Versículo em destaque

João 13:31 - Significado e aplicação

Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje

Tradução: Bíblia BibleGuided — Português Brasileiro

" Assim que Judas saiu, Jesus disse: “Agora o Filho do Homem é glorificado, e Deus é glorificado nele. "

João 13:31

menu_book Versículo no contexto

29 Pois, como Judas tinha a bolsa, alguns pensavam que Jesus lhe dizia: “Compre aquilo de que precisamos para a festa”. Ou: “Dê alguma coisa aos pobres”.

30 Depois de receber o pedaço de pão, Judas apressou-se em sair. E era noite...

31 Assim que Judas saiu, Jesus disse: “Agora o Filho do Homem é glorificado, e Deus é glorificado nele.

32 Se Deus foi glorificado nele, Deus também o glorificará em si mesmo e o glorificará em breve.

33 Meus filhinhos, ainda estou com vocês apenas por mais um pouco. Vocês haverão de me procurar, mas, assim como disse aos judeus, agora também digo a vocês: para onde eu vou, vocês não podem ir.

auto_stories

Explore estudos bíblicos guiados

Sessões estruturadas com notas, perguntas e insights de orientadores

Micro-Study 5 dias

As Bem-Aventuranças (5 Dias)

Cinco encontros curtos com as bênçãos de Jesus e o caráter do reino de Deus.

Prévia da sessão 1:

Bem-Aventurados os Humildes e os que Choram

schedule 6 min

Micro-Study 5 dias

Salmos de Consolo (5 Dias)

Cinco encontros curtos nos Salmos, pensados para dias pesados em que há pouco tempo e pouca energia.

Prévia da sessão 1:

O Cuidado do Pastor

schedule 5 min

lock_open Crie uma conta grátis para salvar notas, acompanhar progresso e desbloquear todas as sessões

person_add Criar conta grátis

auto_stories Comentário Bible Guided

Esta parte, e o que se segue até o fim do capítulo 14, é a conversa de mesa de Cristo com seus discípulos. Depois da ceia, Judas saiu. E o que fizeram o Mestre e os discípulos à mesa? Voltaram-se para uma conversa proveitosa, ensinando-nos a tornar a conversa à mesa útil para a fé.

Cristo inicia essa conversa. Quanto mais prontos estivermos, com humildade, para conduzir a conversa ao que é bom e edificante, tanto mais semelhantes seremos a Jesus Cristo. Pessoas que, por posição, reputação ou dons, naturalmente prendem a atenção dos outros, devem usar essa influência para o bem.

Aqui nosso Senhor fala com eles, e provavelmente de forma muito mais ampla do que o registro mostra, sobre o grande mistério de sua própria morte e sofrimento. Os discípulos ainda estavam na escuridão quanto a isso. Não conseguiam nem mesmo admitir para si que aquilo aconteceria, muito menos compreender o que significava. Por isso Cristo lhes deu um ensino que tiraria o escândalo da cruz.

Ele não começou esse ensino enquanto Judas ainda estava presente, porque Judas era um falso irmão. A presença de pessoas ímpias muitas vezes impede uma boa conversa. Quando Judas saiu, Cristo disse: “Agora é glorificado o Filho do homem”. Judas tinha sido uma mancha em sua festa de amor e uma vergonha para aquela pequena comunidade, por isso agora Cristo diz que é glorificado. A ideia é que Cristo é honrado quando as comunidades cristãs são purificadas, pois a corrupção em sua igreja o desonra, e removê‑la tira essa vergonha.

Ou, ainda, Judas havia saído para pôr em marcha os acontecimentos que logo levariam Cristo à morte. Assim, Cristo diz: “Agora é glorificado o Filho do homem”, querendo dizer: agora ele está prestes a ser crucificado.

Aqui Cristo lhes ensina algo sobre seus sofrimentos que é profundamente consolador. Primeiro, ele lhes diz que ele mesmo seria glorificado neles. Embora o Filho do Homem estivesse prestes a sofrer a maior vergonha e desonra, e embora tanto amigos quanto inimigos o desonrassem, ainda assim ele diz: “Agora é glorificado”. Pois agora ele conquistaria uma vitória gloriosa sobre Satanás e todos os poderes das trevas, despojando-os e triunfando sobre eles. Era como se ele estivesse vestindo a armadura para entrar em batalha contra esses inimigos de Deus e dos homens.

Ele também traria um livramento glorioso para o seu povo. Por sua morte, os reconduziria a Deus e estabeleceria para eles uma justiça e uma felicidade duradouras. Ele derramaria um sangue que se tornaria fonte inesgotável de alegria e bênção para todos os que creem. E ainda daria um exemplo glorioso de abnegação, paciência no sofrimento, coragem, desprezo pelo mundo, zelo pela glória de Deus e amor pelas almas humanas. Esse exemplo o tornaria digno de honra permanente.

Cristo já havia sido glorificado por muitos milagres, mas fala agora de ser glorificado em seus sofrimentos, como se isso fosse maior que toda a outra glória de sua vida humilde.

Em segundo lugar, ele lhes ensina que o Pai seria glorificado em seus sofrimentos. Os sofrimentos de Cristo satisfizeram a justiça de Deus e, assim, Deus foi glorificado neles. A ofensa feita à honra de Deus pelo pecado humano foi reparada de modo rico e pleno. As exigências da lei foram plenamente respondidas, e a honra do governo de Deus foi firmemente sustentada. Seus sofrimentos também revelaram a santidade e a misericórdia de Deus. Os atributos de Deus brilham na criação e na providência, mas brilham ainda mais intensamente na redenção (Colossenses 1:24; 2 Coríntios 4:6). Deus é amor, e nisso ele manifestou claramente o seu amor.

Em terceiro lugar, Cristo diz que ele mesmo seria grandemente glorificado depois de seus sofrimentos, porque Deus seria grandemente glorificado por meio deles (João 13:32). Note como ele fala disso com plena certeza. Ele está seguro de que Deus o glorificará, e aqueles a quem Deus glorifica são de fato gloriosos. A terra e o inferno tentaram torná-lo desprezível, mas Deus havia determinado glorificá-lo, e assim fez. Deus o glorificou em seus sofrimentos por meio de sinais espantosos no céu e na terra que os acompanharam, levando até mesmo seus crucificadores a reconhecer que ele era o Filho de Deus. Mas, sobretudo depois de seus sofrimentos, Deus o glorificou quando o fez assentar-se à sua destra e lhe deu o nome que está acima de todo nome.

Cristo diz que Deus o glorificará “em si mesmo”. Isso pode significar, primeiro, em Cristo mesmo, em sua própria pessoa, e não apenas em seu reino entre os homens. Isso inclui a sua rápida ressurreição. Uma pessoa comum pode ser honrada depois da morte apenas na memória ou por meio dos descendentes, mas Cristo foi honrado em si mesmo. Ou pode significar, em segundo lugar, em Deus mesmo, como explica (João 17:5). Ele se assentará com o Pai em seu trono (Apocalipse 3:21). Essa é a verdadeira glória.

Ele também diz que Deus o glorificará “logo”. Cristo via a alegria e a glória que estavam adiante não apenas como grandes, mas como próximas. Suas dores seriam breves e logo terminariam. Bons serviços prestados a governantes terrenos muitas vezes demoram a ser recompensados, mas Cristo recebeu sua exaltação sem demora. Foram cerca de quarenta horas, ou pouco mais, entre sua morte e sua ressurreição, e quarenta dias até sua ascensão. Assim, era correto dizer que foi glorificado logo (Salmo 16:10).

Tudo isso veio porque Deus foi glorificado nos sofrimentos de Cristo e por meio deles. Como Deus recebeu honra por causa disso, da mesma maneira honraria a Cristo. Na exaltação de Cristo, houve uma clara atenção à sua humilhação, e um prêmio por ela. Porque ele se humilhou, Deus o exaltou sobremaneira. Se o Pai obteve tanta glória por meio da morte de Cristo, é certo que o Filho não perderia nada. Veja-se a aliança entre eles (Isaías 53:12). E aqueles que trabalham para glorificar a Deus certamente participarão da felicidade de serem glorificados com ele.

Cristo então lhes ensina outra coisa sobre seus sofrimentos, e esta parte tinha o propósito de despertá-los, porque ainda eram lentos para entender (João 13:33). Ele os chama de “filhinhos”, o que mostra mais a ternura e o cuidado dele do que a fraqueza deles. Fala como um pai que está prestes a deixá-los, mas deixará bênçãos com eles. “Por pouco tempo estou ainda convosco.” Quer isso diga respeito à sua morte, quer à sua ascensão, o sentido é o mesmo: restava-lhe pouco tempo com eles. Portanto, deviam aproveitar ao máximo a oportunidade que tinham naquele momento.

Se tivessem alguma pergunta importante a fazer, algum conselho a buscar, algum ensinamento ou consolo a receber, deveriam falar sem demora, pois ele estaria com eles apenas por um pouco mais. Devemos usar plenamente os auxílios espirituais enquanto os temos, porque não os teremos por muito tempo. Ou eles serão tirados de nós, ou nós seremos tirados deles.

Eles não deviam se apegar à presença corporal de Cristo, como se toda a sua felicidade e consolo dependessem disso. Precisavam aprender a viver sem essa presença visível e não permanecer como criancinhas que sempre precisam de uma ama. Os meios que Deus estabelece são apenas para um tempo. Não devemos descansar neles, mas passar por eles em direção ao descanso para o qual apontam.

Ele também lhes ensina que segui-lo para o outro mundo, para estar com ele ali, seria algo muito difícil. O que havia dito aos judeus (João 7:34), agora diz aos discípulos. Mesmo os crentes precisam ser despertados pelas mesmas advertências e reflexões que sacodem os pecadores. Cristo lhes diz, primeiro, que quando ele se fosse, eles sentiriam a falta dele. “Vós me buscareis”, isto é, “vocês desejarão que eu esteja de novo com vocês”.

Muitas vezes aprendemos o valor das bênçãos ao senti-las faltar. Embora o Consolador realmente os ajudasse em suas aflições, ainda assim isso não lhes daria o mesmo consolo visível que a presença corporal de Cristo havia dado àqueles que se haviam acostumado a ela. Cristo dissera aos judeus: “Buscar-me-eis e não me achareis”, mas aos discípulos ele apenas diz: “Vós me buscareis”. Isso sugere que, embora não tivessem mais a sua presença física, não o buscariam em vão. Quando procuraram seu corpo no túmulo e não o encontraram, ainda assim o buscaram para bom propósito.

Em segundo lugar, ele lhes diz que, para onde ele ia, eles não podiam ir. Isso deveria elevar o pensamento deles para ele, já que ia para um mundo invisível e inacessível, habitar em luz inacessível (1 Timóteo 6:16). Também devia humilhá-los e levá-los a refletir seriamente sobre o próprio estado futuro. Cristo diz que eles não podiam segui-lo, assim como Josué disse ao povo que não podia servir ao Senhor, não para desanimá-los, mas para torná-los mais vigilantes e diligentes.

Eles não podiam segui-lo até a cruz, porque lhes faltavam coragem e firmeza constante. Isso se evidenciou quando todos o deixaram e fugiram. Também não podiam segui-lo até a coroa, porque ainda não havia neles o que era necessário, e sua obra e luta não estavam terminadas.

Ele então fala a eles sobre o grande dever do amor fraternal (João 13:34-35): “Que vos ameis uns aos outros”. Judas tinha acabado de sair, mostrando-se um falso irmão, mas isso não deveria levá-los a se tornarem desconfiados uns dos outros de modo a destruir o amor. Ainda que houvesse um Judas entre eles, não eram todos Judases. Como o ódio dos judeus contra Cristo e seus seguidores estava crescendo, e eles deviam esperar ser tratados como o Mestre tinha sido, o amor fraternal seria necessário para que se fortalecessem mutuamente.

Ele apresenta três motivos para esse amor mútuo. Primeiro, é o mandamento do seu Mestre (João 13:34). “Um novo mandamento vos dou.” Ele não apenas elogia esse amor como algo belo, nem apenas o recomenda como algo útil. Ele o ordena e o estabelece como uma das leis fundamentais do seu reino. Coloca-o ao lado do mandamento de crer em Cristo (1 João 3:23; 1 Pedro 1:22). É o mandamento do nosso Rei, que tem direito de estabelecer leis para nós. E é também o mandamento do nosso Redentor, que nos dá essa lei para curar nossa enfermidade espiritual e nos preparar para o gozo eterno.

É um mandamento novo de várias maneiras. Primeiro, é renovado. Era um mandamento desde o princípio (1 João 2:7), tão antigo quanto a própria lei da natureza, e era o segundo grande mandamento da lei de Moisés. Mas, por ser também um dos grandes mandamentos do Novo Testamento, dado por Cristo, o novo Legislador, é chamado de novo. É como um livro antigo em uma nova edição, corrigida e ampliada. A tradição judaica tinha distorcido tanto esse mandamento, que, quando Cristo o trouxe de volta e o apresentou em sua verdadeira luz, ele pôde, com razão, ser chamado de novo. A vingança e o espírito de retribuição eram tão comuns, e o amor-próprio tão forte, que o amor fraternal tinha sido tratado como algo ultrapassado. Assim, vindo de Cristo, era novo para o povo.

Segundo, é um mandamento excelente, como um cântico novo que tem beleza especial e agradável. Terceiro, é um mandamento eterno, tão novo que permanecerá sempre novo. Como a nova aliança, que nunca envelhece (Hebreus 8:13), ele continuará fresco por toda a eternidade, mesmo quando fé e esperança já não forem mais necessárias. Quarto, na forma como Cristo o dá, ele é novo também de outra maneira. Antes, o mandamento era: “Amarás o teu próximo”. Agora é: “Amai-vos uns aos outros”. Ele é imposto de modo mais persuasivo, pois é apresentado como um dever mútuo que devemos uns aos outros.

Em segundo lugar, o exemplo do Salvador é outro motivo para o amor fraternal: “Como eu vos amei”. Isto faz parte do que o torna um novo mandamento, porque essa regra e esse motivo de amor ficaram ocultos por séculos e gerações. Isso pode ser entendido por tudo o que Cristo já tinha feito, em amor, por seus discípulos durante o tempo em que andou com eles. Ele lhes falava com bondade, se interessava por eles e pelo seu bem, os ensinava, orientava e consolava, orava com eles e por eles, os defendia quando eram acusados, permanecia ao lado deles quando eram desprezados e declarou abertamente que eram mais caros para ele que sua mãe, irmã ou irmão.

Ele também os corrigia quando erravam, mas suportava pacientemente as suas fraquezas. Desculpava-os, via o melhor neles e deixava passar muitas falhas. Assim ele os tinha amado e, ainda há pouco, tinha lhes lavado os pés. Do mesmo modo, eles deviam amar uns aos outros, e amar até o fim. Ou isso pode ser entendido em referência ao ato especial de amor que ele estava prestes a manifestar a todos os seus discípulos, dando a sua vida por eles. “Ninguém tem maior amor do que este” (João 15:13). Se ele nos amou assim, pode justamente esperar que nos amemos uns aos outros.

Não podemos fazer uns pelos outros algo do mesmo tipo (Salmo 49:7), mas devemos amar-nos de forma que reflita o amor dele. Devemos tomá-lo como modelo e seguir suas orientações. Nosso amor uns pelos outros deve ser livre e pronto, disposto a trabalhar e gastar-se, firme e duradouro. Deve ser, especialmente, um amor pelas almas uns dos outros. E também devemos amar uns aos outros porque Cristo nos amou. Veja Romanos 15:1, Romanos 15:3, Efésios 5:2, Efésios 5:25, Filipenses 2:1-5.

Em terceiro lugar, a honra da sua profissão de fé é outro motivo (João 13:35): “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”.

É preciso ter amor, não apenas aparentar amor. Ele deve estar enraizado em nós como um hábito, pronto mesmo quando não há ocasião imediata de demonstrá-lo. Por isso, as pessoas verão que seguimos verdadeiramente a Cristo, porque o seguimos também nesse ponto.

O amor fraternal é a marca dos discípulos de Cristo. Cristo conhece os seus por esse sinal, eles podem reconhecer a si mesmos por ele (1 João 2:14) e os outros também podem reconhecê-los. É a veste da sua família, o sinal claro dos seus seguidores, aquilo pelo qual ele quer que sejam conhecidos: o amor que têm entre si. Foi por isso que o seu Mestre ficou conhecido. Todos os que ouviram falar dele ouviram falar de seu grande amor. Assim, se as pessoas virem um grupo que se ama com mais calor do que é comum, podem dizer com razão: “Estes são seguidores de Cristo. Estiveram com Jesus.”

Isso mostra, primeiro, o quanto Cristo desejou que seus discípulos se amassem uns aos outros. Nesse ponto deveriam ser diferentes. O costume do mundo é cada um cuidar de si mesmo, mas o povo de Cristo deve cuidar profundamente uns dos outros. Ele não diz: “Nisto conhecerão que sois meus discípulos, se fizerdes milagres”, porque quem faz milagres sem amor não é nada (1 Coríntios 13:1, 1 Coríntios 13:2). Ele diz que o sinal é o amor, amor que nasce da abnegação e da gratidão a Cristo. Cristo quis que esse fosse o distintivo especial de sua religião, o principal sinal da verdadeira igreja.

Em segundo lugar, é grande honra para os discípulos de Cristo serem conhecidos pelo amor fraternal. Nada fará mais para conquistar o respeito e a boa vontade dos outros. Veja quão forte foi essa atração em Atos 2:46, Atos 2:47. Tertuliano diz que essa era a glória da igreja primitiva: os cristãos eram conhecidos pelo afeto que tinham uns pelos outros. Até seus inimigos notavam isso e diziam: “Vede como estes cristãos se amam” (Apologia, capítulo 39).

Em terceiro lugar, se os seguidores de Cristo não se amam, envergonham a sua fé e dão motivo para duvidar de sua sinceridade. Ó Jesus, são estes os teus cristãos, estas pessoas iradas, maldosas, rancorosas, de gênio áspero? É este o manto do teu Filho? Quando nossos irmãos e irmãs precisam da nossa ajuda, e temos oportunidade de servi-los, ou quando diferem de nós em doutrina ou prática, ou até competem conosco ou nos aborrecem, justamente nessas situações se manifesta se carregamos ou não o distintivo dos discípulos de Cristo.

IA cristã que considera sua denominação

Aplique João 13:31 na sua vida hoje

Receba orientação fundamentada nas Escrituras, que considera sua denominação e é personalizada para a sua situação.

1 Faça sua pergunta arrow_forward 2 Considere sua tradição arrow_forward 3 Aplique as Escrituras

✓ Sem cartão de crédito • ✓ 100% privado • ✓ 30 créditos grátis para começar

Deste capítulo

Oração diária

Receba uma reflexão bíblica diária por e-mail

Comece cada manhã com um versículo, uma oração e um próximo passo simples.

Grátis. Cancele quando quiser. Nunca compartilhamos seu email.

Aviso importante: Esta orientação bíblica não substitui cuidados profissionais de saúde mental. Se você estiver com sintomas de crise, ligue para 188 (CVV) no Brasil ou 988 nos EUA, ou procure ajuda profissional imediatamente.

Bible Guided oferece orientação baseada na fé e deve complementar, não substituir, apoio terapêutico profissional.