Versículo em destaque
Isaías 57:3 - Significado e aplicação
Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje
Tradução: Almeida Corrigida Fiel
" Mas chegai-vos aqui, vós os filhos da agoureira, descendência adulterina, e de prostituição. "
Isaías 57:3
Versículo no contexto
Entender os versículos ao redor evita interpretações incorretas:
1 Perece o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal.
2 Entrará em paz; descansarão nas suas camas, os que houverem andado na sua retidão.
3 Mas chegai-vos aqui, vós os filhos da agoureira, descendência adulterina, e de prostituição.
4 De quem fazeis o vosso passatempo? Contra quem escancarais a boca, e deitais para fora a língua? Porventura não sois filhos da transgressão, descendência da falsidade,
5 Que vos inflamais com os deuses debaixo de toda a árvore verde, e sacrificais os filhos nos ribeiros, nas fendas dos penhascos?
Explore estudos bíblicos guiados
Sessões estruturadas com notas, perguntas e insights de orientadores
As Bem-Aventuranças (5 Dias)
Cinco encontros curtos com as bênçãos de Jesus e o caráter do reino de Deus.
Prévia da sessão 1:
Bem-Aventurados os Humildes e os que Choram
6 min
Salmos de Consolo (5 Dias)
Cinco encontros curtos nos Salmos, pensados para dias pesados em que há pouco tempo e pouca energia.
Prévia da sessão 1:
O Cuidado do Pastor
5 min
Crie uma conta grátis para salvar notas, acompanhar progresso e desbloquear todas as sessões
Criar conta grátisComentário Bible Guided
Aqui temos uma acusação muito séria – e totalmente justa – contra aquela geração perversa da qual Deus retirou o seu povo justo, porque o mundo não era digno deles. Primeiro, observe o nome geral dado a eles em (Isaías 57:3). São chamados a se aproximar e ouvir a acusação, como se estivessem em um tribunal, sendo denunciados como filhos de uma agoureira, filhos de um adúltero e de uma prostituta. Isso significa que eram marcados pelo mesmo tipo de pecado, e também que herdaram padrões de pecado daqueles que vieram antes deles.
O pecado é comparado à feitiçaria e ao adultério porque afasta a pessoa de Deus e a entrega à lealdade ao diabo. São chamados filhos da desobediência. O profeta, em essência, diz: “Cheguem aqui, e eu lhes direi o destino de vocês. A morte traz paz e descanso para o justo, mas não para vocês. Vocês são filhos de rebeldia, uma raça falsa” (Isaías 57:4). Esse tipo de pecado havia se tornado parte deles, estava entranhado em sua natureza desviar-se de Deus e tratar com falsidade o Senhor (Isaías 48:8).
A segunda parte da acusação nomeia seus pecados específicos. Primeiro, zombavam de Deus e da sua palavra. São chamados de geração de escarnecedores (Isaías 57:4). Talvez pensassem que estavam apenas insultando os pobres profetas, homens que julgavam sem valor, mas na verdade estavam zombando do próprio Deus, que os havia enviado e lhes dado a sua mensagem. Zombar dos mensageiros do Senhor foi um dos piores pecados de Jerusalém, porque Deus considerava o que era feito a eles como feito a ele mesmo.
Quando eram corrigidos por seus pecados e advertidos sobre os juízos de Deus, respondiam com gestos rudes e desprezo. Faziam troça daquilo que deveria torná-los sérios, e riam daquilo que deveria humilhá-los. Torciam a boca para os profetas e lhes mostravam a língua, desrespeitando-os mais do que tratariam o servo de um homem importante enviado em alguma missão. Aqueles que zombam de Deus e desafiam os seus juízos precisam lembrar a quem estão tratando com tamanha arrogância.
Em segundo lugar, eram culpados de idolatria. Esse foi o grande pecado do povo judeu antes do exílio, embora o sofrimento depois os tenha curado disso. Nos dias de Isaías, era algo disseminado, como se vê na terrível idolatria sob Acaz e Manassés, reis de Judá, a quem este texto provavelmente se aplica de forma especial. Amavam os ídolos com uma paixão insensata, como pessoas inflamadas por concupiscência pecaminosa. Eram obcecados pelos ídolos, e o culto que lhes prestavam só fazia esse fogo arder ainda mais.
Prestavam culto aos seus ídolos debaixo de toda árvore verde, a céu aberto ou à sombra. Mas a beleza das árvores não os levava ao Deus que fez as árvores. Ao contrário, puxava-os ainda mais para longe dele. As próprias coisas na criação, que deveriam conduzi-los a Deus, tornaram-se um laço. O zelo deles pelos falsos deuses deveria nos envergonhar quando pensamos em quão frios e descuidados muitas vezes somos no culto ao Deus verdadeiro.
A idolatria deles também era cruel. Matavam seus filhos e os ofereciam em sacrifício aos ídolos, não só no vale de Hinom, onde essa prática terrível se concentrava, mas em outros vales também, e até debaixo de rochedos, em lugares escuros e solitários, próprios para obras das trevas. Nunca se davam por satisfeitos. Imaginavam que nunca tinham ídolos suficientes, nem gastavam o bastante em seu serviço.
Certa vez os sírios pensaram que o Deus de Israel era Deus dos montes, mas não dos vales (1 Reis 20:28). Esses idólatras queriam ambos, por garantia. Tinham deuses dos vales também, adorados nos lugares baixos, à beira das águas (Isaías 57:6). Se achavam uma pedra lisa, ainda que estivesse ali apenas como marco, já se dispunham a adorá-la, assim como mais tarde alguns passaram a tratar certos objetos religiosos. Ou, em vales pedregosos, erguiam seus próprios deuses e os chamavam de sua porção, aquilo que haviam escolhido como sorte, do mesmo modo que o povo de Deus escolhe o Senhor como a sua porção.
Mas esses deuses de pedra não seriam melhores do que as pedras lisas do ribeiro próximo. Às vezes adoravam até os próprios rios. Os falsos deuses em que confiavam seriam justamente aquilo que os deixaria miseráveis. Eis a loucura dos pecadores, que escolhem para si as pedras lisas do ribeiro como porção, quando poderiam ter as pedras preciosas da Jerusalém de Deus e o éfode do sacerdote, as vestes sagradas do sumo sacerdote, como herança.
Tendo tomado esses ídolos como sua sorte e porção, não poupavam despesas para honrá-los. Derramavam libações e ofereciam ofertas de cereais a eles, como se esses ídolos lhes tivessem dado comida e bebida. Amavam seus ídolos mais do que seus filhos, pois tiravam da própria mesa para encher os altares dos falsos deuses. Se de fato tomamos o Deus vivo como nossa porção, sirvamo-lo com nosso comer e beber, não recusando os alimentos, mas comendo e bebendo para a sua glória.
No meio disso, o Senhor expressa sua justa indignação: “Hei de eu consolar-me com isto?” Pode alguém esperar que Deus se agrade deles ou aceite o culto deles em seu altar, quando usam os dons dele para servir a Baal? Deus se agrada do seu povo quando este lhe é fiel. Mas que consolo pode ter naqueles que deveriam se opor aos ídolos do mundo e, em vez disso, se aliam a eles? Deveria ele ter compaixão de tais pessoas, ou voltar atrás na decisão de puni-las? Não podem esperar que ele os poupe ou diminua o juízo, quando o provocam tanto. “Não hei de castigar por causa destas coisas?” (Jeremias 5:7, Jeremias 5:9).
Eles também tinham deuses dos montes (Isaías 57:7). Sobre um monte alto e elevado, como se quisessem competir com o Alto e Sublime (Isaías 57:15), prepararam o seu leito, isto é, seu ídolo e seu altar. Era o leito da sua impureza, onde cometiam adultério espiritual com toda a sem-vergonhice da idolatria, quebrando a aliança do seu Deus.
Subiam até lá de boa vontade, embora a subida fosse penosa, para oferecer sacrifícios. Alguns entendem que isso mostra quão ousados se haviam tornado em sua idolatria. No começo, talvez sentissem alguma vergonha ao cultuar ídolos em vales e lugares escondidos. Mas logo perderam até essa vergonha e passaram a adorar nos altos montes. Já não se envergonhavam, nem sabiam mais corar.
Como se não bastasse, também tinham deuses domésticos, ídolos particulares. Atrás das portas e das ombreiras, onde a lei de Deus deveria estar escrita para lembrá-los do seu dever, puseram lembranças dos seus ídolos (Isaías 57:8). Faziam isso não apenas para manter os ídolos diante de si mesmos, pois já estavam bem apegados a eles, mas também para mostrar aos outros o quanto lhes eram devotados. Queriam que até seus filhos se lembrassem deles e crescessem respeitando esses deuses sem valor.
A idolatria deles não era apenas constante; era pública. Endureceram-se no mal e adoravam seus ídolos abertamente, sem vergonha do pecado e sem medo de castigo. Iam aos templos idólatras tão publicamente e em multidões tão grandes quanto antes iam à casa de Deus. Eram como uma prostituta desavergonhada, que se entrega às claras a outro que não é o marido, e assume abertamente outra religião em lugar da verdadeira. Chegavam até a se orgulhar de conquistar outros para seus ídolos, ampliando seus templos e fazendo-os maiores do que aqueles que copiavam, como Acaz, rei de Judá, que copiou o altar de Damasco (2 Reis 16:10).
Estavam tão profundamente presos à idolatria que não podiam ser facilmente separados dela. Efraim, o reino do norte, estava ligado aos ídolos tanto em afeto quanto em acordo. Em acordo, haviam feito aliança com os ídolos e com os idólatras, como quem decide viver e morrer junto com eles. Isso era rejeitar por completo a aliança com Deus e assumir, às claras, a decisão de continuar se afastando dele. Em afeto, amavam qualquer templo de ídolos que viam. Por isso, foram justamente entregues aos desejos do próprio coração.
Outro pecado lançado contra eles foi a confiança em ajuda estrangeira e a busca de alianças com poderes gentios (Isaías 57:9). “Foste ao rei” – alguns entendem aqui o ídolo a que prestavam culto, especialmente Moloque, pois esse nome significa “rei”. Nesse caso, o sentido é que fizeram de tudo para ganhar o favor do ídolo, oferecendo incenso e perfumes agradáveis nos seus altares. Ou isso pode se referir ao rei da Assíria, a quem Acaz, rei de Judá, recorreu, ou ao rei da Babilônia, cujos mensageiros Ezequias recebeu. Pode também apontar para outros reis das nações, cujos costumes idólatras admiravam e queriam imitar. Por essa razão, foram e enviaram mensageiros para firmar laços com eles, desejando tornar-se semelhantes a eles e fortalecer-se por meio de alianças.
Pense no preço que eles pagaram para fazer e garantir essa grande aliança. Foram com unguentos e perfumes, seja para parecerem mais importantes, seja para oferecer presentes àqueles cujo favor desejavam. Um presente costuma abrir caminho e levar uma pessoa à presença dos grandes. Quando a primeira oferta de ricos perfumes pareceu pequena, acrescentaram mais. Muitos ainda hoje buscam o favor dos governantes assim, esquecendo que, no fim, o juízo de cada pessoa vem do Senhor. Estavam tão ansiosos pela amizade desses príncipes pagãos que não apenas iam pessoalmente aos que estavam perto, mas também enviavam mensageiros aos que estavam longe (Isaías 18:2).
Agindo assim, rebaixaram-se e jogaram fora a honra de sua nação. Fizeram isso por meio de sua idolatria. É vergonhoso para seres humanos, dotados de razão, adorarem como deus algo que eles mesmos fabricaram com as próprias mãos ou imaginaram, inclinando-se diante de um pedaço de madeira. É muito pior quando o povo de Deus, que tem o dom da revelação divina, se afasta do Deus que conhece e escolhe mentiras sem valor em lugar das suas misericórdias. Eles também se humilharam ao se curvarem diante de seus vizinhos pagãos e dependerem deles, embora tivessem um Deus todo‑suficiente, que havia feito aliança com eles. Envergonharam-se profundamente e foram ao fundo quando abandonaram a fonte de água viva por cisternas rachadas e a rocha eterna por canas quebradas. Os pecadores sempre se degradam. O serviço do pecado é uma escravidão vergonhosa, e quem se rebaixa até o inferno, com justiça terá ali a sua parte.
O pecado se torna ainda mais grave porque eles já estavam cansados pela decepção de seus maus caminhos, e ainda assim não queriam reconhecer quão tolos eram esses caminhos (Isaías 57:10). “Na tua comprida viagem te cansaste.” Eles haviam tomado para si uma tarefa enorme: tentar encontrar verdadeira satisfação e felicidade no que é vazio e falso. Aqueles que colocam ídolos no lugar de Deus como centro do culto, e príncipes no lugar de Deus como fonte de esperança e confiança, dão voltas intermináveis e nunca chegam ao alvo. Alguns entendem como: “Tu te cansaste na multidão dos teus caminhos.” Quem abandona o único caminho certo vagueia sem fim por mil desvios e se perde em todos os esquemas que inventa.
Eles se desgastam em esforços repetidos, mas nunca alcançam aquilo que procuram. São como os homens de Sodoma, que se cansaram tentando achar a porta (Gênesis 19:11) e mesmo assim não conseguiram. Os prazeres do pecado logo se tornam enjoativos, mas nunca satisfazem. A pessoa pode cansar-se depressa ao persegui-los, mas jamais descansa ao desfrutá-los. Israel já havia aprendido isso pela experiência. Os ídolos que tantas vezes adoraram nunca os ajudaram, e os reis que cortejaram só lhes trouxeram problemas e nenhum socorro. Ainda assim, estavam tão cegos que não conseguiam dizer: “Não há esperança.” Não admitiam que era inútil continuar esperando satisfação em confiar nas criaturas e na idolatria, depois de tantos fracassos.
O primeiro passo rumo a uma verdadeira esperança em Deus e a uma firme decisão de servi-lo é desistir de buscar felicidade nas coisas criadas. São indesculpáveis aqueles que enxergaram claramente o vazio da criatura e, mesmo assim, se recusam a dizer: “Não há esperança de ser feliz longe do Criador.”
Embora soubessem que seu caminho era pecaminoso, não conseguiam sentir pesar por isso. Encontraram algum prazer imediato e algum ganho terreno nele, e isso tornou o arrependimento difícil. “Achaste a vida da tua mão”, isto é, o sustento e a facilidade que esse caminho parece te dar; por isso te vanglorias de que tudo vai bem, e não sentes tristeza. É como o orgulho de Efraim, quando disse: “Todavia eu tenho enriquecido, e adquirido para mim grandes bens” (Oséias 12:8). A prosperidade no pecado é uma grande barreira para o abandono do pecado. Quem vive confortavelmente em seus planos pecaminosos é tentado a pensar que Deus o favorece e, assim, imagina não ter de que se arrepender.
Alguns entendem essas palavras como ironia, ou mesmo como pergunta: “Achaste a vida da tua mão, foi? Achaste a verdadeira felicidade, foi?” Assim, o sentido fica claro. Estás tão longe de te afligires pelo pecado que chegas a te abençoar no teu próprio erro. Mas olha de novo para os teus ganhos e perdas, e pergunta que proveito real tiras daquilo que deveria ser tua vergonha e que Deus há de julgar (Romanos 6:21).
Eles também trataram muito mal a Deus com o seu pecado. Ao que parece, alegavam que se afastaram porque Deus era severo demais, alto demais, e queriam deuses com quem fosse mais fácil lidar. Mas Deus pergunta: “De quem tiveste tanto medo, que mentiste, procedeste falsamente e traiçoeiramente contra mim, e quebraste a fé de tuas promessas e orações? O que eu fiz para te espantar e afastar? Que motivo te dei para pensares mal de mim, a ponto de ires procurar um senhor mais bondoso?” Em termos simples, estavam inventando desculpas para abandonar a Deus.
No entanto, a verdade mais profunda é que não tinham nenhuma reverência real por Deus. Assim, a pergunta pode ser entendida deste modo: “A quem temes? A ninguém, porque não me temes a mim, que sou aquele a quem deverias temer, e mentiste para mim.” Quem finge diante de Deus mostra que não está tomado de santo temor diante dele. Eles também o haviam esquecido, esquecendo tanto o que ele dissera quanto o que fizera, tanto suas promessas como suas advertências, e todas as maneiras pelas quais os havia guardado. Não puseram essas coisas no coração. Quem não leva a sério a palavra e as obras de Deus mostra que não o teme. Muitos são arruinados por esse tipo de descuido. Não temem, não se lembram e não refletem como deveriam.
Pior ainda, a paciência de Deus os encorajou a pecar mais. Ele havia se calado por muito tempo e, enquanto permanecia em silêncio, eles continuavam pecando. Porque ele não castigou logo, agiram como se nunca fosse castigar (Eclesiastes 8:11). Já que Deus se manteve em paz, o pecador imaginou que Deus era como ele mesmo e não sentiu nenhum temor.
Mas Deus ainda assim os chamaria a prestar contas, embora tivesse suportado por tanto tempo. Ele diz: “Eu declararei”, como nas palavras: “Arguir-te-ei” (Salmo 50:21). “Declararei a tua justiça”, aquela justiça de que te glorias e exibas ao mundo, e mostrarei, a todos e a ti mesmo, que ela é falsa. Quando for examinada, se mostrará injustiça, sem sinceridade em nenhuma de tuas alegações. “Declararei as tuas obras”, o que de fato foram e qual o ganho que dizes ter tirado delas, e se verá que, no fim, não te trazem nenhum proveito real. Obras pecaminosas são obras das trevas. Não há verdadeira razão nem retidão nelas, nem ganho duradouro. Por mais que pareçam vantajosas por algum tempo, um dia serão mostradas como realmente são. O pecado não traz lucro. Ele arruína e destrói.
Como a sua IA cristã pode ajudar
Explore as Escrituras e a vida por uma perspectiva cristã
Estudo bíblico
Orientação para a vida
Apoio em oração
Sabedoria diária
Faça 3 perguntas grátis por semana. Não é necessário cartão de crédito. Ver planos
Deste capítulo
Isaías 57:1
"Perece o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal."
Isaías 57:2
"Entrará em paz; descansarão nas suas camas, os que houverem andado na sua retidão."
Isaías 57:4
"De quem fazeis o vosso passatempo? Contra quem escancarais a boca, e deitais para fora a língua? Porventura não sois filhos da transgressão, descendência da falsidade,"
Isaías 57:5
"Que vos inflamais com os deuses debaixo de toda a árvore verde, e sacrificais os filhos nos ribeiros, nas fendas dos penhascos?"
Isaías 57:6
"Nas pedras lisas dos ribeiros está a tua parte; estas, estas são a tua sorte; sobre elas também derramaste a tua libação, e lhes ofereceste ofertas; contentar-me-ia eu com estas coisas?"
Isaías 57:7
"Sobre o monte alto e levantado pões a tua cama; e lá subiste para oferecer sacrifícios."
Oração diária
Receba uma reflexão bíblica diária por e-mail
Comece cada manhã com um versículo, uma oração e um próximo passo simples.
Aviso importante: Esta orientação bíblica não substitui cuidados profissionais de saúde mental. Se você estiver com sintomas de crise, ligue para 188 (CVV) no Brasil ou 988 nos EUA, ou procure ajuda profissional imediatamente.
Bible Guided oferece orientação baseada na fé e deve complementar, não substituir, apoio terapêutico profissional.