Versículo em destaque
1 Samuel 2:11 - Significado e aplicação
Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje
Tradução: Almeida Corrigida Fiel
" Então Elcana foi a Ramá, à sua casa; porém o menino ficou servindo ao Senhor, perante o sacerdote Eli. "
1 Samuel 2:11
Versículo no contexto
Entender os versículos ao redor evita interpretações incorretas:
9 Os pés dos seus santos guardará, porém os ímpios ficarão mudos nas trevas; porque o homem não prevalecerá pela força.
10 Os que contendem com o Senhor serão quebrantados, desde os céus trovejará sobre eles; o Senhor julgará as extremidades da terra; e dará força ao seu rei, e exaltará o poder do seu ungido.
11 Então Elcana foi a Ramá, à sua casa; porém o menino ficou servindo ao Senhor, perante o sacerdote Eli.
12 Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial; não conheciam ao Senhor.
13 Porquanto o costume daqueles sacerdotes com o povo era que, oferecendo alguém algum sacrifício, estando-se cozendo a carne, vinha o moço do sacerdote, com um garfo de três dentes em sua mão;
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Nesses versículos, vemos o bom caráter e a boa ordem da família de Elcana em contraste com o mau caráter da família de Eli. O escritor mantém essas duas famílias entrelaçadas de propósito, para que uma lance luz sobre a outra. A devoção de Elcana fazia o pecado da casa de Eli parecer ainda pior, enquanto a perversidade dos filhos de Eli fazia a fé infantil de Samuel brilhar com mais força.
Primeiro, vemos como andavam as coisas na família de Elcana e como estavam muito melhores do que antes. Eli os despediu da casa do Senhor com uma bênção, depois que trouxeram ali o seu pequeno filho. Ele os abençoou com autoridade, pedindo que o Senhor lhes desse mais filhos por meio daquela mulher, em lugar do que ela tinha entregue ao Senhor. Se Ana já tivesse muitos filhos, não teria sido um ato de fé tão notável entregar um deles a Deus. Mas, tendo apenas um filho, seu único e amado, oferecê-lo ao Senhor foi um gesto ousado de devoção que não poderia deixar de ser recompensado.
Assim como Abraão, depois de oferecer Isaque, recebeu a promessa de muitos descendentes (Gênesis 22:16-17), também Ana, depois de apresentar Samuel ao Senhor, recebeu em troca um dom vivo. O que é emprestado ao Senhor certamente será restituído, e muitas vezes de modo que nos abençoa grandemente. Ana entregou um filho a Deus e recebeu cinco em troca, porque a bênção de Eli se cumpriu: ela teve três filhos e duas filhas. Nada se perde ao dar a Deus ou ao renunciar a algo por causa dele. Isso será recompensado muitas vezes mais (Mateus 19:29).
Então voltaram para sua própria casa. Isso é mencionado duas vezes porque era algo importante. Era doce adorar na casa de Deus, bendizê-lo e receber a sua bênção. Mesmo assim, tinham deveres de família em casa, e voltaram alegres, deixando para trás o seu querido menino, porque sabiam que ele estava em um bom lugar. Não parece que ele tenha chorado por eles. Estava pronto para ficar, assim como eles estavam prontos para partir, mostrando tão cedo uma maturidade que já o levava a deixar de lado as coisas de menino.
Eles também mantiveram seu culto regular na casa de Deus com o sacrifício anual. Não pensaram que, por seu filho estar servindo ali, o dever deles estivesse encerrado. Tendo experimentado o bem de se achegar a Deus, não deixariam de aproveitar nenhum tempo estabelecido para adoração. Na verdade, agora tinham mais um motivo para ir a Siló, pois o filho deles também estava ali. É de se supor que fossem mais frequentemente do que uma vez por ano, pois Siló não ficava longe de Ramá; mas a Escritura destaca especialmente a visita anual porque era quando levavam o sacrifício. Nessa ocasião, Ana levava também para Samuel uma muda de roupas, uma pequena túnica e tudo o que a acompanhava. Assim ela cuidava dele durante o seu serviço no tabernáculo, garantindo que estivesse devidamente suprido, para que pudesse apresentar-se de modo adequado em seu trabalho e ser animado em seu serviço inicial.
Os pais devem providenciar para que seus filhos tenham tudo o que lhes convém, morem eles em casa ou fora dela. E filhos obedientes, promissores e que servem ao Senhor merecem ainda mais cuidado e bondade.
O próprio Samuel ia muito bem. Ele é mencionado várias vezes aqui, e duas coisas são ditas a respeito dele. Primeiro, que ministrava ao Senhor na medida de suas forças. Ele aprendia a instrução básica da fé, mantinha suas orações, aprendia a ler desde cedo e se alegrava na lei de Deus. Desse modo ele servia ao Senhor. Ministrava diante de Eli, isto é, sob a supervisão dele e segundo suas orientações, não sob os filhos de Eli, pois todos reconheciam que eles eram incapazes de guiá‑lo. Talvez ele servisse a Eli pessoalmente, pronto para ir buscar o que ele precisasse, e isso era contado como serviço ao Senhor. É possível que executasse pequenas tarefas junto ao altar, embora fosse mais novo do que a idade estabelecida pela lei para o serviço levítico.
Ele podia acender uma lamparina, carregar um prato, cumprir um recado ou fechar uma porta. Como fazia essas coisas com um coração piedoso, são chamadas de serviço ao Senhor, e a Escritura lhes dá grande destaque. Depois de algum tempo, ele serviu tão bem que Eli lhe deu um éfode de linho, como os sacerdotes usavam, embora ele não fosse sacerdote, porque Eli via que o Senhor estava com ele. As crianças devem ser ensinadas desde cedo a servir ao Senhor. Os pais devem prepará‑las para isso, e Deus aceitará o seu serviço. Em especial, as crianças devem aprender a respeitar seus mestres, assim como Samuel respeitava Eli. Ninguém é jovem demais para começar a viver para Deus (Salmo 8:2; Mateus 21:15-16).
Em segundo lugar, Samuel recebia bênção do Senhor. Ele crescia diante do Senhor como uma planta tenra. Continuava a crescer em vigor, estatura, sabedoria, entendimento e utilidade. Os jovens que servem a Deus o melhor que podem receberão graça para crescer e servi-lo ainda melhor. Os que estão plantados na casa de Deus florescerão (Salmo 92:13). Ele era estimado pelo Senhor e pelos homens. Isso é um forte encorajamento para que as crianças sejam dóceis, obedientes e bondosas desde cedo. Se forem assim, tanto Deus como as pessoas terão prazer nelas. Tais crianças são preciosas tanto para o céu quanto para a terra. O que é dito aqui sobre Samuel também é dito sobre o nosso bendito Salvador, o nosso grande exemplo (Lucas 2:52).
Agora vejamos quão mal andavam as coisas na família de Eli, mesmo morando bem à porta do tabernáculo. Quanto mais perto estavam do lugar de culto, mais longe estavam de Deus. Os filhos de Eli eram extremamente perversos. A Escritura os chama de filhos de Belial, isto é, homens inúteis e sem lei. Nada no texto sugere que o próprio Eli não fosse um homem bom. É provável que tenha dado aos filhos boa instrução, bons exemplos e muitas orações. Ainda assim, quando cresceram, tornaram‑se filhos de Belial, homens abertamente profanos e sem vergonha. Eles não conheciam o Senhor.
Não é que lhes faltasse todo conhecimento externo de Deus e de sua lei; possuíam aquele tipo de conhecimento do qual alguém pode falar sem obedecê‑lo (Romanos 2:20). Mas, como sua vida não correspondia a esse conhecimento, a Escritura fala deles como se nada soubessem de Deus. Viviam como se Deus não importasse. Pais não podem transmitir graça a seus filhos, e a piedade não corre no sangue. Muitos pais verdadeiramente piedosos vivem para ver seus próprios filhos se tornarem abertamente ímpios e profanos, pois o êxito nem sempre favorece o mais veloz.
Eli era sumo sacerdote e juiz em Israel, e seus filhos eram sacerdotes por nascimento. Seu chamado era sagrado e honroso, e por isso deveriam ter vivido com cuidado especial quanto à sua reputação e conduta.
Eles moravam junto à fonte tanto do poder civil quanto do ministério, e ainda assim eram homens inúteis. Sua honra, poder e instrução apenas os tornaram piores. Não saíram para servir outros deuses, como faziam os que viviam longe do altar, porque o seu sustento e a sua posição vinham da própria casa de Deus. Mas, o que é bem pior, tratavam o serviço de Deus como se ele fosse apenas mais um dos ídolos imundos das nações.
É difícil dizer o que mais insulta a Deus: a idolatria ou a irreverência, sobretudo quando procede dos sacerdotes. Contemple a maldade dos filhos de Eli, e é uma cena triste. Eles desonravam as ofertas do Senhor e as usavam para alimentar sua própria cobiça e luxo. Deus já lhes havia concedido a parte que lhes cabia dos sacrifícios, mas não se davam por satisfeitos. Não serviam ao Deus de Israel, mas ao próprio ventre (Romanos 16:18), como cães gananciosos que nunca se fartam (Isaías 56:11).
Roubavam os adoradores, tomando para si parte das ofertas pacíficas. Segundo a lei, os sacerdotes deviam receber o peito movido e a coxa (Levítico 7:34), mas isso não bastava para esses homens. Enquanto a carne era cozida para que o ofertante e seus amigos comessem numa refeição sagrada, eles mandavam um servo com um garfo de três dentes. Tudo o que o garfo tirasse da panela o sacerdote tomava para si (1 Samuel 2:13-14). O povo, por ter tanta reverência, deixou que isso se tornasse costume, até que o uso passou a tentar justificar um erro evidente.
Eles também se adiantavam ao próprio Deus e tomavam o que lhe pertencia. Como disse Isaías, cansavam a Deus como se fosse pouca coisa cansar também os homens (Isaías 7:13). É digno de nota, para crédito de Israel, que, embora o povo cedesse silenciosamente a essas exigências, ainda se preocupava para que Deus não fosse roubado. Diziam: “Queimem primeiro a gordura” (1 Samuel 2:16). O altar deve receber o que é devido, pois esse é o ponto principal. Se Deus não recebe a gordura, há pouco consolo na carne para qualquer outra pessoa.
Era vergonhoso que os sacerdotes precisassem ser corrigidos pelo povo quanto ao seu dever, mas eles não davam ouvidos. O sacerdote queria ser servido primeiro e queria também a gordura, porque carne cozida não lhe bastava. Ele queria carne assada, e por isso tinham de entregar‑lhe o sacrifício cru. Se o ofertante objetasse, não em benefício próprio, mas por causa do altar, dizendo que a gordura devia ser queimada primeiro, o servo do sacerdote se tornava tão grosseiro que ou a tomava imediatamente ou a agarrava à força. Nada poderia ser insulto maior a Deus, nem abuso pior contra o povo.
O resultado foi, em primeiro lugar, que Deus se indignou. O pecado daqueles jovens era muito grande diante do Senhor (1Sm 2:17). Nada provoca mais a ira de Deus do que ver as coisas santas tratadas com desprezo, enquanto as ofertas do Senhor são usadas para satisfazer desejos egoístas. Em segundo lugar, a própria religião foi prejudicada. O povo passou a detestar as ofertas do Senhor. Todas as pessoas tementes a Deus odiavam o modo como esses homens tratavam os sacrifícios, e muitos outros, por causa deles, pouco a pouco passaram a desprezar as próprias ofertas. Era pecado do povo pensar mal dos mandamentos de Deus, mas o pecado dos sacerdotes era muito maior, porque dava motivo a isso. Nada traz mais vergonha à fé do que ministros gananciosos, entregues a si mesmos e autoritários.
No meio dessa história triste, a Escritura volta a mencionar a dedicação de Samuel. “Porém o menino ficou servindo ao Senhor” aparece como um exemplo claro da graça de Deus, preservando-o puro e piedoso em meio a um grupo tão perverso. Isso também ajudava a manter viva, na mente do povo, a honra já enfraquecida do santuário. Depois de dizerem tudo o que podiam contra os filhos de Eli, ainda eram obrigados a admirar a seriedade de Samuel e, por causa dele, falar bem da verdadeira religião.
Eles também corrompiam as mulheres que vinham adorar à porta do tabernáculo (1Sm 2:22). Tinham esposas, mas eram como animais bem alimentados, sem freio (Jr 5:8). Já seria chocante o bastante se corressem atrás de prostitutas comuns, porém usavam a influência que possuíam como sacerdotes sobre mulheres devotas, inclinadas à religião, para atraí-las ao seu pecado. É difícil imaginar que homens que se chamavam sacerdotes pudessem cometer tamanha maldade. Céu e terra deveriam se espantar com isso.
Em seguida vem a repreensão de Eli a seus filhos por essa impiedade. Eli era muito idoso (1Sm 2:22); já não podia supervisionar o serviço do tabernáculo como antes e deixou tudo nas mãos deles. Em razão de sua fraqueza na velhice, eles passaram a desprezá-lo e a fazer o que bem queriam. Ainda assim, Eli ficou sabendo do que os filhos faziam, e só podemos imaginar quanto isso o feriu e quanto aumentou o peso de seus últimos anos. Contudo, parece que ele nem sequer os repreendeu até ouvir sobre a corrupção das mulheres; só então decidiu falar. Se os tivesse corrigido antes por sua ganância e autossatisfação, talvez esse mal posterior tivesse sido evitado. Os jovens devem ser corrigidos assim que começam a mostrar excessos, antes que seus corações se endureçam.
O que Eli disse foi justo e sensato. Declarou que os fatos eram claros demais para serem negados e públicos demais para serem ocultados. “De todo este povo ouço os vossos malefícios” (1Sm 2:23). Não era boato vindo de uma ou duas pessoas. Muitos se queixavam abertamente; todos ao redor clamavam contra eles e levavam suas reclamações a Eli, esperando que ele colocasse ordem.
Ele também lhes mostrou o dano que estavam causando. Não apenas pecavam pessoalmente, como faziam Israel pecar. Teriam de responder pelo pecado do povo, além do próprio. Homens que deveriam afastar outros do pecado (Ml 2:6) passaram a conduzir o povo do Senhor ao mal, corrompendo a nação em vez de reformá-la. Estavam levando muitos a se afastarem do Deus de Israel ao verem como ele era mal servido por seus sacerdotes.
Eli os advertiu sobre o perigo que trouxeram sobre si mesmos (1Sm 2:25). Apontava, de forma velada, para aquilo que Deus depois lhe diria abertamente: que essa culpa não seria removida por sacrifício nem por oferta (1Sm 3:14).
Se alguém peca contra outra pessoa, o juiz — aqui, o sacerdote designado para julgar muitos casos (Deuteronômio 17:9) — pode ouvir a causa, resolvê-la e prover expiação, isto é, um meio pelo qual a ofensa seja coberta e a paz restaurada para o culpado. Mas, se alguém peca contra o Senhor, se um sacerdote despreza as coisas santas do Senhor, se aquele que deveria estar diante de Deus em favor de outros ofende o próprio Deus, quem poderá interceder por ele?
Eli, o sumo sacerdote, também era juiz e muitas vezes já havia orado por pecadores. Mas, na prática, ele diz: “Vocês, que pecam contra o Senhor, contra a lei e a honra de Deus, justamente nas coisas que pertencem a ele e por meio das quais se obtém reconciliação, como posso interceder por vocês?” A situação deles era desesperadora. O próprio pai não podia dizer uma palavra em favor deles, nem se apresentar legitimamente como seu defensor.
Pecados cometidos contra o próprio remédio, contra o sacrifício que faz expiação, são especialmente graves. São como pisar o sangue da aliança, porque, assim, não resta outro sacrifício (Hebreus 10:26). A repreensão de Eli também foi branda demais. Ele deveria tê-los repreendido com dureza, pois seus pecados exigiam isso e seus corações obstinados precisavam disso. Um tratamento suave só serviria para endurecê-los ainda mais.
Quando Eli disse: “Não é boa fama esta que ouço”, deveria ter dito que se tratava de um escândalo vergonhoso, que não poderia ser tolerado. Quer tenha sido contido pelo amor aos filhos, quer pelo medo deles, sua resposta fraca revelou falta de zelo pela honra de Deus e por seu santuário. Ele os deixou para o juízo de Deus, mas, como sumo sacerdote e juiz, deveria ter tratado pessoalmente seus crimes, restringindo-os e punindo-os. O que disse era verdadeiro, mas não bastava. Às vezes, nossas repreensões precisam de mais firmeza. Há pessoas que precisam ser arrancadas do perigo “com temor” (Jd 1:23).
A recusa obstinada deles em ouvir agravou tudo. A advertência branda de Eli não os comoveu em nada: não quiseram ouvir o pai, que também era juiz. Desprezaram tanto sua autoridade quanto seu amor, o que era um sinal claro de sua ruína. A razão profunda disso era que o Senhor havia decidido matá-los. Eles haviam endurecido o coração por muito tempo, e agora Deus, em justo juízo, os endureceu ainda mais, cauterizou suas consciências e reteve a graça que eles haviam resistido e perdido.
Aqueles que fazem ouvidos surdos à correção sábia estão claramente marcados para destruição. O Senhor já decretou destruí-los (2Crônicas 25:16; Provérbios 29:1). Logo em seguida, a obediência pronta de Samuel é mencionada de novo (1Sm 2:26), para envergonhar a obstinação deles: “E o jovem Samuel ia crescendo”. A graça de Deus pertence somente a ele. Ele a reteve dos filhos do sumo sacerdote e a concedeu ao filho de um levita simples, do interior.
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Deste capítulo
1 Samuel 2:1
"Então orou Ana, e disse: O meu coração exulta ao SENHOR, o meu poder está exaltado no SENHOR; a minha boca se dilatou sobre os meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação."
1 Samuel 2:2
"Não há santo como o Senhor; porque não há outro fora de ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus."
1 Samuel 2:3
"Não multipliqueis palavras de altivez, nem saiam coisas arrogantes da vossa boca; porque o Senhor é o Deus de conhecimento, e por ele são as obras pesadas na balança."
1 Samuel 2:4
"O arco dos fortes foi quebrado, e os que tropeçavam foram cingidos de força."
1 Samuel 2:5
"Os fartos se alugaram por pão, e cessaram os famintos; até a estéril deu à luz sete filhos, e a que tinha muitos filhos enfraqueceu."
1 Samuel 2:6
"O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela."
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