Versículo em destaque

Zacarias 4:1 - Significado e aplicação

Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje

Tradução: Almeida Corrigida Fiel

" E o anjo que falava comigo voltou, e despertou-me, como a um homem que é despertado do seu sono, "

Zacarias 4:1

menu_book Versículo no contexto

1 E o anjo que falava comigo voltou, e despertou-me, como a um homem que é despertado do seu sono,

2 E disse-me: Que vês? E eu disse: Olho, e eis que vejo um castiçal todo de ouro, e um vaso de azeite no seu topo, com as suas sete lâmpadas; e sete canudos, um para cada uma das lâmpadas que estão no seu topo.

3 E, por cima dele, duas oliveiras, uma à direita do vaso de azeite, e outra à sua esquerda.

auto_stories

Explore estudos bíblicos guiados

Sessões estruturadas com notas, perguntas e insights de orientadores

Micro-Study 5 dias

As Bem-Aventuranças (5 Dias)

Cinco encontros curtos com as bênçãos de Jesus e o caráter do reino de Deus.

Prévia da sessão 1:

Bem-Aventurados os Humildes e os que Choram

schedule 6 min

Micro-Study 5 dias

Salmos de Consolo (5 Dias)

Cinco encontros curtos nos Salmos, pensados para dias pesados em que há pouco tempo e pouca energia.

Prévia da sessão 1:

O Cuidado do Pastor

schedule 5 min

lock_open Crie uma conta grátis para salvar notas, acompanhar progresso e desbloquear todas as sessões

person_add Criar conta grátis

auto_stories Comentário Bible Guided

O profeta foi primeiro preparado para a mensagem que estava para lhe ser mostrada. O anjo que falava com ele voltou e o despertou, como se desperta alguém do sono (Zacarias 4:1). Apesar de estar conversando com um anjo sobre assuntos de grande interesse público, parece ter ficado sonolento e adormecido enquanto o anjo ainda falava. Os discípulos estavam carregados de sono quando viram Cristo transfigurado (Lucas 9:32), e Daniel caiu em profundo sono quando ouviu as palavras do anjo (Daniel 10:9).

O espírito do profeta estava pronto para ouvir, mas seu corpo era fraco. Seu corpo não conseguia acompanhar a alma nesses pensamentos santos. Talvez as próprias visões o tivessem deixado atônito, ou talvez a doçura delas o tivesse embalado suavemente ao sono. Nunca estaremos plenamente prontos para uma comunhão estreita com seres espirituais enquanto estivermos presos a estes corpos de carne. O anjo parece tê-lo deixado “desligar-se” por um pouco, para que ficasse renovado para novas revelações, e então o despertou, para sua surpresa, como a alguém que desperta do sono. Precisamos do Espírito de Deus não só para nos mostrar as coisas divinas, mas também para nos fazer atentá-las. Ele nos desperta manhã após manhã, e desperta o nosso ouvido (Isaías 50:4). Devemos pedir que Deus nos acorde sempre que falar, e então devemos também nos esforçar para despertar.

A mesma mão que começou essa boa obra a completará. Está escrito que ele “trará a pedra principal” (Zacarias 4:7). E ainda: “As mãos de Zorobabel lançaram os alicerces desta casa” (Zacarias 4:9). Isso é dito para sua honra, talvez porque ele mesmo colocou a primeira pedra com as próprias mãos. Embora a obra tenha sido longamente retardada e ainda enfrente oposição, será finalmente concluída. Ele viverá para ver isso feito, e suas mãos a terminarão. Nisso, Zorobabel é uma figura de Cristo, que é tanto o autor quanto o consumador da nossa fé. Ele ter começado a obra é garantia de que também a terminará, porque a obra de Deus é perfeita. Se ele começou, como não a levaria à plena conclusão?

O próprio Zorobabel trará a pedra principal em meio a brados e grandes gritos de júbilo do povo que assiste. O clamor não é apenas um louvor genérico, mas “Graça, graça”. Esse é o cântico de vitória da igreja. Isso pode ser entendido de duas maneiras. Em primeiro lugar, dá toda a glória à graça gratuita. Quando a obra é terminada, é preciso reconhecer livre e agradecidamente que ela não foi feita por nossa própria sabedoria ou força, mas pela graça. Foi a boa vontade de Deus para conosco, e a sua boa obra em nós e por nós. “Graça, graça” deve ser bradado não só sobre a pedra principal, mas sobre a pedra de fundamento, a pedra de esquina e cada pedra do edifício de Deus. Do começo ao fim, não é por obras, mas por graça, e todas as nossas coroas devem ser depositadas aos pés da graça gratuita. “Não a nós, Senhor, não a nós.”

Em segundo lugar, é uma oração para que a graça gratuita continue naquilo que ainda resta fazer. “Graça, graça” é linguagem de oração tanto quanto de louvor. Agora que esse edifício está concluído, que sobre ele repouse toda bênção. Que haja paz dentro de seus muros e, para isso, que ali esteja a graça. Que a graça do Senhor nosso Deus esteja sobre ele. Aquilo que procede da graça de Deus pode, com fé e com bons fundamentos, ser novamente confiado à mesma graça, pois Deus não abandonará a obra de suas próprias mãos.

Isso também confirmará plenamente as primeiras profecias sobre o retorno dos judeus e a restauração de sua vida na terra. Quando o templo estiver terminado, então saberás que o Senhor dos Exércitos me enviou a vós. O cumprimento exato das profecias das Escrituras é forte prova de que elas procedem de Deus. Assim Deus confirma a palavra de seu servo, dizendo a Jerusalém: “Tu serás edificada” (Isaías 44:26). Nenhuma palavra de Deus cairá por terra, e nenhuma parte dela fracassará. As profecias de Zacarias sobre o dia vindouro de livramento para a igreja em breve se mostrarão divinas por meio do seu cumprimento.

Isso também calará os que desprezaram o início da obra (Zacarias 4:10). Onde estão agora os que desprezaram o dia das coisas pequenas e pensaram que essa obra jamais teria importância? Os próprios judeus menosprezaram o fundamento do segundo templo porque lhes pareceu muito inferior ao primeiro (Esdras 3:12). Seus inimigos zombaram do muro enquanto ainda estava em construção (Neemias 2:19; 4:2, 3). Mas não deveriam fazer isso. Na obra de Deus, o dia das coisas pequenas não deve ser desprezado.

Ainda que os obreiros pareçam fracos e improváveis, Deus muitas vezes escolhe justamente tais pessoas para realizar grandes feitos por meio delas. Assim como um grande monte se torna planície diante dele quando assim o quer, também uma pequena pedra, cortada do monte sem mão alguma, pode encher toda a terra (Daniel 2:35). Mesmo que o começo seja pequeno, Deus pode fazer com que o fim cresça sobremaneira. Uma semente de mostarda pode tornar-se grande árvore. Assim, não se deve desprezar a primeira luz da aurora, pois ela crescerá até ser dia perfeito. O dia das coisas pequenas também é dia de coisas preciosas, e se tornará dia de grandes coisas.

Isso trará plena satisfação a todos os que verdadeiramente se preocupam com a obra de Deus. Eles se alegrarão em ver que estavam errados ao desprezar “o dia das coisas pequenas”. Os que haviam perdido a esperança de ver a obra concluída se regozijarão ao ver o prumo na mão de Zorobabel. Eles o verão entre os edificadores, dando ordens e direções, assegurando que o trabalho seja feito com cuidado, de modo que fique ao mesmo tempo sólido e belo.

Isso é grande alegria para todos os que amam o bem. É algo bom ver governantes civis, isto é, magistrados, zelosos e ativos na edificação da casa de Deus. É bom ver o prumo nas mãos daqueles que têm poder para fazer muito, se o coração deles estiver disposto a isso. Não vemos Zorobabel com a colher de pedreiro na mão, pois essa tarefa cabe aos trabalhadores, aos ministros. Mas o vemos com o prumo, e isso não é desonra para ele, e sim honra. Os magistrados devem velar pela obra dos ministros e falar de modo encorajador aos levitas, servos do templo, que cumprem o seu dever.

Isso também mostra a grande sabedoria e cuidado da providência de Deus, seu governo sábio sobre todas as coisas, que está sempre agindo para o bem da sua igreja. Zorobabel faz a sua parte, realizando tudo o que um ser humano pode fazer para adiantar a obra. Contudo, ele o faz com o auxílio daqueles sete olhos, os sete olhos do Senhor mencionados em (Zacarias 3:9). Ele nada poderia fazer se a providência vigilante, poderosa e bondosa de Deus não fosse adiante dele e não permanecesse com ele. Se o Senhor não edificar a casa, Zorobabel e os outros trabalharão em vão (Salmo 127:1).

Esses olhos do Senhor são os olhos que percorrem toda a terra, observando todas as criaturas e todas as suas ações (2 Crônicas 16:9), guiando e impulsionando todas as coisas conforme os propósitos de Deus. Não devemos pensar que Deus está tão ocupado com sua igreja a ponto de se esquecer do restante do mundo. Ainda assim, é consolo para nós saber que a mesma providência onisciente e onipotente que governa as nações tem cuidado especial da igreja. Aqueles sete olhos que percorrem a terra estão fixos na pedra que Zorobabel está alinhando com o prumo, para ver que ela seja bem colocada. E os que têm o prumo na mão devem erguer os olhos para esses olhos do Senhor, mantendo constante atenção à providência divina, agindo em dependência de sua direção e em submissão à sua vontade.

IA cristã que considera sua denominação

Aplique Zacarias 4:1 na sua vida hoje

Receba orientação fundamentada nas Escrituras, que considera sua denominação e é personalizada para a sua situação.

1 Faça sua pergunta arrow_forward 2 Considere sua tradição arrow_forward 3 Aplique as Escrituras

✓ Sem cartão de crédito • ✓ 100% privado • ✓ 30 créditos grátis para começar

Como a sua IA cristã pode ajudar

Explore as Escrituras e a vida por uma perspectiva cristã

menu_book

Estudo bíblico

psychology

Orientação para a vida

favorite

Apoio em oração

lightbulb

Sabedoria diária

forum Pergunte à sua IA cristã — Grátis

Faça 3 perguntas grátis por semana. Não é necessário cartão de crédito. Ver planos

Deste capítulo

auto_awesome

Oração diária

Receba uma reflexão bíblica diária por e-mail

Comece cada manhã com um versículo, uma oração e um próximo passo simples.

Grátis. Cancele quando quiser. Nunca compartilhamos seu email.

Aviso importante: Esta orientação bíblica não substitui cuidados profissionais de saúde mental. Se você estiver com sintomas de crise, ligue para 188 (CVV) no Brasil ou 988 nos EUA, ou procure ajuda profissional imediatamente.

Bible Guided oferece orientação baseada na fé e deve complementar, não substituir, apoio terapêutico profissional.