Versículo em destaque
Salmos 136:1 - Significado e aplicação
Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje
Tradução: Bíblia BibleGuided — Português Brasileiro
Às margens dos rios de Babilônia, nós nos sentávamos chorando, lembrando-nos de Sião.
Salmos 136:1
Versículo no contexto
Entender os versículos ao redor evita interpretações incorretas:
1 Às margens dos rios de Babilônia, nós nos sentávamos chorando, lembrando-nos de Sião.
2 Nos salgueiros daquela terra, pendurávamos, então, as nossas harpas,
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As Bem-Aventuranças (5 Dias)
Cinco encontros curtos com as bênçãos de Jesus e o caráter do reino de Deus.
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Bem-Aventurados os Humildes e os que Choram
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Salmos de Consolo (5 Dias)
Cinco encontros curtos nos Salmos, pensados para dias pesados em que há pouco tempo e pouca energia.
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O Cuidado do Pastor
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O dever ao qual somos chamados repetidas vezes é dar graças, oferecer continuamente o sacrifício de louvor. Isso significa não o fruto da terra ou do gado, mas o fruto dos lábios, confessando e louvando o nome do Senhor (Hebreus 13:15). Não somos exortados com mais força a orar e nos arrepender do que a agradecer. É vontade de Deus que sejamos encontrados com mais frequência nas partes mais agradáveis da vida com Ele, aquelas que já pertencem ao próprio céu.
Aqui devemos notar a quem devemos agradecer. Damos graças àquele de quem procede todo bem, o SENHOR, Jeová, o Deus de Israel (Salmo 136:1). Ele é o Deus dos deuses, o Deus a quem os anjos adoram, aquele de quem os governantes recebem autoridade e que destruirá todo falso deus (Salmo 136:2). Ele é o Senhor dos senhores, o soberano sobre todos os soberanos, aquele que sustenta até mesmo os que apoiam outros (Salmo 136:3). Em toda a nossa adoração, precisamos manter diante de nós a grandeza de Deus, sua glória incomparável, seu poder e domínio acima de qualquer desafio.
Também precisamos notar pelo que agradecemos a Deus. Não devemos agir como o fariseu, que fazia toda a sua ação de graças voltar-se para elogiar a si mesmo, dizendo, na prática: “Deus, graças te dou porque eu sou assim e assim.” Em vez disso, toda a nossa gratidão deve ter como alvo a glória de Deus. Damos graças a Deus por sua bondade e por sua misericórdia. Agradecemos não apenas porque Ele faz o bem, mas porque Ele é bom. Todos os rios voltam à fonte. Agradecemos não só porque Ele é misericordioso para conosco, mas porque sua misericórdia dura para sempre e alcançará os que virão depois de nós.
Damos graças também pelas obras do seu poder e da sua sabedoria. De modo geral, só Ele faz grandes maravilhas (Salmo 136:4). O plano é maravilhoso porque foi traçado por uma sabedoria infinita, e a obra é maravilhosa porque foi executada por um poder infinito. Só Ele faz coisas extraordinárias. Ninguém mais pode realizar tais obras, e Ele as faz sem ajuda ou conselho de quem quer que seja.
Mais particularmente, Ele fez os céus e os estendeu, e neles vemos não apenas sua sabedoria e poder, mas também sua misericórdia em seus efeitos suaves e benéficos. Enquanto durarem os céus, a misericórdia de Deus permanece neles também (Salmo 136:5). Ele também levantou a terra de sobre as águas quando fez aparecer a porção seca, para que pudesse servir de habitação para os homens. Nisso também sua misericórdia para com a humanidade continua (Salmo 136:6). A terra foi dada aos filhos dos homens, com todos os seus frutos.
Tendo feito céu e terra, Ele estabeleceu uma ligação entre eles, apesar de sua grande distância, criando o sol, a lua e as estrelas e colocando-os no firmamento para dar luz e influenciar a terra (Salmo 136:7-9). São chamados de grandes luminares porque nos parecem grandes. Os astrônomos poderiam dizer que a lua é menor do que muitas estrelas, mas, por estar mais perto da terra, parece muito maior. Diz-se que eles “dominam” porque regulam as estações e são úteis ao mundo. Aqueles que fazem o bem aos outros são os melhores governantes (Lucas 22:25). Ainda assim, até esse governo é repartido: um para o dia e outro para a noite, incluindo as estrelas. Contudo, todos estão debaixo da direção e do controle de Deus. Assim, os governantes que as nações adoravam como deuses são, na verdade, servos do mundo e súditos de Deus. Sol, detém-te; e tu, lua, também.
Deste capítulo
Salmos 136:2
"Nos salgueiros daquela terra, pendurávamos, então, as nossas harpas,"
Salmos 136:3
"porque aqueles que nos tinham deportado nos pediam um cântico. Nossos opressores exigiam de nós um hino de alegria: “Cantem para nós um dos cânticos de Sião”."
Salmos 136:4
"Como poderíamos nós cantar um cântico do Senhor em terra estranha?"
Salmos 136:5
"Se eu me esquecer de você, ó Jerusalém, que minha mão direita fique paralisada!"
Salmos 136:6
"Que minha língua se apegue ao meu palato, se eu não me lembrar de você, se não puser Jerusalém acima de todas as minhas alegrias."
Salmos 136:7
"Contra os filhos de Edom, lembra-te, Senhor, do dia da queda de Jerusalém, quando eles gritavam: “Arrasem-na, arrasem-na até os seus alicerces!”."
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