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Filemom 1:1 - Significado e aplicação

Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje

Tradução: Bíblia BibleGuided — Português Brasileiro

" Paulo, prisioneiro de Jesus Cristo, e seu irmão Timóteo, a Filêmon, nosso muito amado colaborador, "

Filemom 1:1

menu_book Versículo no contexto

1 Paulo, prisioneiro de Jesus Cristo, e seu irmão Timóteo, a Filêmon, nosso muito amado colaborador,

2 a Ápia, nossa irmã, a Arquipo, nosso companheiro de armas, e à igreja que se reúne em sua casa.

3 A vocês, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e da parte do Senhor Jesus Cristo!

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auto_stories Comentário Bible Guided

Nos dois primeiros versículos da saudação vemos quem escreveu a carta, quem a recebeu e um título que já aponta para o propósito da mensagem. Paulo é o principal autor e se apresenta como prisioneiro de Jesus Cristo, isto é, prisioneiro por causa de Cristo. Ser prisioneiro, em si, não é uma honra, mas o fato de Paulo sofrer por causa da fé dava peso ao seu pedido. Um apelo vindo de alguém que sofre por Cristo certamente seria recebido com bondade por um crente como Filemom, ainda mais com Timóteo, o mais jovem cooperador de Paulo na fé, associando-se a ele. Paulo não tem orgulho demais para socorrer um convertido pobre, e reúne todo apoio legítimo que pode.

A carta é endereçada a Filemom, Áfia, Arquipo e à igreja que se reúne na casa de Filemom. Filemom, o senhor de Onésimo, é o principal destinatário, porque o assunto diz respeito mais diretamente a ele. Paulo o chama de amado e cooperador, demonstrando respeito e afeição. Filemom provavelmente era um homem piedoso e talvez um ministro, e o amor de Paulo por ele mostra que bons ministros devem amar de modo especial os cooperadores fiéis no evangelho. Mesmo entre os líderes, deve haver humildade e sincero apreço pelos que trabalham na mesma obra santa.

Áfia provavelmente é a esposa de Filemom, e Paulo a inclui porque ela tinha participação real na vida da casa e também foi envolvida no prejuízo causado por Onésimo. Ela é mencionada antes de Arquipo porque tinha interesse direto na questão. Na vida familiar, marido e esposa estão estreitamente unidos, e seus interesses muitas vezes se entrelaçam. A menção cuidadosa de Áfia também mostra sabedoria, pois ela poderia ajudar a promover reconciliação e perdão.

Arquipo era um ministro em Colossos, provavelmente cooperador ou colega de ministério de Filemom. Paulo pode ter suposto que Filemom conversaria com ele sobre o assunto e que Arquipo poderia ajudar na obra de pacificação. Paulo o chama de “companheiro de lutas”, lembrando aos ministros que eles são ao mesmo tempo trabalhadores e soldados. Devem trabalhar com empenho, vigiar, manejar bem as armas espirituais e não se deixar prender pelas coisas desta vida, mas procurar agradar àquele que os alistou para a guerra (2 Timóteo 2:4).

Paulo também se dirige à igreja que se reúne na casa de Filemom, isto é, aos crentes que ali se congregavam para adorar. Assim, a casa de Filemom era, de certo modo, uma igreja. Mesmo as melhores famílias podem ter um membro mau, e o pecado de Onésimo era ainda mais grave porque ele vivia num lar onde deveria ter aprendido o que é melhor. Ainda assim, um servo ímpio não impediu que a casa de Filemom fosse chamada de igreja, porque ali se mantinham o culto e a ordem piedosa. As famílias devem ser lugares onde Deus é honrado, sua palavra é lida, seu dia é guardado e filhos e servos são instruídos no dever para com ele.

O modo amplo como Paulo se dirige a todos mostra também que a religião deve moldar toda a casa, e não apenas uma pessoa. Não basta que cada membro, isoladamente, seja piedoso. Devem também viver bem uns com os outros, para que o lar sirva ao bem de todos e favoreça a paz que Paulo busca para Onésimo. É provável que ele tenha citado todos pelo nome para que estivessem preparados a receber com bondade esse convertido pobre e ajudar na sua restauração.

Depois do endereço inicial vem a saudação de Paulo: “Graça a vós e paz, da parte de Deus nosso Pai e da do Senhor Jesus Cristo” (Filemom 1:3). Esta é sua saudação cristã habitual. Ele deseja para eles os melhores bens, não a riqueza terrena em primeiro lugar, mas graça e paz da parte de Deus em Cristo. Graça é o favor livre de Deus, a fonte de toda bênção, e paz é todo o bem que brota desse favor.

Paulo afirma que essa graça e paz vêm de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. O Espírito Santo também está incluído, embora não seja mencionado explicitamente, pois toda a obra de Deus em favor do seu povo procede de toda a Trindade. O Pai é o primeiro na ordem, como aquele que envia e concede. Cristo nos comunica o favor de Deus e suas bênçãos como o Mediador, aquele que une Deus e os homens, sendo Deus e homem.

É no Amado, Jesus Cristo, que somos aceitos. Por meio dele temos paz e toda boa dádiva. Junto com o Pai e o Espírito, ele é aquele a quem devemos olhar, bendizer e louvar em todas as coisas. Devemos reconhecê-lo não apenas como Jesus e Cristo, mas também como Senhor.

Em 2 Coríntios 13:14, a bênção apostólica é plena e completa: “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com vós todos. Amém.” As bênçãos espirituais devem ser buscadas em primeiro lugar, tanto para nós mesmos quanto para os outros. O favor de Deus e a paz com ele são o maior e mais desejável bem; dão doçura a todas as outras misericórdias. Podem tornar uma pessoa verdadeiramente feliz mesmo quando faltam as coisas terrenas.

Ainda que não haja gado nos currais e a colheita da oliveira falhe, o crente ainda pode exultar no Senhor e alegrar-se no Deus da sua salvação (Habacuque 3:17-18). Muitos perguntam: “Quem nos mostrará o bem?” Mas, se Deus levanta sobre nós a luz do seu rosto, isso traz mais alegria e júbilo do que todo ganho deste mundo (Salmo 4:6-7). “O Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz”, diz Números 6:26. Nessa única bênção está resumido todo o bem, e dessa única fonte — Deus Pai, Filho e Espírito — procede todo bem.

Depois dessa saudação a Filemom, seus amigos e família, Paulo se aproxima mais do seu pedido mostrando o especial afeto que tem por ele. Faz isso por meio de ações de graças e orações a Deus em favor de Filemom e pela grande alegria que sentia ao saber do bem que havia nele e de que ouvia falar (Filemom 1:4-7). As ações de graças e orações de Paulo aparecem em seu alvo, em sua ocasião e em seu conteúdo, bem como na maneira pela qual ele soube da bondade de Filemom.

O primeiro ponto a notar é o alvo do louvor e da oração de Paulo: “Dou graças ao meu Deus, lembrando-me sempre de ti nas minhas orações” (Filemom 1:4). Deus é a fonte de todo o bem que há nas pessoas e de todo o bem feito por elas. “De mim é que vem o teu fruto”, diz Oséias 14:8. Por isso, todo louvor pertence a ele. Em 1 Crônicas 29:13-14, Davi declara: “Porque tudo vem de ti, e do que é teu to damos.” E por isso ele diz: “Agora, pois, ó nosso Deus, graças te damos, e louvamos o nome da tua glória.”

É também privilégio dos piedosos poderem chegar a Deus como seu Deus. Davi disse: “Nosso Deus, graças te damos”, e Paulo disse: “Dou graças ao meu Deus.” Nossas orações e louvores não devem ser apenas por nós mesmos, mas também pelos outros. A oração particular não deve ser egoísta, limitada só às nossas próprias necessidades. Devemos lembrar-nos dos outros, alegrar-nos em qualquer bem que haja neles e pedir a Deus o que lhes falta. Isto constitui grande parte da comunhão entre os crentes.

Paulo frequentemente mencionava seus amigos em suas orações e ações de graças particulares. Ele dizia: “Dou graças ao meu Deus, fazendo menção de ti nas minhas orações”, às vezes pelo nome e às vezes apenas trazendo-os à lembrança. Deus sabe de quem se trata, mesmo quando o nome não é pronunciado. Isso nos ajuda a praticar o amor e a buscar o bem dos outros. “Rogo-vos... que luteis comigo nas orações por mim a Deus”, disse o apóstolo. O que ele pedia para si, certamente praticava em favor dos outros. Todos os crentes devem fazer o mesmo, como Tiago ordena: “Orai uns pelos outros” (Tiago 5:16).

O passo seguinte é a ocasião: “mencionando-te sempre”. Isso significa frequentemente, não apenas uma ou duas vezes. Devemos lembrar-nos muitas vezes dos amigos cristãos, conforme as necessidades deles exigem, guardando-os em nossos pensamentos e levando-os diante de Deus. Isto faz parte de trazer uns aos outros no coração perante o Senhor.

O conteúdo do louvor e da oração de Paulo diz respeito à fé e ao amor de Filemom. Em primeiro lugar, ele agradece a Deus pelo amor que ouviu dizer que Filemom demonstrava para com o Senhor Jesus. Cristo deve ser amado acima de tudo, por causa de sua grandeza divina e porque é nosso Senhor, Criador, Redentor e Salvador, que nos amou e a si mesmo se entregou por nós. Paulo agradece a Deus pelos claros sinais desse amor na vida de Filemom.

Ele também agradece a Deus pela fé de Filemom em Cristo. Amor a Cristo e fé nele são as principais graças cristãs e dão grande motivo para louvar a Deus quando ele as concede a alguém. Paulo diz em Romanos 1:8: “Primeiramente dou graças ao meu Deus... porque em todo o mundo é anunciada a vossa fé.” Ele diz algo semelhante aos colossenses em Colossenses 1:3-4: “Graças damos a Deus... desde que ouvimos falar da vossa fé em Cristo Jesus.” A fé é graça salvadora, raiz mesma da vida cristã e de todas as boas obras.

Paulo também louva a Deus pelo amor de Filemom por todos os santos. Essas duas graças – fé e amor – andam juntas. Quem ama aquele que dá a nova vida também amará os que são gerados por ele. Paulo une essas duas coisas em (Colossenses 1:3-4), quando agradece a Deus pela fé deles em Cristo Jesus e “pelo amor que tendes para com todos os santos”. Os santos trazem em si a imagem de Cristo, e todo cristão amará essa imagem. Diferenças de opinião e de costumes, quando não tocam em pontos essenciais, não devem romper a afeição. A medida desse amor pode variar, conforme se vê mais ou menos da imagem de Cristo em alguém, mas diferenças apenas exteriores nada significam aqui. Paulo pôde até chamar um pobre escravo convertido de “próprio coração”. Devemos amar todos os santos, como Deus ama.

Paulo agradeceu a Deus pelo que se sabia acerca de Filemom, não só entre as igrejas, mas também a respeito dele pessoalmente, ainda que conhecesse isso apenas por ouvir dizer: “ouvindo do teu amor e da fé que tens para com o Senhor Jesus e para com todos os santos”. Era isso que ele buscava em seus amigos: a verdade, o crescimento e a frutificação da graça neles, a fé em Cristo e o amor a ele e a todos os santos. Se o amor aos santos é sincero, será amplo e se estenderá a todos os santos. Embora fé e amor estejam escondidos no coração, são conhecidos pelos seus frutos.

Por isso, Paulo une oração ao louvor, pedindo que os frutos da fé e do amor de Filemom se tornem ainda mais claros. Assim, a participação, a comunhão nessas graças levaria outros a reconhecerem todo o bem que havia nele e em sua casa para com Cristo Jesus. A luz deles brilharia diante dos homens, e outros, vendo as suas boas obras, seriam levados a imitá-los e a glorificar o Pai que está nos céus. As boas obras não devem ser praticadas por vaidade ou para atrair atenção, mas precisam ser visíveis para a glória de Deus e para o bem das pessoas.

Ele acrescenta um motivo tanto para a sua oração como para o seu louvor em (Filemom 1:7): “Tive grande alegria e consolação do teu amor, porque por ti, irmão, o coração dos santos foi reanimado”. O bem que Filemom tinha feito, e ainda estava fazendo, era uma fonte abundante de alegria e consolo para Paulo e para outros. Por isso, Paulo desejava que ele continuasse e crescesse cada vez mais nesses bons frutos, para a honra de Deus e para o bom testemunho da fé.

A realização desse serviço vai além de suprir as necessidades dos santos. Ela também redunda em muitas ações de graças a Deus (2 Coríntios 9:12).

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Pessoas e relações

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Em destaque

Paulo

  • Timóteo Paulo é companheiro de Timóteo.
    Fonte: Atos 16:1; Atos 16:3
    Chegou a Derbe e depois a Listra. Havia ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia cristã, mas de pai grego,
    Leia Atos 16:1
    Paulo quis que ele fosse em sua companhia. Ao levá-lo consigo, circuncidou-o por causa dos judeus daqueles lugares, pois todos sabiam que o pai dele era grego.
    Leia Atos 16:3
  • Silas Paulo é companheiro de Silas.
    Fonte: Atos 15:40
    Paulo, porém, tendo escolhido Silas e, depois de ter sido recomendado pelos irmãos à graça do Senhor, partiu.
    Leia Atos 15:40
  • Barnabé Paulo é companheiro de Barnabé.
    Fonte: Atos 13:9; Atos 13:2; Atos 13:4
    Então Saulo, também chamado Paulo, cheio do Espírito Santo, fixou nele os olhos e lhe disse:
    Leia Atos 13:9
    Enquanto celebravam o culto do Senhor, depois de jejuarem, o Espírito Santo lhes disse: “Separem para mim Barnabé e Saulo para a obra à qual eu os tenho destinado”.
    Leia Atos 13:2
    Enviados assim pelo Espírito Santo, foram a Selêucia e dali navegaram para a ilha de Chipre.
    Leia Atos 13:4
  • Tito Paulo trabalhou com Tito.
    Fonte: 2 Coríntios 1:1; 2 Coríntios 8:23
    Paulo, apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus que está em Corinto e a todos os irmãos santos que estão em toda a Acaia.
    Leia 2 Coríntios 1:1
    Quanto a Tito, ele é meu companheiro e meu colaborador junto a vocês; quanto aos nossos irmãos, são legados das igrejas, que são a glória de Cristo.
    Leia 2 Coríntios 8:23
  • Filemom Paulo trabalhou com Filemom.
    Fonte: Filemom 1:1
    Paulo, prisioneiro de Jesus Cristo, e seu irmão Timóteo, a Filêmon, nosso muito amado colaborador,
    Leia Filemom 1:1
  • Lucas Paulo trabalhou com Lucas.
    Fonte: Filemom 1:1; Filemom 1:24
    Paulo, prisioneiro de Jesus Cristo, e seu irmão Timóteo, a Filêmon, nosso muito amado colaborador,
    Leia Filemom 1:1
    assim como Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus colaboradores.
    Leia Filemom 1:24
  • Priscila Paulo trabalhou com Priscila.
    Fonte: Romanos 1:1; Romanos 16:3
    Paulo, servo de Jesus Cristo, escolhido para ser apóstolo, reservado para anunciar o Evangelho de Deus; –
    Leia Romanos 1:1
    Saúdem Prisca e Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus;
    Leia Romanos 16:3
  • Áquila Paulo trabalhou com Áquila.
    Fonte: Romanos 1:1; Romanos 16:3
    Paulo, servo de Jesus Cristo, escolhido para ser apóstolo, reservado para anunciar o Evangelho de Deus; –
    Leia Romanos 1:1
    Saúdem Prisca e Áquila, meus cooperadores em Cristo Jesus;
    Leia Romanos 16:3

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Timóteo

  • Loide Loide é avó de Timóteo.
    Fonte: 2 Timóteo 1:2; 2 Timóteo 1:5
    a Timóteo, filho muito amado: graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, nosso Senhor!
    Leia 2 Timóteo 1:2
    Conservo a lembrança daquela sua fé tão sincera, que primeiro esteve em sua avó Loide e em sua mãe Eunice e que, não tenho a menor dúvida, habita também em você.
    Leia 2 Timóteo 1:5
  • Eunice Eunice é mãe de Timóteo.
    Fonte: 2 Timóteo 1:2; 2 Timóteo 1:5
    a Timóteo, filho muito amado: graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, nosso Senhor!
    Leia 2 Timóteo 1:2
    Conservo a lembrança daquela sua fé tão sincera, que primeiro esteve em sua avó Loide e em sua mãe Eunice e que, não tenho a menor dúvida, habita também em você.
    Leia 2 Timóteo 1:5
  • Paulo Paulo é companheiro de Timóteo.
    Fonte: Atos 16:1; Atos 16:3
    Chegou a Derbe e depois a Listra. Havia ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia cristã, mas de pai grego,
    Leia Atos 16:1
    Paulo quis que ele fosse em sua companhia. Ao levá-lo consigo, circuncidou-o por causa dos judeus daqueles lugares, pois todos sabiam que o pai dele era grego.
    Leia Atos 16:3

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Filemom

  • Paulo Paulo trabalhou com Filemom.
    Fonte: Filemom 1:1
    Paulo, prisioneiro de Jesus Cristo, e seu irmão Timóteo, a Filêmon, nosso muito amado colaborador,
    Leia Filemom 1:1

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Alguns dados de relacionamentos foram adaptados de BibleData, Brady Stephenson (CC BY 4.0). Dados revisados, traduzidos e complementados com referências bíblicas.

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