Versículo em destaque

Salmos 66:1 - Significado e aplicação

Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje

Tradução: Bíblia BibleGuided — Português Brasileiro

Ao mestre de canto. Com instrumentos de corda. Salmo. Cântico.

Salmos 66:1

menu_book Versículo no contexto

auto_stories

Explore estudos bíblicos guiados

Sessões estruturadas com notas, perguntas e insights de orientadores

Micro-Study 5 dias

As Bem-Aventuranças (5 Dias)

Cinco encontros curtos com as bênçãos de Jesus e o caráter do reino de Deus.

Prévia da sessão 1:

Bem-Aventurados os Humildes e os que Choram

schedule 6 min

Micro-Study 5 dias

Salmos de Consolo (5 Dias)

Cinco encontros curtos nos Salmos, pensados para dias pesados em que há pouco tempo e pouca energia.

Prévia da sessão 1:

O Cuidado do Pastor

schedule 5 min

lock_open Crie uma conta grátis para salvar notas, acompanhar progresso e desbloquear todas as sessões

person_add Criar conta grátis

auto_stories Comentário Bible Guided

Nesses versículos, o salmista conclama todos a louvarem a Deus: todas as terras, toda a terra, todo o mundo, todos quantos podem louvá-lo (Salmo 66:1). Isso manifesta a glória de Deus, porque ele é digno de ser louvado por todos. Ele é bom para todos e dá a cada nação motivos para o louvar.

Isso também mostra o nosso dever. Todos os seres humanos são obrigados a louvar a Deus, pois isso faz parte da própria ordem da criação. Esse chamado também aponta para a conversão dos gentios, das nações não judaicas, à fé em Cristo. Viria um tempo em que todas as terras louvariam a Deus, e essa oferta de louvor seria apresentada em toda parte.

O salmista também revela seu próprio desejo alegre por essa obra. Ele quer louvar a Deus pessoalmente e anseia que todas as nações deem a Deus o que lhe é devido, não apenas Israel. Ele exorta todas as terras a fazerem um “júbilo” a Deus, um brado de alegria. A alegria santa deve encher o nosso louvor. Deus não aceita o barulho vazio na religião, como o dos hipócritas descritos em (Isaías 58:4), mas ainda assim o louvor deve ser sincero, fervoroso e público. Devemos servi-lo com todas as nossas forças e não ter vergonha de ser vistos louvando-o.

Ele também os chama a cantar com alegria e a cantar de modo que outros sejam edificados e o nome de Deus seja honrado (Salmo 66:2). O nome de Deus abrange tudo o que ele revelou sobre si mesmo. Aquilo que traz honra ao nome de Deus deve ser o conteúdo do nosso louvor. Assim, devemos tornar o seu louvor glorioso, tanto quanto nos for possível. Nossa mais alta honra é louvar a Deus, e a maior dignidade da criatura é ser um nome e um louvor para o Criador.

O salmista chama todas as terras a louvarem a Deus (Salmo 66:1), e também afirma que elas o farão (Salmo 66:4). Toda a terra o adorará. Isso alcança até os lugares mais distantes, porque o evangelho eterno será pregado a cada nação e povo, com esta mensagem: adorem aquele que fez o céu e a terra (Apocalipse 14:6-7). A palavra de Deus não voltará vazia. Ela levará pessoas, em todas as partes do mundo, a adorar a Deus e a cantar para ele.

Nos tempos do evangelho, Deus será adorado com salmos e cânticos. Cantarão a Deus, isto é, ao seu nome, à sua glória revelada. Em nosso louvor, não podemos acrescentar nada à sua glória essencial, ao que ele é em si mesmo, mas podemos honrá-lo pelo que ele nos fez conhecer.

Para nos dar conteúdo para o louvor, somos convidados a vir e ver as obras de Deus. As suas obras o louvam, quer nós o façamos ou não, e a razão pela qual o louvamos tão pouco é que não as observamos com atenção. Devemos contemplar suas obras e notar nelas a sua sabedoria, o seu poder e a sua fidelidade (Salmo 66:5). Então devemos falar delas, e falar delas a Deus: “Quão tremendas são as tuas obras! As tuas ações enchem de temor reverente” (Salmo 66:3).

As obras de Deus são maravilhosas em si mesmas. Quando pensamos nelas de modo adequado, elas devem encher-nos de assombro. Deus é terrível, isto é, inspirador de temor reverente, em suas obras, porque o seu grande poder resplandece claramente em tudo o que faz. Não há obras como as suas. Por isso se diz que ele é “tremendo em louvores” (Êxodo 15:11). Em todos os seus tratos com os homens, ele é majestoso e deve ser abordado com santa reverência. Grande parte da verdadeira religião consiste em profundo respeito pela providência de Deus, seu governo sábio sobre todas as coisas.

As obras de Deus também são assustadoras para os seus inimigos, que muitas vezes são levados a uma rendição apenas aparente (Salmo 66:3). Pela grandeza do seu poder, diante do qual ninguém pode permanecer de pé, os seus inimigos se submetem a ele. A ideia também pode ser que eles “mentem” para ele, porque são constrangidos, muito contra a vontade, a fazer paz em quase quaisquer termos. Mas uma submissão forçada pelo medo quase nunca é sincera. Por isso, a força não é um meio legítimo de difundir a religião, e a igreja não tem motivo para se alegrar com pessoas que depois se revelam mentirosas (Deuteronômio 33:29).

As obras de Deus também são consoladoras e úteis para o seu povo (Salmo 66:6). Quando Israel saiu do Egito, Deus transformou o mar em terra seca diante deles, o que os encorajou a seguir a sua orientação pelo deserto. Quando estavam para entrar em Canaã, ele dividiu o Jordão diante deles, e eles o atravessaram a pé, para o seu encorajamento nas guerras que viriam. Aqueles pés, tão claramente ajudados pelo céu, quase podiam ser contados como cavalaria, e não simples infantaria, nas guerras do Senhor. Ali os inimigos tremeram diante deles (Êxodo 15:14-15; Josué 5:1), e ali “nos regozijamos nele”. Isso quer dizer que confiamos em seu poder, pois descansar em Deus muitas vezes é descrito como alegrar-se nele, e entoamos o seu louvor (Salmo 106:12). “Nos regozijamos” significa que nossos antepassados se regozijaram, e nós neles. As alegrias de nossos pais são nossas alegrias, e devemos considerar-nos como participantes delas.

As obras de Deus também são sinais claros do seu domínio sobre todas as coisas (Salmo 66:7). Ele reina pelo seu poder para sempre, e seus olhos vigiam as nações. Ele tem um olhar governante. Do céu, vê claramente todos os povos, até as nações mais distantes e escondidas. Seus olhos percorrem a terra, e nada escapa à sua atenção. Ele também tem um braço governante. Seu poder reina para sempre, e nunca é enfraquecido ou impedido.

Por isso o salmista adverte: não se exaltem os rebeldes. Aqueles que têm coração rebelde não devem ousar agir abertamente contra Deus, como Adonias, que disse: “Eu reinarei”. Nem devem agir como se tivessem qualquer chance real de vitória contra ele. Devem aquietar-se, porque Deus disse: “Serei exaltado”, e ninguém pode impedir isso.

IA cristã que considera sua denominação

Aplique Salmos 66:1 na sua vida hoje

Receba orientação fundamentada nas Escrituras, que considera sua denominação e é personalizada para a sua situação.

1 Faça sua pergunta arrow_forward 2 Considere sua tradição arrow_forward 3 Aplique as Escrituras

Sem cartão de crédito • Orientação bíblica • 15 créditos grátis para começar

Deste capítulo

Oração diária

Receba uma reflexão bíblica diária por e-mail

Comece cada manhã com um versículo, uma oração e um próximo passo simples.

Grátis. Cancele quando quiser. Nunca compartilhamos seu email.

Aviso importante: Esta orientação bíblica não substitui cuidados profissionais de saúde mental. Se você estiver com sintomas de crise, ligue para 188 (CVV) no Brasil ou 988 nos EUA, ou procure ajuda profissional imediatamente.

Bible Guided oferece orientação baseada na fé e deve complementar, não substituir, apoio terapêutico profissional.