Versículo em destaque
Lucas 11:37 - Significado e aplicação
Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje
Tradução: Almeida Corrigida Fiel
" E, estando ele ainda falando, rogou-lhe um fariseu que fosse jantar com ele; e, entrando, assentou-se à mesa. "
Lucas 11:37
Versículo no contexto
Entender os versículos ao redor evita interpretações incorretas:
35 Vê, pois, que a luz que em ti há não sejam trevas.
36 Se, pois, todo o teu corpo é luminoso, não tendo em trevas parte alguma, todo será luminoso, como quando a candeia te ilumina com o seu resplendor.
37 E, estando ele ainda falando, rogou-lhe um fariseu que fosse jantar com ele; e, entrando, assentou-se à mesa.
38 Mas o fariseu admirou-se, vendo que não se lavara antes de jantar.
39 E o Senhor lhe disse: Agora vós, os fariseus, limpais o exterior do copo e do prato; mas o vosso interior está cheio de rapina e maldade.
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Cristo diz muitas dessas coisas a um fariseu e a seus convidados numa refeição particular, e depois repete o mesmo tipo de advertência publicamente no templo (Mateus 23). O que ele disse em particular batia com o que ele disse em público. Ele não falava em segredo algo de que não estivesse disposto a responder diante de toda a multidão. E também não dava advertências gerais aos pecadores que depois se negasse a aplicar diretamente quando se encontrava com eles em pessoa.
Aqui, Cristo vai jantar com um fariseu que o havia convidado com cortesia para sua casa (Lucas 11:37). Enquanto ainda falava, o fariseu o interrompeu e pediu que ele fosse comer logo, porque já era hora da refeição. Gostaríamos de pensar que o fariseu estava satisfeito com o ensino de Jesus, queria honrá‑lo e esperava ouvir mais. Mas também há motivo para suspeitar uma intenção má: que ele quisesse interromper o ensino de Jesus e achar depois algum motivo para acusá‑lo (Lucas 11:53-54). Nós não conhecemos o coração do fariseu, mas Cristo conhecia. Se o homem tivesse más intenções, descobriria que Cristo não tinha medo dele; se tivesse boas intenções, descobriria que Cristo estava pronto para lhe fazer bem. Então Jesus entrou e se assentou à mesa para comer.
Devemos aprender com Cristo a ser sociáveis, sem aspereza nem isolamento. Precisamos, sim, ter cuidado com a companhia que escolhemos, mas não precisamos ser rígidos ao ponto de nos separar da vida comum.
O fariseu se escandalizou porque Jesus não lavou as mãos antes de comer, assim como alguns também se ofenderam com os discípulos de Jesus por motivo semelhante (Lucas 11:38). Ele ficou admirado que um homem tão santo, um profeta, alguém tão devoto e rigoroso na conduta, se assentasse à mesa sem primeiro lavar as mãos. Isso o impressionou ainda mais porque, com certeza, a sala de jantar do fariseu tinha tudo preparado para as abluções, e todos os outros convidados provavelmente estavam fazendo isso. Então o fariseu pensou: por que Jesus não faz o mesmo? Que mal haveria nisso? Afinal, isso não era exigido pelas regras da religião deles?
Era, sim, exigido pelas regras religiosas deles, e exatamente por isso Cristo se recusou a fazê‑lo. Ele queria se opor à ideia de que se pode transformar em mandamento religioso algo que Deus não ordenou. A lei cerimonial, de fato, incluía muitas purificações com água, mas esta não era uma delas. Por isso Cristo não a observou, nem mesmo para agradar o fariseu que o havia convidado, e embora soubesse que isso o ofenderia.
Nessa ocasião, Cristo dirigiu aos fariseus uma repreensão severa, sem nem sequer pedir desculpas ao fariseu de cuja hospitalidade desfrutava. Não devemos bajular nem mesmo nossos melhores amigos quando eles estão errados. Primeiro, ele os censurou por darem tanto peso à religião exterior, às coisas que as pessoas podem ver, enquanto desprezavam aquilo que realmente importa para Deus e para a alma (Lucas 11:39-40).
O erro deles era evidente. Eles purificavam o lado de fora, lavando as mãos com água, mas não lavavam o coração do mal. Seus corações estavam cheios de ganância e maldade, cobiça pelos bens alheios e ódio contra as pessoas de bem. Um servo não seria chamado de limpo só porque limpou por fora o copo ou o prato deixando o interior sujo. O interior é o que mais importa, porque a sujeira de dentro logo estraga o alimento ou a bebida. Do mesmo modo, o estado interior da mente no serviço religioso é como o interior do copo e do prato: se estiver impuro, estraga todo o ato de culto.
Por isso, é grave insulto a Deus evitar pecados escandalosos e públicos, enquanto se permanece dominado pelo mal espiritual por dentro. Isso é como apresentar um copo ao seu senhor, bem polido por fora, mas cheio de aranhas por dentro. Muitos escapam dos pecados mais evidentes de imoralidade sexual e bebedeira, mas continuam vivendo na mundanidade e na amargura. Esses pecados escondidos são perigosos e mortais, mesmo que as pessoas tentem encobri‑los.
Cristo também apontou a insensatez da posição deles: “Porventura, quem fez o exterior não fez também o interior?” (Lucas 11:40). O Deus que lhes deu leis sobre lavagens exteriores também lhes ordenou que purificassem o coração. Ou o sentido pode ser este, se pensarmos em Deus como Criador: o mesmo Deus que fez nossos corpos, tão maravilhosamente formados, também fez nossas almas, ainda mais admiráveis. Como ele fez ambos, tem direito de exigir cuidado com ambos. Assim, não devemos apenas lavar o corpo, que ele moldou, e honrar a sua obra, mas também lavar o espírito, que ele gerou, buscando purificação da lepra do coração.
Em seguida, Cristo acrescenta uma regra para o uso correto dos bens terrenos (Lucas 11:41): “Dai de esmola o que tiverdes”. O sentido é: deixem que os pobres participem do que está posto à mesa, e então tudo será limpo para vocês. Isso remete à lei de Moisés, que exigia que uma parte da produção da terra fosse destinada ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva. Quando faziam isso, o que restava para seu próprio uso ficava limpo para eles, e podiam pedir a bênção de Deus sobre aquilo com confiança (Deuteronômio 26:12-15). Podemos desfrutar os dons de Deus com tranquilidade quando mandamos porções aos que nada têm preparado (Neemias 8:10). Jó não comia seu pão sozinho, mas deixava que o órfão comesse dele, e assim esse alimento era limpo para ele (Jó 31:17). Quer dizer, era lícito, permitido para uso, e podia ser usufruído com paz de consciência.
A lição é clara: o que temos não é verdadeiramente nosso se Deus não recebe a sua parte. Fazemos bom uso dos confortos terrenos quando damos generosamente aos pobres. Então temos um direito mais claro de desfrutá‑los nós mesmos.
Depois, Cristo os repreende por valorizarem ao extremo coisas pequenas e negligenciarem os assuntos mais importantes da lei (Lucas 11:42).
Esses homens eram muito cuidadosos com leis que diziam respeito apenas à religião externa. Por exemplo, eram rigorosos em sustentar os sacerdotes: davam o dízimo, isto é, a décima parte, até de hortelã e de arruda, pagando integralmente e em espécie. Não aceitavam compensar com algo mais barato nem fazer acordo parcial. Com isso, ganhavam fama de grandes observadores da lei e, ao mesmo tempo, mantinham o favor dos sacerdotes, que muitas vezes podiam ajudá‑los. Não é de admirar que sacerdotes e fariseus se apoiassem mutuamente.
Cristo não os condenou por serem cuidadosos com o dízimo, pois “estas coisas devíeis fazer”. Mas condenou o fato de acharem que isso podia compensar a negligência dos deveres maiores da religião. Davam atenção às coisas menores, mas desprezavam o que tinha mais peso. Passavam por cima da justiça e do amor de Deus. Davam mal aos homens o que lhes era devido e não davam a Deus o coração.
Ele também os repreendeu pelo orgulho, vaidade e desejo de honra e elogios humanos. Amavam os primeiros assentos nas sinagogas, os lugares de honra onde se reuniam os anciãos para governar. Se ainda não tinham esses lugares, os desejavam; se já os tinham, se orgulhavam disso. Também gostavam das saudações nas praças, queriam respeito público, cumprimentos, gestos de reverência. A falha não estava em ocupar o melhor lugar ou em ser saudado, mas em amar essas coisas.
Ele ainda os censurou pela hipocrisia, por encobrirem o pecado no coração e na vida sob uma boa aparência. Disse que eram como sepulturas encobertas de relva, sobre as quais as pessoas andavam sem perceber, tornando‑se assim cerimonialmente impuras, por tocarem um túmulo sem saber. Esses fariseus eram interiormente cheios de maldade, como um sepulcro cheio de podridão. Estavam cheios de ganância, inveja e malícia. No entanto, escondiam tudo isso tão bem atrás de uma fachada de devoção que nada aparecia. Como resultado, aqueles que conviviam com eles e seguiam seus ensinos ficavam contaminados pelo pecado deles e corrompidos pelo exemplo deles, sem jamais suspeitar do perigo, porque os fariseus pareciam tão piedosos.
Depois, ele também deu testemunho contra os doutores da lei, ou escribas, homens cuja função era explicar a lei segundo a tradição dos anciãos, assim como os fariseus se esforçavam por cumpri‑la segundo essa mesma tradição. Um deles se ofendeu com o que Jesus disse contra os fariseus. Ele declarou: “Mestre, dizendo essas coisas o senhor também nos ofende, porque nós somos escribas; está dizendo que também somos hipócritas?” É comum que pecadores orgulhosos chamem de insulto qualquer repreensão. Já os sábios, se desejam ver o pecado destruído em si mesmos, sabem aproveitar até palavras duras como correção útil. Se conseguimos ouvir nossas falhas assim e mudar, isso é bom. Mas pessoas apegadas aos seus pecados costumam tratar advertências fiéis e bondosas como ataques. Irritam‑se, como se a advertência fosse mera ofensa pessoal, e respondem à altura, em vez de ouvir. O profeta se queixou do mesmo: “A palavra do Senhor é para eles coisa vergonhosa” (Jeremias 6:10). Esse doutor da lei tomou o partido do fariseu e assim se fez cúmplice do pecado dele.
Jesus então se voltou para os intérpretes da lei e pronunciou juízo sobre eles. Ele disse: “Ai de vós também, doutores da lei”, e novamente: “Ai de vós, doutores da lei”. O povo os admirava e os considerava abençoados, porque estudavam a lei e ensinavam o povo. Mas Cristo os via de modo bem diferente. Ele via o coração deles e via a culpa deles. Essa foi uma resposta justa ao homem que tinha tomado partido com os fariseus e tinha se ofendido com a repreensão de Cristo. Aqueles que se ressentem da correção e a tratam como insulto costumam atrair sobre si mesmos advertências ainda mais severas.
Os doutores da lei foram culpados por tornarem a religião mais difícil para os outros do que Deus a tinha feito, enquanto a tornavam mais fácil para si mesmos. Eles colocavam sobre o povo pesados fardos por meio de suas tradições. Essas tradições tiravam liberdades que Deus havia permitido e acrescentavam regras que Deus nunca tinha dado. Faziam isso para exibir sua autoridade e manter o povo sob controle. Mas eles mesmos não tocavam nesses fardos “nem com um dedo”. Isso significa que ou não se submetiam às mesmas restrições, ou não ajudavam a aliviar os fardos dos outros quando estes se tornavam esmagadores e difíceis de suportar. Estavam prontos para tornar a vida do povo mais pesada, mas não para aliviar esses pesos quando tinham poder para isso.
Eles também foram repreendidos por fingirem honrar os profetas que seus pais haviam matado, enquanto odiavam e perseguiam os mensageiros enviados em seus próprios dias. Construíam os túmulos dos profetas, erguendo monumentos sobre seus sepulcros e provavelmente acrescentando longas inscrições de elogio. Não chegaram a ir até as superstições de culto a relíquias, orações junto a túmulos ou a ideia de tornar a oração mais aceitável pelo lugar onde era feita. Eles não acrescentaram esse tipo de falsa religião à sua hipocrisia. Antes, agiam como se fossem os verdadeiros filhos dos profetas, seus herdeiros e representantes, restaurando e enfeitando os monumentos em memória deles.
Mesmo assim, nutriam ódio profundo contra os homens do seu próprio tempo que vinham no espírito e no poder desses mesmos profetas. Ainda não tinham feito tudo o que pretendiam, mas em breve o fariam. A Sabedoria de Deus, isto é, o próprio Cristo, declarou e agora predisse que eles matariam e perseguiriam os profetas e apóstolos que lhes seriam enviados.
A Sabedoria de Deus os provaria desse modo e exporia sua horrível hipocrisia, enviando-lhes profetas para confrontar seus pecados e adverti-los sobre os juízos de Deus. Esses profetas demonstrariam que eram, de fato, mensageiros do céu, por meio de sinais, maravilhas e dons do Espírito Santo. Ou seja, Deus lhes enviaria profetas que trariam a autoridade dos apóstolos, e, ao mesmo tempo, manifestariam a mesma autoridade que os antigos profetas. Mesmo assim, o povo não apenas resistiria e se oporia a eles, como também os mataria e perseguiria.
Cristo sabia disso de antemão, e ainda assim agiu como a Sabedoria de Deus ao enviá-los. Ele sabia como, ao final, trazer glória para si mesmo, por meio das recompensas reservadas tanto para os perseguidores quanto para os perseguidos na vida futura.
Deus também, com justiça, daria um outro sentido à construção dos túmulos dos profetas, bem diferente daquele que eles queriam passar. Isso seria tomado como prova de que aprovavam as obras dos seus pais (Lucas 11:45). Já que seus atos presentes mostravam que, na verdade, não davam valor aos profetas, construir os túmulos significaria que pretendiam manter mortos os mesmos profetas que seus pais tinham matado. Josias, que de fato honrou um profeta, achou que era suficiente não mexer no sepulcro do homem de Deus em Betel: “Ninguém mova os seus ossos” (2 Reis 23:17, 18).
Se esses doutores da lei vão além e constroem os túmulos dos profetas, isso é um exagero de respeito que faz desconfiar de um propósito mau. Parece uma cobertura para a hostilidade contra a própria profecia, como o beijo de um traidor. Cai bem sobre eles o provérbio: “O que bendiz ao seu amigo em alta voz, levantando-se de manhã cedo, por maldição se lhe contará” (Provérbios 27:14).
Eles também devem esperar ser acusados como aqueles que completaram a medida inteira da perseguição (Lucas 11:50, 51). Mantiveram a mesma prática perversa de geração em geração e, assim, tornaram-se responsáveis por toda a dívida, desde o sangue de Abel, quando o mundo começou, até o sangue de Zacarias, e até o fim da nação judaica. Tudo seria exigido daquela geração, a última geração dos judeus, porque o pecado deles ao perseguirem os apóstolos de Cristo iria além dos pecados de seus pais. Desse modo, trariam sobre si mesmos a ira final (1 Tessalonicenses 2:15, 16). A destruição deles pelos romanos foi tão terrível que pode ser vista, com razão, como o cumprimento do juízo de Deus sobre aquela nação perseguidora.
Eles também são repreendidos por se oporem ao evangelho de Cristo e fazerem tudo o que podiam para impedir sua propagação e seu êxito (Lucas 11:52). Não haviam explicado fielmente ao povo aquelas passagens do Antigo Testamento que apontavam para o Messias. Se os doutores da lei tivessem conduzido o povo ao entendimento correto desses textos, o povo teria recebido de bom grado a Cristo e à sua doutrina. Em vez disso, distorceram essas passagens e lançaram uma nuvem sobre a mente do povo com suas falsas explicações. Isso é chamado de tirar a chave do conhecimento. Em vez de usarem essa chave para ajudar o povo, esconderam-na dele. Em Mateus, isso é chamado de fechar o reino dos céus diante dos homens (Mateus 23:13). Os que tiram a chave do conhecimento fecham o reino dos céus.
Eles mesmos não aceitaram o evangelho de Cristo, embora seu conhecimento do Antigo Testamento devesse tê-los levado a reconhecer que o tempo tinha chegado e que o reino de Deus estava próximo. Viram as profecias se cumprindo no reino que nosso Senhor Jesus estava para estabelecer, e, mesmo assim, não quiseram entrar. Pior ainda, fizeram tudo o que podiam para impedir outros de entrar. Ameaçavam expulsar os crentes da sinagoga e usavam o medo para afastá-los. É mau não querer receber a revelação, mas é muito pior lutar contra ela.
No fim do capítulo, é dito como escribas e fariseus começaram, com muita hostilidade, a tramar para enredar Jesus (Lucas 11:53, 54). Eles não suportavam suas duras repreensões, embora tivessem de admitir que eram verdadeiras. Ainda assim, o que ele dissera contra eles não podia se sustentar como acusação legal, e não podiam construir um processo criminal a partir daquelas palavras. Por isso tentaram provocá-lo para que falasse com ira, como se suas fortes advertências o fizessem perder o controle e baixar a guarda. Apertavam-no com insistência, faziam perguntas capciosas e esperavam por qualquer coisa que pudessem usar para apresentá-lo como alguém odiável ao povo, perigoso ao governo, ou ambos.
Eles procuravam ocasião para o acusar, como os inimigos de Davi que torciam as suas palavras todos os dias (Salmo 56:5). Gente perversa cava o mal. Aqueles que fielmente repreendem o pecado devem esperar muitos inimigos. Precisam ter cuidado com suas palavras, porque outros estão vigiando, esperando qualquer deslize. O profeta fala de pessoas que fazem “do que repreende na porta uma laço”, e que condenam um homem “por uma palavra” (Isaías 29:21). Para suportar com paciência provas como essas e enfrentá-las com sabedoria, devemos considerar aquele que suportou tal oposição dos pecadores contra si mesmo.
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Deste capítulo
Lucas 11:1
"E aconteceu que, estando ele a orar num certo lugar, quando acabou, lhe disse um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos."
Lucas 11:2
"E ele lhes disse: Quando orardes, dizei: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu."
Lucas 11:3
"Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano;"
Lucas 11:4
"E perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve, e não nos conduzas à tentação, mas livra-nos do mal."
Lucas 11:5
"Disse-lhes também: Qual de vós terá um amigo, e, se for procurá-lo à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães,"
Lucas 11:6
"Pois que um amigo meu chegou a minha casa, vindo de caminho, e não tenho que apresentar-lhe;"
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