Versículo em destaque
2 Reis 21:19 - Significado e aplicação
Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje
Tradução: Bíblia BibleGuided — Português Brasileiro
" Amon tinha vinte e dois anos quando começou a reinar e reinou por dois anos em Jerusalém. Sua mãe se chamava Messalemet, filha de Harus, natural de Jeteba. "
2 Reis 21:19
Versículo no contexto
Entender os versículos ao redor evita interpretações incorretas:
17 O restante da história de Manassés, seus atos e grandes feitos, bem como os pecados que cometeu, está todo registrado no Livro das Crônicas dos reis de Judá.
18 Manassés adormeceu com seus pais e foi sepultado no jardim de seu palácio, no jardim de Oza. Seu filho Amon o sucedeu no trono.
19 Amon tinha vinte e dois anos quando começou a reinar e reinou por dois anos em Jerusalém. Sua mãe se chamava Messalemet, filha de Harus, natural de Jeteba.
20 Fez o que era mau aos olhos do Senhor, assim como seu pai Manassés.
21 Seguiu todos os passos de seu pai, adorou os ídolos que ele havia adorado e se prostrou diante deles.
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Este versículo introduz Amom, filho de Manassés, e resume de forma seca o seu reinado curto e vergonhoso. Ele chegou ao trono como filho de Manassés já em idade avançada; Amom nasceu quando seu pai tinha cerca de quarenta e cinco anos. Se, por um lado, é possível que outros filhos tivessem sido sacrificados na cegueira e loucura idólatra de Manassés, ou então tivessem sido rejeitados pelo povo por estarem consagrados à idolatria, o fato é que Amom ficou como herdeiro e assumiu o governo de Judá.
Somos informados, em seguida, de que o reinado de Amom foi profundamente perverso. Ele se desviou do Deus de seus pais (2 Reis 21:22), rejeitou os mandamentos que lhes haviam sido dados, desprezou a aliança feita com eles e não andou nos caminhos do Senhor. Em vez disso, seguiu a mesma trilha que seu pai havia seguido na época de sua idolatria (2 Reis 21:20, 21). Ele imitou o culto falso de Manassés e restaurou o que seu pai, depois de se humilhar, havia destruído. Aqui há uma advertência séria: quem dá maus exemplos pode até se arrepender um dia, mas não pode garantir que aqueles a quem arrastou para o pecado também se arrependerão. Muitas vezes, acontece o contrário.
Também é relatado que o fim de Amom foi trágico. Tendo se rebelado contra Deus, acabou traído pelos seus próprios servos, que conspiraram contra ele e o mataram, provavelmente movidos por ódio pessoal, depois de apenas dois anos de reinado (2 Reis 21:23). Aqueles que deveriam protegê-lo tornaram-se seus assassinos, e a casa que deveria ser seu lugar de segurança tornou-se o lugar de sua morte. Ele havia enchido a casa de Deus de ídolos, e agora Deus permitiu que a sua própria casa fosse manchada com o seu sangue. Por mais injustos que fossem os conspiradores, Deus permaneceu justo ao permitir esse desfecho.
Depois disso, o povo da terra, por meio de seus representantes, tomou duas medidas. Primeiro, puniu os traidores que haviam matado o rei, executando-os. Embora Amom fosse um mau rei, ainda assim era o rei deles, e a lealdade exigia que vingassem a sua morte. Ao fazer isso, livraram-se de qualquer participação no crime e deram um aviso solene contra atos tão perversos. Em segundo lugar, agiram para o próprio bem ao fazer de Josias, filho de Amom, o novo rei em seu lugar. É provável que os conspiradores não quisessem que Josias subisse ao trono, mas o povo o apoiou e o confirmou como rei. Talvez já tivessem percebido, mesmo em sua juventude, sinais de um coração voltado para o bem. Assim, houve uma mudança abençoada: de um dos piores reis de Judá para um dos melhores.
Dessa forma, Deus, por assim dizer, concedeu ao povo uma nova oportunidade de reforma. Se essa reforma fosse bem-sucedida, seria para o bem deles; se não, depois disso viriam o juízo e o corte definitivo. Amom foi sepultado no mesmo jardim em que seu pai fora enterrado (2 Reis 21:26). Se Manassés aceitara aquele lugar de humilhação, o povo também colocaria Amom ali, marcando de forma silenciosa e solene a reprovação a seu reinado.
Deste capítulo
2 Reis 21:1
"Manassés tinha doze anos quando começou a reinar e reinou por cinquenta e cinco anos em Jerusalém. Sua mãe se chamava Hafsiba."
2 Reis 21:2
"Fez o que era mau aos olhos do Senhor, imitando as abominações dos povos que o Senhor havia despojado diante dos israelitas."
2 Reis 21:3
"Reconstruiu os lugares altos que seu pai Ezequias havia destruído, ergueu altares a Baal e esculpiu um ídolo de madeira, asserá, semelhante ao que Acab, rei de Israel, havia feito. Também se prostrou diante de todo o exército dos céus para adorá-lo."
2 Reis 21:4
"Construiu altares no Templo do Senhor, a respeito do qual o Senhor havia dito: “O meu nome residirá em Jerusalém”."
2 Reis 21:5
"Ergueu altares a todo o exército dos céus nos dois átrios do Templo do Senhor."
2 Reis 21:6
"Fez seu próprio filho passar pelo fogo; entregou-se à magia, à astrologia, à necromancia e à adivinhação. Multiplicou as ações que ofendem o Senhor, provocando assim a sua ira."
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