Versículo em destaque
Lucas 1:67 - Significado e aplicação
Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje
Tradução: Bíblia BibleGuided — Português Brasileiro
" Zacarias, seu pai, ficou cheio do Espírito Santo e profetizou nestes termos: "
Lucas 1:67
Versículo no contexto
Entender os versículos ao redor evita interpretações incorretas:
65 O temor apoderou-se de todos os seus vizinhos, e o fato foi divulgado por todas as montanhas da Judeia.
66 Todos os que o ouviam guardavam-no no coração, dizendo: “Que será este menino?”. Porque a mão do Senhor estava com ele.
67 Zacarias, seu pai, ficou cheio do Espírito Santo e profetizou nestes termos:
68 “Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, porque visitou e resgatou seu povo,
69 e levantou para nós um poderoso Salvador na casa de Davi, seu servo
Explore estudos bíblicos guiados
Sessões estruturadas com notas, perguntas e insights de orientadores
As Bem-Aventuranças (5 Dias)
Cinco encontros curtos com as bênçãos de Jesus e o caráter do reino de Deus.
Prévia da sessão 1:
Bem-Aventurados os Humildes e os que Choram
6 min
Salmos de Consolo (5 Dias)
Cinco encontros curtos nos Salmos, pensados para dias pesados em que há pouco tempo e pouca energia.
Prévia da sessão 1:
O Cuidado do Pastor
5 min
Crie uma conta grátis para salvar notas, acompanhar progresso e desbloquear todas as sessões
Criar conta grátisComentário Bible Guided
Aqui temos o cântico com o qual Zacarias louvou a Deus depois que sua boca foi aberta. Lucas diz que ele profetizou (Lucas 1:67), e o fez no sentido mais pleno. Ele anunciou o que aconteceria com o reino do Messias, e é exatamente sobre esse reino que todos os profetas dão testemunho.
Note primeiro como ele foi preparado para isso. Ele foi cheio do Espírito Santo, recebendo para essa tarefa uma medida que não era comum. Deus não apenas perdoou sua incredulidade, o que ficou claro pelo fim de sua disciplina, mas, como sinal de graça para com os que creem, encheu-o do Espírito Santo e lhe deu a honra de servi-lo dessa maneira.
Note, em segundo lugar, qual é o tema do seu cântico. Ele não fala aqui de interesses particulares de sua família, nem da vergonha removida de sua casa pelo nascimento desse filho, embora certamente depois tenha agradecido a Deus por isso em seu lar. Neste cântico, ele está totalmente tomado pelo reino do Messias e pelas bênçãos públicas que esse reino traria. Ele não poderia ter grande alegria na frutificação de sua videira ou na esperança de sua oliveira se não enxergasse o bem de Jerusalém, a paz sobre Israel e as bênçãos que viriam de Sião (Salmo 128:3, Salmo 128:5, Salmo 128:6). A profecia do Antigo Testamento muitas vezes vem em forma de louvor e de cânticos novos, e assim também começa a profecia do Novo Testamento: “Bendito o Senhor Deus de Israel”.
Um dia Deus será chamado de Senhor Deus de toda a terra. Mas aqui Zacarias o chama de Senhor Deus de Israel porque as profecias, promessas e sinais de redenção foram dados primeiro a Israel. As primeiras ofertas de salvação agora estavam sendo feitas a esse povo. Israel, como povo escolhido de Deus, apontava para todo o povo eleito de Deus, de todas as nações. Por isso Zacarias o chama de Senhor Deus de Israel.
Zacarias bendiz a Deus, em primeiro lugar, pela salvação que seria realizada pelo próprio Messias (Lucas 1:68-75). É isso que o enche enquanto está cheio do Espírito Santo, e é isso também que enche todos os que têm o Espírito de Cristo.
Ao enviar o Messias, Deus visitou o seu povo em misericórdia. Por muitas eras parecia distante, como se o tivesse esquecido, mas agora vinha como amigo para considerar a necessidade deles. Diz-se que Deus visitou seu povo no cativeiro quando os libertou (Êxodo 3:16; Êxodo 4:31) e que os visitou na fome quando lhes deu pão (Rute 1:6). Ele muitas vezes lhes enviara profetas e mantivera o seu cuidado sobre eles, mas agora ele mesmo vinha visitá-los.
Ele também trouxe redenção para eles. “Redimiu o seu povo.” Foi para isso que Cristo veio ao mundo, para remir pessoas vendidas ao pecado e vendidas por causa do pecado. Mesmo o povo de Deus, seu Israel, seu filho, seu primogênito, seu povo livre, ainda precisa de redenção, e está perdido se não a tiver. Cristo os redime pagando o preço que satisfaz a justiça de Deus, e também os redime pelo poder, libertando-os do domínio de Satanás, como Israel foi libertado do Egito.
Ele também cumpriu a aliança de realeza feita com Davi, o mais famoso rei de Israel no Antigo Testamento. Grandes coisas haviam sido ditas a respeito da casa de Davi, que lhe seria dado socorro como a um valente, que o seu “cornos”, isto é, a sua força e dignidade reais, seriam exaltados, e que a sua linhagem continuaria (Salmo 89:19, Salmo 89:20, Salmo 89:24, Salmo 89:29). No entanto, por muito tempo essa casa parecia rejeitada e desprezada (Salmo 89:38). Agora é novamente honrada, porque, segundo a promessa, o “chifre” de Davi torna a crescer. Deus levantou um “chifre de salvação” para nós na casa de Davi, seu servo (Lucas 1:69), exatamente ali onde havia sido prometido e esperado.
Davi é chamado de servo de Deus não só porque era um homem piedoso, mas porque era um rei que governava por Deus. Ele foi instrumento de salvação para Israel por meio do governo que exerceu. Da mesma forma, Cristo é o doador de eterna redenção apenas para os que lhe obedecem. Em Cristo, e somente nele, há salvação para nós, e ela é um chifre de salvação.
É uma salvação honrosa. Ela se eleva acima de qualquer outro tipo de livramento, e nenhum pode ser comparado a ela. Nessa salvação, é exaltada tanto a glória do Redentor quanto a dos remidos.
É uma salvação plena. Como um chifre transbordante, concede bênçãos espirituais nas regiões celestiais em rica abundância.
É uma salvação poderosa. A força da besta está no seu chifre. Cristo levantou uma salvação tal que derrubará nossos inimigos espirituais e nos guardará deles. Nos carros desta salvação, o Redentor sairá e continuará saindo, vencendo e para vencer.
Ele também cumpriu todas as preciosas promessas feitas à igreja pelos grandes profetas do Antigo Testamento (Lucas 1:70): “como falou pela boca de seus santos profetas”. Seu ensino sobre a salvação por meio do Messias é confirmado pelos profetas, o que mostra quão grande e importante é essa salvação. É a mesma salvação de que eles falaram, portanto deve ser esperada e bem acolhida. É o que eles investigaram cuidadosa e diligentemente (1 Pedro 1:10, 1 Pedro 1:11), logo não deve ser tratada com leveza nem como algo pequeno.
Deus está agora realizando o que falou desde a antiguidade, e por isso todos devem fazer silêncio diante dele e ouvir. Veja quão santas eram essas profecias. Os profetas que as deram eram profetas santos, que não enganariam o povo e tinham como alvo conduzi-lo à santidade. Foi o próprio Deus santo quem falou por meio deles.
Veja também quão antigas são essas profecias, alcançando o princípio do mundo. Quando Deus prometeu pela primeira vez que a semente da mulher esmagaria a cabeça da serpente, essa promessa foi ecoada repetidas vezes. Vê-se isso quando Eva deu nome a Caim, dizendo que havia adquirido um varão do Senhor, e depois em Sete, cujo nome tem o sentido de algo estabelecido. Ecoa de novo em Noé, cujo nome aponta para descanso, e quando ele profetizou que Deus habitaria nas tendas de Sem. Logo depois que o mundo foi renovado após o dilúvio, Deus fez a promessa a Abraão de que em sua semente seriam benditas todas as nações da terra.
Veja, por fim, a admirável harmonia entre os profetas. Deus falou a mesma mensagem por meio de todos eles, por isso a Escritura diz que foi por uma só boca, e não por muitas bocas, que os profetas falaram. Todos falaram de Cristo como se tivessem uma só voz.
Que salvação é essa que foi anunciada? Em primeiro lugar, é um livramento da maldade de nossos inimigos, uma salvação de nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam (Lucas 1:71). É uma salvação do pecado e do domínio de Satanás sobre nós, tanto pelas corrupções que há em nós como pelas tentações que vêm de fora.
Os judeus carnais esperavam um livramento do jugo romano, mas aqui recebem, desde o início, a indicação de um livramento de outro tipo. Ele salvaria o seu povo dos seus pecados, de modo que o pecado já não teria domínio sobre eles (Mateus 1:21). Isto é uma restauração ao favor de Deus, para cumprir a misericórdia prometida a nossos pais (Lucas 1:72).
O Redentor não apenas esmagaria a serpente, que causou nossa ruína, mas também nos reconduziria à misericórdia de Deus. Ele nos restauraria à aliança de Deus e, por assim dizer, nos traria de volta ao paraíso. Isso foi significado pelas promessas feitas aos patriarcas, os primeiros pais de Israel, e pela santa aliança feita com eles, o juramento que fez a Abraão, nosso pai (Lucas 1:73). O que foi prometido aos pais e cumprido em nosso favor é misericórdia, pura misericórdia. Nada nisso vem de mérito nosso. Nós merecemos ira e maldição, mas tudo procede da misericórdia de Deus, que planejou graça e vida para nós. Ele nos amou por seu próprio beneplácito, porque assim quis nos amar.
Deus também tinha em vista sua aliança, a sua santa aliança com Abraão: “Serei teu Deus e da tua descendência”. Os descendentes de Abraão de fato quebraram essa aliança pelos seus pecados. Em suas aflições, parecia que Deus a tinha esquecido. Mas agora ele a lembraria e mostraria que se lembrava dela, porque todos os seus atos misericordiosos repousam sobre essa aliança (Levítico 26:42). Ele havia dito: “Então me lembrarei da minha aliança”.
Essa salvação também nos prepara para o serviço de Deus e nos anima nele. Esse foi o juramento que fez a Abraão, nosso pai: que nos daria poder e graça para o servirmos de modo que o agradasse e trouxesse paz a nós mesmos (Lucas 1:74-75). Isso pode remeter à libertação de Israel do Egito, que Deus disse ter vindo de sua aliança com Abraão (Êxodo 3:6-8). Também esse foi o propósito de tirá-los de lá: que servissem a Deus naquele monte (Êxodo 3:12). O grande objetivo da graça do evangelho não é nos livrar do serviço, mas nos trazer ao serviço de Deus e nos fortalecer nele.
A fé cristã deve sempre ser vista desse modo. Ela existe para nos tornar verdadeiramente piedosos, para nos introduzir no serviço de Deus, para nos prender a esse serviço e para nos animar nele. Somos libertos do jugo de ferro do pecado para que nosso pescoço se sujeite ao jugo suave e leve do Senhor Jesus. Os mesmos laços que ele soltou passam a nos prender mais firmemente a ele (Salmo 116:16).
Por essa graça, somos capacitados, primeiro, a servir a Deus sem temor, com tranquila confiança de mente. Somos trazidos para uma segurança santa, a fim de servir a Deus em paz, livres de um receio ansioso. Deus deve ser servido com temor reverente e obediente, com um temor que nos desperta para o dever. Mas ele não deve ser servido com medo servil, como o servo que, por engano, imagina que seu senhor é duro e injusto. Não o servimos com um medo atormentador, nem com o temor que pertence a um espírito legalista, um espírito de escravidão. Em vez disso, servimos com a ousadia de um espírito evangélico, isto é, o espírito de adoção.
Em segundo lugar, somos capacitados a servi-lo em santidade e justiça, o que abrange todo o nosso dever para com Deus e para com o próximo. Esse é tanto o propósito quanto o efeito direto do evangelho: renovar em nós a imagem de Deus, na qual o ser humano foi originalmente criado, uma imagem marcada por justiça e verdadeira santidade (Salmo 50:14). Em terceiro lugar, servimos a Deus diante dele, nos deveres de sua adoração direta, quando entramos em sua presença como quem mantém constantemente em vista o seu olhar e sabe que é visto por ele. É isso servir a Deus perante a sua face.
Em quarto lugar, somos capacitados a servi-lo todos os dias da nossa vida. O evangelho visa dar-nos perseverança constante no serviço de Deus. Ele nos mostra quanto depende de não voltarmos atrás e nos mostra como Cristo nos amou até o fim, o que nos chama a amá-lo também até o fim.
Em seguida, Zacarias bendisse a Deus pela obra de preparação que seria realizada por João Batista, seu filho, que naquele momento tinha apenas oito dias (Lucas 1:76). “E tu, menino, serás chamado profeta do Altíssimo.” Jesus Cristo é o Altíssimo, pois é Deus sobre todos, bendito eternamente (Romanos 9:5), igual ao Pai. João foi seu profeta, como Arão foi o profeta de Moisés (Êxodo 7:1). O que João dizia era como se viesse da própria boca de Cristo, e o que fazia era ir adiante dele como seu mensageiro.
A profecia estivera em silêncio por muito tempo, mas em João ela recomeçou, assim como em Samuel, que também nasceu de uma mãe idosa, depois de longa espera. A obra de João consistia, primeiro, em preparar o povo para a salvação, pregando o arrependimento e a reforma como grandes deveres evangélicos. Ele devia ir adiante do Senhor, mas apenas um pouco à sua frente, para preparar o seu caminho, chamar o povo a abrir espaço para ele e a estar pronto para recebê-lo. Tudo quanto impedisse o seu progresso, o dificultasse ou mantivesse as pessoas afastadas dele devia ser removido. Encher os vales e abaixar os montes (Isaías 40:3-4).
Em segundo lugar, João devia dar às pessoas um entendimento geral da salvação, para que soubessem não apenas o que fazer, mas também o que esperar. Sua mensagem era que o reino dos céus estava próximo. Há duas coisas que precisam ser conhecidas sobre essa salvação. Primeiro, ela inclui o perdão daquilo que fizemos de errado. É salvação mediante o perdão dos pecados, pecados que bloqueiam a salvação e nos tornam sujeitos à ruína e à condenação (Lucas 1:77). João ajudava as pessoas a enxergar que, embora o pecado tornasse sua condição triste, ela não era desesperadora, pois o perdão podia ser recebido pela terna misericórdia de nosso Deus. A expressão aponta para a profunda compaixão, a misericórdia íntima de Deus. Em nós não havia nada, além de uma condição miserável, que nos recomendasse à sua misericórdia.
Em segundo lugar, essa salvação inclui direção para viver melhor dali em diante. O evangelho não apenas nos anima a esperar que as obras das trevas sejam perdoadas. Ele também nos coloca diante dos olhos uma luz clara e verdadeira, para que possamos ordenar corretamente os nossos passos. Nele, a aurora lá do alto nos visitou (Lucas 1:78), e isso também provém da terna misericórdia de nosso Deus. Cristo é a luz nascente, o sol da manhã (Malaquias 4:2). O evangelho traz luz consigo (João 3:19). Ele não nos deixa vagando nas trevas da ignorância pagã, nem na luz mais fraca dos tipos e figuras do Antigo Testamento. No evangelho, o dia começa a raiar. Em João Batista começou a despontar, e depois cresceu rapidamente, brilhando cada vez mais até ser dia perfeito.
Temos tanta razão para acolher o dia do evangelho quanto aqueles que há muito aguardavam pela manhã. Primeiro, o evangelho revela o que antes estava completamente oculto (Lucas 1:79). Ele dá luz aos que estão em trevas, a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo. A aurora visitou este mundo em trevas para trazer luz aos gentios (Atos 26:18).
Segundo, essa luz é vivificante. Ela traz luz aos que se assentam na sombra da morte, como prisioneiros condenados num calabouço, quando ouvem notícias de perdão, ou ao menos de adiamento e de oportunidade de obtê-lo. Ela anuncia a abertura da prisão (Isaías 61:1) e traz a luz da vida. Quão bem-vinda é essa luz!
Terceiro, é uma luz que guia. Ela dirige nossos pés pelo caminho da paz, a vereda cujo fim é a verdadeira paz. Não é apenas luz para os olhos, mas luz para os pés (Salmo 119:105). Mostra-nos o caminho para fazer as pazes com Deus e para manter com ele uma comunhão calma e alegre. Como pecadores, deixamos esse caminho de paz e, por nós mesmos, não o conhecemos (Romanos 3:17).
No último versículo, temos um breve relato dos primeiros anos de João Batista. Embora fosse filho de sacerdote, não foi, como Samuel, levado ainda menino para servir perante o Senhor, porque ele deveria preparar o caminho para um sacerdócio maior. Somos informados, primeiro, de sua grandeza interior: o menino crescia em mente e entendimento além dos outros, de modo que se fortalecia em espírito. Tinha juízo são e vontade firme. A razão e a consciência, ambas chamadas de candeia do Senhor, eram nele tão fortes que seus desejos inferiores e paixões foram logo trazidos à sujeição.
Isso mostrava que ele era cheio do Espírito Santo desde cedo. Os que são fortes no Senhor são fortes em espírito. Também nos é dito sobre sua vida oculta exteriormente: ele estava nos desertos. Isso não significa que vivesse como um eremita, isolado de todos. Há bons motivos para pensar que subia a Jerusalém nas festas e frequentava as sinagogas no sábado, mas passava a maior parte do tempo em alguma das casas dispersas no deserto de Zife ou de Maom, lugares mencionados na história de Davi. Ali gastou a maior parte do tempo em oração e reflexão, sem receber sua formação nas escolas ou aos pés dos rabinos.
Muitas pessoas são aptas para grande serviço e, no entanto, parecem estar enterradas no anonimato. Outras ficam escondidas por muito tempo porque estão sendo preparadas para uma utilidade ainda maior mais tarde. Assim aconteceu com João Batista, que permaneceu no deserto até o dia em que se mostrou a Israel, por volta do trigésimo ano de sua vida. Há também um tempo determinado para Deus manifestar o socorro que reservou para Israel. A visão é para o tempo certo; no fim falará e não mentirá.
Deste capítulo
Lucas 1:1
"Muitos empreenderam compor um relato dos acontecimentos que se realizaram entre nós,"
Lucas 1:2
"assim como os transmitiram a nós aqueles que, desde o princípio, foram testemunhas oculares e se tornaram ministros da palavra."
Lucas 1:3
"Também me pareceu bem, depois de ter investigado diligentemente tudo desde o princípio, escrevê-los para você em ordem, excelentíssimo Teófilo,"
Lucas 1:4
"para que você conheça a solidez daqueles ensinamentos que tem recebido."
Lucas 1:5
"Nos tempos de Herodes, rei da Judeia, houve um sacerdote chamado Zacarias, da classe de Abias; sua mulher, descendente de Aarão, chamava-se Isabel."
Lucas 1:6
"Ambos eram justos diante de Deus e observavam irrepreensivelmente todos os mandamentos e preceitos do Senhor."
Oração diária
Receba uma reflexão bíblica diária por e-mail
Comece cada manhã com um versículo, uma oração e um próximo passo simples.
Aviso importante: Esta orientação bíblica não substitui cuidados profissionais de saúde mental. Se você estiver com sintomas de crise, ligue para 188 (CVV) no Brasil ou 988 nos EUA, ou procure ajuda profissional imediatamente.
Bible Guided oferece orientação baseada na fé e deve complementar, não substituir, apoio terapêutico profissional.