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2 Samuel 22:2 - Significado e aplicação

Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje

Tradução: Almeida Corrigida Fiel

" Disse pois: O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador. "

2 Samuel 22:2

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1 E Falou Davi ao SENHOR as palavras deste cântico, no dia em que o SENHOR o livrou das mãos de todos os seus inimigos e das mãos de Saul.

2 Disse pois: O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador.

3 Deus é o meu rochedo, nele confiarei; o meu escudo, e a força da minha salvação, o meu alto retiro, e o meu refúgio. Ó meu Salvador, da violência me salvas.

4 O Senhor, digno de louvor, invocarei, e de meus inimigos ficarei livre,

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auto_stories Comentário Bible Guided

Percebamos, neste cântico de louvor, como Davi honra a Deus e lhe atribui a glória de sua excelência ilimitada. Não há ninguém como ele, e nada pode ser comparado a ele (2 Samuel 22:32). Quem é Deus, senão o Senhor? Todos os outros que são adorados como deuses são falsos e impostores. Ninguém mais é digno de confiança. Quem é rochedo, senão o nosso Deus? Outros deuses são impotentes e mortos, mas o Senhor vive (2 Samuel 22:47). Eles abandonam seus adoradores justamente quando são mais necessários. Mas o caminho de Deus é perfeito (2 Samuel 22:31). As pessoas podem começar com bondade, mas nem sempre terminam bem. Podem fazer promessas e não cumpri‑las. Deus, porém, levará sua obra até o fim, e sua palavra já foi provada, por isso é digna de toda confiança.

Davi também se alegra em seu relacionamento íntimo com esse Deus, e trata essa relação como o fundamento de toda bênção que recebeu. Ele diz: “Ele é o meu Deus.” Sendo seu Deus, Davi clama a ele (2 Samuel 22:7) e se apega a ele (2 Samuel 22:22). Se ele é o meu Deus, então também é o meu rochedo (2 Samuel 22:2), isto é, a minha força e o meu poder (2 Samuel 22:33). Ele é o rochedo debaixo do qual tomo abrigo, como a sombra de uma grande rocha em terra seca. É também a rocha sobre a qual edifico a minha esperança (2 Samuel 22:3). Tudo o que me dá força e sustentação, na verdade, é o Deus do meu rochedo que torna isso possível. Ele é até o Deus da rocha da minha salvação (2 Samuel 22:47), porque a força que me salva vem dele e pertence a ele.

Davi muitas vezes se escondeu numa rocha (1 Samuel 24:2), mas Deus era seu principal esconderijo. Deus é a sua fortaleza, onde está seguro e sabe que está seguro. Ele é a sua torre alta, ou reduto, onde o verdadeiro perigo não consegue alcançá‑lo. Ele é a torre da salvação (2 Samuel 22:51), que nunca pode ser invadida, isolada ou derrubada. A própria salvação é o que o guarda. Quando está em angústia, Deus é o seu libertador. Quando é atacado, Deus é o seu escudo. Quando é perseguido, Deus é o seu refúgio. Quando é oprimido, Deus é o seu salvador, que o livra dos que procuram a sua ruína. Ele é até o “chifre da minha salvação”, isto é, um poder forte que o protege e afasta seus inimigos. Cristo também é descrito assim, como o chifre da salvação na casa de Davi (Lucas 1:69). Quando está sobrecarregado e prestes a cair, o Senhor é o seu amparo (2 Samuel 22:19), aquele que o sustém. Quando está em trevas e não sabe o caminho, ele é a sua lâmpada, o Senhor, que o guia e dissipa a sua escuridão (2 Samuel 22:29). Se de fato tomarmos o Senhor como nosso Deus, ele será para nós tudo isso e muito mais, tudo de que precisamos e tudo o que podemos desejar.

Davi também mostra como faz uso desse relacionamento com Deus. Se Deus é meu, então nele confiarei (2 Samuel 22:3). Isso significa: “Entregarei a ele a direção da minha vida, e então dependerei do seu poder, da sua sabedoria e da sua bondade para me conduzir bem.” Nele invocarei (2 Samuel 22:4), porque ele é digno de louvor. Aquilo que reconhecemos em Deus como sendo digno de louvor deve nos levar a orar a ele e honrá‑lo. A ele darei graças (2 Samuel 22:50), e farei isso abertamente. Mesmo vivendo entre as nações, ele não teve medo nem vergonha de declarar que devia tudo ao Deus de Israel.

Davi também se lembra com cuidado, e conta aos outros, as grandes e bondosas obras que Deus fez em seu favor. A maior parte do cântico é dedicada a isso. Ele dá a Deus a glória tanto por seus livramentos quanto por suas vitórias, mostrando os perigos dos quais foi salvo e a honra à qual foi elevado. Deus às vezes conduz seu povo a angústias muito duras, para que receba a glória de salvá‑los e para que eles tenham o consolo de serem salvos por ele. Davi diz: Tu me salvaste da violência (2 Samuel 22:3), dos meus inimigos (2 Samuel 22:4) e do meu inimigo forte, isto é, Saul, que teria sido forte demais para ele, se Deus não o tivesse ajudado (2 Samuel 22:18). Tu me deste o escudo da tua salvação (2 Samuel 22:36).

Para destacar a salvação de Deus, Davi observa, em primeiro lugar, que o perigo era muito grande e ameaçador. Homens se levantaram contra ele (2 Samuel 22:40, 49), homens que o odiavam (2 Samuel 22:41), um homem violento (2 Samuel 22:49), isto é, Saul, cruel em seus planos e implacável em sua perseguição. Davi descreve isso com figuras vivas (2 Samuel 22:5, 6). Ele estava cercado de morte por todos os lados, como se estivesse prestes a ser tragado, e não via saída. As ondas da morte batiam contra ele com tanta força, e as cordas e laços da morte o prendiam tão firmemente, que ele não podia se livrar, assim como um morto no túmulo não pode ajudar a si mesmo. As torrentes de Belial, isto é, a enxurrada de maldade e de homens malignos, o assustavam. Ele tremia ao ver não apenas a terra, mas a própria morte e o inferno se levantando contra ele.

Em segundo lugar, o seu livramento foi resposta à oração (2 Samuel 22:7). Davi nos dá aqui um bom exemplo. Quando estivermos em aflição, devemos clamar a Deus com urgência, como crianças assustadas que correm para os pais. E temos forte razão para fazê‑lo, porque Davi descobriu que Deus está pronto a responder à oração desde o seu templo no céu, onde é sempre servido e adorado.

Em terceiro lugar, Deus se mostrou a favor de Davi de modo especial e extraordinário contra seus inimigos. A linguagem faz referência à descida do Senhor sobre o monte Sinai (2 Samuel 22:8, 9 e seguintes). Não lemos que, em alguma das batalhas de Davi, Deus tenha lutado por ele com trovões, como no tempo de Samuel, ou com saraiva, como no tempo de Josué, ou com as estrelas lutando em suas órbitas, como no tempo de Débora. Mas Davi usa essas imagens grandiosas com um propósito. Elas revelam a glória de Deus manifestada no seu livramento. A sabedoria e o poder de Deus, sua bondade e fidelidade, sua justiça e santidade, e seu domínio sobre todas as criaturas e sobre todos os planos humanos, tudo isso brilhou claramente na libertação de Davi. Aos olhos da fé, foi uma demonstração tão evidente da glória de Deus como um milagre seria para a visão natural. Essas imagens também mostram a ira de Deus contra os inimigos de Davi. Deus tomou tão plenamente o partido de Davi que se mostrou inimigo de todos os seus inimigos. Sua ira é descrita como fumaça que sai das suas narinas e fogo da sua boca (2 Samuel 22:9), brasas ardentes (2 Samuel 22:13) e flechas (2 Samuel 22:15). Quem pode medir o poder e o terror da sua ira? Elas também mostram a confusão e o pavor que tomaram os inimigos de Davi, como se a terra tivesse tremido e os próprios fundamentos do mundo fossem expostos (2 Samuel 22:8, 16). Quem pode permanecer de pé diante de Deus quando ele está irado? E mostram ainda como Deus estava pronto para socorrer Davi. Ele cavalgou sobre um querubim e voou (2 Samuel 22:11). Deus se apressou em seu socorro e trouxe ajuda na hora certa, embora antes parecesse distante. Ainda assim, ele é um Deus que se esconde (Isaías 14:15), pois fez das trevas o seu esconderijo (2 Samuel 22:12), para confundir os inimigos e proteger o seu povo.

Em quarto lugar, Davi declara que, nesses livramentos, Deus manifestou para com ele um favor e um amor especiais (2 Samuel 22:20): Ele me livrou, porque se agradou de mim. Esse livramento não veio apenas da providência comum, o cuidado ordinário de Deus sobre o mundo, mas do amor de aliança, o amor empenhado por ele ao seu povo. Davi foi tratado como alguém especialmente favorecido. Ele reconheceu isso pela graça e pelo consolo que Deus derramou em sua alma juntamente com esses livramentos, e pela comunhão que desfrutou com Deus por meio deles. Nisso, Davi também era uma figura de Cristo, a quem Deus susteve porque nele se comprazia (Isaías 42:1, 2).

Ele também louva o grande êxito que Deus lhe concedera. Deus não apenas o guardara em segurança, mas o fizera prosperar. Ele foi abençoado com liberdade e espaço para crescer. Deus o levou a um lugar espaçoso (2 Samuel 22:20), onde ele tinha espaço para florescer, e firmou e alargou os seus passos para que pudesse avançar com liberdade (2 Samuel 22:37).

Deus também lhe dera habilidade, força e rapidez para a guerra. Embora tivesse sido criado como pastor, foi bem instruído nas coisas da batalha e preparado para o trabalho duro e os perigos da guerra. Como Deus o havia chamado para lutar as suas batalhas, também o capacitou para essa tarefa. Tornou Davi hábil, forte e corajoso, e também rápido na ação. Ele “ensina as minhas mãos para a peleja” (2 Samuel 22:35). Essa habilidade valia tanto quanto a força, pois se diz que um arco de bronze foi quebrado por seus braços, não tanto por força bruta, mas por destreza. “Cingiste‑me de força para a peleja” (2 Samuel 22:40). Ele atribui a Deus o mérito de toda a sua coragem e capacidade para o serviço. “Pôs os meus pés como os das cervas” (2 Samuel 22:34), o que era de grande proveito tanto no ataque como na retirada.

Deus também concedeu a Davi vitória sobre seus inimigos, não apenas sobre Saul e Absalão, mas também sobre filisteus, moabitas, amonitas, sírios e outras nações vizinhas, que ele subjugou e tornou sujeitas a Israel. Suas grandes vitórias são descritas em (2 Samuel 22:38-43). Foram vitórias rápidas: ele não recuou até destruir totalmente os inimigos (2 Samuel 22:38). E foram vitórias completas: os inimigos de Israel foram feridos, destruídos, esmagados. Caíram a seus pés, foram pisados e ficaram impossibilitados de se levantar; seus pescoços ficaram sob o seu poder. Clamaram por socorro, tanto na terra como no céu, mas em vão. Não havia quem os salvasse, nem quem ousasse defendê-los. Deus não lhes respondeu, porque eles não estavam do lado dEle e só clamaram quando já esgotados. Abandonados assim, tornaram-se presa fácil da espada justa e vitoriosa de Davi. Ele os reduziu a pó fino, como pó da terra levado pelo vento e pisado sob todos os pés.

Deus também o exaltou em honra e poder. Ele havia sido ungido para isso antes que suas tribulações começassem e, enfim, depois de todos os perigos e sofrimentos, chegou ao alvo. Deus tornou perfeito o seu caminho (2 Samuel 22:33), dando-lhe êxito em tudo o que empreendeu, e o fez andar sobre lugares altos (2 Samuel 22:34), o que indica tanto segurança como dignidade. A mansidão de Deus, Sua graça e Sua terna misericórdia o engrandeceram (2 Samuel 22:36), concedendo-lhe riquezas, autoridade e um nome entre os grandes da terra. Ele foi preservado para ser cabeça das nações (2 Samuel 22:44). Seus repetidos livramentos mostravam que ele fora destinado a algo grande: governar todo o Israel, apesar da resistência do povo, e até dominar nações distantes que não o conheciam. Assim, ele foi exaltado acima dos que se levantaram contra ele, elevado até o trono (2 Samuel 22:49).

Depois, Davi reflete sobre a própria integridade, que Deus graciosamente aprovou e confirmou por meio desses grandes livramentos (2 Samuel 22:21-25). Ele tem em vista, especialmente, sua retidão no trato com Saul, Isbosete, Absalão e Seba, e com todos os que tentaram impedir sua subida ao trono ou derrubá-lo dele. Eles o acusaram falsamente e o caluniaram, mas sua consciência testemunhava que ele não era um homem ambicioso nem sanguinário, como diziam. Ele jamais recorreu a meios tortuosos ou ilícitos para assegurar sua posição ou se exaltar. Em toda a sua vida, manteve-se no caminho do dever. Em geral, fez da religião sua principal ocupação, de modo que podia enxergar a bondade de Deus para com ele como um galardão da justiça, não como algo merecido, mas como graça. Deus o recompensou, não como se sua justiça tivesse algum mérito diante dEle, mas de acordo com a justiça de que Deus se agrada e sobre a qual lança um olhar favorável.

Sua consciência lhe dava testemunho de duas maneiras principais. Primeiro, ele fez da palavra de Deus sua regra e se manteve próximo dela (2 Samuel 22:23). Para onde quer que fosse, os juízos de Deus iam diante dele para guiá-lo. Por onde quer que viajasse, levava consigo a sua religião. Mesmo quando foi obrigado a deixar o próprio país e, por assim dizer, lançado entre estrangeiros, não deixou para trás os estatutos de Deus, mas continuou no caminho do Senhor e andou nele. Segundo, ele guardou-se cuidadosamente dos atalhos do pecado. Não se afastou perversamente do seu Deus. Ele não podia afirmar que jamais errou, mas podia dizer que não abandonou a Deus nem desistiu dos Seus caminhos. Não estava livre de pecados de fraqueza, mas a graça de Deus o preservou do pecado ousado e deliberado. Embora às vezes tivesse tropeçado, não desertou do seu Deus.

Isso demonstrava que ele era reto diante de Deus, ou seja, que vivia como quem sabe que está sob o olhar de Deus. Ele se guardou da própria iniquidade, não apenas de um pecado específico, como matar Saul quando teve oportunidade, mas, num sentido mais amplo, do pecado em geral. Vigiou sobre si mesmo, temeu o pecado, atentou para o que dizia e fazia. O caso de Urias é uma exceção (1 Reis 15:5), assim como houve uma exceção no caráter de Ezequias (2 Crônicas 32:31). Essa vigilância rigorosa contra o próprio pecado é um dos melhores sinais de verdadeira integridade. E quando a consciência testifica que agimos assim, ela produz uma alegria que não só suaviza a tristeza em tempos difíceis, como também aprofunda o consolo em tempos de paz. Davi encontrou mais consolo nas vitórias sobre o próprio pecado do que na derrota de Golias e de todos os exércitos dos filisteus incircuncisos. O testemunho de seu próprio coração quanto à sua retidão foi mais doce, embora mais silencioso, do que os cânticos que diziam: “Davi feriu os seus dez milhares.” Quando um grande homem é também um homem bom, sua bondade lhe traz mais alegria do que sua grandeza. Quando o favor é mostrado aos retos, a retidão deles torna esse favor mais doce e o dobra.

Davi olha também para o futuro com consolo, certo do contínuo favor de Deus. Assim como contempla o passado, contempla o porvir, confiando que Deus tem bondade guardada para todos os santos, para si e para a sua família. Deus fará bem a todos os que são retos de coração (2 Samuel 22:26-28). Assim como tratou Davi conforme sua retidão, assim tratará outros. Davi enuncia aqui o modo fixo como Deus lida com as pessoas: Ele fará bem aos que são retos de coração. Como formos para com Deus, assim Ele será para conosco. A misericórdia e a graça de Deus serão a alegria daqueles que são misericordiosos e cheios de graça. Mesmo os misericordiosos precisam de misericórdia, e a receberão. A retidão de Deus, Sua justiça e fidelidade, será a alegria daqueles que são retos, justos e fiéis para com Deus e para com os homens. A pureza e a santidade de Deus serão a alegria dos que são puros e santos, e eles O agradecerão quando se lembrarem disso.

Se algum desses justos for afligido, Deus o salvará, seja livrando-o para fora das tribulações, seja sustentando-o através delas e depois delas.

Por outro lado, os que se desviam para caminhos tortuosos serão lançados fora com os que praticam o mal, como se diz em outro salmo. Com o obstinado, Deus tratará de forma a resisti-lo, e todos os que contendem com Deus certamente serão derrotados. Ai de quem luta com o seu Criador! Deus agirá contra os que agem contra Ele e se indignará com os que Lhe resistem. Quanto aos soberbos, Seus olhos estão sobre eles, como que marcando-os para a queda, pois Ele resiste aos soberbos.

Davi olha ainda para si mesmo adiante no tempo. Ele enxerga que suas vitórias e seu reino ainda se ampliarão (2 Samuel 22:45, 2 Samuel 22:46). Até os filhos do estrangeiro, isto é, pessoas de outras nações que ouvirem falar de suas vitórias e virem os sinais da presença de Deus com ele, o temerão e serão obrigados a submeter-se, ainda que apenas exteriormente. Os sucessos que já havia recebido ele considerava como sinais de que outros viriam, e como um meio de alcançar mais. Quem ousaria enfrentar aquele diante de quem tantos já tinham caído? Assim também o Filho de Davi segue adiante, vencendo e para vencer (Apocalipse 6:2). Seu evangelho, que já conquistou muitas vitórias, continuará se espalhando e vencendo mais.

Por fim, Davi olha para a sua descendência. Deus mostra misericórdia ao Seu Ungido (2 Samuel 22:51), não apenas a Davi, mas à sua semente para sempre. O próprio Davi foi ungido por Deus. Não era um homem que tomou o poder para si, mas alguém legitimamente chamado para reinar e preparado para isso. Assim, não tinha dúvida de que Deus lhe mostraria a misericórdia prometida, quando disse que não retiraria Sua graça de Davi nem de seus descendentes (2 Samuel 7:15, 2 Samuel 7:16). Davi se apoiou nessa promessa, com os olhos fixos em Cristo, que é sua semente para sempre. O trono e o reino de Cristo continuam e permanecerão até o fim, enquanto a linhagem de Davi, segundo a carne, há muito deixou de reinar. Veja (Salmo 89:28, Salmo 89:29). Desse modo, todas as alegrias e esperanças de Davi terminam onde as nossas também devem terminar: na pessoa do grande Redentor.

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