Versículo em destaque
Lucas 12:13 - Significado e aplicação
Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje
Tradução: Almeida Corrigida Fiel
" E disse-lhe um da multidão: Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança. "
Lucas 12:13
Versículo no contexto
Entender os versículos ao redor evita interpretações incorretas:
11 E, quando vos conduzirem às sinagogas, aos magistrados e potestades, não estejais solícitos de como ou do que haveis de responder, nem do que haveis de dizer.
12 Porque na mesma hora vos ensinará o Espírito Santo o que vos convenha falar.
13 E disse-lhe um da multidão: Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança.
14 Mas ele lhe disse: Homem, quem me pôs a mim por juiz ou repartidor entre vós?
15 E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui.
Explore estudos bíblicos guiados
Sessões estruturadas com notas, perguntas e insights de orientadores
As Bem-Aventuranças (5 Dias)
Cinco encontros curtos com as bênçãos de Jesus e o caráter do reino de Deus.
Prévia da sessão 1:
Bem-Aventurados os Humildes e os que Choram
6 min
Salmos de Consolo (5 Dias)
Cinco encontros curtos nos Salmos, pensados para dias pesados em que há pouco tempo e pouca energia.
Prévia da sessão 1:
O Cuidado do Pastor
5 min
Crie uma conta grátis para salvar notas, acompanhar progresso e desbloquear todas as sessões
Criar conta grátisComentário Bible Guided
Nesses versículos vemos, primeiro, o pedido que um dos ouvintes de Jesus lhe fez, e como ele foi completamente fora de lugar. O homem disse: “Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança” (Lucas 12:13). Alguns pensam que o irmão o havia enganado, e que ele recorreu a Jesus porque era caro fazer cumprir a lei. Se for assim, seu irmão era um homem duro e violento, que tomou mais do que a sua parte e reteve à força.
Mas outros entendem que aquele homem queria que Jesus o ajudasse a cometer uma injustiça. A lei dava ao filho mais velho uma porção dobrada da herança, e nem mesmo o pai podia ignorar essa regra (Deuteronômio 21:16-17). É possível que aquele homem quisesse que Jesus pressionasse o irmão a repartir tudo em partes iguais, “meio a meio”. Isso parece provável, porque Jesus aproveitou o momento para advertir contra a avareza, isto é, o desejo de possuir mais do que Deus nos deu.
Jesus se recusou a entrar na disputa. Ele disse: “Homem, quem me pôs a mim por juiz ou repartidor entre vós?” (Lucas 12:14). Em questões desse tipo, Cristo não tomaria o lugar de legislador ou juiz civil. Ele poderia exercer a função de juiz e advogado com a mesma facilidade com que curava doenças, mas isso não fazia parte da sua missão. Suas palavras também lembram como Moisés foi rejeitado pelo próprio povo no Egito, quando lhe disseram: “Quem te constituiu príncipe e juiz sobre nós?” (Atos 7:27, 35).
Isso mostra a natureza do reino de Cristo. É um reino espiritual, não terreno. Ele não toma das autoridades o poder civil, nem interfere em direitos legítimos de propriedade. Não promete ganhos materiais aos seus seguidores, como se a fé fosse um caminho para adquirir mais dinheiro ou terras. Também não incentiva os crentes a insistirem com dureza em suas reivindicações uns contra os outros, mas muitas vezes os chama a ceder em favor da paz. E os ministros não devem se embaraçar com os negócios desta vida, quando sua obra é servir na Palavra de Deus (2 Timóteo 2:4).
A partir disso, Jesus dá à multidão uma advertência necessária. Embora não tenha vindo para repartir heranças, veio para orientar as consciências sobre a forma como as pessoas veem seus bens. Ele disse: “Acautelai-vos e guardai-vos da avareza” (Lucas 12:15). A avareza é um pecado que pode entrar no coração de modo silencioso, por isso devemos vigiar cuidadosamente a nós mesmos. Também precisamos “segurar firme” o coração, para que a avareza não passe a dominá‑lo.
Jesus acrescenta a razão: “Porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui” (Lucas 12:15). A verdadeira felicidade não depende de possuir muitas riquezas. Isso é verdade quanto à alma, que é a pessoa real. As coisas deste mundo não se ajustam à natureza da alma, não podem suprir suas necessidades mais profundas, e não durarão tanto quanto a própria alma.
Mesmo para o corpo, a riqueza não garante uma vida boa. Muitos que têm pouco vivem de modo contente e em paz, enquanto outros, muito ricos, são miseráveis. Uma refeição simples com amor é melhor do que um banquete farto sem ele. Alguns têm de sobra, mas não desfrutam de nada, porque estragam a própria paz e nunca se satisfazem. Outros, como Acabe e Hamã, permanecem agitados e amargurados mesmo em meio à abundância.
Jesus então explica isso por meio de uma parábola, mostrando a loucura dos que vivem apenas para este mundo e a miséria que os alcança na morte. A história não se dirige apenas ao homem que veio falar da herança, mas a todos, para que nos guardemos da avareza. Ela fala de um homem rico cuja terra produziu uma grande colheita. Ele tinha uma propriedade extensa, quase como um pequeno príncipe, e sua riqueza vinha sobretudo do fruto da terra. Possuía muitas terras, e suas terras eram férteis, de modo que, quanto mais tinha, mais ainda recebia.
A fertilidade da terra é uma grande bênção, mas Deus frequentemente a concede em grande medida a pessoas ímpias, e isso se torna um laço para elas. Por isso não devemos julgar o amor ou o ódio de Deus com base apenas no que vemos por fora.
Vemos também o que se passava no coração desse homem em meio a tanta abundância. Ele pensava consigo mesmo, e Deus conhece e observa cada um dos nossos pensamentos íntimos. Ele é quem vê e julga os pensamentos e propósitos do coração. Enganamo‑nos se imaginamos que os pensamentos ficam escondidos, ou que estão livres do olhar de Deus.
Observe o que o preocupava. Ao ver uma colheita excepcionalmente grande em sua terra, ele não deu graças a Deus por isso. Não pensou no bem que poderia fazer com aquilo. Em vez disso, perturbou‑se com esta pergunta: “Que farei, porque não tenho onde recolher os meus frutos?” Ele fala como alguém desnorteado e confuso. O mendigo mais pobre da terra, que não sabe de onde virá a próxima refeição, mal poderia ter dito algo mais ansioso. A preocupação é muitas vezes resultado da abundância material, e é um defeito comum em quem possui muito. Quanto mais as pessoas têm, mais se preocupam em conservar, aumentar, e decidir como guardar ou gastar.
Note também seus planos, que nascem dessas preocupações e são tão tolos quanto elas: “Farei isto: derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores; e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; e direi à minha alma: Tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga” (Lucas 12:18‑19). Primeiro, foi tolice chamar a colheita de “meus frutos” e “meus bens”. Ele enfatiza “meus frutos” e “meus bens”, mas o que temos nos é apenas emprestado para uso. A propriedade continua pertencendo a Deus. Somos apenas administradores dos bens do nosso Senhor, arrendatários na terra do nosso Senhor. Deus diz: “É o meu trigo e o meu mosto” (Oséias 2:8-9).
Segundo, foi tolice ajuntar o que tinha e achar que esse era o melhor uso. Ele planejava guardar tudo em seu próprio celeiro, como se nada devesse ir para o pobre, nada para sua família, nada para o levita, para o estrangeiro, para o órfão ou para a viúva. Terceiro, foi tolice deixar que seus planos crescessem na mesma medida em que crescia sua colheita. Porque sua terra produziu mais do que o costume, falou em celeiros maiores, como se o ano seguinte tivesse de ser certamente tão rico quanto aquele, ou ainda mais. Mas no ano seguinte os celeiros poderiam se mostrar grandes demais, assim como naquele ano eram pequenos demais. Anos de fome muitas vezes sucedem aos anos de fartura, como aconteceu no Egito. Teria sido mais sábio reservar uma parte do grão apenas para aquele ano.
Quarto, foi tolice pensar que poderia aliviar sua preocupação construindo novos celeiros. Construí‑los só traria mais aflição. Qualquer pessoa que conheça um pouco de construção sabe disso. O caminho de Deus para curar a ansiedade prejudicial realmente funciona, mas o caminho do mundo apenas a aumenta. Mesmo depois de construídos, surgiriam novas preocupações. Quanto maiores os celeiros, maiores os cuidados (Eclesiastes 5:10). Quinto, foi tolice fazer planos como se nada pudesse impedi‑los. “Farei isto”, diz ele. Mas não diz: “Se o Senhor quiser, e se vivermos” (Tiago 4:13-15). Planos rígidos e autoconfiantes são tolos, porque o nosso tempo está nas mãos de Deus, não nas nossas. Nem sequer sabemos o que será de nós amanhã.
Depois ouvimos suas agradáveis expectativas, uma vez concluídos todos os planos: “Direi à minha alma: Tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga” (Lucas 12:19). Sua insensatez aparece tão claramente na maneira como esperava desfrutar da riqueza quanto na maneira como buscava obtê‑la. Primeiro, foi tolice adiar o desfrute até que seus planos estivessem completos. Ele pensa em descansar somente depois de construir e encher celeiros maiores, o que levaria tempo. Por que não descansar agora? Como diz a antiga história, um homem vivia dizendo: “Então viveremos”; e o amigo respondia: “Podemos viver agora, se quisermos”.
Segundo, foi tolice ter tanta certeza de que seus bens estavam garantidos para muitos anos, como se celeiros maiores fossem mais seguros que os antigos. Em uma hora, os celeiros poderiam ser destruídos por um incêndio e levar tudo junto, talvez por um raio, contra o qual ninguém pode se prevenir. Alguns poucos anos podem trazer grandes mudanças. A traça e a ferrugem destroem, e os ladrões arrombam e roubam. Terceiro, foi tolice contar com descanso apenas porque tinha de sobra. Muitas coisas podem perturbar uma pessoa mesmo em grande riqueza. Uma só mosca morta pode estragar um frasco inteiro de perfume fino, e um único espinho pode arruinar um leito macio. Dor, doença, conflitos na família e, sobretudo, uma consciência culpada podem tirar a paz de quem possui muito dos bens deste mundo.
Quarto, foi tolice pensar que ele devia usar a sua abundância apenas para comer, beber e se divertir. Isso é simplesmente agradar o corpo e alimentar o apetite, sem qualquer pensamento em fazer o bem aos outros ou servir melhor a Deus. É como viver para comer, em vez de comer para viver. Trata a felicidade humana como se fosse apenas o máximo de prazer dos sentidos.
Quinto, e mais tolo ainda, ele disse tudo isso à sua alma. Se tivesse dito: “Corpo, descansa, porque tens muitos bens em depósito para muitos anos”, isso ao menos teria alguma lógica. Mas a alma, sendo um espírito imortal que pode viver separado do corpo, nada ganha com um celeiro cheio de trigo ou um saco cheio de ouro.
Se o ser humano tivesse apenas a vida de um animal, poderia se satisfazer com comida e bebida. Mas o que isso importa para uma alma humana, com necessidades e desejos mais profundos, que essas coisas nunca podem suprir? Esta é a grande loucura dos que vivem para este mundo: gastam a sua alma em riqueza e prazeres físicos.
Aqui está o veredito de Deus sobre tudo isso, e podemos estar certos de que o juízo dele é verdadeiro. O homem disse a si mesmo: “Descansa”. Se Deus também tivesse dito isso, o homem estaria feliz, e o Espírito teria feito os crentes repousarem de fato. Mas Deus disse algo bem diferente. Devemos permanecer ou cair pelo juízo de Deus, não pelo nosso, nem pelo elogio das outras pessoas (1 Coríntios 4:3-4). Os vizinhos o elogiavam e achavam que ele estava indo bem para si mesmo (Salmo 10:3; Salmo 49:18), mas Deus disse que ele estava indo mal para si mesmo: “Louco, esta noite te pedirão a tua alma” (Lucas 12:20).
Deus disse isso, isto é, determinou e fez saber, seja pela consciência do homem, seja por algum acontecimento de advertência, seja por ambos juntos. Isso veio quando o homem estava no auge do sucesso, com a mente ocupada em planos de aumentar seus celeiros, não apenas ampliando um pouco, mas derrubando-os para construir outros maiores. Enquanto fazia todos esses planos e julgava ter o futuro garantido, Deus lhe falou. Do mesmo modo, Belsazar foi tomado de terror pela escrita na parede, em plena festa.
Note o nome que Deus lhe dá: “Louco”, ou Nabal, aludindo a Nabal do Antigo Testamento, cujo nome significa “tolo”, um homem de coração endurecido como pedra, enquanto desfrutava da fartura preparada para a tosquia de suas ovelhas. As pessoas mundanas são loucas, e virá o dia em que Deus as chamará pelo verdadeiro nome: “Louco”, e então concordarão com isso.
Agora observe a sentença que Deus pronuncia sobre ele, uma sentença de morte: “Esta noite te pedirão a tua alma”. As palavras significam: “Pedirão a tua alma”; e então, de quem será o que tens preparado? Ele pensava ter bens para muitos anos, mas os perderia naquela mesma noite. Pensava que ele mesmo os desfrutaria, mas deixaria tudo para quem ele nem sabia quem seria.
A morte dos mundanos é miserável em si mesma e aterrorizante para eles. Em primeiro lugar, é uma retirada forçada, como uma prisão. Sua alma, a única coisa com que ele tão pouco se importou, é exigida dele. O que alguém fez com sua alma, se a usou de forma tão má? “Te pedirão a tua alma” também sugere que ele não quer entregá-la. Uma pessoa piedosa, que já desapegou deste mundo, devolve alegremente a alma a Deus na morte. Mas uma pessoa mundana sente sua alma sendo arrancada, e o pensamento de deixar este mundo a apavora.
“Te pedirão a tua alma.” Deus a pedirá, e também exigirá prestação de contas. “O que fizeste com a tua alma? Dá conta desse depósito.” As palavras podem também se referir a anjos maus, como servos da justiça de Deus. Assim como anjos bons recebem as almas fiéis e as conduzem para a alegria, anjos maus recebem as almas ímpias e as levam ao castigo. O diabo reivindica tal alma como sua, porque, na prática, ela já se entregou a ele.
Em segundo lugar, a morte é uma surpresa, uma apreensão inesperada. Vem de noite, e terrores noturnos são os mais difíceis de suportar. Para o justo, a morte é como dia, até como manhã. Mas, para o mundano, é noite, noite escura, e ele se deita em tristeza. É “esta noite”, hoje mesmo, sem demora. Não há chance de adiar, não há tempo para pedir mais um dia. No meio de seus agradáveis planos de muitos anos de gozo, tudo acaba de uma vez (Isaías 21:4).
Em terceiro lugar, a morte o separa de tudo o que ajuntou com tanto esforço e cuidado. Todas as coisas que ele contava como sua felicidade, nas quais firmava sua esperança e das quais esperava desfrutar depois, deve deixar para trás. Sua glória não desce com ele (Salmo 49:17). Ele sai do mundo tão nu como entrou, e nada do que acumulou o aproveita, nem na morte, nem no juízo, nem na eternidade.
Em quarto lugar, ele deixa essas coisas para pessoas que não conhece. “E o que tens preparado, para quem será?” Certamente, não será mais dele. Ele não sabe que tipo de gente as receberá, se filhos ou parentes, se sábios ou tolos (Eclesiastes 2:18-19), se honrarão o nome da família ou o mancharão, se usarão bem a herança ou a desperdiçarão. Ele nem sabe se aqueles a quem pretendia deixá-la viverão o suficiente para desfrutá-la, ou se tudo passará inteiramente a outras mãos. Mesmo que saiba quem recebe primeiro, não sabe quem receberá depois.
Se muitos tivessem sabido quem possuiria sua casa depois de sua morte, teriam preferido incendiá-la a melhorá-la.
Em quinto lugar, a morte prova a sua loucura. As pessoas mundanas são loucas enquanto vivem, e o seu caminho é loucura (Salmo 49:13). Mas sua loucura fica evidente quando morrem: “No fim será insensato” (Jeremias 17:11). Então fica claro que ele se esforçou para ajuntar tesouros num mundo que estava deixando, mas nunca se preocupou em ajuntar tesouros no mundo para o qual estava indo.
Assim a parábola é aplicada aqui: “Assim é o que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus” (Lucas 12:21). Esse é o caminho e o fim de tal pessoa. Ele ajunta tesouros para si, para o corpo, para este mundo, para o “eu” em oposição a Deus, para aquele “eu” que deveria ser negado. Seu engano está em pensar que sua carne é o seu verdadeiro eu, como se o corpo fosse a pessoa inteira. Se o “eu” é entendido corretamente, só o verdadeiro cristão ajunta tesouro para si e é sábio para si mesmo (Provérbios 9:12). Outro erro dele é fazer de sua principal ocupação cuidar da carne, e chamar isso de cuidar de si mesmo. Todo o seu trabalho é para a boca (Eclesiastes 6:7), apenas fazendo provisão para a carne.
Ele se engana gravemente quando considera tesouro somente aquilo que é guardado para este mundo, para o corpo e para esta vida presente. São essas as riquezas em que confia, nas quais gasta e nas quais põe o coração. O maior erro de todos é que ele não tem qualquer preocupação em ser rico para com Deus.
Ser rico para com Deus é ser rico aos olhos de Deus, e a avaliação de Deus é a que importa. É ser rico nas coisas de Deus, rico em fé (Tiago 2:5), rico em boas obras e em frutos de justiça (1 Timóteo 6:18), rico em graça, em consolo e em dons espirituais. Muitos têm abundância dos bens deste mundo, e, no entanto, lhes falta tudo o que realmente enriqueceria suas almas e os faria ricos para com Deus, ricos para a eternidade.
Essa é a loucura e a miséria do mundano: “Assim é aquele”. Nosso Senhor Jesus Cristo, que conhece o fim de todas as coisas, nos declarou qual será o fim de tal pessoa. É uma terrível insensatez que tantos se importem mais com as riquezas deste mundo do que com as riquezas do mundo vindouro, mais com o que pertence ao corpo e a esta vida breve do que com o que pertence à alma e à eternidade.
Como a sua IA cristã pode ajudar
Explore as Escrituras e a vida por uma perspectiva cristã
Estudo bíblico
Orientação para a vida
Apoio em oração
Sabedoria diária
Faça 3 perguntas grátis por semana. Não é necessário cartão de crédito. Ver planos
Deste capítulo
Lucas 12:1
"Ajuntando-se entretanto muitos milhares de pessoas, de sorte que se atropelavam uns aos outros, começou a dizer aos seus discípulos: Acautelai-vos primeiramente do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia."
Lucas 12:2
"Mas nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido."
Lucas 12:3
"Porquanto tudo o que em trevas dissestes, à luz será ouvido; e o que falastes ao ouvido no gabinete, sobre os telhados será apregoado."
Lucas 12:4
"E digo-vos, amigos meus: Não temais os que matam o corpo e, depois, não têm mais que fazer."
Lucas 12:5
"Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer; temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, vos digo, a esse temei."
Lucas 12:6
"Não se vendem cinco passarinhos por dois ceitis? E nenhum deles está esquecido diante de Deus."
Oração diária
Receba uma reflexão bíblica diária por e-mail
Comece cada manhã com um versículo, uma oração e um próximo passo simples.
Aviso importante: Esta orientação bíblica não substitui cuidados profissionais de saúde mental. Se você estiver com sintomas de crise, ligue para 188 (CVV) no Brasil ou 988 nos EUA, ou procure ajuda profissional imediatamente.
Bible Guided oferece orientação baseada na fé e deve complementar, não substituir, apoio terapêutico profissional.