violentas. Ao mesmo tempo, o capítulo oferece um espaço para reconhecer a complexidade de emoções em tempos de conflito: alívio dos libertos, luto dos que perdem, autoengano de quem está do lado do opressor e alegria misturada com a memória da dor.
O capítulo contém descrições gráficas de violência, incluindo a morte de Sísera pelas mãos de Jael (v.26-27), com imagens de crânio rachado e corpo estirado. Esses versos podem ser gatilho para pessoas com trauma relacionado a violência física, doméstica, sexual ou de guerra.
O tom de maldição contra Meroz (v.23) e de destruição total dos inimigos (v.31) pode ser difícil para quem tem história de abuso religioso, tendência a culpas excessivas ou medo intenso do juízo. Há risco de leitura distorcida que reforça ódio, sede de vingança ou ideias de que Deus apenas aguarda ocasião para punir.
A cena da mãe de Sísera esperando o filho (v.28-30) pode ser sensível para pessoas em luto por filhos, desaparecimentos ou mortes violentas. A ironia presente no texto pode ser lida com dor por quem ainda vive processo de luto recente.
Em ambientes de cuidado pastoral ou terapêutico, é importante ler o texto com mediação sensível, destacando o contexto histórico de guerra, a linguagem poética e a diferença entre descrição de acontecimentos e prescrição para atitudes pessoais hoje.
Juízes 5 inspira práticas concretas para a vida comunitária e pessoal:
Cultivar memória agradecida
Valorizar a disposição voluntária
Encarar o risco da omissão
Reconhecer e apoiar lideranças improváveis
Ler conflitos à luz da ação de Deus
Fomentar uma cultura de paz após tempos de luta
O cântico de Débora é um poema de louvor e celebração composto por Débora e Baraque após a vitória de Israel sobre Sísera e os reis de Canaã. Ele relembra a opressão anterior, exalta a intervenção de Deus, elogia as tribos que se engajaram na batalha, reprova a omissão de outras e celebra a coragem de Jael. É uma das poesias mais antigas e marcantes do Antigo Testamento.
As tribos são elogiadas quando se dispõem a lutar ao lado do povo de Deus, colocando em risco a própria segurança (como Zebulom e Naftali). Outras são questionadas por permanecerem confortáveis e distantes do conflito (como Rúben, Dã, Aser e Gileade). O texto quer mostrar que, diante da opressão e do chamado de Deus, a omissão não é neutra, mas uma forma de infidelidade comunitária.
Jael era esposa de Héber, o queneu, um grupo estrangeiro que vivia em paz com os cananeus. Quando Sísera fugiu da batalha e buscou abrigo na tenda de Jael, ela o acolheu e, num momento de decisão radical, o matou com uma estaca de tenda. A ação de Jael pôs fim à ameaça de Sísera e completou a libertação de Israel, por isso o cântico a chama de “bendita entre as mulheres nas tendas”.
A frase usa linguagem poética para afirmar que Deus colocou a própria criação a serviço da batalha. Pode envolver fenômenos naturais como tempestades e enchentes do ribeiro de Quisom, que prejudicaram os carros de ferro de Sísera. A ideia central é que o Senhor é Senhor da história e da natureza, e que a vitória não foi apenas humana, mas sobretudo obra divina.
Meroz, provavelmente uma cidade ou região em Israel, é amaldiçoada porque seus moradores não vieram “ao socorro do Senhor, ao socorro do Senhor com os valorosos”. Isso indica que, mesmo fazendo parte do povo de Deus, escolheram não se envolver na luta pela libertação, priorizando a própria segurança. A maldição sublinha a seriedade da omissão diante de uma causa justa e do chamado de Deus.
A imagem do sol que sai na sua força sugere clareza, constância, brilho e vitória. Desejar que os que amam o Senhor sejam como o sol é pedir que vivam com firmeza, irradiando luz, perseverança e vida em meio às trevas. É uma visão de futuro em que o amor a Deus se manifesta em vida plena e testemunho forte, em contraste com o destino dos inimigos que perecem.
Juízes 5 soa como um suspiro longo de quem passou muito tempo em tensão e, enfim, pode respirar. Antes dessa canção havia medo nas estradas, aldeias vazias, sensação de abandono e perigo constante. Quando Débora canta, ela não esquece a dor, mas a coloca diante de Deus, transformando lembranças difíceis em louvor. É um capítulo que reconhece o cansaço de um povo que viveu oprimido. A insegurança descrita lembra momentos em que a vida parece travada: ninguém anda livremente, tudo é calculado pelo medo. E, de repente, Deus intervém, levanta pessoas improváveis e um novo capítulo começa. O cântico registra isso: o Senhor não ficou indiferente. Há também espaço para emoções complexas. Enquanto Israel celebra, a mãe de Sísera espera um filho que não volta. A Bíblia não esconde a dor que existe até mesmo “do outro lado” da história. Em guerras, conflitos familiares e rupturas, sempre há alguém chorando. O texto não romantiza a vitória, mas mostra que, neste mundo quebrado, a libertação de uns muitas vezes vem junto com o luto de outros. Para corações cansados, a imagem final é muito preciosa: os que amam o Senhor são comparados ao sol quando sai na sua força. Nem sempre o amanhecer é barulhento ou repentino; às vezes é uma luz que vai aumentando, devagar, até que percebemos que a noite ficou para trás. Esse capítulo acolhe quem já passou por longos períodos de escuridão e reforça: Deus não esquece o sofrimento, ele o transforma em memória de cuidado e em canção de gratidão.
Do ponto de vista exegético, Juízes 5 é um texto central para entender a teologia do período dos juízes. Ele interpreta, em forma poética, o evento narrado em Juízes 4, oferecendo um olhar teológico sobre a mesma batalha. Não é apenas um registro histórico, mas uma releitura litúrgica: a vitória é decodificada como obra de Deus, que atua por meio de agentes humanos e da própria natureza. As descrições de teofania nos versos 4-5 ecoam manifestações anteriores de Deus na história de Israel, associando o Deus que interveio no êxodo ao Deus que agora age na terra de Canaã. O movimento “saindo de Seir” e “do campo de Edom” sugere uma marcha divina, como se o Senhor viesse de fora para intervir, uma imagem comum em poemas proféticos. A referência às tribos é teologicamente significativa. Há uma avaliação moral implícita: Deus usa algumas tribos como instrumentos, enquanto outras são lembradas como exemplo negativo de indecisão e apego ao conforto. Não se trata de mera crônica militar; é catequese: mostrar como a resposta a Deus – ou a falta dela – marca a história das tribos. O protagonismo de Débora e Jael é importante para a compreensão do papel das mulheres na Bíblia hebraica. Débora é juíza, profetisa e líder militar indireta; Jael, uma mulher estrangeira, executa o golpe final. O texto as exalta sem reservas, o que relativiza qualquer leitura que tente restringir rigidamente a atuação feminina na história da salvação. Por fim, a estrutura do cântico – com introdução, memória da opressão, descrição da batalha, exaltação de aliados, reprovação de omissos, ironia com a mãe de Sísera e oração conclusiva – mostra um padrão literário de “cântico de vitória” que ecoa em outras partes das Escrituras. Ele ajuda a perceber como o povo de Israel lia suas experiências: não como fatos brutos, mas como sinais do agir de Deus, interpretados, cantados e preservados para formar a identidade comunitária.
Na dinâmica do dia a dia, Juízes 5 toca em temas muito práticos: responsabilidade, coragem, omissão, liderança e memória. O capítulo contrasta pessoas e tribos que se levantam com outras que preferem ficar na zona de conforto, cada uma cuidando do próprio espaço, do próprio negócio, do próprio rebanho. Há quem se disponha a arriscar a própria segurança por um bem maior, e há quem se mantenha observando de longe. A pergunta dirigida a Rúben – por que ficar entre os currais ouvindo os balidos dos rebanhos? – traduz bem dilemas atuais: escolher o conforto imediato ou envolver-se em algo que demanda esforço, tempo, exposição e, às vezes, perda. Débora e Baraque também revelam uma combinação interessante de liderança. Débora inspira, convoca, interpreta a vontade de Deus; Baraque obedece, enfrenta o campo de batalha. Há aqui um princípio prático: nem toda liderança é igual, e missões complexas exigem dons complementares. Valorizar diferentes tipos de serviço – quem inspira, quem organiza, quem executa – fortalece famílias, igrejas e equipes de trabalho. A figura de Jael mostra que, em alguns momentos, decisões difíceis e firmes precisam ser tomadas. Em contextos modernos, isso não se traduz em violência física, mas em coragem para romper alianças injustas, dizer “não” ao que oprime, denunciar o que é corrupto, mesmo quando isso mexe com segurança e reputação. A atitude de Meroz adverte sobre os riscos de olhar apenas para o próprio círculo. Quando tudo é pensado em função de preservar o sossego pessoal, perde-se a oportunidade de participar de algo maior. O cântico, então, sugere um estilo de vida em que as vitórias não são celebradas como conquistas individuais, mas como livramentos do Senhor, lembrados e contados para que as próximas gerações aprendam a se posicionar com responsabilidade.
Espiritualmente, Juízes 5 convida a enxergar a história à luz de uma batalha mais profunda: não apenas entre exércitos, mas entre fidelidade e infidelidade, amor a Deus e indiferença. O cântico afirma que Deus entra nas lutas humanas, orientando o curso dos acontecimentos para realizar seus propósitos, mesmo em meio a guerra, confusão e fraqueza. Há um contraste claro entre os “inimigos do Senhor” e “os que o amam”. A oração final – que todos os inimigos do Senhor pereçam, mas os que o amam sejam como o sol – aponta para uma realidade que vai além daquela batalha específica. Sugere um desfecho último em que o mal será derrotado e os que pertencem a Deus brilharão com uma luz que não vem deles, mas do próprio Senhor. O capítulo também trabalha com a ideia de chamado. “Desperta, desperta, Débora” ecoa como um despertar espiritual. Existem momentos na vida em que Deus chama de forma clara: é tempo de se levantar, de cantar, de agir, de posicionar o coração. A resposta a esse chamado molda não só a história externa, mas a formação interior: coragem, obediência, confiança. A figura de Jael, por sua vez, simboliza a ruptura com alianças erradas. Seu povo tinha paz com Jabim, mas ela se alinha, na prática, com o que Deus está fazendo. Espiritualmente, isso aponta para o movimento de deixar velhas lealdades – a padrões, pecados, sistemas injustos – para se alinhar à vontade de Deus, mesmo que isso traga tensão e incompreensão. Há ainda a cena da mãe de Sísera, presa em expectativas ilusórias. Ela espera por despojos que nunca virão, alimentada por discursos que a confortam, mas não correspondem à realidade. Para a alma, esse trecho é um alerta: é possível construir esperanças em narrativas falsas, movidas por orgulho, poder ou autoengano. O cântico convida a uma esperança diferente, firmada não em vitórias humanas, mas na fidelidade do Senhor, que conduz seu povo à paz verdadeira – uma paz que, já no contexto de Juízes, aponta para o descanso mais pleno que Deus prepara para aqueles que o amam.
" E na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes o tetrarca, e Saulo. "
" E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. "
Atos 13:2 mostra que, enquanto a igreja adorava e jejuava, o Espírito Santo direcionou claramente quem deveria ser enviado. Isso ensina que decisões importantes, como …
Ler análise completa" Então, jejuando e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram. "
" E assim estes, enviados pelo Espírito Santo, desceram a Selêucia e dali navegaram para Chipre. "
" E, chegados a Salamina, anunciavam a palavra de Deus nas sinagogas dos judeus; e tinham também a João como cooperador. "
" E, havendo atravessado a ilha até Pafos, acharam um certo judeu mágico, falso profeta, chamado Barjesus, "
" O qual estava com o procônsul Sérgio Paulo, homem prudente. Este, chamando a si Barnabé e Saulo, procurava muito ouvir a palavra de Deus. "
Atos 13:7 mostra Sérgio Paulo, uma autoridade importante e inteligente, querendo ouvir a palavra de Deus. Isso significa que até pessoas influentes sentem necessidade espiritual. …
Ler análise completa" Mas resistia-lhes Elimas, o encantador (porque assim se interpreta o seu nome), procurando apartar da fé o procônsul. "
" Todavia Saulo, que também se chama Paulo, cheio do Espírito Santo, e fixando os olhos nele, "
" Disse: Ó filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perturbar os retos caminhos do Senhor? "
" Eis aí, pois, agora contra ti a mão do Senhor, e ficarás cego, sem ver o sol por algum tempo. E no mesmo instante a escuridão e as trevas caíram sobre ele e, andando à roda, buscava a quem o guiasse pela mão. "
" Então o procônsul, vendo o que havia acontecido, creu, maravilhado da doutrina do Senhor. "
" E, partindo de Pafos, Paulo e os que estavam com ele chegaram a Perge, da Panfília. Mas João, apartando-se deles, voltou para Jerusalém. "
" E eles, saindo de Perge, chegaram a Antioquia, da Pisídia, e, entrando na sinagoga, num dia de sábado, assentaram-se; "
" E, depois da lição da lei e dos profetas, lhes mandaram dizer os principais da sinagoga: Homens irmãos, se tendes alguma palavra de consolação para o povo, falai. "
" E, levantando-se Paulo, e pedindo silêncio com a mão, disse: Homens israelitas, e os que temeis a Deus, ouvi: "
" O Deus deste povo de Israel escolheu a nossos pais, e exaltou o povo, sendo eles estrangeiros na terra do Egito; e com braço poderoso os tirou dela; "
" E suportou os seus costumes no deserto por espaço de quase quarenta anos. "
" E, destruindo a sete nações na terra de Canaã, deu-lhes por sorte a terra deles. "
" E, depois disto, por quase quatrocentos e cinqüenta anos, lhes deu juízes, até ao profeta Samuel. "
" E depois pediram um rei, e Deus lhes deu por quarenta anos, a Saul filho de Cis, homem da tribo de Benjamim. "
" E, quando este foi retirado, levantou-lhes como rei a Davi, ao qual também deu testemunho, e disse: Achei a Davi, filho de Jessé, homem conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade. "
Atos 13:22 mostra que Deus escolhe Davi não por perfeição, mas por um coração disposto a obedecer. Mesmo com falhas, Davi buscava agradar a Deus. …
Ler análise completa" Da descendência deste, conforme a promessa, levantou Deus a Jesus para Salvador de Israel; "
Atos 13:23 explica que Jesus é o cumprimento da promessa feita por Deus a Davi: o Salvador viria de sua descendência. Isso mostra que Deus …
Ler análise completa" Tendo primeiramente João, antes da vinda dele, pregado a todo o povo de Israel o batismo de arrependimento. "
Atos 13:24 mostra que João Batista preparou o caminho para Jesus chamando o povo ao arrependimento, isto é, mudança de mente e de atitudes. O …
Ler análise completa" Mas João, quando full-versionva a carreira, disse: Quem pensais vós que eu sou? Eu não sou o Cristo; mas eis que após mim vem aquele a quem não sou digno de desatar as alparcas dos pés. "
" Homens irmãos, filhos da geração de Abraão, e os que dentre vós temem a Deus, a vós vos é enviada a palavra desta salvação. "
Atos 13:26 mostra que a mensagem de salvação em Jesus é oferecida a todos, judeus e pessoas de outras origens que respeitam a Deus. Isso …
Ler análise completa" Por não terem conhecido a este, os que habitavam em Jerusalém, e os seus príncipes, condenaram-no, cumprindo assim as vozes dos profetas que se lêem todos os sábados. "
" E, embora não achassem alguma causa de morte, pediram a Pilatos que ele fosse morto. "
" E, havendo eles cumprido todas as coisas que dele estavam escritas, tirando-o do madeiro, o puseram na sepultura; "
" Mas Deus o ressuscitou dentre os mortos. "
" E ele por muitos dias foi visto pelos que subiram com ele da Galiléia a Jerusalém, e são suas testemunhas para com o povo. "
" E nós vos anunciamos que a promessa que foi feita aos pais, Deus a cumpriu a nós, seus filhos, ressuscitando a Jesus; "
" Como também está escrito no salmo segundo: Meu filho és tu, hoje te gerei. "
" E que o ressuscitaria dentre os mortos, para nunca mais tornar à corrupção, disse-o assim: As santas e fiéis bênçãos de Davi vos darei. "
" Por isso também em outro salmo diz: Não permitirás que o teu santo veja corrupção. "
" Porque, na verdade, tendo Davi no seu tempo servido conforme a vontade de Deus, dormiu, foi posto junto de seus pais e viu a corrupção. "
" Mas aquele a quem Deus ressuscitou nenhuma corrupção viu. "
" Seja-vos, pois, notório, homens irmàos, que por este se vos anuncia a remissão dos pecados. "
Atos 13:38 afirma que, por meio de Jesus, Deus oferece perdão completo dos pecados. Não depende do passado, do histórico religioso ou de conquistas pessoais. …
Ler análise completa" E de tudo o que, pela lei de Moisés, não pudestes ser justificados, por ele é justificado todo aquele que crê. "
" Vede, pois, que não venha sobre vós o que está dito nos profetas: "
Atos 13:40 é um alerta para não rejeitar a mensagem de Deus, como muitos fizeram no passado. Mostra que ignorar o que Deus fala traz …
Ler análise completa" Vede, ó desprezadores, e espantai-vos e desaparecei;porque opero uma obra em vossos dias,ora tal que não crereis, se alguém vo-la contar. "
" E, saídos os judeus da sinagoga, os gentios rogaram que no sábado seguinte lhes fossem ditas as mesmas coisas. "
" E, despedida a sinagoga, muitos dos judeus e dos prosélitos religiosos seguiram Paulo e Barnabé; os quais, falando-lhes, os exortavam a que permanecessem na graça de Deus. "
" E no sábado seguinte ajuntou-se quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus. "
" Então os judeus, vendo a multidão, encheram-se de inveja e, blasfemando, contradiziam o que Paulo falava. "
" Mas Paulo e Barnabé, usando de ousadia, disseram: Era mister que a vós se vos pregasse primeiro a palavra de Deus; mas, visto que a rejeitais, e não vos julgais dignos da vida eterna, eis que nos voltamos para os gentios; "
" Porque o Senhor assim no-lo mandou:eu te pus para luz dos gentios,a fim de que sejas para salvação até os confins da terra. "
" E os gentios, ouvindo isto, alegraram-se, e glorificavam a palavra do Senhor; e creram todos quantos estavam ordenados para a vida eterna. "
Atos 13:48 mostra que muitos gentios receberam com alegria a mensagem de Jesus e creram porque Deus já os estava conduzindo à salvação. O versículo …
Ler análise completa" E a palavra do Senhor se divulgava por toda aquela província. "
" Mas os judeus incitaram algumas mulheres religiosas e honestas, e os principais da cidade, e levantaram perseguição contra Paulo e Barnabé, e os lançaram fora dos seus termos. "
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