Versículo em destaque
Juízes 3:12 - Significado e aplicação
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Tradução: Bíblia BibleGuided — Português Brasileiro
" Os israelitas tornaram a fazer o mal aos olhos do Senhor. Por isso, o Senhor incitou contra eles Eglon, rei de Moab, porque tinham feito o mal aos seus olhos. "
Juízes 3:12
Versículo no contexto
Entender os versículos ao redor evita interpretações incorretas:
10 O Espírito do Senhor desceu sobre Otoniel: ele julgou Israel e saiu para a guerra. O Senhor lhe entregou Cusã-Rasataim, rei da Mesopotâmia, e sua mão triunfou sobre ele.
11 A terra teve quarenta anos de descanso, até que Otoniel, filho de Cenez, morreu.
12 Os israelitas tornaram a fazer o mal aos olhos do Senhor. Por isso, o Senhor incitou contra eles Eglon, rei de Moab, porque tinham feito o mal aos seus olhos.
13 Eglon aliou-se aos filhos de Amon e de Amalec e pôs-se em marcha contra Israel; derrotou-o e apoderou-se da cidade das Palmeiras.
14 E os israelitas ficaram sujeitos a Eglon, rei de Moab, durante dezoito anos.
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Eúde é o próximo juiz cuja atuação é narrada, e aqui começa o relato do que ele fez. Quando Israel voltou a pecar, Deus levantou um novo opressor, Eglom, rei de Moabe. Era um grande mal terem recaído no pecado depois de terem sofrido tanto por causa da transgressão anterior, depois de terem feito tão boas promessas nos dias de Otniel, e depois de terem recebido tanta misericórdia de Deus em seu livramento.
Depois de tudo isso, ainda quebraram novamente os mandamentos de Deus. A dureza do coração deles parecia incurável, como uma doença que não responde nem a remédio forte nem a cuidado suave. Talvez tenham pensado que podiam voltar aos antigos pecados com mais ousadia, porque o antigo inimigo já não parecia uma ameaça. O poder de Moabe havia enfraquecido, mas Deus mostrou que tinha muitos “cetros” com que castigá‑los, e fortaleceu Eglom contra eles.
Esse inimigo agora estava mais próximo do que o anterior, e por isso podia lhes causar mais dano. Assim, os juízos de Deus iam se aproximando pouco a pouco, para levá‑los ao arrependimento. Quando Israel ainda habitava em tendas e guardava a sua integridade, Balaque, rei de Moabe, tinha tentado em vão vencê‑los. Mas agora que haviam abandonado o Senhor e seguido os deuses das nações em redor, Deus levantou outro rei de Moabe e pôs poder em sua mão, embora ele fosse ímpio, para servir de açoite contra Israel.
O “cetro” na mão de Eglom era, na verdade, a ira de Deus, embora Eglom não tivesse essa intenção nem compreendesse isso (Isaías 10:6‑7). Israel fazia o que era mau, e é provável que Moabe fizesse ainda pior. Mas, como Deus muitas vezes castiga neste mundo os pecados do seu próprio povo, para que a carne seja destruída e o espírito salvo, Israel foi enfraquecido e Moabe foi fortalecido contra eles.
Deus não havia permitido a Israel, quando era mais forte, molestar nem incomodar os moabitas, ainda que fossem idólatras (Deuteronômio 2:9). Mas agora permitiu que os moabitas afligissem Israel, e até os fortaleceu de propósito para que o fizessem. Os juízos de Deus são profundos.
Eglom, rei de Moabe, ainda ajuntou a si amonitas e amalequitas como aliados, o que o tornou mais forte. Saíram e feriram Israel em batalha. Não atacaram apenas as tribos a leste do Jordão, que eram as mais próximas de Moabe e por isso foram atingidas primeiro, mas também as de dentro do Jordão. Os moabitas chegaram a tomar a “cidade das palmeiras”, provavelmente uma fortaleza perto do antigo lugar de Jericó, e ali colocaram uma guarnição para manter Israel subjugado e vigiar as passagens do Jordão.
Foi uma misericórdia o fato de os queneus já terem saído daquela cidade antes de cair em mãos inimigas (Juízes 1:16). Vê‑se quão depressa Israel perdeu, por causa do próprio pecado, aquilo que havia alcançado pelos milagres de Deus. Eles também sujeitaram Israel ao serviço, isto é, exigiram tributo, em produtos da terra ou em dinheiro no lugar deles.
Israel havia negligenciado o serviço de Deus e deixado de lhe dar o que lhe era devido. Por isso, Deus retirou deles o vinho, o azeite, a prata e o ouro que haviam oferecido a Baal (Oséias 2:8). Aquilo que deveria ter sido entregue à graça divina, mas foi retido, passou a ser recolhido pela justiça divina. Da primeira vez em que Israel foi oprimido, o cativeiro durou oito anos (Juízes 3:8). Desta vez durou dezoito, porque, quando aflições mais leves não levam à mudança de vida, Deus pode mandar outras mais pesadas.
Quando Israel tornou a clamar, Deus levantou um novo libertador, chamado Eúde, da tribo de Benjamim. A cidade das palmeiras ficava no território de Benjamim, de modo que essa tribo provavelmente sofreu mais do que as outras e sentiu primeiro o peso do inimigo. Alguns entendem que a guerra contra Benjamim, por causa da maldade de Gibeá, já havia acontecido antes, deixando aquela tribo reduzida a apenas seiscentos homens, de modo que agora era a mais fraca de todas. E ainda assim Deus escolheu justamente essa tribo para dali tirar o libertador, mostrando que estava plenamente reconciliado com ela e que pode tirar força da fraqueza, dando mais honra à parte que não a tinha (1 Coríntios 12:24).
É dito também que Eúde era canhoto, como parece ter acontecido com muitos daquela tribo (Juízes 20:16). Benjamim significa “filho da destra”, e todavia muitos benjamitas eram canhotos, porque a natureza das pessoas nem sempre corresponde ao seu nome. Alguns tradutores gregos sugeriram que ele usava igualmente bem as duas mãos, o que facilitaria a obra para a qual foi chamado. Mas o texto hebraico indica antes que ele não usava de fato a mão direita, seja por defeito, seja por costume, e preferia a esquerda.
Isso o tornava, aparentemente, menos apto para a guerra, pois manejaria a espada de forma pouco comum. Ainda assim, Deus escolheu esse homem canhoto para ser o “homem da sua destra”, aquele a quem fortaleceria para si (Salmo 80:17). Foi a destra de Deus que deu a vitória a Israel (Salmo 44:3), e não a força natural das pessoas de quem se serviu.
Em seguida é narrado o que Eúde fez para libertar Israel dos moabitas. Ele salvou os oprimidos destruindo os opressores, quando o pecado destes havia chegado ao limite e era chegada a hora de Deus mostrar favor a Israel. Ele matou Eglom, rei de Moabe. Isto é, não cometeu um homicídio pecaminoso, mas agiu como juiz, executando o juízo de Deus sobre um homem que era inimigo de Deus e de Israel.
A história é contada em detalhes. Eúde teve boa oportunidade para chegar perto do rei. Era hábil, ativo e apto para estar diante de reis, e por isso seu povo o escolheu para levar um presente em nome de Israel, além do tributo regular, ao rei de Moabe, na esperança de conquistar sua simpatia (Juízes 3:15). Esse presente é chamado de “minchá” no hebraico, o mesmo termo usado na lei para ofertas trazidas a Deus em busca do seu favor. Israel não havia levado em tempo as suas ofertas ao Deus que os amava; por isso, como castigo por essa negligência, foram obrigados a levar presentes a um governante pagão que os odiava.
Eúde foi até Eglom, apresentou o presente com as cerimônias habituais e demonstrou o respeito devido, para ocultar seu intento e afastar qualquer suspeita. Desde o início, ao que parece, já havia planejado matar Eglom, com Deus colocando tal propósito em seu coração e fazendo‑o reconhecer que vinha do Espírito. Essa direção interior lhe deu segurança quanto à justiça do ato e quanto ao êxito, ainda que, humanamente, houvesse grandes motivos para duvidar de ambos.
Se Eúde estava certo de que Deus lhe ordenara aquilo, estava certo também de que poderia fazê‑lo e seria bem‑sucedido. Uma ordem de Deus bastava para sustentá‑lo, ainda que a consciência natural ou o mundo inteiro se opusessem. O fato de ele ter planejado a morte desse tirano se vê na arma que preparou para esse fim: um punhal curto, de cerca de meio côvado, como uma baioneta, que podia ser escondido sob a roupa (Juízes 3:16). Provavelmente o levava na coxa direita, para ficar mais à mão da esquerda e menos sujeito a ser notado.
Ele também planejou como ficaria a sós com o rei. Já se havia tornado conhecido dele e provavelmente conquistado seu favor por meio do presente e pelas palavras respeitosas que lhe dirigira. Primeiro, escondeu seu plano até dos próprios acompanhantes, levando‑os parte do caminho e depois despedindo‑os, enquanto ele voltava atrás, como se tivesse esquecido alguma coisa, rumo à corte do rei de Moabe (Juízes 3:18). Bastava uma mão para realizar a ação; se outros se envolvessem, seria mais difícil guardar o segredo e escapar.
Depois, voltou “desde as pedreiras” junto a Gilgal (Juízes 3:19), ou, como indica a margem, desde as imagens entalhadas que se achavam perto dali. Talvez os moabitas as tivessem levantado ao lado das doze pedras que Josué colocara naquele lugar. Alguns entendem que a visão daqueles ídolos inflamou a indignação de Eúde contra o rei de Moabe e o impeliu a executar o plano que poderia ter sido adiado. Ou talvez ele tenha escolhido passar por ali para poder dizer ao rei de onde vinha, tornando mais verossímil a alegação de que trazia uma mensagem de Deus.
Em seguida, pediu uma audiência reservada e a conseguiu numa câmara interior, chamada aqui de câmara de verão. Disse ao rei que tinha uma mensagem secreta para ele, e o rei mandou que todos os servos saíssem (Juízes 3:19). Se o rei esperava um oráculo secreto ou notícias sigilosas sobre Israel, como se Eúde estivesse traindo o próprio povo, foi extrema loucura ficar sozinho com um homem mais forte, que ele tinha motivo para considerar inimigo. Mas aqueles que estão destinados ao juízo perdem o bom senso, e Deus os deixa sem entendimento.
Quando Eúde teve o rei a sós, executou rapidamente o ato. A câmara de verão, lugar de conforto e luxo do rei, tornou‑se o cenário de sua morte. Primeiro, Eúde pediu atenção para uma mensagem de Deus (Juízes 3:20), e essa mensagem foi um punhal. Deus nos fala tanto pelos juízos de sua mão quanto pelos juízos de sua palavra.
Em segundo lugar, Eglom honrou a mensagem que vinha de Deus. Embora fosse rei, um rei pagão, rico e poderoso, e naquele momento estivesse oprimindo o povo de Deus, era também um homem muito gordo, que mal conseguia levantar-se ou ficar em pé por muito tempo. Ainda assim, quando esperou receber palavras do céu, levantou-se do seu assento. Estivesse o trono baixo e confortável, ou alto e majestoso, ele o deixou e ficou em pé quando Deus estava para falar, mostrando que reconhecia Deus como maior do que ele. Isso envergonha a negligência de muitos que se dizem cristãos e, contudo, por todas as atitudes de indiferença, mostram o quanto desprezam uma mensagem de Deus.
Ao chamar o que estava para fazer de mensagem de Deus, Eúde assumiu claramente uma missão divina. O fato de Deus inclinar Eglom a levantar-se confirmou esse chamado e, ao mesmo tempo, ajudou Eúde a cumpri-lo. Em terceiro lugar, a mensagem não foi entregue ao ouvido de Eglom, mas diretamente ao seu coração, quando a faca mortal foi enfiada e ali deixada (Juízes 3:21, 3:22). Sua grande gordura o impediu de resistir ou de socorrer a si mesmo. Pode ter sido fruto de luxo e excessos, e, quando a gordura fechou sobre a lâmina, Deus mostrou como aqueles que mimam o corpo apenas preparam tristeza para si. Isso também simbolizava a segurança mundana e a insensibilidade do coração de Eglom. Seu coração era “gordo como sebo”, e ali ele se julgava seguro. Veja (Salmo 119:70; Salmo 17:10). Eglom significa “bezerro”, e ele caiu como um bezerro cevado, abatido ao fio da faca, uma oferta adequada à justiça divina.
O relato também menciona o que saiu do seu corpo, para que a morte desse tirano orgulhoso apareça ainda mais humilhante e vergonhosa. Aquele que tivera tanto cuidado com o próprio corpo, mantendo-o confortável e limpo, agora foi encontrado coberto de seu próprio sangue e excremento. Assim Deus abate os príncipes. O ato de Eúde só pode ser justificado porque ele recebeu uma ordem especial de Deus e porque se encaixava no modo como Deus, naquele tempo, muitas vezes tratava os inimigos e manifestava sua justiça. Mas isso não dá qualquer apoio para que alguém faça o mesmo hoje. Não há tais ordens atualmente, e fingir recebê-las é blasfemar contra Deus e fazer dele aprovador dos piores crimes. Cristo mandou Pedro embainhar a espada, e não o vemos em nenhum momento mandando Pedro desembainhá-la de novo.
A providência também ajudou de forma notável na fuga de Eúde após a morte do rei. Primeiro, o tirano morreu em silêncio, sem um grito que pudesse ser ouvido pelos servos do lado de fora. Quão silenciosamente ele desceu à sepultura, talvez sufocado pela própria gordura, que abafou seus últimos gemidos, embora tivesse feito tanto barulho no mundo e em certo tempo tivesse aterrorizado os poderosos da terra!
Em segundo lugar, o homem corajoso que executou esse juízo mostrou grande calma e domínio próprio. Ele fechou as portas atrás de si, levou a chave e passou pelos guardas com tanta confiança, simplicidade e tranquilidade que eles não desconfiaram de nada. Em terceiro lugar, os servos que esperavam no aposento exterior se aproximaram da porta interna depois que Eúde já havia saído, querendo saber a vontade do seu senhor. Achando-a trancada e tudo em silêncio, imaginaram que ele tivesse adormecido, cobrindo os pés sobre o leito e descansando após a mensagem recebida (Juízes 3:24). Assim, não tentaram abrir a porta. Por terem tanto cuidado em não perturbar o sono do rei, perderam a oportunidade de vingar a sua morte. Vê-se o que acontece quando se dá importância exagerada ao prestígio e se obriga os que cercam os grandes a manterem distância. Com o tempo, isso pode voltar-se contra eles mais do que esperam.
Por fim, abriram a porta e viram que o seu senhor, de fato, estava dormindo o seu “sono longo” (Juízes 3:25).
O choque daquela visão terrível e a confusão que se seguiu tiraram dos servos a capacidade de raciocinar com clareza. Ficaram atordoados demais para lembrar que deveriam ter aberto a porta antes, e desistiram de qualquer tentativa de perseguir Eúde, o autor do feito. Nesse momento, ele já havia escapado até Sierate, um bosque espesso, segundo alguns entendem (Juízes 3:26).
O texto não esclarece exatamente onde Eglom morava naquela ocasião. Como não há menção de que Eúde tenha atravessado o Jordão e voltado, parece mais provável que Eglom, rei de Moabe, tivesse deixado sua terra a leste do Jordão e estabelecido sua principal residência na “cidade das palmeiras”, dentro de Canaã. Ali seria um lugar mais rico do que o seu próprio país. Foi ali, justamente onde se instalara e se julgava seguro para dominar o povo de Deus, que foi atingido. Revelou-se como um cordeiro cevado para o matadouro, seguro apenas na aparência.
Depois de matar o rei de Moabe, Eúde também quebrou completamente o poder das tropas moabitas que estavam entre os israelitas, e assim pôs fim à opressão. Imediatamente levantou um exército na região montanhosa de Efraim, a alguma distância do principal acampamento moabita, e ele mesmo o liderou (Juízes 3:27). A trombeta que tocou foi como uma trombeta de liberdade, um som de alegria para os israelitas oprimidos, que havia muito só ouviam as trombetas de seus inimigos.
Como homem piedoso e como alguém que agia pela fé, Eúde animou a si mesmo e a seus soldados confiando no poder de Deus (Juízes 3:28). Ele disse: “Segui-me, porque o Senhor entregou os vossos inimigos em vossas mãos.” Já que Deus estava com eles, podiam avançar com ousadia e sairiam vitoriosos.
Como comandante sábio, ele primeiro assegurou o controle das passagens do rio Jordão. Colocou fortes guardas nos vaus para que os moabitas que estavam em Israel não pudessem fugir de volta à sua terra, a leste do Jordão, nem receber socorro de lá. Se tentassem fugir, ele lhes cortava a retirada; se tentassem lutar, ele lhes cortava o apoio. Assim, encerrou-os na terra onde eles haviam agido como se fosse seu palácio e seu paraíso, mas que acabou se tornando sua prisão.
Em seguida, atacou-os e matou dez mil homens, e nenhum escapou (Juízes 3:29). Eram os melhores e mais fortes soldados de Moabe, homens robustos, valentes e experimentados na guerra. Mas a força e a coragem deles nada puderam quando chegou o tempo determinado por Deus para livrar Israel de suas mãos.
O resultado foi que o poder de Moabe sobre Israel foi totalmente quebrado. A terra foi purificada desses opressores e teve descanso por oitenta anos (Juízes 3:30). Pode-se esperar que também tenha havido certa reforma entre o povo, e que a influência de Eúde tenha ajudado a conter a idolatria por boa parte desse período. Foi um descanso longo para a terra, oitenta anos. Mas ainda assim é pouco, se comparado com o descanso eterno dos santos na Canaã celestial.
Deste capítulo
Juízes 3:1
"Estas são as nações que o Senhor deixou subsistir para, por meio delas, pôr à prova os israelitas, todos aqueles que não tinham visto as guerras de Canaã,"
Juízes 3:2
"e isso somente para instruir as novas gerações israelitas, a fim de ensiná-las a combater, ao menos aquelas que não o tinham feito antes."
Juízes 3:3
"Eram os cinco príncipes dos filisteus, todos os cananeus, os sidônios e os heveus que habitavam os montes do Líbano, desde a montanha de Baal-Hermon até a entrada de Emat."
Juízes 3:4
"Essas nações ficaram para pôr Israel à prova e ver se eles obedeceriam aos mandamentos que o Senhor havia prescrito aos seus pais por intermédio de Moisés."
Juízes 3:5
"Os filhos de Israel habitaram no meio dos cananeus, dos hiteus, dos amorreus, dos ferezeus, dos heveus e dos jebuseus."
Juízes 3:6
"Tomaram as filhas deles por mulheres, deram suas próprias filhas aos filhos deles e serviram aos seus deuses."
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