1 Reis 8:1
" Então congregou Salomão os anciãos de Israel, e todos os cabeças das tribos, os chefes dos pais dos filhos de Israel, diante de si em Jerusalém; para fazerem subir a arca da aliança do SENHOR da cidade de Davi, que é Sião. "
Entenda os temas principais e aplique 1 Reis 8 na sua vida hoje
66 versiculos | Almeida Corrigida Fiel
A nuvem que enche o templo mostra que Deus aceita a casa construída e se manifesta com glória irresistível. O templo torna-se o sinal visível de que o Deus da aliança está presente no meio de Israel.
Salomão reconhece que tudo o que está acontecendo é cumprimento da palavra de Deus a Davi: o templo foi construído e o filho de Davi está no trono, confirmando a fidelidade do Senhor à sua aliança.
Na oração de dedicação, Salomão apresenta várias situações de pecado, derrota, seca, pragas, guerra e cativeiro. Em todas elas, o foco é que o povo volte-se a Deus em oração, e que Ele ouça dos céus, perdoe e restaure.
Mesmo celebrando o templo, Salomão reconhece que Deus não pode ser contido por um edifício: nem os céus dos céus o podem conter. O templo é um ponto de encontro, não um limite para a presença divina.
Salomão ora para que o estrangeiro que vier orar voltado para o templo também seja ouvido, a fim de que todos os povos conheçam e temam o nome do Senhor. Israel é chamado a ser testemunha entre as nações.
1 Reis 8 descreve a dedicação do templo de Salomão por volta do século X a.C., durante o auge do reino unificado de Israel. Depois de anos em que a arca da aliança esteve em diferentes lugares, e depois de séculos em que o culto principal era feito no tabernáculo móvel, Jerusalém torna-se o centro religioso e político da nação. O mês de Etanim (sétimo mês) inclui grandes festas, como a Festa dos Tabernáculos, o que explica a grande reunião nacional. O templo significa estabilidade após o período de guerras de Davi. A oração de Salomão também antecipa crises futuras: derrotas militares, secas, pragas e até o exílio, mostrando uma compreensão realista de que o povo quebraria a aliança, mas que ainda poderia encontrar perdão ao se voltar a Deus. O destaque dado aos estrangeiros reflete a vocação de Israel de ser luz para as nações, mesmo num contexto em que os povos vizinhos adoravam outros deuses.
O capítulo tem uma estrutura solene e bem organizada, típica de um grande relato de dedicação:
Este capítulo é central para entender a teologia do templo e da presença de Deus com o seu povo. Primeiro, mostra que Deus é ao mesmo tempo transcendente e presente: Ele não pode ser contido por um edifício, mas escolhe manifestar-se de forma especial em um lugar definido. O templo é um sinal visível da aliança, não uma prisão para Deus. Segundo, a oração de Salomão apresenta a dinâmica bíblica de pecado, arrependimento e perdão. Israel é visto como um povo que inevitavelmente pecará, mas que tem um caminho aberto para voltar a Deus, confiando na sua misericórdia e fidelidade. Terceiro, o texto destaca a centralidade da palavra de Deus: o que acontece ali é explicitamente interpretado como cumprimento de promessas feitas a Davi e a Moisés. A história é guiada pela aliança. Quarto, a inclusão do estrangeiro na oração amplia o horizonte: o templo e o povo de Deus existem para que todas as nações conheçam o Senhor. Por fim, o capítulo liga culto e vida: a verdadeira dedicação não é apenas arquitetônica ou ritual, mas de coração inteiro e obediência contínua aos mandamentos.
Lido de forma terapêutica, 1 Reis 8 oferece um quadro profundo de como lidar com culpa, fracasso e crises coletivas. Salomão não idealiza o povo, reconhece que todos pecam e antecipa tempos de derrota, seca e cativeiro. Ao mesmo tempo, ele afirma que há sempre um caminho de retorno: confessar, voltar o coração a Deus e clamar por perdão. Isso ajuda a romper com a sensação de condenação definitiva e mostra que a história não precisa terminar no fracasso. O capítulo também mostra um Deus que ouve de perto e de longe, tanto o povo quanto o estrangeiro. Para quem se sente distante, deslocado ou em desvantagem espiritual, há consolo no fato de que Deus conhece o coração de cada pessoa e responde com justiça e misericórdia. A imagem da glória de Deus enchendo o templo também comunica que a presença divina é maior do que qualquer estrutura humana e não depende da perfeição das circunstâncias para se manifestar.
Para alguém emocionalmente fragilizado, a ênfase em juízos como seca, derrota e cativeiro pode intensificar medos religiosos, especialmente em quem tende a associar qualquer sofrimento pessoal a um castigo direto e específico. A frase de que não há homem que não peque pode ser interpretada de forma fatalista por pessoas com culpa excessiva, como se não houvesse espaço para transformação. A grande quantidade de sacrifícios e a solenidade do culto também podem acionar sentimentos de inadequação espiritual em quem já se considera incapaz de agradar a Deus. Em leitura terapêutica, é importante destacar o tom principal da oração: um apelo insistente ao perdão, à misericórdia e à possibilidade de recomeço, e não apenas ao castigo. Também é essencial lembrar que a iniciativa de ouvir, perdoar e inclinar o coração do povo parte de Deus, reduzindo o peso da autossuficiência ou da religiosidade baseada em desempenho.
Este capítulo inspira algumas aplicações práticas claras:
A nuvem que encheu o templo relembra a presença de Deus no tabernáculo no deserto, quando a glória do Senhor também se manifestava assim. É um sinal visível de que Deus aceita o templo como lugar de encontro com o seu povo. A impossibilidade dos sacerdotes de continuar o serviço mostra que a presença divina é santa, poderosa e não controlada por rituais humanos; é Deus quem toma a iniciativa de habitar no meio deles.
O próprio Salomão afirma que nem os céus dos céus podem conter Deus. O templo não era uma “casa” que limitasse a presença divina, mas um ponto de referência para a aliança: um lugar escolhido por Deus para manifestar-se de maneira especial, receber sacrifícios e ouvir orações. Ele funcionava como centro do culto, da instrução e da identidade nacional, lembrando diariamente ao povo que vivia diante do Deus santo e fiel.
Salomão reconhece a realidade do pecado humano e sabe, inclusive pela própria lei de Moisés, que a infidelidade traria consequências coletivas. Ao mencionar várias situações concretas de juízo, ele está, na verdade, criando um modelo de como o povo deve reagir nessas horas: não com desespero, mas com arrependimento, oração e confiança no perdão. A ênfase não é apenas no castigo, mas na possibilidade de retorno e restauração em todas as circunstâncias.
A parte da oração que fala do estrangeiro mostra que o Deus de Israel nunca foi um deus tribal limitado a um só povo. Salomão pede que Deus ouça também o estrangeiro que vier orar voltado para o templo, para que todos os povos conheçam o nome do Senhor e o temam. Isso revela a vocação missionária de Israel: por meio de sua vida e culto, outros povos deveriam ser atraídos ao conhecimento do verdadeiro Deus.
Ter o coração inteiro para com o Senhor significa viver sem divisão de lealdades: não servir a Deus apenas com rituais ou em momentos específicos, mas orientando toda a vida pelos caminhos, mandamentos, estatutos e juízos de Deus. Envolve fidelidade, integridade e constância, tanto nos períodos de estabilidade quanto em tempos de crise. É a resposta adequada à fidelidade de Deus demonstrada ao longo da história de Israel.
Em 1 Reis 8, o cenário é grandioso, mas o centro do capítulo é o coração — o coração de Deus pelo seu povo e o coração do povo diante de Deus. A nuvem que enche o templo não é apenas um espetáculo; é um sinal de que Deus escolhe estar perto, de que Ele não abandonou o povo depois do deserto, das lutas e das falhas. A presença que enche a casa ultrapassa qualquer estrutura, como se o próprio Deus dissesse que não tem medo de se aproximar da fragilidade humana. A longa oração de Salomão é cheia de realismo sobre o sofrimento: fala de derrotas, secas, fome, doenças, cercos, até de cativeiro em terra distante. A Escritura não disfarça a dor nem idealiza a vida com Deus. Mas, em cada cenário difícil, aparece a mesma esperança: se o povo se voltar, se confessar, se abrir o coração, Deus ouvirá, perdoará e restaurará. Essa repetição cria um refrão de consolo: não existe situação tão distante, nem ferida tão antiga, em que o clamor sincero não possa ser ouvido. Há também uma delicadeza no modo como Deus é descrito: Ele conhece a chaga que cada um carrega no coração e trata cada pessoa conforme o que vê lá dentro. Não é um Deus distante, genérico, mas alguém que percebe nuances, dores secretas, lutas silenciosas. O estrangeiro, o de longe, o que não faz parte do “círculo” também é lembrado com cuidado, como se Deus estivesse sempre abrindo espaço para quem se sente de fora. No final, quando Salomão pede que o coração do povo seja inclinado para Deus, aparece um detalhe precioso: é o próprio Senhor quem inclina o coração. A fidelidade não se constrói apenas na força humana; é resposta à graça que primeiro se aproxima. Tudo termina com o povo indo para casa alegre e feliz por todo o bem que o Senhor havia feito. A dedicação do templo não é um peso, mas um descanso: o descanso de saber que há um Deus presente, que conhece o coração, que continua disposto a ouvir, perdoar e conduzir.
1 Reis 8 é um dos capítulos teologicamente mais densos da história deuteronomista. Ele combina narrativa histórica, discurso régio, oração litúrgica e bênção, articulando a teologia do templo, da aliança davídica e da vocação de Israel. Do ponto de vista histórico-literário, o capítulo marca a transição do culto centrado no tabernáculo móvel para o templo permanente em Jerusalém. A movimentação da arca da aliança, acompanhada por sacrifícios em abundância, conecta explicitamente o templo ao eixo da história da salvação: o êxodo, a aliança no Sinai/Horebe e a escolha de Davi. A referência insistente a Moisés e a Davi mostra que o escritor quer ver o templo como continuidade, não ruptura, com a revelação anterior. A manifestação da glória em forma de nuvem remete diretamente à teofania do Êxodo, especialmente à nuvem que enchia o tabernáculo em Êxodo 40. Esse paralelismo reforça que a presença que agora se manifesta em Jerusalém é a mesma que guiou o povo pelo deserto, garantindo unidade teológica ao longo das gerações. A oração de Salomão é estruturada de forma notavelmente deuteronomista. Ela pressupõe as bênçãos e maldições da aliança descritas na Torá, especialmente em Deuteronômio 28–30: derrota militar, seca, pragas, doenças e cativeiro são elementos típicos das maldições da aliança. Ao mesmo tempo, a oração antecipa o tema da restauração através do arrependimento e do retorno do coração, ecoando a promessa de que Deus se volta para o povo quando este se volta para Ele. Assim, o texto funciona quase como um “roteiro” teológico para interpretar a história futura de Israel, inclusive o exílio. O versículo 27 é fundamental para a teologia da presença de Deus: “Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam conter…” Essa afirmação salvaguarda a transcendência divina contra qualquer concepção mágica ou localista do templo. O edifício é visto como lugar do “nome” de Deus e como foco de oração, mas jamais como limite ontológico da divindade. Outro elemento de grande relevância é a inclusão explícita do estrangeiro (vv. 41–43). Em um contexto antigo no qual os deuses eram geralmente associados a povos e territórios específicos, a petição de que Deus ouça o estrangeiro a fim de que “todos os povos da terra” conheçam o seu nome aponta para um monoteísmo universal. Israel é chamado a ser mediação do conhecimento do Deus único entre as nações. Por fim, os versículos 57–61 amarram o significado teológico do templo à ética da aliança. O templo não é um talismã que garante proteção automática; sua função só é compreendida corretamente quando ligada à obediência, integridade de coração e caminhada nos caminhos do Senhor. A narrativa encerra com uma grande celebração nacional, reforçando que culto, identidade nacional e compromisso ético estão entrelaçados no projeto divino para Israel.
Lendo 1 Reis 8 com foco na vida prática, chama atenção como um grande evento público é usado para alinhar coração, história e responsabilidade diária. Salomão não se limita a inaugurar uma construção; ele usa o momento para lembrar de onde o povo veio, o que Deus prometeu e o que se espera deles dali em diante. Primeiro, há uma lição sobre liderança: Salomão reúne os anciãos, os chefes das tribos e todo o povo, e se coloca na posição de quem lembra as promessas de Deus, ora pelo povo e abençoa. Liderança aqui não é apenas gestão de obras, mas cuidado espiritual, capacidade de interpretar o momento e conduzir a comunidade à humildade e à confiança em Deus. A segunda lição é sobre como encarar crises. A oração lista situações bem concretas: conflitos entre pessoas, derrotas diante de inimigos, falta de chuva, perdas na agricultura, doenças, cerco, até perda de liberdade em cativeiro. Em vez de negar a realidade ou buscar apenas soluções humanas, a orientação é sempre a mesma: reconhecer o erro, voltar-se para Deus, orar, buscar correção de caminho. Isso não exclui ações práticas, mas estabelece um ponto de partida: humildade diante de Deus, em vez de orgulho, negação ou fuga. A terceira dimensão é relacional. Quando alguém pecar contra o próximo, o assunto é levado diante de Deus para que Ele julgue com justiça. Isso mostra que conflitos não são “assunto menor”: a forma como se resolve brigas, injustiças e mal-entendidos é vista como parte da espiritualidade. Justiça, verdade e reparação se tornam componentes da vida com Deus, não apenas da vida social. Outro ponto prático é a visão de mundo. Salomão inclui o estrangeiro na sua oração. Na prática, isso desafia uma espiritualidade fechada em si mesma. Em termos atuais, inspira abertura ao diferente, hospitalidade e disposição para que a própria vida com Deus seja um convite para outros, e não uma barreira. Por fim, o pedido central de Salomão é por um coração inclinado a andar nos caminhos do Senhor. Isso toca o cotidiano: decisões éticas no trabalho, fidelidade nos relacionamentos, uso responsável dos recursos, postura diante das tentações. O grande culto no templo seria vazio se não se traduzisse em escolhas diárias coerentes. A alegria do povo ao voltar para casa depois da festa sugere que uma fé bem vivida não é fardo, mas fonte de satisfação real, mesmo em meio às responsabilidades e lutas normais da vida.
1 Reis 8 abre uma janela profunda para a experiência espiritual de um povo diante de Deus. O templo recém-construído, a arca da aliança, a nuvem da glória, tudo aponta para a pergunta essencial: onde e como o ser humano encontra o Deus santo e infinito? Salomão responde de forma paradoxal e reveladora. De um lado, ele consagra um lugar específico, uma casa feita com o melhor que havia, e pede que os olhos de Deus estejam ali dia e noite. De outro, confessa que nem os céus dos céus podem contê-lo. O encontro com Deus, então, não depende finalmente da pedra, do ouro ou do ritual, mas de algo mais profundo: o coração que se volta para Ele, seja em Jerusalém, seja em terra distante de cativeiro. A oração do rei traça o caminho espiritual da vida inteira: seres humanos que pecam, sofrem as consequências, caem em si, confessam, voltam-se com todo o coração e toda a alma, e são recebidos por um Deus que ouve, perdoa e restaura. A frase de que não há homem que não peque desmonta qualquer ilusão de autossuficiência espiritual, mas ao mesmo tempo abre espaço para uma esperança sólida: a vida com Deus é marcada pela possibilidade de recomeço, sustentada pela fidelidade divina, não pela perfeição humana. Outra dimensão espiritual forte é a universalidade da oração. O estrangeiro que vem de terras remotas, atraído pelo nome de Deus, é incluído no mesmo convite à comunhão. O templo, assim, se torna sinal de uma realidade maior: um Deus que não pertence a uma etnia ou cultura, mas que se deixa encontrar por todos os que o buscam de coração sincero. O propósito explicitado é que todos os povos saibam que o Senhor é Deus, e não há outro. O pedido para que Deus incline o coração do povo revela ainda que a jornada espiritual é graça do começo ao fim. Não é apenas o ser humano que caminha em direção a Deus; é Deus que primeiro se volta, inclina, atrai. A resposta humana, de andar nos caminhos e guardar os mandamentos, nasce desse movimento prévio da graça. A dedicação do templo, com toda a sua imponência, aponta para uma realidade eterna: o desejo de Deus de habitar com o seu povo, de formar um povo santo, que o conheça, o tema e o adore em espírito e verdade. No final, quando o povo volta para casa alegre e feliz por todo o bem que o Senhor fizera, há um vislumbre do descanso prometido: a experiência, ainda que parcial e histórica, de viver sob o cuidado de Deus, em aliança com Ele, antecipando de longe o descanso pleno e eterno na sua presença.
" Então congregou Salomão os anciãos de Israel, e todos os cabeças das tribos, os chefes dos pais dos filhos de Israel, diante de si em Jerusalém; para fazerem subir a arca da aliança do SENHOR da cidade de Davi, que é Sião. "
" E todos os homens de Israel se congregaram ao rei Salomão, na ocasião da festa, no mês de Etanim, que é o sétimo mês. "
" E vieram todos os anciãos de Israel; e os sacerdotes alçaram a arca. "
" E trouxeram a arca do Senhor para cima, e o tabernáculo da congregação, juntamente com todos os objetos sagrados que havia no tabernáculo; assim os trouxeram para cima os sacerdotes e os levitas. "
" E o rei Salomão, e toda a congregação de Israel que se congregara a ele, estava com ele diante da arca, sacrificando ovelhas e vacas, que não se podiam contar nem numerar pela sua quantidade. "
" Assim trouxeram os sacerdotes a arca da aliança do Senhor ao seu lugar, ao oráculo da casa, ao lugar santíssimo, até debaixo das asas dos querubins. "
" Porque os querubins estendiam ambas as asas sobre o lugar da arca; e os querubins cobriam, por cima, a arca e os seus varais. "
" E os varais sobressaíram tanto, que as pontas dos varais se viam desde o santuário diante do oráculo, porém de fora não se viam; e ficaram ali até ao dia de hoje. "
" Na arca nada havia, senão só as duas tábuas de pedra, que Moisés ali pusera junto a Horebe, quando o Senhor fez a aliança com os filhos de Israel, saindo eles da terra do Egito. "
" E sucedeu que, saindo os sacerdotes do santuário, uma nuvem encheu a casa do Senhor. "
" E os sacerdotes não podiam permanecer em pé para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do Senhor enchera a casa do Senhor. "
" Então falou Salomão: O Senhor disse que ele habitaria nas trevas. "
" Certamente te edifiquei uma casa para morada, assento para a tua eterna habitação. "
" Então virou o rei o seu rosto, e abençoou toda a congregação de Israel; e toda a congregação de Israel estava em pé. "
" E disse: Bendito seja o Senhor Deus de Israel, que falou pela sua boca a Davi, meu pai, e pela sua mão o cumpriu, dizendo: "
" Desde o dia em que eu tirei o meu povo Israel do Egito, não escolhi cidade alguma de todas as tribos de Israel, para edificar alguma casa para ali estabelecer o meu nome; porém escolhi a Davi, para que presidisse sobre o meu povo Israel. "
" Também Davi, meu pai, propusera em seu coração o edificar casa ao nome do Senhor Deus de Israel. "
" Porém o Senhor disse a Davi, meu pai: Porquanto propuseste no teu coração o edificar casa ao meu nome, bem fizeste em o propor no teu coração. "
" Todavia tu não edificarás esta casa; porém teu filho, que sair de teus lombos, edificará esta casa ao meu nome. "
" Assim confirmou o Senhor a sua palavra que falou; porque me levantei em lugar de Davi, meu pai, e me assentei no trono de Israel, como tem falado o Senhor; e edifiquei uma casa ao nome do Senhor Deus de Israel. "
" E constituí ali lugar para a arca em que está a aliança do Senhor, a qual fez com nossos pais, quando os tirou da terra do Egito. "
" E pôs-se Salomão diante do altar do Senhor, na presença de toda a congregação de Israel; e estendeu as suas mãos para os céus, "
" E disse: Ó Senhor Deus de Israel, não há Deus como tu, em cima nos céus nem em baixo na terra; que guardas a aliança e a beneficência a teus servos que andam com todo o seu coração diante de ti. "
" Que guardaste a teu servo Davi, meu pai, o que lhe disseras; porque com a tua boca o disseste, e com a tua mão o cumpriste, como neste dia se vê. "
" Agora, pois, ó Senhor Deus de Israel, guarda a teu servo Davi, meu pai, o que lhe falaste, dizendo: Não te faltará sucessor diante de mim, que se assente no trono de Israel; somente que teus filhos guardem o seu caminho, para andarem diante de mim como tu andaste diante de mim. "
1 Reis 8:25 mostra Salomão pedindo que Deus cumpra a promessa feita a Davi, mas lembrando que essa promessa depende da obediência dos filhos. Ensina …
Ler analise completa" Agora também, ó Deus de Israel, cumpra-se a tua palavra que disseste a teu servo Davi, meu pai. "
1 Reis 8:26 mostra Salomão pedindo que Deus cumpra a promessa feita a Davi. O versículo revela confiança na fidelidade de Deus mesmo em tempos …
Ler analise completa" Mas, na verdade, habitaria Deus na terra? Eis que os céus, e até o céu dos céus, não te poderiam conter, quanto menos esta casa que eu tenho edificado. "
1 Reis 8:27 mostra que Deus é muito maior que qualquer templo, igreja ou ritual. Nada pode contê-lo. A ideia é lembrar que Ele não …
Ler analise completa" Volve-te, pois, para a oração de teu servo, e para a sua súplica, ó Senhor meu Deus, para ouvires o clamor e a oração que o teu servo hoje faz diante de ti. "
" Para que os teus olhos noite e dia estejam abertos sobre esta casa, sobre este lugar, do qual disseste: O meu nome estará ali; para ouvires a oração que o teu servo fizer neste lugar. "
" Ouve, pois, a súplica do teu servo, e do teu povo Israel, quando orarem neste lugar; também ouve tu no lugar da tua habitação nos céus; ouve também, e perdoa. "
" Quando alguém pecar contra o seu próximo, e puserem sobre ele juramento de maldição, fazendo-o jurar, e vier juramento de maldição diante do teu altar nesta casa, "
" Ouve tu, então, nos céus e age e julga a teus servos, condenando ao injusto, fazendo recair o seu proceder sobre a sua cabeça, e justificando ao justo, rendendo-lhe segundo a sua justiça. "
" Quando o teu povo Israel for ferido diante do inimigo, por ter pecado contra ti, e se converterem a ti, e confessarem o teu nome, e orarem e suplicarem a ti nesta casa, "
" Ouve tu então nos céus, e perdoa o pecado do teu povo Israel, e torna-o a levar à terra que tens dado a seus pais. "
1 Reis 8:34 mostra Salomão pedindo que, quando o povo pecasse, se arrependesse e orasse, Deus perdoasse e o trouxesse de volta para casa. O …
Ler analise completa" Quando os céus se fechar, e não houver chuva, por terem pecado contra ti, e orarem neste lugar, e confessarem o teu nome, e se converterem dos seus pecados, havendo-os tu afligido, "
1 Reis 8:35 explica que a falta de chuva simboliza as consequências do pecado. Quando o povo reconhece seu erro, ora, confessa o nome de …
Ler analise completa" Ouve tu então nos céus, e perdoa o pecado de teus servos e do teu povo Israel, ensinando-lhes o bom caminho em que andem, e dá chuva na tua terra que deste ao teu povo em herança. "
" Quando houver fome na terra, quando houver peste, quando houver queima de searas, ferrugem, gafanhotos ou pulgão, quando o seu inimigo o cercar na terra das suas portas, ou houver alguma praga ou doença, "
" Toda a oração, toda a súplica, que qualquer homem de todo o teu povo Israel fizer, conhecendo cada um a chaga do seu coração, e estendendo as suas mãos para esta casa, "
" Ouve tu então nos céus, assento da tua habitação, e perdoa, e age, e dá a cada um conforme a todos os seus caminhos, e segundo vires o seu coração, porque só tu conheces o coração de todos os filhos dos homens. "
" Para que te temam todos os dias que viverem na terra que deste a nossos pais. "
1 Reis 8:40 mostra que Deus responde orações para que o povo aprenda a respeitá-lo e viver em obediência constante. O temor aqui é reverência …
Ler analise completa" E também ouve ao estrangeiro, que não for do teu povo Israel, quando vier de terras remotas, por amor do teu nome "
" (Porque ouvirão do teu grande nome, e da tua forte mão, e do teu braço estendido), e vier orar voltado para esta casa, "
" Ouve tu nos céus, assento da tua habitação, e faze conforme a tudo o que o estrangeiro a ti clamar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, para te temerem como o teu povo Israel, e para saberem que o teu nome é invocado sobre esta casa que tenho edificado. "
" Quando o teu povo sair à guerra contra o seu inimigo, pelo caminho por que os enviares, e orarem ao Senhor, para o lado desta cidade, que tu elegeste, e desta casa, que edifiquei ao teu nome, "
" Ouve, então, nos céus a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça. "
" Quando pecarem contra ti (pois não há homem que não peque), e tu te indignares contra eles, e os entregares às mãos do inimigo, de modo que os levem em cativeiro para a terra inimiga, quer longe ou perto esteja, "
" E na terra aonde forem levados em cativeiro caírem em si, e se converterem, e na terra do seu cativeiro te suplicarem, dizendo: Pecamos, e perversamente procedemos, e cometemos iniqüidade, "
" E se converterem a ti com todo o seu coração e com toda a sua alma, na terra de seus inimigos que os levarem em cativeiro, e orarem a ti para o lado da sua terra que deste a seus pais, para esta cidade que elegeste, e para esta casa que edifiquei ao teu nome; "
" Ouve então nos céus, assento da tua habitação, a sua oração e a sua súplica, e faze-lhes justiça. "
" E perdoa ao teu povo que houver pecado contra ti, todas as transgressões que houverem cometido contra ti; e dá-lhes misericórdia perante aqueles que os têm cativos, para que deles tenham compaixão. "
Aviso importante: Esta orientacao biblica nao substitui cuidados profissionais de saude mental. Se voce estiver com sintomas de crise, entre em contato com o 988 (National Suicide Prevention Lifeline) ou procure ajuda profissional imediata.