Versículo em destaque
Atos 1:15 - Significado e aplicação
Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje
Tradução: Bíblia BibleGuided — Português Brasileiro
" Em um daqueles dias, Pedro levantou-se no meio de seus irmãos, na assembleia reunida, que constava de umas cento e vinte pessoas, e disse: "
Atos 1:15
Versículo no contexto
Entender os versículos ao redor evita interpretações incorretas:
13 Tendo entrado no cenáculo, subiram ao quarto de cima, onde costumavam permanecer. Eram eles: Pedro e João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelador, e Judas, irmão de Tiago.
14 Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos dele.
15 Em um daqueles dias, Pedro levantou-se no meio de seus irmãos, na assembleia reunida, que constava de umas cento e vinte pessoas, e disse:
16 “Irmãos, convinha que se cumprisse o que o Espírito Santo predisse na escritura pela boca de Davi, acerca de Judas, que foi o guia daqueles que prenderam Jesus.
17 Ele era um dos nossos e teve parte no nosso ministério.
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O pecado de Judas não foi apenas sua vergonha e perdição; ele também deixou uma lacuna no grupo dos apóstolos. Eles tinham sido estabelecidos em número de doze, tendo em vista as doze tribos de Israel, pois Israel veio dos doze patriarcas. Eram como as doze estrelas na coroa da igreja (Apocalipse 12:1), e doze tronos estavam preparados para eles (Mateus 19:28). Por isso, tendo sido doze como aprendizes, soaria estranho que fossem apenas onze como mestres. Isso manteria sempre viva a lembrança vergonhosa de que um deles havia caído. Assim, antes que o Espírito Santo descesse, eles se preocuparam em preencher o lugar vazio. É bem provável que Jesus já tivesse dado orientação sobre isso, junto com outras coisas que falou acerca do reino de Deus.
Note, primeiro, as pessoas envolvidas nesse assunto. O grupo todo era de cerca de cento e vinte. Ou seja, havia cento e vinte “nomes”, isto é, cento e vinte pessoas. Alguns entendem que ali se contavam apenas os homens, em distinção das mulheres. O Dr. Lightfoot considerava que esses cento e vinte seriam os onze apóstolos, os setenta discípulos e mais uns trinta e nove, muitos deles parentes de Cristo, vizinhos e seguidores bem próximos, formando um tipo de assembleia ministerial, um grupo fixo de líderes (Atos 4:23), ao qual outros não se atreviam a se juntar abertamente (Atos 5:13). Ele também supunha que permaneceram juntos até que a perseguição após a morte de Estêvão os dispersou, ficando em Jerusalém apenas os apóstolos (Atos 8:1).
Ao mesmo tempo, ele entendia que já havia muitas centenas, talvez milhares, de crentes em Jerusalém nesse período. De fato, lemos de muitos que creram nele ali, embora não ousassem confessá-lo publicamente. Por isso, não se pode concluir que já estivessem organizados em congregações distintas para pregação e culto. Também não parece que isso tenha acontecido antes do derramamento do Espírito e das conversões narradas no capítulo seguinte. Aqui vemos o início da igreja cristã. Esses cento e vinte eram a semente de mostarda que se tornaria árvore, e o fermento que acabaria levedando toda a massa.
O porta-voz foi Pedro, que havia sido e continuava sendo o mais adiantado e ativo entre eles. É mencionado aqui para mostrar que estava plenamente restaurado após a queda de negar o seu Mestre. E como Pedro foi destinado a ser o apóstolo dos judeus, a narrativa o acompanha enquanto o foco está nos crentes de origem judaica. Depois, quando o relato se volta para os gentios, passa a acompanhar Paulo.
Em seguida, vemos a proposta de Pedro para a escolha de outro apóstolo. Ele se levantou no meio dos discípulos (Atos 1:15). Não se assentou como quem dá ordens, como se tivesse autoridade sobre os demais. Ficou em pé como quem apresenta uma proposta, demonstrando respeito por seus irmãos enquanto lhes dirigia a palavra.
No seu discurso, observamos a explicação que ele dá sobre a vaga deixada pela morte de Judas. Ele fala com muito cuidado e, como quem fora ensinado por Cristo, reconhece o cumprimento das Escrituras. Judas havia recebido um posto elevado: “era contado conosco e alcançou parte neste ministério” (Atos 1:17). Muitos são contados entre os santos neste mundo e não serão achados entre eles quando os preciosos forem separados dos vis. De que aproveita ser contado entre os cristãos se não participamos do espírito e da vida dos cristãos? O lugar de Judas no ministério apenas tornou maior o seu pecado e a sua ruína, como sucederá com todos os que pregam em nome de Cristo e, ao mesmo tempo, praticam o mal.
Ainda assim, a promoção de Judas não o preservou do pecado. Ele se tornou o guia dos que prenderam Jesus. Fez mais do que indicar aos inimigos de Cristo onde podiam encontrá-lo, coisa que eles poderiam ter descoberto sem sua ajuda. Ele se colocou ousadamente à frente do grupo que o prendeu. Foi adiante deles até o lugar e, como se se orgulhasse de seu papel, deu o sinal: “É este, prendei-o.” Chefes no pecado são os piores pecadores, sobretudo quando aqueles que deveriam guiar os amigos de Cristo acabam guiando seus inimigos.
O pecado de Judas também trouxe ruína sobre ele mesmo. Vendo que os principais sacerdotes estavam decididos a matar Cristo e seus discípulos, ele pensou que poderia salvar a própria pele juntando-se a eles. Provavelmente esperava alcançar propriedades sob o domínio deles, e que o pagamento pela traição a Jesus seria apenas uma primeira parcela. Mas veja o desfecho. Ele perdeu o dinheiro de maneira vergonhosa (Atos 1:18). Com as trinta moedas de prata, recompensa de sua maldade, foi comprado um campo. O sentido é que o salário da injustiça adquiriu aquele campo, e essa forma de falar expõe à vergonha seus planos de enriquecer por meio desse negócio. Ele imaginava estar comprando um campo para si, como Geazi fez com o que ganhou de Naamã por meio de mentira (2 Reis 5:26). Porém, acabou se tornando um campo para sepultar estrangeiros. Que proveito teve ele, ou alguém de sua casa, disso? O dinheiro obtido em pecado apenas o enganou, e o prêmio do seu pecado se tornou o laço que o destruiu.
Ele também perdeu a vida de maneira ainda mais infame. Mateus relata que ele, tomado de desespero, foi e se enforcou (Mateus 27:5). Aqui é acrescentado que foi estrangulado, ou sufocado de angústia e horror, e depois caiu de cabeça. O Dr. Hammond entende que isso significa que ele caiu de rosto em terra. Em parte por causa do inchaço do próprio corpo e em parte pela força da queda, rompeu-se pelo meio, de modo que todas as suas entranhas se derramaram. Se o diabo, ao ser expulso de uma criança, a sacudiu, lançou por terra e quase a matou (Marcos 9:26; Lucas 9:42), não admira que, tendo possuído Judas plenamente, o tenha lançado de cabeça e o destruído. O relato de Mateus sobre o enforcamento implicaria um inchaço que o faria arrebentar, o que Pedro agora menciona. Alguns dizem que ele se rompeu com um grande estrondo, ouvido pelos vizinhos, e assim, como o versículo seguinte afirma, o fato se tornou conhecido (Atos 1:19). Lucas escreve como médico, falando com cuidado sobre as partes internas do corpo. Esse tipo de dilaceração era parte da pena aplicada a traidores. Derramaram-se com justiça aquelas entranhas que haviam se fechado contra o Senhor Jesus. Cristo talvez tivesse Judas em mente quando falou do servo mau, dizendo que o cortaria em pedaços (Mateus 24:51).
A notoriedade pública desse acontecimento também foi notável. Tornou-se conhecido de todos os habitantes de Jerusalém. Espalhou-se como notícia por toda parte, e a cidade inteira falou sobre isso como um juízo evidente de Deus contra o homem que traiu o seu Mestre (Atos 1:19). Comentava-se não só entre os discípulos, mas entre todos, e ninguém negava a veracidade dos fatos.
“Foi conhecido” quer dizer: foi reconhecido como fato incontestável. Poderíamos supor que isso levaria à contrição aqueles que tiveram parte na morte de Cristo, quando viram o que aconteceu com Judas, que havia dado o primeiro passo na traição. Mas seus corações estavam endurecidos, e, para aqueles que viriam a ser amolecidos, a Palavra de Deus ainda precisava operar em conjunto com o Espírito.
Um sinal claro de que isso se tornou amplamente conhecido é que o campo comprado com o dinheiro de Judas passou a ser chamado de Aceldama, isto é, campo de sangue, porque foi adquirido com preço de sangue. Esse nome perpetuava a vergonha não só de quem vendeu aquele sangue inocente e precioso, mas também de quem o comprou. Devemos considerar como responderão quando Deus fizer investigação quanto ao sangue derramado.
As Escrituras já haviam falado tão claramente desse assunto que ele precisava se cumprir, como Pedro afirma em (Atos 1:16). Ninguém deveria se escandalizar ou se ofender por um dos doze ter chegado a um fim tão triste. Davi já havia predito o pecado de Judas, o que Cristo apontou em (João 13:18), a partir do (Salmo 41:9): aquele que comia do meu pão levantou contra mim o seu calcanhar. Davi também havia predito o castigo de Judas em (Salmo 69:25): “Fique desolada a sua habitação.” Esse salmo aponta para o Messias; poucos versículos antes fala de lhe darem fel e vinagre, de modo que as palavras seguintes, sobre a destruição dos inimigos de Davi, devem ser aplicadas aos inimigos de Cristo, especialmente a Judas.
Talvez Judas tivesse uma casa própria em Jerusalém. Se fosse o caso, pode ser que as pessoas tivessem medo de morar lá depois do que ele fez, e assim ela se tornou vazia e abandonada. Essa previsão tem o mesmo sentido do aviso de Bildade acerca do ímpio: sua segurança é arrancada da tenda, e ele é levado ao rei dos terrores. “O pavor habita em sua tenda, porque já não é dele; espalha-se enxofre sobre a sua morada” (Jó 18:14-15).
Davi também predisse que outro tomaria o lugar de Judas em seu ofício, ou bispado, isto é, sua função. Essa citação vem do (Salmo 109:8). Pedro utiliza bem essa passagem para introduzir a proposta seguinte. Não devemos desprezar nenhum ofício que Deus estabeleceu, seja no governo civil, seja na igreja, por causa do pecado de alguns que o exercem ou pela desonra que recai sobre eles. Deus não permitirá que nenhum de seus propósitos fracasse, nenhuma comissão seja anulada, nem qualquer obra fique por fazer por causa das falhas daqueles a quem ela foi confiada.
A incredulidade humana não torna a promessa de Deus inútil. Judas morreu enforcado, mas o lugar que ele ocupava não ficou perdido para sempre. Diz-se que em sua habitação ninguém morará, de modo que ele não terá herdeiro. Mas isso não é dito de seu ofício, porque ele teria um sucessor. O mesmo vale para os oficiais da igreja e para os seus membros: se os ramos naturais são cortados, outros são enxertados em seu lugar (Romanos 11:17). A causa de Cristo nunca ficará sem testemunhas.
Pedro então passa à escolha de outro apóstolo, como se vê em (Atos 1:21-22). O homem que tomaria o lugar de Judas precisava ser um daqueles discípulos que estiveram com eles todo o tempo em que o Senhor Jesus andou com eles, entrando e saindo, ensinando e operando milagres durante três anos e meio, desde o batismo de João, quando começou o ministério público de Cristo, até o dia em que Jesus foi levado para o céu. Os que têm sido firmes, fiéis e diligentes em um posto inferior são os mais aptos para um posto mais elevado. Quem é fiel no pouco pode ser encarregado de mais.
Ninguém deve ser feito ministro de Cristo, pregador do seu evangelho ou governante em sua igreja sem conhecer bem, do começo ao fim, a doutrina e as obras de Cristo. Ninguém poderia ser apóstolo se não tivesse permanecido com os apóstolos, e permanecido constantemente, não apenas fazendo visitas de vez em quando, mas vivendo em íntima comunhão com eles.
Esse novo apóstolo deveria ser testemunha, junto com eles, da ressurreição de Cristo. Isso mostra que outros discípulos, além dos onze, estavam presentes quando Cristo lhes apareceu; caso contrário, não poderiam ser testemunhas juntamente com eles, igualmente aptos para testificar da ressurreição. O principal dever dos apóstolos era anunciar ao mundo que Cristo ressuscitou. Essa era a grande prova de que ele é o Messias, e é o fundamento da nossa esperança nele. Assim vemos que os apóstolos foram escolhidos, não para posição ou poder terrenos, mas para pregar Cristo e o poder da sua ressurreição.
Em seguida vem a escolha de quem sucederia Judas no ofício apostólico. Dois homens, conhecidos por terem sido companheiros constantes de Cristo e homens íntegros, são apresentados como candidatos em (Atos 1:23). Eles indicaram dois. Não foram apenas os onze apóstolos que decidiram quem deveria ser proposto, mas todo o grupo dos cento e vinte, pois Pedro se dirigiu a eles, e não somente aos onze.
Os dois homens eram José e Matias. Não lemos sobre eles em nenhum outro lugar, a não ser que este José seja o mesmo que Jesus, chamado Justo, mencionado por Paulo em (Colossenses 4:11). Ele era judeu de nascimento, e Paulo diz que era cooperador no reino de Deus e um consolo para ele. Se for o mesmo, vale notar que, embora não tenha se tornado apóstolo, não deixou o ministério. Serviu bem em um lugar inferior, pois nem todos são apóstolos, nem todos são profetas. Alguns pensam que este José é o mesmo Joses de (Marcos 6:3), irmão de Tiago, o menor, de (Marcos 15:40), chamado Joses, o Justo, assim como Tiago era chamado Tiago, o Justo. Outros o confundem com o Joses de (Atos 4:36). Mas aquele era natural de Chipre, enquanto este era da Galileia. Parece que foram distinguidos por seus nomes: Barnabé significando “filho da consolação” e Barsabás, “filho do juramento”.
Esses dois homens eram tão dignos e tão apropriados para o ofício que ninguém conseguia dizer qual seria mais adequado. Todos concordavam que um deles deveria ser escolhido. Eles não se apresentaram nem disputaram a posição. Esperaram humildemente e foram indicados por outros.
Então recorreram a Deus em oração por direção, não a respeito de nenhum dos outros setenta, porque nenhum dos demais era considerado comparável a esses dois, mas sobre qual destes dois deveria ser escolhido (Atos 1:24-25). Primeiro, apelam a Deus como aquele que sonda os corações: “Tu, Senhor, conheces os corações de todos, o que nós não conhecemos, e melhor do que cada um conhece o seu próprio coração.” A escolha de um apóstolo precisava se basear no coração, no temperamento interior e no caráter da pessoa. Ainda assim, Jesus, que conhece o coração de todos, escolheu Judas para ser um dos doze, por propósitos sábios e santos.
É consolo para nós, quando oramos pelo bem da igreja e de seus ministros, saber que o Deus a quem oramos conhece todos os corações. Ele tem as pessoas não apenas sob seus olhos, mas em suas mãos, e as inclina para onde quer. Se ele não as encontra aptas para a sua obra, pode torná-las aptas, dando-lhes um espírito diferente.
Eles queriam saber qual desses dois Deus havia escolhido. Em essência, disseram: “Senhor, mostra-nos isso, e estamos satisfeitos.” É justo que Deus escolha seus próprios servos. E, na medida em que ele manifesta sua escolha pela direção de sua providência ou pelos dons do seu Espírito, devemos seguir essa direção.
Eles estavam prontos para receber como irmão o homem escolhido por Deus. Não estavam tentando proteger a própria honra, impedindo a entrada de outro homem. Queriam alguém para participar deste ministério e apostolado, para se unir a eles na obra e compartilhar da honra da qual Judas caiu por causa de seu pecado. Judas foi embora e traiu o seu Mestre, e assim abandonou o lugar de apóstolo, lugar do qual era indigno. Ele foi para o seu próprio lugar, o lugar de um traidor, o lugar que mais lhe convinha, não somente para a corda, mas para o inferno. Esse era o seu próprio lugar.
Os que traem a Cristo caem da honra de pertencer a ele e também caem em miséria. A Escritura diz de Balaão que ele “foi para o seu lugar” (Números 24:25), o que um rabino entendeu como ir para o inferno. Whitby cita Inácio, que disse que cada pessoa tem um idios topos, um “lugar próprio”, significando que Deus retribui a cada um segundo as suas obras. Nosso Senhor já havia dito que o lugar próprio de Judas seria tão terrível que teria sido melhor para ele nunca ter nascido (Mateus 26:24). Sua miséria seria pior do que não existir. Judas foi hipócrita, e o inferno é o lugar adequado para tais pessoas. Outros pecadores, como companheiros de prisão, têm ali a sua parte com eles (Mateus 24:51).
A questão foi decidida por sorteio (Atos 1:26). Isso foi um apelo a Deus, e é legítimo para decidir assuntos que não podem ser resolvidos de outra forma, desde que seja feito de modo solene e reverente, com oração e fé. A sorte se lança no regaço, mas do Senhor procede toda decisão (Provérbios 16:33). Matias não foi ordenado pela imposição de mãos, como os presbíteros, ou anciãos da igreja. Ele foi escolhido por sorteio, o que foi ato de Deus. Assim como precisava ser batizado, também precisava ser ordenado pelo Espírito Santo, como todos eles foram poucos dias depois. Dessa maneira, o número dos apóstolos foi completado, e mais tarde, quando Tiago, outro dos doze, foi martirizado, Paulo foi feito apóstolo.
Deste capítulo
Atos 1:1
"Em minha primeira narração, ó Teófilo, contei toda a sequência das ações e dos ensinamentos de Jesus,"
Atos 1:2
"desde o princípio até o dia em que, depois de ter dado pelo Espírito Santo suas instruções aos apóstolos que havia escolhido, foi arrebatado (ao céu)."
Atos 1:3
"E a eles se manifestou vivo depois de sua Paixão, com muitas provas, aparecendo-lhes durante quarenta dias e falando das coisas do Reino de Deus."
Atos 1:4
"E, comendo com eles, ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem aí o cumprimento da promessa de seu Pai, “que vocês ouviram” — disse ele — “da minha boca;"
Atos 1:5
"porque João batizou na água, mas vocês serão batizados no Espírito Santo daqui a poucos dias”."
Atos 1:6
"Assim reunidos, eles o interrogavam: “Senhor, é porventura agora que vais instaurar o reino de Israel?”."
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