Versículo em destaque

Salmos 47:5 - Significado e aplicação

Entenda como este versículo fala com o que você está vivendo e como aplicá-lo hoje

Tradução: Bíblia BibleGuided — Português Brasileiro

" Eis que os reis se unem para atacar juntos. "

Salmos 47:5

menu_book Versículo no contexto

3 colina magnífica, é uma alegria para toda a terra. O lado norte do monte Sião é a cidade do grande rei.

4 Deus se mostrou em seus palácios um baluarte seguro.

5 Eis que os reis se unem para atacar juntos.

6 Assim que a veem, atônitos de medo e estupor, fogem.

7 Ali o terror se apodera deles, uma angústia como a de uma mulher em trabalho de parto,

auto_stories

Explore estudos bíblicos guiados

Sessões estruturadas com notas, perguntas e insights de orientadores

Micro-Study 5 dias

As Bem-Aventuranças (5 Dias)

Cinco encontros curtos com as bênçãos de Jesus e o caráter do reino de Deus.

Prévia da sessão 1:

Bem-Aventurados os Humildes e os que Choram

schedule 6 min

Micro-Study 5 dias

Salmos de Consolo (5 Dias)

Cinco encontros curtos nos Salmos, pensados para dias pesados em que há pouco tempo e pouca energia.

Prévia da sessão 1:

O Cuidado do Pastor

schedule 5 min

lock_open Crie uma conta grátis para salvar notas, acompanhar progresso e desbloquear todas as sessões

person_add Criar conta grátis

auto_stories Comentário Bible Guided

Aqui somos conclamados com muita ênfase a louvar a Deus e cantar louvores ao seu nome. Somos tão lentos para cumprir esse dever que precisamos de ordens repetidas, verso após verso, para nos despertar. Por isso o salmo diz: “Cantai louvores a Deus”, e logo repete: “Cantai louvores, cantai louvores ao nosso Rei” (Salmo 47:6). Isso mostra que o louvor a Deus é necessário e excelente, e que deve ser praticado com frequência e de coração cheio. Repetir as mesmas palavras não é vazio, se o coração está renovado a cada vez.

Um povo não deveria louvar o seu Deus? (Daniel 5:4). Os súditos não deveriam louvar o seu rei? Deus é o nosso Deus e o nosso Rei, portanto devemos louvá‑lo. Devemos cantar seus louvores como quem sente alegria em fazê‑lo e não se envergonha disso. Mas o salmo também traz uma regra importante: “Cantai louvores com entendimento” (Salmo 47:7). Isso significa cantar de modo consciente, entendendo por que louvamos a Deus e o que as palavras querem dizer. E também cantar de modo que ajude outros a compreenderem a grandeza de Deus e a aprenderem a louvá‑lo.

Uma das razões de louvor é esta: “Deus subiu com júbilo” (Salmo 47:5). Isso pode apontar para a subida da arca a Sião, realizada com grande cerimônia e alegria. Davi dançou diante da arca, os sacerdotes provavelmente tocaram trombetas e o povo se alegrou com grandes brados. Como a arca era o sinal especial da presença de Deus no meio deles, sua elevação por ordem de Deus podia ser descrita como o próprio Deus subindo. Quando Deus tira o seu culto do esconderijo e o coloca em uso público e honrado, isso é grande misericórdia e forte motivo de ações de graças.

Essas palavras também apontam para a ascensão do Senhor Jesus ao céu, depois de concluir sua obra na terra (Atos 1:9). Então Deus subiu com júbilo, o júbilo de um Rei e Conquistador, que venceu os poderes e “levou cativo o cativeiro” (Salmo 68:18). Ele subiu como Mediador, aquele que se coloca entre Deus e os homens para reconciliá‑los, e a arca com o propiciatório era uma figura dele. Cristo entrou no próprio céu, assim como a arca foi conduzida ao lugar santo (Hebreus 9:24). Não lemos sobre som de trombeta na sua ascensão, mas os seres celestiais, os filhos de Deus, bradaram de alegria (Jó 38:7). Ele voltará do mesmo modo como subiu (Atos 1:11), e sabemos que virá novamente com brado e ao som de trombeta.

Devemos também louvar a Deus como aquele que reina (Salmo 47:7-8). Ele não é apenas o nosso Rei, a quem devemos culto. Ele é Rei sobre toda a terra, de modo que o louvor deve subir a ele de todos os lugares. Isso pode ser entendido de duas maneiras. Primeiro, fala do governo de Deus na providência, isto é, seu sábio governo sobre todas as coisas. Como Criador e Senhor da natureza, ele reina sobre as nações, mesmo quando estas não o conhecem nem se importam com ele. Ele está assentado em seu santo trono nos céus e ordena tudo conforme seus propósitos, inclusive os negócios das nações que não o temem.

Isso mostra a grandeza do seu governo, pois todos os homens nascem debaixo de sua autoridade, até os que servem a outros deuses. E mostra a justiça do seu domínio, pois seu trono é santo. Dali ele dá ordens e juízos, e não há injustiça no que faz. Em segundo lugar, essas palavras apontam para o reino do Messias, o Cristo prometido. Jesus Cristo, que é Deus, reina para sempre e governa as nações. Ele não só dirige o mundo na providência, mas estabelece sua graça no mundo gentílico e conquista o coração de muitos que antes viviam na incredulidade (Efésios 2:12-13). Esse é o mistério de que Paulo fala, que os gentios seriam coerdeiros (Efésios 3:6). Cristo está assentado em seu santo trono nos céus, e todo o seu governo visa manifestar a santidade de Deus e formar santidade na vida humana.

Devemos ainda louvar a Deus porque ele é honrado pelos príncipes do povo (Salmo 47:9). Isso pode se referir à reunião dos líderes de Israel, cabeças e governantes das tribos, em suas festas solenes ou para tratar dos negócios públicos da nação. Era honra de Israel ser o povo do Deus de Abraão, separado pela aliança feita com Abraão. E graças a Deus, essa bênção também alcançou as terras gentílicas (Gálatas 3:14). Era ainda grande bênção terem um governo estabelecido, com príncipes que serviam como escudos da terra. O governo é como um escudo para uma nação, e é grande misericórdia quando os governantes pertencem ao Senhor e usam seu poder para a honra dele.

Noutro sentido, isso também exalta a Deus, porque até “os escudos da terra” pertencem a ele. A autoridade civil é instituição do próprio Deus, e ele a usa para cumprir seus desígnios no mundo. Ele inclina o coração dos reis para onde quer, como se desviam as correntes de água. Israel estava em boa situação quando seus príncipes se reuniam para o bem público. Quando os grandes de uma nação se unem em favor da paz e do bem comum, isso é sinal muito promissor e costuma trazer muitas bênçãos.

Essas palavras podem ainda ser entendidas como profecia da vocação dos gentios para a igreja de Cristo. Nos dias do Messias, os reis da terra e seus povos se uniriam à igreja, trazendo sua honra e seu poder à Nova Jerusalém. Eles se tornariam o povo do Deus de Abraão, a quem foi prometido ser pai de muitas nações. “Os voluntários do povo” é outra forma de ler essa expressão, a mesma ideia de “teu povo se apresentará voluntariamente” (Salmo 110:3). Os que vêm a Cristo não são forçados; são tornados dispostos a pertencer a ele. Quando os escudos da terra, símbolos de dignidade real (1 Reis 14:27-28), são entregues ao Senhor Jesus, como quando uma cidade entrega as chaves a um conquistador ou governante, e quando príncipes usam seu poder para sustentar a verdadeira religião, então Cristo é grandemente honrado.

IA cristã que considera sua denominação

Aplique Salmos 47:5 na sua vida hoje

Receba orientação fundamentada nas Escrituras, que considera sua denominação e é personalizada para a sua situação.

1 Faça sua pergunta arrow_forward 2 Considere sua tradição arrow_forward 3 Aplique as Escrituras

✓ Sem cartão de crédito • ✓ 100% privado • ✓ 30 créditos grátis para começar

Deste capítulo

Oração diária

Receba uma reflexão bíblica diária por e-mail

Comece cada manhã com um versículo, uma oração e um próximo passo simples.

Grátis. Cancele quando quiser. Nunca compartilhamos seu email.

Aviso importante: Esta orientação bíblica não substitui cuidados profissionais de saúde mental. Se você estiver com sintomas de crise, ligue para 188 (CVV) no Brasil ou 988 nos EUA, ou procure ajuda profissional imediatamente.

Bible Guided oferece orientação baseada na fé e deve complementar, não substituir, apoio terapêutico profissional.