Versículo em destaque
Romanos 5:6 - Significado e aplicação
Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje
Tradução: Bíblia BibleGuided — Português Brasileiro
" De fato, quando ainda éramos fracos, Cristo, a seu tempo, morreu pelos ímpios. "
Romanos 5:6
Versículo no contexto
Entender os versículos ao redor evita interpretações incorretas:
4 a paciência prova a fidelidade, e a fidelidade comprovada produz a esperança.
5 E a esperança não engana, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.
6 De fato, quando ainda éramos fracos, Cristo, a seu tempo, morreu pelos ímpios.
7 Com muita dificuldade, alguém aceitaria morrer por um justo; por um homem de bem, talvez alguém consentisse em morrer.
8 Mas eis aqui uma prova brilhante do amor de Deus por nós: quando ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós.
Explore estudos bíblicos guiados
Sessões estruturadas com notas, perguntas e insights de orientadores
As Bem-Aventuranças (5 Dias)
Cinco encontros curtos com as bênçãos de Jesus e o caráter do reino de Deus.
Prévia da sessão 1:
Bem-Aventurados os Humildes e os que Choram
6 min
Salmos de Consolo (5 Dias)
Cinco encontros curtos nos Salmos, pensados para dias pesados em que há pouco tempo e pouca energia.
Prévia da sessão 1:
O Cuidado do Pastor
5 min
Crie uma conta grátis para salvar notas, acompanhar progresso e desbloquear todas as sessões
Criar conta grátisComentário Bible Guided
Aqui o apóstolo mostra a fonte e o fundamento da justificação, firmados na morte do Senhor Jesus. Os “riachos” são doces, mas, se os seguimos até a nascente, encontraremos Cristo morrendo por nós. Todas essas bênçãos nos chegam por meio desse precioso fluxo do sangue de Cristo, e Paulo desenvolve essa verdade como prova do amor de Deus.
Ele faz isso apontando três coisas. Primeiro, as pessoas por quem Cristo morreu, em (Romanos 5:6-8). Segundo, os preciosos resultados de sua morte, em (Romanos 5:9-11). Terceiro, a comparação entre pecado e morte que vieram pelo primeiro Adão, e justiça e vida que vieram pelo segundo Adão, a partir de (Romanos 5:12) em diante.
Estávamos em uma condição triste quando Cristo morreu por nós. Estávamos “ainda fracos”, isto é, sem qualquer poder para nos ajudar. Estávamos perdidos, sem caminho claro de retorno, e nosso estado era miserável e, de certo modo, desesperador. Por isso se diz que nossa salvação veio “a seu tempo”. O tempo de Deus para salvar é quando aqueles que vão ser salvos não têm força alguma, para que seu próprio poder e sua graça sejam honrados com mais clareza (Deuteronômio 32:36).
Ele morreu pelos ímpios, não apenas por pessoas desamparadas que provavelmente pereceriam, mas por pecadores culpados que mereciam perecer. Não eram apenas fracos e inúteis, mas vis e ofensivos, indignos de tamanha bondade do Deus santo. Sendo ímpios, precisavam que alguém morresse por eles, para tratar de sua culpa e trazer justiça. Paulo apresenta isso como uma demonstração de amor sem igual, muito além do que os homens normalmente fazem (João 15:13-14).
Por meio de Cristo, nós, que cremos, recebemos agora a expiação, isto é, recebemos a reconciliação realizada pelo seu sacrifício. Os sacrifícios da lei apontavam para essa realidade, e ela é também penhor da nossa futura felicidade no céu. Crentes verdadeiros recebem a expiação por meio de Jesus Cristo. Receber a expiação significa uma real reconciliação com Deus na justificação, sendo considerados justos diante de Deus por causa da satisfação que Cristo deu pelo pecado. Primeiro, isso implica concordar com a expiação, aprovar o modo que Deus escolheu para salvar culpados por meio do sangue de Jesus crucificado, e estar disposto a ser salvo pela graça do evangelho e nos termos do evangelho. Em segundo lugar, implica tomar consolo na expiação, pois ela é a fonte e o fundamento do nosso gozo em Deus. Agora nos alegramos em Deus, e assim de fato recebemos a expiação, gloriando-nos nela. Deus aceitou a expiação; e, se nós a recebemos, a obra está consumada (Mateus 3:17; Mateus 17:5; Mateus 28:2).
O apóstolo então compara como o pecado e a morte vieram pelo primeiro Adão, e como a justiça e a vida vêm pelo segundo Adão, Cristo (Romanos 5:12 em diante). Isso ao mesmo tempo esclarece o seu ensino e mostra de modo poderoso o amor de Deus. Também consola os verdadeiros crentes, mostrando que a nossa queda e a nossa restauração se correspondem, e que Cristo tem um poder muito maior para nos fazer felizes do que Adão teve para nos fazer miseráveis. Para abrir essa verdade, devemos notar primeiro o princípio geral sobre o qual Paulo fundamenta o seu argumento: Adão foi figura daquele que havia de vir (Romanos 5:14), isto é, um modelo, um tipo daquele que viria. Por isso Cristo é chamado o último Adão (1 Coríntios 15:45; veja também 1 Coríntios 15:22).
Adão foi tipo de Cristo neste sentido: nos tratos de Deus com ele, e nos resultados desses tratos, Adão foi uma pessoa pública. Deus tratou com Adão, e Adão agiu, como pai comum, administrador, raiz e representante de todos os seus descendentes. Assim, o que ele fez nesse papel, agindo em nosso lugar, pode ser considerado como feito por nós nele; e o que lhe aconteceu pode ser considerado como acontecendo a nós nele. Do mesmo modo, Jesus Cristo, o Mediador, aquele que se interpõe entre Deus e os homens, agiu como pessoa pública, cabeça de todo o povo escolhido. Ele tratou com Deus por eles como seu Pai, administrador, raiz e representante; morreu por eles, ressuscitou por eles, entrou além do véu por eles, fez tudo por eles. Quando Adão caiu, caímos com ele. Quando Cristo obedeceu, obedeceu por nós. Assim, Adão foi figura daquele que havia de vir, daquele que veio reparar o dano que Adão causara.
Agora, olhando mais de perto o paralelo: Adão, como pessoa pública, trouxe pecado e morte a todos os seus descendentes (Romanos 5:12). Vemos o mundo inundado de pecado e de morte, cheio de mal e de sofrimento. Vale perguntar qual é a fonte que alimenta essa enchente, e a resposta é a corrupção da natureza humana. Ela entrou por meio do primeiro pecado de Adão. Foi por um homem, e pelo primeiro homem, que o pecado entrou no mundo. Se alguém tivesse vindo antes dele, estaria livre disso. Ele foi a raiz de quem todos nós procedemos.
Por meio dele o pecado entrou. Quando Deus declarou que tudo era muito bom (Gênesis 1:31), não havia pecado no mundo. O pecado entrou quando Adão comeu do fruto proibido. O pecado já havia entrado no mundo angélico, quando muitos anjos se rebelaram e deixaram o seu estado original, mas não havia entrado no mundo humano até que Adão pecasse. Então veio como inimigo, para matar e destruir, e como ladrão, para roubar e desnudar. Foi, de fato, uma entrada tristíssima. Junto com isso, veio a culpa do pecado de Adão imputada aos seus descendentes, e também uma corrupção geral e inclinação ao mal na natureza humana. A expressão pode significar: “em quem todos pecaram”. O pecado entrou no mundo por meio de Adão, porque nele todos pecaram. Assim como em 1 Coríntios 15:22 se diz que em Adão todos morrem, aqui se diz que nele todos pecaram. Isso está de acordo com a regra conhecida em todas as nações, de que os atos de uma pessoa pública são contados como atos daqueles que ela representa. O que o corpo todo faz, pode ser atribuído a cada membro desse corpo. Adão agiu assim como pessoa pública por designação soberana de Deus, e também por uma ordem natural estabelecida por Deus na criação. Deus, como autor da natureza, determinou como lei que os seres humanos gerassem filhos semelhantes a si mesmos, como acontece com as demais criaturas. Assim, em Adão, como num armazém comum, foi depositada toda a natureza humana, e dela se derivou para seus descendentes. Sendo toda a humanidade de um só sangue (Atos 17:26), o estado dessa natureza, firme ou caída, se transmite a partir dele. Adão pecou e caiu, logo a natureza humana se tornou culpada e corrompida, e é assim que é transmitida. Dessa forma, nele todos pecaram.
A morte veio por meio do pecado, pois a morte é o salário que o pecado merece. Quando o pecado é consumado, gera a morte. Quando o pecado entrou, a morte entrou com ele. Morte aqui representa toda a miséria que o pecado merece: morte física, morte espiritual e morte eterna. Se Adão não tivesse pecado, não teria morrido. A advertência era clara: “No dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2:17).
Assim, a morte passou, isto é, uma sentença de morte foi pronunciada, como sobre um criminoso. Ela passou por todos os homens, como uma doença contagiosa se espalhando por uma cidade, de modo que ninguém escapa. Esse é o destino comum da humanidade, sem exceções: a morte vem sobre todos. As tristezas cotidianas da vida humana provam isso com clareza. Paulo diz, em Romanos 5:14, que a morte reinou. Ele fala da morte como de um rei poderoso, cujo domínio é absoluto, universal e duradouro. Ninguém está isento do seu poder. Esse domínio subsistirá além de todo governo, poder e autoridade terrena, pois a morte é o último inimigo (1 Coríntios 15:26). Aqueles rebeldes que não se sujeitam a nenhum outro domínio não podem escapar deste.
Devemos isso tudo a Adão, pois o pecado e a morte nos chegaram por meio dele. É adequado dizer, como aquele homem piedoso que viu uma doença desfigurar o rosto de alguém: “Adão, que foi que fizeste?” Paulo também esclarece outro ponto: o pecado não começou com a lei de Moisés, mas já estava no mundo antes que essa lei fosse dada. Assim, a lei de Moisés não é a única regra de vida, porque já havia uma regra, e os homens já a haviam transgredido, antes de Moisés receber a lei. Isso também mostra que não podemos ser justificados perante Deus pela obediência à lei de Moisés, assim como não fomos condenados primeiramente por transgredi-la. O pecado já estava no mundo antes da lei, como se vê no homicídio de Caim, na impiedade antes do dilúvio e no pecado de Sodoma. Portanto, Paulo conclui que deve ter havido lei, pois o pecado não é levado em conta quando não há lei.
Pecado original significa uma falta de conformidade com a lei de Deus, e pecado atual significa uma transgressão direta dessa lei. Logo, todos os homens estavam debaixo de alguma lei. Paulo prova isso dizendo que a morte reinou desde Adão até Moisés (Romanos 5:14). A morte não poderia reinar se o pecado não tivesse antes estabelecido o seu trono. Isso mostra que o pecado estava no mundo antes da lei de Moisés, e também comprova o pecado original. A morte reinou até mesmo sobre os que não tinham cometido pecado atual, os que não tinham pecado à semelhança da transgressão de Adão, isto é, crianças que nunca praticaram mal pessoal, e ainda assim morreram porque o pecado de Adão lhes foi imputado.
Esse reinado da morte parece apontar especialmente para aqueles juízos severos e extraordinários que ocorreram muito antes de Moisés, como o dilúvio e a destruição de Sodoma, juízos que incluíram crianças. O fato de que crianças pequenas, que nunca cometeram pecado pessoal, estão sujeitas a doenças terríveis, acidentes e morte é forte prova do pecado original. Isso não se harmonizaria com a justiça e a retidão de Deus se elas também não fossem consideradas culpadas em Adão.
Da mesma forma, Cristo, como representante público, dá justiça e vida a todos os verdadeiros crentes, que são seus filhos espirituais. Aqui Paulo mostra não apenas onde está a semelhança entre Adão e Cristo, mas também, e sobretudo, como a graça e o amor de Cristo ultrapassam em muito a culpa e o dano vindos de Adão. A semelhança é expressa de modo mais completo em Romanos 5:18 e 5:19. Pela ofensa e desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, e o juízo veio sobre todos os homens para condenação.
Devemos notar aqui que o pecado de Adão foi desobediência a um mandamento claro e direto. Era também um mandamento dado como prova. O que ele fez era mal justamente porque Deus o havia proibido. Aquele ato aparentemente pequeno abriu a porta para muitos outros pecados. O veneno do pecado é muito forte e de alcance profundo; caso contrário, o pecado de Adão não poderia ter se espalhado tanto, nem corrido tão fundo e por tanto tempo. Quem imaginaria que pudesse haver tanto mal no pecado?
Pelo pecado de Adão, muitos foram constituídos pecadores, isto é, todos os seus descendentes. São chamados de “muitos” em contraste com o “um” que pecou. “Constituídos pecadores” quer dizer que foram colocados, por um ato judicial, nesse estado, como se já estivessem condenados pela lei. O juízo veio para condenação sobre todos os que foram feitos pecadores pela desobediência de Adão. Somos primeiro achados culpados e, então, condenados. Toda a humanidade está debaixo de uma sentença, como uma família inteira debaixo de uma maldição legal. O juízo já foi registrado contra nós no tribunal do céu, e, se não for revogado, certamente nos arrastará para a perdição eterna.
Da mesma forma, pela justiça e obediência de um só, Jesus Cristo, o segundo Adão, muitos são constituídos justos, e o dom gratuito alcança a todos. Paulo repete muitas vezes essa verdade porque ela é de extrema importância. A justiça de Cristo se manifesta por sua obediência. O primeiro Adão nos arruinou pela desobediência. O segundo Adão nos salva pela obediência, especialmente na sua obra de mediação, como nosso representante diante de Deus. Ele cumpriu toda a justiça e, em seguida, entregou a sua alma em oferta pelo pecado. Por essa obediência, conquistou justiça para nós, satisfez a justiça de Deus e abriu o caminho para entrarmos no favor divino.
O resultado é um dom gratuito oferecido a todos, ou seja, oferecido de forma ampla e livre. A salvação que Cristo conquistou é uma salvação comum, no sentido de acessível. A oferta é geral, e o dom é gratuito. Quem quiser pode vir e tomar da água da vida. Esse dom gratuito torna-se a possessão de todos os que creem, levando à justificação da vida, isto é, a um estado justo diante de Deus que não só livra da morte, mas também confere direito à vida. Muitos também serão feitos justos, muitos em comparação com o único homem que pecou, ou todos os que pertencem ao propósito gracioso de Deus. Embora pareçam poucos, dispersos no mundo, serão uma grande multidão quando forem ajuntados. “Serão feitos justos” significa que serão formalmente considerados justos, como quem recebe uma carta de alforria ou um título legal. O contraste entre nossa ruína em Adão e nossa restauração em Cristo é bastante evidente.
A graça e o amor de Cristo também ultrapassam a culpa e a ira que vêm por Adão, como Paulo mostra em (Romanos 5:15-17). Ele faz isso para engrandecer as riquezas do amor de Cristo e para encorajar os crentes. Ao verem a profundidade da ferida causada pelo pecado de Adão, poderiam pensar que nenhum remédio completo é possível. A linguagem de Paulo é um pouco complexa, mas a ideia é clara: se a culpa e a ira são transmitidas, muito mais a graça e o amor serão transmitidos. Isso condiz com a bondade de Deus. Ele está mais disposto a salvar por meio de uma justiça imputada, isto é, uma justiça atribuída a nós, do que a condenar por uma culpa imputada. A graça de Deus, e o dom que dela procede, é maior. A bondade de Deus é, de modo especial, a sua glória. A misericórdia é aquilo que ele se mostra mais pronto a exercer, enquanto o castigo é sua “obra estranha”.
Se o pecado de Adão teve tanto poder para nos condenar, como sem dúvida teve, sendo ele apenas um homem terreno, muito maior é o poder da justiça e da graça de Cristo para nos justificar e salvar. O único homem que nos salva é Jesus Cristo, o Senhor do céu. Adão pôde espalhar um veneno fortíssimo, mas Jesus Cristo pode espalhar um remédio ainda mais poderoso.
A nós é imputada apenas uma ofensa de Adão. O juízo veio por um só, isto é, por uma só ofensa (Romanos 5:16, Romanos 5:17). Mas de Jesus Cristo recebemos a abundância da graça e o dom da justiça. O rio da graça e da justiça é mais profundo e mais largo do que o rio da culpa. Essa justiça faz mais do que remover a culpa daquele um pecado; ela remove a culpa de muitos pecados, de todos os pecados. Em Cristo, Deus nos perdoa todas as ofensas (Colossenses 2:13).
Pelo pecado de Adão, a morte reinou sobre nós. Pela justiça de Cristo, esse reinado da morte não apenas é quebrado, mas os crentes são também feitos reinar em vida (Romanos 5:17). Em Cristo recebemos mais do que um simples perdão. Recebemos também honra. Não somos apenas libertos das correntes, como José que foi exaltado no Egito, mas somos feitos reis e sacerdotes para o nosso Deus. Não somente perdoados, mas também levantados e exaltados (Apocalipse 1:5, Apocalipse 1:6; Apocalipse 5:9, Apocalipse 5:10). Por meio de Cristo e de sua justiça, são-nos concedidos privilégios maiores e mais numerosos do que aqueles que perdemos pela ofensa de Adão. A cura é mais ampla do que a ferida, e mais poderosa para sarar do que a ferida foi para ferir.
Nos dois últimos versículos, Paulo parece responder a uma objeção semelhante à de (Gálatas 3:19): “Para que, então, serve a lei?”. A resposta é que a lei entrou para que a ofensa abundasse. Isso não quer dizer que a lei, por si, tornou o pecado pior, exceto no sentido de que o pecado se aproveita do mandamento. Significa que a lei expôs o pecado em toda a sua feiura. Um espelho mostra as manchas, mas não as produz. Quando o mandamento veio, o pecado se tornou claro e visível, como o pó em um cômodo iluminado por uma luz mais forte. Foi como abrir e sondar uma ferida, o que é necessário antes que a cura possa começar. A ofensa, o pecado de Adão, e o modo como sua culpa e corrupção se estenderam até nós, tudo isso se tornou mais evidente com a vinda da lei.
A lei também veio para que a graça superabundasse. Os terrores da lei fazem as consolações do evangelho parecerem ainda mais doces. O pecado abundou entre os judeus, e, quando alguns deles creram em Cristo, a graça abundou ainda mais, perdoando tanta culpa e vencendo tanta corrupção. Quanto maior a força do inimigo, maior a glória do vencedor.
Paulo explica isso em (Romanos 5:21). O reinado de um tirano faz o governo de um príncipe justo e manso parecer ainda mais glorioso. Do mesmo modo, o reinado do pecado faz o reinado da graça brilhar com mais intensidade. O pecado reinou sobre nós conduzindo à morte, um domínio cruel e sangrento. Mas a graça reina conduzindo à vida, à vida eterna. Ela faz isso por meio da justiça: justiça imputada para justificação, isto é, sermos declarados justos diante de Deus, e justiça operada em nós para santificação, isto é, sermos feitos santos. Ambas vêm por Jesus Cristo, nosso Senhor, pelo poder e eficácia de Cristo, o grande profeta, sacerdote e rei da sua igreja.
Deste capítulo
Romanos 5:1
"Justificados, pois, pela fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo."
Romanos 5:2
"Por ele é que tivemos acesso a essa graça, na qual permanecemos firmes, e nos gloriamos na esperança de possuir um dia a glória de Deus."
Romanos 5:3
"Não somente isso, mas nos gloriamos até das tribulações. Pois sabemos que a tribulação produz a paciência,"
Romanos 5:4
"a paciência prova a fidelidade, e a fidelidade comprovada produz a esperança."
Romanos 5:5
"E a esperança não engana, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado."
Romanos 5:7
"Com muita dificuldade, alguém aceitaria morrer por um justo; por um homem de bem, talvez alguém consentisse em morrer."
Oração diária
Receba uma reflexão bíblica diária por e-mail
Comece cada manhã com um versículo, uma oração e um próximo passo simples.
Aviso importante: Esta orientação bíblica não substitui cuidados profissionais de saúde mental. Se você estiver com sintomas de crise, ligue para 188 (CVV) no Brasil ou 988 nos EUA, ou procure ajuda profissional imediatamente.
Bible Guided oferece orientação baseada na fé e deve complementar, não substituir, apoio terapêutico profissional.