Versículo em destaque

1 Timóteo 1:5 - Significado e aplicação

Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje

Tradução: Almeida Corrigida Fiel

" Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida. "

1 Timóteo 1:5

menu_book Versículo no contexto

3 Como te roguei, quando parti para a macedônia, que ficasses em Éfeso, para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina,

4 Nem se dêem a fábulas ou a genealogias intermináveis, que mais produzem questões do que edificação de Deus, que consiste na fé; assim o faço agora.

5 Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida.

6 Do que, desviando-se alguns, se entregaram a vãs contendas;

7 Querendo ser mestres da lei, e não entendendo nem o que dizem nem o que afirmam.

auto_stories

Explore estudos bíblicos guiados

Sessões estruturadas com notas, perguntas e insights de orientadores

Micro-Study 5 dias

As Bem-Aventuranças (5 Dias)

Cinco encontros curtos com as bênçãos de Jesus e o caráter do reino de Deus.

Prévia da sessão 1:

Bem-Aventurados os Humildes e os que Choram

schedule 6 min

Micro-Study 5 dias

Salmos de Consolo (5 Dias)

Cinco encontros curtos nos Salmos, pensados para dias pesados em que há pouco tempo e pouca energia.

Prévia da sessão 1:

O Cuidado do Pastor

schedule 5 min

lock_open Crie uma conta grátis para salvar notas, acompanhar progresso e desbloquear todas as sessões

person_add Criar conta grátis

auto_stories Comentário Bible Guided

Aqui o apóstolo mostra a Timóteo como se guardar dos mestres judaizantes e de outros que misturavam fábulas e intermináveis genealogias com o evangelho. Ele explica o verdadeiro propósito da lei e também mostra a glória do evangelho.

Ele explica o propósito e o uso correto da lei. Sua finalidade é promover o amor, pois o amor é o cumprimento da lei (Romanos 13:10). O objetivo do mandamento é o amor (Romanos 13:8). O principal propósito da lei de Deus é nos conduzir a amar a Deus e uns aos outros. Tudo o que enfraquece nosso amor por Deus ou pelos irmãos age contra o verdadeiro alvo da lei.

O evangelho, que nos ordena amar os inimigos e fazer o bem aos que nos odeiam (Mateus 5:44), não anula uma lei cujo objetivo é o amor; pelo contrário, o evangelho fortalece esse mandamento. Paulo afirma que, ainda que tivéssemos todos os dons, se não tivéssemos amor, seríamos apenas como metal que soa ou como sino que tine (1 Coríntios 13:1). Jesus declarou que todos reconheceriam seus discípulos pelo amor que tivessem uns pelos outros (João 13:35).

Assim, aqueles que se vangloriavam de conhecer a lei, mas a usavam apenas como disfarce para provocar oposição ao evangelho, perderam completamente de vista o propósito da lei. Eles dividiam e distraíam a igreja, enquanto diziam defendê-la. O fim do mandamento é o amor, amor de um coração puro, um coração purificado pela fé e liberto de desejos corrompidos.

Para manter vivo o santo amor, o coração precisa ser limpo de amores pecaminosos. Nosso amor deve proceder de uma boa consciência, mantida limpa diante de Deus. Cumprimos o propósito do mandamento quando temos o cuidado de preservar uma boa consciência, fundamentada numa real crença na verdade de Deus, aqui chamada de fé não fingida. O amor aparece aqui acompanhado de três coisas: um coração puro, no qual o amor deve habitar e do qual deve brotar; uma boa consciência, que precisamos guardar dia após dia (Atos 24:16); e fé não fingida, pois o verdadeiro amor é sem hipocrisia, e a fé que o produz também precisa ser genuína.

Alguns que se diziam mestres da lei se desviaram justamente desse alvo. Fizeram de si mesmos disputadores, mas suas discussões se tornaram conversa vazia. Pretendiam ensinar os outros, mas não compreendiam o que diziam. Se a igreja é perturbada por pessoas assim, isso não deve nos surpreender, pois isso acontece desde o princípio.

Observe isto: quando pessoas, especialmente ministros, se afastam da grande lei do amor, acabam caindo em debates inúteis. Quando alguém perde de vista o alvo principal, todos os passos seguintes saem do rumo. Falar por falar, especialmente em assuntos religiosos, é inútil para o bem e muitas vezes é prejudicial. Contudo, a religião de muitos se resume quase toda a discussões vazias. Os que gastam o tempo nesse tipo de conversa costumam desejar ser mestres de outros, almejam o ofício de ensinar. É muito comum homens assumirem o lugar de ministros e, ao mesmo tempo, serem profundamente ignorantes justamente das verdades que afirmam ensinar. Não entendem nem o que dizem, nem o que afirmam com tanta segurança.

Ele também explica o uso correto da lei (1 Timóteo 1:8). A lei é boa, se alguém dela usa legitimamente. Os judeus a usavam de forma errada, como instrumento para dividir a igreja e como disfarce para seus ataques hostis ao evangelho de Cristo. Ainda a tratavam como caminho de justificação, isto é, como meio de serem considerados justos diante de Deus por cumpri-la. Esse é um uso ilegítimo da lei.

Não devemos, portanto, jogar a lei fora, mas usá-la legitimamente, especialmente como freio ao pecado. O mau uso que alguns fazem da lei não anula sua utilidade. Quando um mandamento divino é abusado, devemos reconduzi-lo ao seu uso correto e retirar o abuso. A lei continua sendo muito útil como regra de vida. Embora não estejamos debaixo dela como um pacto de obras, isto é, como um sistema em que a vida é obtida por obediência perfeita, ela ainda nos mostra o que é pecado e o que é dever.

A lei não foi feita para o justo, isto é, não foi dada para alguém que já a cumpra perfeitamente. Se pudéssemos guardar a lei, a justiça viria pela lei (Gálatas 3:21). Ela foi feita para os ímpios, para refreá-los, contê-los e pôr limites à sua maldade e irreverência. É a graça de Deus que transforma corações, mas as advertências da lei podem ser úteis para deter mãos e calar línguas. O homem verdadeiramente justo não precisa dos mesmos freios de que os ímpios precisam. Pelo menos, a lei não foi feita principalmente para os justos, mas para pecadores de todos os tipos, tanto em pecados mais graves quanto menos graves (1 Timóteo 1:9, 10).

Nessa lista sombria de pecadores, Paulo destaca especialmente pecados contra a segunda tábua da lei, os deveres para com o próximo. Ele menciona pecados contra o quinto e o sexto mandamentos, como os que matam pai ou mãe e homicidas; contra o sétimo, os sexualmente imorais e os que praticam relações entre pessoas do mesmo sexo; contra o oitavo, os roubadores de homens ou traficantes de escravos; contra o nono, mentirosos e perjuros. Ele conclui: e qualquer outra coisa que se opõe à sã doutrina. Alguns entendem que disso se deduz que os governantes civis têm autoridade para fazer leis contra esses pecados bem conhecidos e executá-las.

Ele mostra também a glória e a graça do evangelho. As expressões de Paulo são cheias de sentido, e muitas vezes cada uma renderia uma frase inteira: aqui, segundo o evangelho da glória do Deus bem-aventurado (1 Timóteo 1:11). Aprendemos disso a chamar Deus de Deus bem-aventurado, infinitamente feliz em si mesmo e no gozo de todos os seus atributos perfeitos. E aprendemos a chamar o evangelho de evangelho da glória, porque de fato ele é glorioso.

Muita da glória de Deus se vê na criação e na providência, mas ainda mais se manifesta no evangelho, onde ela resplandece na face de Jesus Cristo. Paulo via como grande honra e grande favor o fato de esse evangelho glorioso lhe ter sido confiado. Quer dizer, foi-lhe confiada a pregação desse evangelho, embora nenhum homem, nem grupo de homens, tenha recebido permissão de inventá-lo. Só Deus estabeleceu os termos da salvação no evangelho de Cristo. Mas a tarefa de torná-lo conhecido ao mundo foi confiada aos apóstolos e ministros.

Isso nos ensina que o ministério é um encargo de confiança, pois o evangelho foi confiado a Paulo. É um ofício de confiança, além de ser um ofício de autoridade, e a confiança é ainda mais importante. Por isso os ministros são chamados de despenseiros (1 Coríntios 4:1). E é uma confiança gloriosa, porque o evangelho que lhes foi confiado é glorioso. Ele diz respeito à glória de Deus de maneira muito especial. Que grande encargo foi colocado nas mãos dos ministros, e quanta graça é necessária para que sejam achados fiéis nesse encargo.

IA cristã que considera sua denominação

Aplique 1 Timóteo 1:5 na sua vida hoje

Receba orientação fundamentada nas Escrituras, que considera sua denominação e é personalizada para a sua situação.

1 Faça sua pergunta arrow_forward 2 Considere sua tradição arrow_forward 3 Aplique as Escrituras

✓ Sem cartão de crédito • ✓ 100% privado • ✓ 30 créditos grátis para começar

Como a sua IA cristã pode ajudar

Explore as Escrituras e a vida por uma perspectiva cristã

menu_book

Estudo bíblico

psychology

Orientação para a vida

favorite

Apoio em oração

lightbulb

Sabedoria diária

forum Pergunte à sua IA cristã — Grátis

Faça 3 perguntas grátis por semana. Não é necessário cartão de crédito. Ver planos

Deste capítulo

auto_awesome

Oração diária

Receba uma reflexão bíblica diária por e-mail

Comece cada manhã com um versículo, uma oração e um próximo passo simples.

Grátis. Cancele quando quiser. Nunca compartilhamos seu email.

Aviso importante: Esta orientação bíblica não substitui cuidados profissionais de saúde mental. Se você estiver com sintomas de crise, ligue para 188 (CVV) no Brasil ou 988 nos EUA, ou procure ajuda profissional imediatamente.

Bible Guided oferece orientação baseada na fé e deve complementar, não substituir, apoio terapêutico profissional.