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Isaías 66:5 - Significado e aplicação

Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje

Tradução: Almeida Corrigida Fiel

" Ouvi a palavra do Senhor, os que tremeis da sua palavra. Vossos irmãos, que vos odeiam e que para longe vos lançam por amor do meu nome, dizem: Seja glorificado o Senhor, para que vejamos a vossa alegria; mas eles serão confundidos. "

Isaías 66:5

menu_book Versículo no contexto

3 Quem mata um boi é como o que tira a vida a um homem; quem sacrifica um cordeiro é como o que degola um cão; quem oferece uma oblação é como o que oferece sangue de porco; quem queima incenso em memorial é como o que bendiz a um ídolo; também estes escolhem os seus próprios caminhos, e a sua alma se deleita nas suas abominações.

4 Também eu escolherei as suas calamidades, farei vir sobre eles os seus temores; porquanto clamei e ninguém respondeu, falei e não escutaram; mas fizeram o que era mau aos meus olhos, e escolheram aquilo em que eu não tinha prazer.

5 Ouvi a palavra do Senhor, os que tremeis da sua palavra. Vossos irmãos, que vos odeiam e que para longe vos lançam por amor do meu nome, dizem: Seja glorificado o Senhor, para que vejamos a vossa alegria; mas eles serão confundidos.

6 Uma voz de grande rumor virá da cidade, uma voz do templo, a voz do Senhor, que dá o pago aos seus inimigos.

7 Antes que estivesse de parto, deu à luz; antes que lhe viessem as dores, deu à luz um menino.

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auto_stories Comentário Bible Guided

O profeta acaba de denunciar uma nação hipócrita que desprezava a palavra de Deus e se recusava a responder quando ele chamava. Agora ele se volta para os que tremem diante da palavra do Senhor, para consolá‑los e fortalecê‑los. Eles não serão arrastados junto com os juízos que estão prestes a cair sobre a nação incrédula. Os ministros de Deus precisam fazer essa distinção clara, para que, ao advertirem os ímpios, não entristeçam também o coração dos justos.

O profeta já havia prometido a esses ouvintes humildes um olhar favorável de Deus (Isaías 66:2). Agora lhes traz uma mensagem graciosa da parte dele. A palavra de Deus contém consolo para os que estão verdadeiramente humilhados por causa do pecado e dispostos a receber esse consolo. Alguns não deram ouvidos quando Deus falou, mas outros darão. Se o coração treme diante da palavra, o ouvido se abre para escutá‑la.

Deus defenderá a justa causa do seu povo contra os que o perseguem (Isaías 66:5). Seus próprios irmãos os odiavam e diziam: “Seja glorificado o Senhor”. Mas Deus se manifestará e mudará tudo isso em alegria para o seu povo. Isso pode se referir a alguns judeus depois do retorno do cativeiro, mas a história não mostra isso de modo claro. A aplicação se ajusta muito melhor aos primeiros pregadores judeus e aos crentes judeus no evangelho.

Vê‑se como os servos fiéis de Deus foram tratados. Seus próprios irmãos os odiaram. Os apóstolos eram judeus por nascimento, e, mesmo assim, os judeus que eles encontravam, até nas cidades gentias, muitas vezes eram seus inimigos mais ferozes. Eles incitavam os gentios contra os apóstolos. A igreja, em Cantares 1:6, diz que os filhos de sua mãe se iraram contra ela. Pilatos também repreendeu Jesus dizendo: “A tua própria nação te entregou a mim” (João 18:35). Os seus, que deviam amá‑los, os expulsaram das sinagogas e os trataram como vergonha, quando, na verdade, eram algumas das maiores bênçãos para a nação e para a igreja.

Isso vinha do antigo ódio entre a semente da serpente e a semente da mulher. Os que odiavam a Cristo odiavam também seus discípulos, porque eles sustentavam o seu reino e a sua causa (João 15:18). Lançavam‑nos fora por causa do seu nome, porque traziam o seu nome, invocavam o seu nome e trabalhavam para fazer o seu nome avançar. Não é novidade que a disciplina da igreja seja mal usada, e que as armas da igreja, feitas para defesa, sejam voltadas contra seus melhores amigos por falsos líderes.

Os que faziam isso diziam: “Seja glorificado o Senhor”. Alegavam agir por consciência e zelo pela honra de Deus e pela igreja, e faziam tudo com formas de devoção. Jesus explica esse tipo de coisa e parece referir‑se a isso quando diz: “Expulsar‑vos‑ão das sinagogas; vem mesmo a hora em que qualquer que vos matar cuidará fazer um serviço a Deus” (João 16:2). Em nome do Senhor começam muitas obras más. Ou as palavras podem ser entendidas como ditas em aberta afronta a Deus, como se dissessem: “Vocês dizem que Deus será glorificado quando ele os livrar. Então que seja glorificado; que se apresse e faça isso logo” (Isaías 5:19). Alguns entendem que se trata da conversa de judeus ímpios no cativeiro, zombando de seus irmãos que esperavam o livramento e ridicularizando a confiança deles de que Deus em breve seria glorificado nesse livramento. Dessa maneira eles zombavam dos planos dos pobres (Salmo 14:6).

Ainda assim, Deus anima o seu povo debaixo da perseguição. “Persistam um pouco mais em fé e paciência. Seus inimigos os odeiam e oprimem, e seus próprios irmãos os odeiam e expulsam. Mas o Pai de vocês, que está nos céus, os ama. Ele agirá em favor de vocês quando ninguém mais agir ou nem sequer ousar agir.” A sua providência ordenará as coisas para o consolo do seu povo. Ele se manifestará para a alegria deles e para a vergonha dos que os maltratam e pisam. Estes se envergonharão do ódio que tiveram contra os fiéis.

Isso se cumpriu quando sinais mostraram que Jerusalém estava prestes a ser destruída. Então os judeus ficaram tomados de medo, mas os discípulos de Cristo, que eles tinham odiado e perseguido, ergueram a cabeça com alegria, porque sua redenção estava próxima (Lucas 21:26, 28). Mesmo quando Deus parece se esconder, no tempo certo ele se mostrará.

A ajuda de Deus também fará grande ruído no mundo (Isaías 66:6). Haverá uma voz de alvoroço vinda da cidade e do templo. Alguns entendem isso como o som alegre e vitorioso dos amigos da igreja. Outros veem como o grito cheio de medo dos inimigos dela, pegos de surpresa na cidade e correndo ao templo em busca de segurança, sem que isso lhes aproveite. Em qualquer caso, essas vozes são apenas o eco da voz do Senhor, que está retribuindo aos seus inimigos. Os que não quiseram ouvir o aviso de terror vindo da parte dele ouvirão então os gritos assustadores que esse terror provoca.

Podemos imaginar a confusão que encheu a cidade e o templo quando Jerusalém foi finalmente tomada pelos romanos, depois de um longo cerco. Alguns entendem que esta profecia também se cumpriu nos sinais que precederam aquela destruição, como Joséfo relata em sua história da guerra dos judeus. Ele diz que as portas do templo se abriram de repente, que os sacerdotes ouviram um som de movimento no santo dos santos e então uma voz dizendo: “Vamos partir daqui”. Algum tempo depois, um homem chamado Jesus, filho de Ananias, percorreu a cidade durante a festa dos tabernáculos, clamando: “Uma voz do oriente, uma voz do ocidente, uma voz dos quatro ventos, uma voz contra Jerusalém e contra o templo, uma voz contra todo este povo”.

Deus também estabelecerá para si uma igreja no mundo, e ela logo ficará cheia de muitas pessoas (Isaías 66:7). “Antes que estivesse de parto, deu à luz.” Num primeiro sentido, isso aponta para o retorno dos judeus da Babilônia, que aconteceu de modo muito fácil e tranquilo. Não houve dores nem lutas como houve no êxodo do Egito. Aquele primeiro livramento foi realizado com grande poder (Deuteronômio 4:34), mas este foi feito pelo Espírito do Senhor dos Exércitos (Zacarias 4:6). O livramento é recebido como uma criança recém‑nascida, e no entanto a mãe não passou pelas dores do parto. Antes que viessem as dores, ela deu à luz.

Isso é espantoso, incomum e sem paralelo, salvo o caso mencionado pelas parteiras egípcias, que disseram que as mulheres hebreias eram tão vigorosas que davam à luz antes que as parteiras chegassem (Êxodo 1:19). Mas pode a terra produzir seus frutos em um só dia? Não. São necessárias semanas de crescimento na primavera para renovar a terra e cobri‑la de fruto.

Alguns entendem isso junto com a cláusula seguinte: “Porventura em um só dia nascerá uma terra? Ou nascerá uma nação de uma só vez?” Seria provável que uma mulher desse à luz tantos filhos de uma só vez a ponto de encher um país, e que esses filhos crescessem instantaneamente? Não. Algo semelhante só aconteceu na criação; desde então, Deus descansou de tais atos diretos e permite que as causas ordinárias produzam seus efeitos lentamente. Ele não age de forma súbita e contra a ordem natural.

Mas, nesse caso, assim que Sião sentiu as dores, deu à luz. Mal o decreto de Ciro foi proclamado, os cativos já se ajuntaram em corpo e se dispuseram a voltar para sua própria terra. A razão disso é dada mais adiante, em Isaías 66:9: trata‑se da obra do Senhor. Ele completa o que começa. Se ele traz o seu povo até o momento do parto, ao prepará‑lo para o livramento, também o fará atravessar esse momento quando o livramento chegar.

Quando tudo está pronto para a libertação, e o tempo do cativeiro está completo, deixaria Deus que mãe e filho perecessem juntos? Isso não condiz com a sua misericórdia. Começaria ele uma obra e falharia em completá‑la? Isso não condiz com o seu poder nem com a sua perfeição. “Eu que faço nascer, não farei dar à luz?” Se Deus faz com que todas as criaturas vivas se multipliquem e encham a terra, iria ele impedir a frutificação de Sião? Não a fará antes fecunda com uma família bendita que encha a igreja? Ou: “Eu que faço começar a nascer, hei de deter‑me antes que nasça?”

Deus planejou e prometeu esse livramento, e certamente o levaria à plena realização. Mas isso também aponta para o estabelecimento da igreja cristã no mundo e para o crescimento daquela família que receberia o nome de Jesus Cristo. Quando o Espírito Santo foi derramado e o evangelho saiu de Sião, muitas pessoas foram convertidas em tempo muito curto, com muito menos esforço do que o resultado parecia exigir. Os apóstolos, antes mesmo de terem trabalhado longamente, já viam brotar muitos convertidos, e os filhos nascidos para Cristo eram tantos, e vinham de modo tão repentino e fácil, que se pareciam mais com o orvalho da manhã do que com filhos vindos do ventre de uma mãe (Salmo 110:3).

O sucesso do evangelho foi admirável. Aquela luz, como a aurora, se espalhou de modo notável até alcançar os confins da terra. Cidades e nações inteiras nasceram para Cristo de uma só vez. No mesmo dia em que o Espírito foi derramado, três mil almas foram acrescentadas à igreja. E, uma vez começada essa obra gloriosa, ela prosseguiu de modo maravilhoso, além do que se poderia imaginar, enquanto a palavra de Deus crescia poderosamente e prevalecia.

Aquele que leva as pessoas à convicção de pecado também as conduz até uma plena conversão a Deus.

Elas também devem saber que suas tristezas presentes em breve se transformarão em alegria transbordante (Isaías 66:10, Isaías 66:11). Note primeiro como os amigos de Sião são descritos: são os que a amam e que se entristecem com ela e por ela. Todos os que amam a Deus amam Jerusalém. Amam a igreja de Deus e guardam o seu bem muito perto do coração. Admiram a beleza da igreja, têm prazer em sua comunhão e apoiam com sinceridade a sua causa.

Os que verdadeiramente se importam com a igreja também sentem profunda simpatia por ela em todas as aflições e tristezas da sua vida presente no mundo. Eles choram por ela. Todos os seus sofrimentos se tornam também sua dor. Se Jerusalém está em angústia, é como se suas harpas fossem penduradas nos salgueiros. Eles participam de sua tristeza.

Mas são encorajados: “Alegrai-vos com ela, e outra vez digo: alegrai-vos.” Isso mostra que Jerusalém terá bons motivos para se alegrar. Seus dias de luto vão terminar, e ela será consolada na medida do tempo em que sofreu. É vontade de Deus que todos os seus amigos participem de sua alegria, porque eles tomarão parte nas bênçãos que lhe trazem júbilo. Se sofremos com Cristo e nos entristecemos com a sua igreja, também reinaremos com ele e nos alegraremos com ela.

Aqui somos chamados a tomar parte nos louvores da igreja: “Vinde, alegrai-vos com ela, alegrai-vos com grande alegria, alegrai-vos intensamente, e sabei por que vos alegrais. Alegrai-vos nos dias separados para ações de graças públicas.” Vocês que se entristeceram com ela em sua dor não podem deixar de se alegrar com ela em sua alegria, se o mesmo Espírito está em vocês.

Somos também chamados a tomar parte nos consolos da igreja. Devemos “mamar e saciar-nos dos peitos de suas consolações”. A Palavra de Deus, a aliança da graça – especialmente as suas promessas –, as ordenanças de Deus e todas as oportunidades de estar diante dele e ter comunhão com ele são os peitos das consolações da igreja. Ali seu consolo está guardado, e pela fé e pela oração é recebido.

Por isso devemos tirar desses peitos, aplicando as promessas de Deus a nós mesmos e frequentando fielmente suas ordenanças. E com o consolo que recebemos ali devemos ficar satisfeitos, ainda que tenhamos muito pouco conforto terreno. A glória da igreja é que o Senhor é o seu Deus e que a ela pertencem a adoção e o serviço de Deus. Devemos ter prazer na plenitude dessa glória. Devemos encontrar mais alegria em nosso relacionamento com Deus e em nossa comunhão com ele do que em todos os prazeres da vida humana. Tudo o que pertence à glória da igreja deve ser também a nossa glória e a nossa alegria, especialmente sua pureza, sua unidade e seu crescimento.

Aquele que faz esse chamado à alegria também lhes dará tanto o motivo quanto o coração para se alegrarem (Isaías 66:12-14). Primeiro, ele lhes dará o motivo. Eles desfrutarão de um longo e contínuo tempo de prosperidade: “Estenderei para ela a paz como um rio.” Isto é, todo bem lhe fluirá em um curso constante, aumentando sempre, até ser engolido pelo oceano.

Onde quer que o evangelho seja recebido em seu poder, ele traz esse tipo de paz. Ela continua correndo como um rio, suprindo a alma com todo bem e tornando-a frutífera, assim como um rio torna fértil a terra por onde passa. É um rio de paz que os confortos do mundo não podem produzir, que as tribulações do mundo não podem deter nem fazer retroceder, e que as areias do mundo não podem obstruir. Ele nos levará adiante até o oceano de bem-aventurança infinita e sem limites.

Haverá também grandes e úteis acréscimos à igreja: “A glória dos gentios virá a ela como um ribeiro transbordante.” Crentes dentre os gentios acorrerão à igreja, acrescentando à sua paz e prosperidade. Eles trarão consigo a sua glória, suas riquezas e honra, seu poder e influência, tudo entregue ao serviço de Deus e usado para o bem da igreja. Então vocês hão de mamar dos peitos de suas consolações.

Quando virem essas multidões correndo para participar desses consolos, vocês mesmos devem se mostrar ainda mais prontos e diligentes em assegurar a sua própria parte. Não temam que a vinda de outros a Cristo deixe menos para vocês. Não há perigo disso, porque ele tem o suficiente para todos e o suficiente para cada um. Pelo contrário, o zelo deles deve despertar em vocês um santo desejo, e isso é coisa boa (Romanos 11:14; 2 Coríntios 9:2).

Deus será glorificado em tudo isso, e isso deve ser para nós alegria maior do que qualquer outra (Isaías 66:14). “A mão do Senhor” será vista sobre seus servos, isto é, sua mão poderosa que protege e sustém, e sua mão generosa que dá com abundância. O auxílio que seus servos recebem de ambas trará glória para ele e bem para eles. Para tornar isso ainda mais impressionante, ele também mostrará sua ira contra seus inimigos. Sua misericórdia e sua justiça serão ambas tornadas visíveis e para sempre honradas.

Deus não lhes dará apenas motivos para se alegrarem, mas lhes falará ao coração palavras de consolo. Ele falará ao íntimo, e só ele pode fazer com que o consolo ali se fixe e permaneça. Veja o que ele faz para o conforto de todos os filhos de Sião, isto é, o povo de Jerusalém e o povo de Deus em geral. Sua terra será como uma ama carinhosa. Eles serão carregados ao colo, nos braços, como criancinhas, e embalados com ternura em seus joelhos como um filho querido que precisa de consolo e descanso. Os que se unem à igreja devem ser tratados com esse tipo de afeto. O grande Pastor junta os cordeirinhos em seus braços e os leva junto ao peito, e os pastores menores devem fazer o mesmo, para que os fracos não desanimem. Novos crentes devem ser tratados como hóspedes especiais.

O próprio Deus será o seu forte Consolador. “Como a mãe consola o filho” quando ele está enfermo, ferido ou triste, assim ele os consolará. Não usará apenas as palavras sábias de um pai, mas também o cuidado terno e a profunda compaixão de uma mãe amorosa, que se angustia pelo filho ferido, procura acalmá-lo e aliviar sua dor. Mesmo depois da correção, seu coração permanece enternecido para com a criança. Assim Deus diz: “Desde que falei contra ele, ainda me lembro dele constantemente; por isso minhas entranhas se comovem por ele; deveras me compadecerei dele, diz o Senhor” (Jeremias 31:20). É desse modo que a mãe consola. É desse modo que eles serão consolados em Jerusalém, por meio das bênçãos concedidas à igreja e das ações de graças ali oferecidas, das quais participarão.

Eles também sentirão em seus próprios corações os benditos efeitos desse consolo (Isaías 66:13). Quando virem quão felizmente a igreja é restaurada, sua língua, seu rosto e seu coração se alegrarão. Isso se cumpriu na profunda alegria que os discípulos de Cristo sentiram quando o seu ministério teve êxito. Olhando para isso, Cristo lhes disse: “O vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém vo-la tirará” (João 16:22). Então seus ossos, que estavam ressequidos e abatidos, como se lhes faltasse força, receberão nova vida e vigor e crescerão como erva fresca. O consolo de Deus alcança o homem interior. Ele refrigera e fortalece todo o ser, como tutano e umidade para os ossos (Provérbios 3:8). Os ossos são a força do corpo, e esses consolos farão essa força florescer de novo. A alegria do Senhor será a sua força (Neemias 8:10).

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